Domingo (7)

Aproveite o domingo de feriadão

Escolha algo para fazer e aproveite o dia de descanso na cidade

Por: - Atualizado em

projeção de filme no Auditório Ibirapuera
O público poderá assistir a Stefan Jackiw e Orquestra Sinfônica do Estado na área externa do Auditório Ibirapuera pela manhã (Foto: Dani Gurgel)

Veja abaixo:

  • Se tem uma coisa que o Grupo Pia Fraus sabe fazer como quase ninguém é manipulação de bonecos. Em cena, os personagens ganham vida e expressam emoções tamanha a habilidade de quem está por trás dos movimentos. A trupe, que já montou ótimas peças como Filhotes da Amazônia e Bichos do Brasil, comemora três décadas e leva ao palco uma graciosa história do fundo do mar. Jujuba, uma pequena baleia jubarte, vê a mãe morrer nas redes de pescadores japoneses. Quando duas orcas estão prestes a atacá-la, surge Gardel, o pinguim argentino que salva sua pele. Do encontro nasce uma bonita amizade e a dupla ruma para o Polo Sul em busca do Círculo das Baleias, onde Jujuba poderá viver em segurança. No caminho, eles recebem a ajuda de outros animais, como a foca Fofoca e a garça Marlene, que aponta em qual direção os dois devem seguir. Célia Catunda, uma das criadoras da série de animação Peixonauta, foi responsável pelos bonecos, e a envolvente trilha sonora tem o dedo de Gustavo Bernardo. A manipulação fica por conta de Ana Elisa Mattos, Cristiano Bacelar, David Caldas e Natalia Gonsales. Direção de Wanderley Piras e roteiro de Beto Andreetta. Estreou em 9/3/2014. Até 28/6/2015.
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  • A hora mais esperada por muitos trabalhadores é o fim do expediente. Numa obra, três operários (Gabriel Sitchin, Rafael Senatore e Rogério Uchoas) respiram aliviados por poder ir para casa, mas um dilúvio cai assim que eles põem o pé na rua. Impedido de enfrentá-lo, o trio solta a imaginação e faz o tempo passar com brincadeiras e histórias que levam os pequenos às gargalhadas. Na mesma pegada de Sonhatório, de 2012, a Cia. Truks, há mais de vinte anos conhecida pelas manipulações de bonecos e objetos, transforma itens de construção em personagens. O alicate, por exemplo, vira papagaio de pirata e as lixeiras tornam-se barcos. Um cone e um cano originam uma perigosa abelha, e de três pregadores nascem os peixinhos da animação Procurando Nemo. Em um dos pontos altos, as crianças tentam adivinhar o que os três estão criando com material de banheiro. Tubos, conexões e até assentos sanitários dão vida a astronautas, elefantes e borboletas. Com texto e direção de Henrique Sitchin, a peça incentiva a fantasia até o último minuto, quando a garotada é chamada a continuar a brincadeira em casa. Estreou em 30/3/2014. Dias 13 e 14/12/2014. Referências: os atores divertem a plateia com passagens de Guerra nas Estrelas e Chapeuzinho Vermelho.
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  • Uma exposição para ver e ser ouvida. Em três andares estão espalhadas cerca de 300 peças entre figurinos, trechos de filmes e escritos originais de um dos maiores ídolos da música, o inglês David Bowie. As roupas usadas na turnê Alladin Sane e no clipe Life on Mars? estão lá. Há ainda imagens menos conhecidas, como um cartaz em que ele aparece vestido de Andy Warhol. Sensores espalhados pelas salas detectam a presença do visitante e iniciam o áudio de documentários e entrevistas, garantindo a imersão no mundo do artista. Fones de ouvido também produzem a trilha sonora de todo o trajeto. A mostra apresenta ainda croquis desenhados pelo próprio Bowie, rascunhos de letras de canções, instrumentos que fizeram história nos palcos e quadros que provam que o cantor tem talento com as tintas. Até 20/4/2014. + Em vídeo: David Bowie no ponto de ônibus  BALANÇO DE VISITANTES A exposição dedicada ao inglês David Bowie atraiu 80 190 pessoas entre 31 de janeiro e o últmo domingo (20). Somente durante a virada de 36 horas no último fim de semana, foram 6 000 visitantes. Alguns fãs encararam até 4 horas de fila para ver de perto os mais de 300 itens do artista entre figurinos, rascunhos, vídeos e instrumentos musicais.
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  • Museus

    Masp

    Avenida Paulista, 1578, Bela Vista

    Tel: (11) 3149 5959

    VejaSP
    16 avaliações

    O mais importante museu da América Latina reúne 8000 obras em seu acervo, a maior coleção de arte europeia fora do continente e dos Estados Unidos. Quadros emblemáticos de Van Gogh, Renoir, Rembrandt, Monet, Manet, Picasso, Modigliani impressionam qualquer pessoa que passa por lá. A coleção, porém, vai muito além disso: tem núcleos dedicados à arte brasileira, moda, arqueologia, fotografia, entre outros. Desde o segundo semestre de 2014, a instituição tem como presidente o empresário Heitor Martins, que convidou Adriano Pedrosa para ser o diretor artístico da instituição. Atualmente, o Masp tem passado por uma fase de grandes mudanças em sua programação, conselho, café, loja e estrutura.

    Sua mais importante mudança é a volta dos cavaletes de vidro a partir de dezembro de 2015. Eles foram criados pela arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi, também autora do projeto do atual prédio da instituição, na Avenida Paulista, inaugurado em 1969. Por si só, a construção de vidro e concreto aparente, é um desenho único; e seu vão-livre, uma referência para todo o mundo. Para expor os quadros que estavam sendo, então, garimpados pelo empresário Assis Chateaubriand e crítico Pietro Maria Bardi, Lina criou cavaletes presos a blocos de concreto, de maneira que, dependurados, os quadros "flutuam". Em 1996, durante a gestão de Julio Neves, a expografia foi derrubada, e substituída por paredes tradicionais.

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  • Lançado na Broadway em 1997, o musical O Rei Leão, de Roger Allers e Irene Mecchi, é a versão do longa da Disney, de 1994. Portanto, ao conferir a superprodução nos palcos, é quase inevitável que a memória afetiva dos fãs da animação fale mais alto. Os elementos para o encanto da plateia estão todos ali. Cenários e figurinos caprichadíssimos, uma iluminação sob medida, capaz de fazer saltar aos olhos os efeitos de manipulação de bonecos, e um elenco afinado de 53 atores para cantar as letras compostas por Gilberto Gil (nem sempre fluentes e complementares à dramaturgia) adaptadas dos originais de Elton John. A trama mostra Simba (interpretado por Tiago Barbosa, quando adulto), o herdeiro do trono de Mufasa (o ator César Mello), o Rei Leão. Ao crescer, Simba envolve-se em uma série de artimanhas do tio Scar (Felipe Carvalhido), que planeja se livrar do sobrinho para ganhar o poder. Com direção de Julie Taymor, a montagem cumpre a promessa de ser um show, um torpedo repleto de efeitos para um público ávido de emoções. Falta, no entanto, espontaneidade às atuações. Um dos poucos a sobressair é Ronaldo Reis, intérprete do suricato Timão, capaz de imprimir bom humor ao personagem. Estreou em 28/3/2013. Até 14/12/2014. Na quinta (11), haverá sessão extra, às 16h. + Veja os bastidores do musical O Rei Leão + Saiba onde jantar depois de assistir ao espetáculo
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  • Criada por Andrew Lloyd Webber e Tim Rice em 1970, a ópera-rock ressuscitou discussões por onde passou nas últimas quatro décadas. Jesus Cristo, Judas Iscariotes e Maria Madalena (interpretados respectivamente por Igor Rickli, Alírio Netto e Negra Li) são apresentados aqui cheios de crises e contradições. Dirigida por Jorge Takla, a atual montagem enfoca a derradeira semana de Jesus, desde a chegada a Jerusalém até o dia da crucificação. Figura mobilizadora da atenção popular, o protagonista desperta a inveja de uns, como a do amigo Judas, e a preocupação dos que detêm o poder, envolvendo-se em embates políticos. Takla reforça a ascensão meteórica do personagem a ídolo pop — e o carisma de Rickli colabora muito para isso. A plateia acompanha seu apogeu e crucificação como se ele fosse uma celebridade fabricada no século XXI. Em um crescente, a dramaturgia em versos seduz. Se Negra Li se destaca mais pela afinação, Netto e Rickli sublinham nuances dramáticas de Judas e Jesus. Chamam atenção também as atuações de Fred Silveira, como Pilatos, e Wellington Nogueira, responsável por um dos melhores momentos na pele de Herodes. Estreou em 14/3/2014. Até 1º/6/2014. Números grandiosos: 28 atores e uma orquestra de onze instrumentistas, sob a direção musical de vânia Pajares, estão no palco. O espetáculo soma 26 números divididos em dois atos.
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  • Comédia

    Tribos
    VejaSP
    62 avaliações
    Na comédia dramática Vermelho (2012), Antonio Fagundes apresentou o filho Bruno oficialmente ao público. Naquela trama, um consagrado artista plástico e o jovem assistente viviam conflitos, em um inevitável jogo de espelhos. Menos de três meses depois do fim da turnê do espetáculo, a dupla estreou a perturbadora e divertida comédia Tribos, escrita pela inglesa Nina Raine e dirigida por Ulysses Cruz. Está explícito que a energia juvenil de Bruno contaminou o pai a ponto de fazê-lo apostar em uma encenação moderna, com um elenco numeroso e sem protagonismos, capaz de dialogar com diferentes gerações. Billy (papel de Bruno) nasceu surdo em uma família pouco convencional em que todos podem ouvir. Os pais politicamente incorretos (vividos por Fagundes e Eliete Cigaarini) o criaram em um casulo e não se conformam com a dependência dos outros dois filhos (Guilherme Magon e Maíra Dvorek). A situação se desestabiliza de vez quando Billy se apaixona por Silvia (a atriz Arieta Corrêa), uma garota que começa a ensurdecer depois de adulta. Com diálogos afiados e repletos de acidez, o texto é estruturado em nove cenas que abordam a surdez metafórica nas relações pessoais. Como sempre, Fagundes brilha ao aproveitar o histrionismo do personagem, e Bruno mostra potencial na pele do deficiente auditivo em busca de identidade. Sobressai também Guilherme Magon. O ator investe em uma sutil interiorização para fortalecer o irmão deprimido de Billy. Estreou em 14/9/2013. Até 13/12/2015.
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  • Depois do sucesso de Félix na novela Amor à Vida, Mateus Solano volta ao palco na equivocada comédia dramática escrita por Paula Braun. A trama traz Arnaldo (Solano), um homem que esquece como é lidar com a própria rotina. O pequeno surto toma proporções maiores, e um de seus desafios será fazer sua mulher (Karine Teles) perceber que a vida não é tão objetiva. A direção de Jefferson Miranda não consegue definir as intenções da montagem e flerta simultaneamente com o realismo e o absurdo sem pensar na compreensão do espectador. Solano pouco se desafia na proposta e prefere cativar o público pela obviedade. Com Alcemar Vieira e Isabel Cavalcanti. Estreou em 11/4/2014. Até 8/6/2014.
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  • Em meio a tantos expoentes do gênero, o musical Rita Lee Mora ao Lado pode ser encarado como um primo pobre. Afinal, conta com cenários despojados, coreografias simples e um elenco algumas vezes carente de técnica. Sua qualidade, no entanto, é justamente saber o próprio tamanho e se limitar a homenagear a cantora sem exagerada pretensão. Adaptada do livro Rita Lee Mora ao Lado — Uma Biografia Alucinada da Rainha do Rock, de Henrique Bartsch, a montagem traz uma carismática Mel Lisboa no papel principal. A atriz tem poucas cenas em que lhe são exigidos recursos dramáticos profundos, mas carrega uma energia e uma irreverência próximas às da estrela. Em uma fusão de ficção e realidade, a trama mostra Rita da infância aos dias de hoje, por meio das confusões de Bárbara Farniente (vivida pela ótima Carol Portes, figura fundamental para o resultado), uma vizinha que acompanhou de perto a vida da família da artista. Construída pelos diretores Débora Dubois e Márcio Macena, além de Paulo Rogério Lopes, a dramaturgia enfileira esquetes e vários deles soam dispensáveis. Enquanto as intervenções de João Gilberto (Nelson Oliveira) e Ney Matogrosso (Fabiano Augusto), contribuem para narrar a história, os números de Caetano Veloso (Antonio Vanfill) e Gal Costa (Yael Pecarovich) só esticam a duração. Apoiada por seis músicos, Mel anima a plateia com Agora Só Falta Você, Saúde, Jardins da Babilônia e Ando Meio Desligado, entre outros sucessos, e é isso o que interessa. Em nome da festa, o público se rende, e o teatro se faz pela devoção a Rita Lee, especialmente quando Mel interpreta Coisas da Vida. Com Rafael Maia (como Roberto de Carvalho), Samuel de Assis, Débora Reis, César Figueiredo e outros. Estreou em 4/4/2014. Até 24/4/2016.
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  • Não à toa, a comédia dramática levou o Oscar de melhor roteiro original. A trama se passa num futuro próximo em Los Angeles, mas teve cenas externas rodadas em Xangai, na China. Nela, Theodore (Joaquin Phoenix) sente-se solitário porque está prestes a assinar o divórcio da mulher (Rooney Mara). Seu emprego, criativo porém metódico, consiste em escrever cartas para clientes pelo computador. Do mundo virtual, vem a recompensa para os dias amargos. Theodore compra um aparelho de inteligência artificial e dele sai a voz de veludo de Samantha (Scarlett Johansson). Não demora para o protagonista se derreter pelos deliciosos papos da nova companhia e transformá-la em namorada. E ela corresponde com a mesma intensidade. A imaginação ilimitada do realizador joga o espectador num enredo de ficção científica sem escalas na realidade. É preciso embarcar no excêntrico ponto de partida para desfrutar o humor melancólico. A tristeza profunda com que o diretor/roteirista Spike Jonze aborda os relacionamentos afetivos traz, no entanto, uma evidência latente. Estreou em 14/2/2014.
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  • O cinema americano tem muitos filmes com história semelhante à de Confa em Mim. No suspense, Mari (Fernanda Machado) quer provar para o chefe e para si mesma que pode ser uma ótima cozinheira. Insegura, ela atua como coadjuvante em um restaurante e dedica-se, exclusivamente, ao trabalho. Tudo muda quando conhece o galanteador Caio (Mateus Solano) numa degustação de vinhos. Esse rapaz de boa estampa é gentil e romântico, além de parecer ser um empresário endinheirado. Mari se entrega ao novo namorado convidando-o, inclusive, a morar em sua casa. Caio conhece as qualidades culinárias da amada e insiste para que a moça tenha o próprio negócio. Ela topa. Segue-se uma reviravolta de deixar a protagonista intrigada e... melhor parar por aqui. Em sua estreia no longa-metragem, Michel Tikhomiroff, filho de João Daniel Tikhomiroff (Besouro), não alça voo alto nem renova o gênero, mas faz a lição de casa direito. Está apoiado em elenco convincente, produção caprichada e, entre situações previsíveis, segura o clima de mistério. Estreou em 10/4/2014.
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  • Ateu declarado, Darren Aronofsky sabia onde estava pisando ao levar ao cinema a história bíblica de Noé. Ousado, o diretor de Cisne Negro escreveu o roteiro em parceria com Ari Handel recheando-o de licenças. O resultado, pelo bem ou pelo mal, surpreende. Além de contentar variadas plateias, Aronofsky mostra-se incansável em ser um provocador no épico Noé. Seu longa-metragem, de muitos altos e poucos baixos, satisfaz quem procura um filme religioso ou um bom passatempo. O diferencial fica por conta da visão pessoal dada ao personagem-título e de alguns momentos estéticos mais personalizados e próximos à filmografa do realizador, incluindo, sobretudo, Réquiem para um Sonho (2000). Na trama, Noé (Russell Crowe, voltando às telas em grande forma), descendente de Set, filho de Adão e Eva, vira um obstinado após alguns sonhos instigantes. Ele precisa construir uma arca e nela reunir pares de todos os animais. Antes de um dilúvio destruir a Terra, devem embarcar Noé, sua mulher (Jennifer Connelly) e os três filhos (Logan Lerman, Douglas Booth e Leo McHugh Carroll). Como adotou uma órfã, a família vai levar junto a bela Ila (Emma Watson). Na originalidade do enredo, encontram-se os guardiões, seres gigantes de pedra feitos em computação gráfica. Os efeitos visuais também são empregados para dar vida aos bichos e na impressionante sequência da inundação. Estreou em 3/4/2014.
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  • Por mais que Elijah Wood vá ser eternamente conhecido como o Frodo da trilogia O Senhor dos Anéis, o ator tenta se desvencilhar do marcante personagem arriscando-se em papéis de protagonista. Neste suspense espanhol, escorado no estilo de Brian De Palma (Dublê de Corpo), Wood interpreta um pianista. Tom Selznick abandonou os palcos há cinco anos, após cometer um deslize num espetáculo. Ainda atormentado pelo incidente, o rapaz ressurge para acompanhar uma orquestra no mesmo teatro onde se encontra sua mulher, uma famosa estrela de cinema. Ao dar início ao concerto, Selznick passa a receber ameaças de um psicopata em seu ponto de ouvido. Caso ele não chegue até o fim da apresentação, sua esposa será morta. Embora a trama seja implausível, sustenta-se em permanente clima de suspense e um bocadinho de terror. O feito bem-sucedido se deve, em parte, ao produtor Rodrigo Cortés, diretor do ainda mais angustiante Enterrado Vivo. Estreou em 3/4/2014.
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  • Às vezes confundida com o cinema americano ou mesmo com o francês, a produção do Canadá possui representantes importantes, a exemplo de David Cronenberg, Denys Arcand e Xavier Dolan. Trabalhos desses diretores integram a mostra Tão Longe, Tão Perto — O Cinema Canadense, que tem início na quarta (16/4/2014) no Centro Cultural Banco do Brasil. Está programada a exibição de quinze longas-metragens até 4 de maio. Além de Cronenberg (Cosmópolis), Arcand (Jesus de Montreal) e Dolan (Eu Matei Minha Mãe), o ciclo traz uma fita inédita, Waydowntown, de Gary Burns, escolhido o melhor filme canadense no Festival Internacional de Toronto, em 2000. Uma das pedidas mais atraentes é o drama Incêndios, vibrante adaptação da peça de Wadji Mouawad. A trama enfoca quarenta anos de história em tempos distintos e flagra o interesse de dois irmãos em saber a trajetória da mãe libanesa, interpretada por Lubna Azabal. Está agendado para quinta (17/4), às 19h.
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  • A mostra Extreme Cinema — O Cinema Contemporâneo de Transgressão é para estômagos fortes. Cenas de violência, sexo e realismo sem filtro são vistas em algumas das dezessete produções em cartaz a partir de terça (15/4/2014) no Centro Cultural São Paulo. O ciclo, que inclui cinco longas-metragens inéditos no Brasil, tem como foco a estética perturbadora de cineastas como Lars von Trier, Michael Haneke e Gaspar Noé. Esse último dirige Irreversível, com exibição no sábado (19/4), às 17h. Narrada de trás para a frente, a trama traz dois amigos em busca de vingança no submundo de Paris. Eles procuram o homem que teria estuprado Alex (Monica Bellucci). Até 30/4/2014.
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  • A saga Jogos Vorazes ganha um filhote. Adaptação do primeiro livro da trilogia da americana Veronica Roth, de 25 anos, Divergente tem praticamente os mesmos ingredientes do concorrente: uma heroína, ambientação pós-apocalíptica e jovens divididos em grupos. Neste caso, os personagens se espalham por cinco facções: Abnegação, Erudição, Audácia, Amizade e Franqueza. Beatrice (papel da nova queridinha do cinema americano, Shailene Woodley) pertence à família da Abnegação, que pratica o bem e detém o poder político. Ao chegar aos 16 anos, ela faz um teste de aptidão e descobre: é uma “divergente” porque também possui características da Audácia e da Erudição. Seu destino seria a morte, mas ela esconde o resultado dos pais e muda de time. Ao entrar para a equipe da Audácia, vai precisar encarar muitos desafios. Os integrantes são fortes, velozes e responsáveis pela proteção dos cidadãos. Com árduo treinamento e um técnico durão (papel de Theo James), Tris (seu novo apelido) passa a entender melhor o mundo à sua volta. Sem a cafonice visual de Jogos Vorazes e bem mais didático, o longa-metragem fala a língua dos adolescentes, público que pretende atingir. Estreou em 17/4/2014.
