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O que acontece nesta quinta (7): exposições

Mostras das mais diversas para visitar em São Paulo

Por: Redação VEJINHA.COM - Atualizado em

Jeune Femme Assise — Madame Cadorin - Amedeo Modigliani
Óleo sobre tela: 'Jeune Femme Assise — Madame Cadorin' (Foto: Divulgação)

+ O que fazer no feriado

  • O centenário da primeira individual do artista lituano no Brasil ganha celebração do museu que leva seu nome. 50 Obras do Acervo inclui raridades, caso de Asilo de Velhos (1912), cujo ar esfumaçado lembra mais o impressionismo francês do que o expressionismo germânico pelo qual Segall se tornou famoso. Das telas mais conhecidas, vale destacar Jovem de Cabelos Compridos (1942) e Dois Nus (1930). Até 20/12/2013.
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  • Resenha por Adriano Conter: Terceira edição do prêmio dedicado à revelação de talentos. Dos 284 artistas inscritos, 26 foram escolhidos e exibem 38 obras. Há vídeos, fotografias, esculturas etc. De 05/06/2012 a 24/06/2012.
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  • Resenha por Adriano Conter: A mostra Paraisópolis — Uma Cidade Dentro da Outra traz 95 registros da fotógrafa paulistana. Foram retratados interiores de casas em Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo. De 06/06/2012 a 29/07/2012.
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  • Resenha por Jonas Lopes: Um dos nomes incontornáveis do século XX, o suíço Alberto Giacometti (1901-1966) tem uma ampla porção da carreira abordada na extraordinária retrospectiva em cartaz na Pinacoteca, desde já uma séria concorrente a melhor exposição de 2012. A mostra, cuja maioria das obras vem da Fundação Alberto e Annette Giacometti, de Paris, reúne 280 trabalhos, espalhados por doze salas, além do octógono, onde foram posicionadas algumas de suas célebres figuras esguias. Giacometti desempenhou na arte uma função semelhante à do irlandês Samuel Beckett na literatura e no teatro: explorou a fragmentação psicológica e sentimental do homem moderno, marcado por guerras sem sentido e por uma relação dúbia com a natureza. Despia, assim, as esculturas ao máximo, até transformá-las em meros fiapos, tão agônicos quanto inertes, embora repletos de nuances, principalmente nos bronzes. Há ainda desenhos, gravuras, peças decorativas e pinturas de cunho expressionista. A admirável curadoria de Véronique Wiesinger recupera trabalhos da juventude, traça paralelos com as máscaras africanas e apresenta ao espectador fotografias que capturam o dia a dia no ateliê do gênio. De 24/03/2012 a 17/06/2012.
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  • Resenha por Adriano Conter: Morto aos 35 anos, Modigliani (1884-1920) foi um dos mais importantes nomes da arte italiana do início do século XX. Desenvolveu, ao todo, 320 pinturas e 27 esculturas, das quais catorze peças — além de 23 desenhos — integram a mostra Modigliani: Imagens de uma Vida, em cartaz no Masp. Vindas do Instituto Modigliani, de Roma, e de coleções particulares, as obras são exibidas em ordem cronológica, com curadoria do professor francês Christian Parisot. Gravuras de Pablo Picasso e Léonard Foujita, entre trabalhos de outros amigos, ajudam a compor a montagem. O espectador terá a oportunidade de desvendar a personalidade do pintor, conhecido por ser boêmio e galanteador, através de diários, cartas e fotografias. Autodidata, Modigliani criou um estilo simples e de pinceladas rápidas, que se modificou ao longo dos anos e se definiu depois de sua mudança para a França, aos 22 anos. Lá, conviveu com os principais personagens da cena artística parisiense e atingiu o auge em 1917. Dedicou-se principalmente ao retrato. Suas figuras são alongadas, geralmente de pescoço comprido e com grande destaque para os olhos. De 17/05/2012 a 15/07/2012.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO