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O que acontece neste sábado (28): programas para crianças

Confira atrações para curtir com a garotada

Por: Redação VEJINHA.COM - Atualizado em

A Volta ao Mundo em 80 Dias
'A Volta ao Mundo em 80 Dias': atores Bruno Rudolf e Ricardo Rodrigues em várias acrobacias (Foto: Mariana Chama)

+ O que fazer neste sábado (28)

  • Trata-se de mais uma adaptação da obra do francês Julio Verne montada pela Cia. Solas de Vento. Na Inglaterra, Mr. Fog (Ricardo Rodrigues) pretende atravessar o mundo em um prazo apertadíssimo. Para isso, encarrega seu ajudante francês, Passepartout (o ótimo Bruno Rudolf), de providenciar os meios de transporte. Com sucatas e outros itens, ele cria no chão um trem para dar início à aventura. A grande sacada do espetáculo, dirigido por Carla Candiotto, da premiada Cia. Le Plat du Jour, é colocar uma câmera no teto para captar os movimentos dos atores deitados e projetá-los num telão no fundo do palco. As quinquilharias ainda dão forma a embarcações, montanhas e até um elefante, enquanto os aventureiros percorrem Itália, Egito, Índia, China, Japão e Estados Unidos desviando-se das armadilhas do vilão, Mr. Fix (também interpretado por Ricardo Rodrigues). Recomendado a partir de 5 anos. Estreou em 16/7/2011. Até 3/4/2016.
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  • Adaptação musical de Chico Buarque para a peça de Sérgio Bardotti e Luiz Enriquez. Com figurinos coloridos, Rosy Aragão (de voz grave e macia), Juliana Romano e Marcelo Diaz dão vida aos  animais dispostos a fugir dos maus-tratos dos patrões. Além das conhecidas canções originais, entre elas História de uma Gata e A Cidade Ideal, trechos de outras composições ganham menções. Versos como “hakuna matata”, da animação O Rei Leão, arrancam gargalhadas das crianças. Beatriz, pinçada do balé O Grande Circo Místico, de Chico e Edu Lobo, emociona os saudosos adultos na plateia. Recomendado a partir de 3 anos. Estreou em 04/10/2008. Até 18/12/2016.
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  • Resenha por Tatiane Rosset: Adaptação de Mariana Veríssimo. Escrita em 1936 pelo compositor russo Sergei Prokofiev (1891-1953) para apresentar uma orquestra às crianças, a fábula musical traz um menino que desobedece ao avô e foge para a floresta na companhia de um pato, um gato e um passarinho. Lá, ele encontra um feroz lobo e tem de usar a inteligência para se safar e salvar os amigos. O grande atrativo da obra são os sons dos instrumentos musicais que dão “voz” aos animais e aos personagens. Daí a importância da competente Orquestra Almeida Prado, de 23 músicos, formada especialmente para a peça e liderada pelo maestro Carlos Moreno, ex-regente da Osusp. Outro destaque é a presença em cena da atriz Giulia Gam, que narra a história de maneira eloquente enquanto os nove bonecos concebidos por Marco Lima e manipulados por doze pessoas desenvolvem a ação em cenário escuro e minimalista — há apenas uma árvore de metal contorcido no centro do palco. A escolha se mostra acertada e faz brilhar o verdadeiro protagonista do espetáculo, a música. Estreou em 17/03/2012. Prorrogado até 24/06/2012.
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  • De Beto Andreetta. Nos moldes de Bichos do Brasil, de 2001, a companhia Pia Fraus conta com os inventivos bonecos criados por Dino Soto e Sidnei Caria para retratar a relação entre os animais e suas proles. De uma oca de 3,5 metros de altura saem todos os bichos — e até índios —, confeccionados com fibras, bucha vegetal, madeira e outros materiais naturais. Um misto de humor e fofura rege a trama sem diálogos, que inclui um grupo de sapos desafinados. Num dos momentos mais marcantes, a oca se transforma no casco de uma grande tartaruga. Estreou em 26/09/2009. Até 24/02/2013.
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  • Adaptação de Ricardo Karman para a lenda chinesa O Pote Vazio. O ator Gustavo Vaz interpreta um velho imperador da China com uma ideia infalível para escolher o herdeiro de seu trono. Ele entrega uma semente a cada criança do reino e avisa: o sucessor será aquele que cultivar a flor mais bela após um ano. Biliri (papel de Nathália Guillen) é um menino apaixonado pela natureza. O garoto utiliza um vaso mágico, coloca adubo nele, dá carinho a sua plantinha e conversa com ela. Mesmo assim, ela nunca germina. Incentivado pelo pai (Mario De La Rosa), Biliri revela ao imperador o seu fracasso e, para a surpresa de todos, vence o desafio. Com cenografia de José de Anchieta, o espetáculo brinca com elementos reais e recursos em vídeo para representar o tradicional teatro de sombras chinês. Competente, o elenco entra no plano bidimensional e salta das animações, deixando a plateia suspeitar da existência de manipuladores por trás da tela. Estreou em 09/07/2011. Prorrogado até 10/11/2012.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO