Daiane Pereira Brito Fiquei duas horas e meia na fila para conseguir ver a exposição, mas valeu a pena! Caravaggio tentava dar um realismo impressionante as suas obras ...
Nome incontornável da história da arte, Michelangelo Merisi da Caravaggio (1571-1610) é a mais importante figura do barroco italiano. Na mostra em cartaz no Masp, trabalhos seus são misturados aos de seguidores chamados de caravaggescos — irregulares, aliás. Saiba mais.
Criado em Paris em 1948 e ativo até três anos depois, o grupo vanguardista CoBrA pregava a completa liberdade no uso de formas e cores. O nome homenageava as cidades dos membros fundadores: Copenhague (Dinamarca), Bruxelas (Bélgica) e Amsterdã (Holanda). Saiba mais.
Muito menos exibidas no Masp do que o acervo de pinturas, as cinquenta peças reunidas revivem grandes momentos da arte escultórica. Destaque para a excelente montagem no subsolo do museu, dividida em núcleos temáticos pertinentes e variados, a exemplo de “nus”, “dança”, “animais” e “casais”. Saiba mais.
Morto há um mês, aos 105 anos, o fotógrafo argentino tem um lado menos popular de sua produção explorado nas 81 imagens de Luz, Cedro e Pedra. A mostra reúne uma série registrada em 1945 nas cidades históricas de Minas Gerais. Saiba mais.
Nome importante da abstração latino-americana, o artista venezuelano Alejandro Otero (1921-1990) tem exibidos na mostra quarenta dos chamados Coloritmos — pinturas com linhas em preto e branco e pequenas zonas coloridas. Saiba mais.
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