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  • A reforma do prédio que hoje abriga o Centro Cultural Banco do Brasil, em 2001, foi um dos grandes ganhos da região central. De lá para cá, ele recebeu exposições importantes, além de outras atrações bacanas, e movimentou aquele pedaço. Esse símbolo da cidade vai comemorar seus treze anos com o espetáculo Invasão Baiana, com apresentações gratuitas no Vale do Anhangabaú. Como indica o nome, o evento traz representantes da robusta cena musical da Bahia, entre gente nova e consagrada. O coletivo influenciado pela música jamaicana Dubstereo e a banda Maglore ficam encarregados de abrir o palco no domingo (20/4). Na sequência virão os roqueiros do Vivendo do Ócio, formado por Luca Bori (baixo), Dieguito Reis (bateria), Jajá Cardoso (voz e guitarra) e Davide Bori (guitarra). Eles mostram Eu Gastei e Nostalgia. Tom Zé encerra a festança com faixas do disco Todos os Olhos (1973). Os shows seguem no feriado do dia 21 de abril de 2014, quando se exibe a ótima Orkestra Rumpilezz, grupo de percussão e sopros regido pelo maestro Letieres Leite. Depois, é a vez da cantora Marcia Castro, que interpreta canções autorais e de compositores como Cartola. Encerra a celebração a banda BaianaSystem junto do guitarrista Pepeu Gomes. Dias 20 e 21/4/2014.
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  • Com integrantes suecos e noruegueses, a Atomic faz um cruzamento entre o jazz e as raízes europeias do grupo. O som que nasceu dessa mistura é “parte uma palestra acadêmica, parte diversão a noite toda”, como os próprios escandinavos o descrevem. A banda reúne Paal Nilssen-Love (bateria), Ingebrigt Haker Flaten (baixo), Havard Wiik (piano), Magnus Broo (trompete) e Fredrik Ljungkvist (clarinete, sax tenor e barítono), que não escondem a influência dos jazzistas americanos Duke Ellington, Archie Shepp, Charles Mingus e George Russell. Com doze discos no currículo, eles chegam a São Paulo para divulgar o lançamento mais recente, There’s a Hole in The Mountain (2013). Dia 20/4/2014.
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  • O espaço de Porto Alegre se instalou na Rua Augusta e conquistou os indie-rockers da região. Junior Passini e Fão Siciliano colocam a turma para dançar Strokes, Kooks, Cut Copy, Modest Mouse, Peter Bjorn and John, The Cribs, The Kills... e por aí vai. Dia 07/08/2015.
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  • Nesta véspera de feriado, a Clash abre as portas no domingo para festa dedicada a Eletronic Dance Music, mais conhecida como EDM, ritmo eletrônico mais pop, normalmente com vocais. Quem comanda a balada é Adriano Pagani, residente do Sirena.Também estarão por lá, Rodrigo Bologna, Jhonny Anglister, Kaka Mendes e Lugo. Dia 20/04/2014.
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  • O nome da festa é uma referência à famosa frase da socialite Narcisa Tamborindeguy. Depois de passar pelo finado Gloria, ele chega ao Baixo Augusta. Na pista rola sons variados de house a axé. Os donos da noitada, Alexandre Rosa, Bruno Machado e Eduardo Fornazzari,  convidam Silvio de Marchi, Nicolas Abe e Victor Dias para os pick-ups. Dia 20/04/2014.
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    Atualizado em: 4.Mai.2015

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Fonte: VEJA SÃO PAULO