Passeios

O que acontece neste domingo (23): programas para crianças

Atrações na cidade para se divertir com os filhos

Por: Redação VEJINHA.COM - Atualizado em

Sonhatório Truks Crianças 2277
Hugo Reis, Rafael Senatore e Gabriel Sitchin: manipulação de objetos em "Sonhatório" (Foto: Karim da Hora)

+ O que fazer neste domingo

  • De Fernanda Maia. A boa montagem homenageia o centenário de nascimento do compositor Noel Rosa, comemorado no ano passado. Chico (Tiago Carreira), um sambista que não quer saber de trabalho, tenta pedir a mão de Isabel (Bárbara Boonie). Mas a ambiciosa tia da moça (Lourdes Gigliotti) prefere que ela se case com um homem mais velho e rico, o comendador Lacerda (Tiago Ledier). Os pretendentes travam um duelo para conquistar a jovem, enquanto canções como Pierrô Apaixonado, Seja Breve e Mulher Indigesta contribuem para a narração da história. Estreou em 12/02/2011. Até 09/12/2012.
    Saiba mais
  • De Maria Clara Machado. Maria (Vivi Gonçalves) tem a possibilidade de conhecer o mundo carregada por uma corrente de ar. Um dia, fugindo com seu irmão Pedrinho (Thiago Ubaldo) das rigorosas lições da Tia Adelaide (Thelma Luz), os dois vão parar em uma escura caverna. Ali mora o Vento (Thelma Luz e Fernanda Oliveira, em revezamento), e ele acaba se irritando com o tumulto causado pelas crianças. Impaciente, o personagem sopra o menino para bem longe, mas a garota consegue escapar ao improvisar uma dança. Encantado com a habilidade para vencer seus poderosos movimentos, o Vento faz uma proposta: depois de viajar pelo planeta, ela se tornaria uma brisa marítima. Maria se vê então no dilema de começar ou não essa nova vida. A montagem levada ao palco pela República Ativa de Teatro consegue prender a atenção da plateia com um tema lúdico contado de forma delicada. Os grandes trunfos da peça são as músicas suaves e as coreografias benfeitas, além de uma bonita intervenção audiovisual. São eficientes ainda o cenário e a iluminação assinados por Rodrigo Palmieri. Daniely Diniz completa o elenco. Estreou em 12/08/2012. Até 10/03/2013.
    Saiba mais
  • Desde o lançamento do primeiro episódio da cinessérie “A Era do Gelo”, em março de 2002, o universo da animação digital se expandiu numa velocidade extraordinária. Com o avanço do 3D, o formato ficou mais ambicioso e espetacular. Curiosamente, essa tendência ao gigantismo não alterou o ingrediente mais saboroso da franquia da Blue Sky Studios. “A Era do Gelo 4”, a exemplo dos anteriores, destoa da média — e agrada — ao insistir num charme até antiquado. O humor da trama flui com leveza e despretensão, no clima de velhas atrações da TV. A fórmula, felizmente, ainda não se deixa derrubar pelo cansaço. Sobrevive inclusive à ausência do cineasta carioca Carlos Saldanha, responsável pelos outros capítulos. Hoje empenhado na continuação do desenho “Rio” (prevista para 2014), ele cedeu lugar a Mike Thurmeier, codiretor de “A Era do Gelo 3”, e Steve Martino, de “Horton e o Mundo dos Quem!”. A dança de cadeiras mal se nota na tela. Talvez porque o integrante mais divertido da turma continue a ser o melhor personagem de Saldanha: o esquilo Scrat. Eternamente em busca da noz perfeita, essa mascote azarada transita intrépida no mundo paleolítico no qual vivem o mamute Manny, o tigre Diego e o bicho-preguiça Sid. E rouba a cena de novo. É o próprio roedor, aliás, quem desata as reviravoltas desta sequência. O bichinho, engolido por uma rachadura no solo, vai parar no centro da Terra e provoca uma onda de terremotos. De tão potente, o impacto separa os continentes do planeta. Acaba sobrando, é óbvio, para o trio liderado por Manny. Atirados no oceano, eles se equilibram sobre uma calota gelada, à deriva. Aventuras mais perigosas os aguardam quando ficam na mira de piratas grosseirões e de criaturas mutantes. Não espere pela perspicácia das incríveis criações da Pixar ou da Aardman (produtora do recente “Piratas Pirados!”). Essa aventura ingênua nem se esforça para transportar o espectador a terras desconhecidas. A intenção parece muito mais modesta — revisitar personagens que, cativantes, fazem por merecer mais uma matinê amalucada. Estreou em 29/06/2012.
    Saiba mais
  • Quando estreou, em 2005, a peça O Ilha do Tesouro causou frisson - era difícil conseguir lugar para acompanhar a divertida aventura. O motivo estava em sua pouco convencional mescla de encenação, interatividade e uma instalação cenográfica de 500 metros feita de madeira, lona e barro. De volta ao cartaz, o espetáculo começa numa taverna na qual o ator Yunes Chami participa da primeira cena com as crianças (obrigatoriamente com mais de 7 anos). Depois, elas entram por um alçapão e partem em busca do tal tesouro. Do outro lado, os adultos presentes viram piratas e também brincam em túneis, labirintos e sequências de lutas de espada até o desfecho, dentro do Teatro do Centro da Terra. Recomendado a partir de 7 anos. Estreou em 14/5/2005. Até 11/12/2016.
    Saiba mais
  • Em um hospital psiquiátrico, três homens começam a dar vida aos utensílios da cozinha para passar o tempo. A direção precisa e o roteiro delicado de Henrique Sitchin encantam a plateia. O elenco talentoso, formado por Rafael Senatore, Gabriel Sitchin, filho de Henrique, e Hugo Reis, reforça o poder da imaginação, e a plateia rapidamente embarca na viagem. Estreou em 1°/7/2012. Dias 21 e 22/3/2015.
    Saiba mais

Fonte: VEJA SÃO PAULO