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O que acontece nesta terça (1º): exposições

Mostras das mais diversas para visitar na cidade

Por: Redação VEJINHA.COM - Atualizado em

Gravura de Iberê Camargo
Gravura de Iberê Camargo: pinçada do acervo da Pinacoteca (Foto: Divulgação)

+ O que fazer nesta terça (1º)

  • Resenha por Jonas Lopes: Nova edição da tradicional mostra baseada em um acervo iniciado há 21 anos. São dez artistas, no total. Entre os presentes estão figuras consagradas, como o grande Geraldo de Barros e José Medeiros, autor de belos registros de cenários do Rio de Janeiro. Dois contemporâneos sobressaem: Miguel Rio Branco, sempre caracterizado pelo uso de cores saturadas e por imagens de erotismo poético, e Rosângela Rennó, de pegada mais experimental. Prorrogada até 08/07/2012.
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  • Resenha por Jonas Lopes: Ex-integrante do grupo Casa 7, Miguez fez carreira como pintor, mas em Paisagem Zero explora principalmente a fotografia. São quatro séries em preto e branco. Uma delas retrata justamente a sala do Centro Universitário Maria Antônia que abriga a mostra, e com isso provoca no espectador um efeito interessante de espelho. Para fazer jus à antiga produção do paulistano, há também algumas ótimas telas, formadas por quadrados e frases tiradas de versos do poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto (1920-1999). Também em cartaz no espaço: ✪✪✪ Guto Lacaz (objetos), ✪✪✪ André Rigatti (pinturas), ✪✪ Thiago Rocha Pitta (instalação) e ✪✪ Patrícia Osses (vídeo). De 13/04/2012 a 24/06/2012.
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  • Resenha por Jonas Lopes: Desde 2004, de maneira informal, o 3º andar da Estação Pinacoteca tem sido reservado a exposições de artes gráficas. O museu resolveu oficializar a decisão e batizou o espaço de Gabinete de Gravura Guita e José Mindlin. Esta mostra de longa duração elaborada a partir do acervo reúne 105 artistas, cada um representado com uma obra. A organização se dá por núcleos, começando pela figuração de cunho expressionista de Lasar Segall, Oswaldo Goeldi e Livio Abramo e chegando à abstração de Iberê Camargo, Fayga Ostrower e Farnese de Andrade. Há ainda eixos de construtivistas, da geração pop e inclusive alguns contemporâneos, caso de Elisa Bracher e Sergio Fingermann, entre outros.
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  • Depois de vários adiamentos, o Museu de Arte Contemporânea, enfim, começa a inaugurar sua nova sede, no antigo prédio do Detran, no Ibirapuera. De modo tímido e algo decepcionante, é verdade: apenas um pequeno espaço do térreo está disponível ao visitante — somente no fim de 2012 a mudança deve ser finalizada. O Tridimensional no Acervo do MAC: uma Antologia traz dezoito esculturas da coleção. Apesar do contexto frustrante, a mostra em si é bem costurada e compacta. Formas sinuosas destacam-se em Figura Reclinada em Duas Peças: Pontos, do inglês Henry Moore, e em O Implacável, de Maria Martins. Franz Weissmann e Sérvulo Esmeraldo apostam no construtivismo. Entre os contemporâneos, preste atenção em Sem Título Mas com Amor, de Ernesto Neto, feita com chumbo, bolas de isopor e uma meia de náilon.
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  • Resenha por Jonas Lopes: Poucas vezes uma mostra do Museu da Língua Portuguesa conseguiu abordar com tanta eficiência o universo de um escritor — talvez a de Guimarães Rosa, em 2006, seja a única comparável. Apesar de a fórmula de recorrer a instalações audiovisuais e interativas ter sido repetida, sobressai a cenografia criada por Daniela Thomas e Felipe Tassara. Depois de apreciar um mural de azulejos na entrada, o espectador passa a ter contato direto com a obra de Jorge Amado (1912-2001): monitores exibem trechos de romances consagrados, enquanto caixas de som em bacias de lavadeiras transmitem as mesmas passagens em áudio. Nomes de personagens como Gabriela, Quincas Berro d’Água, Tieta e Dona Flor aparecem em 8.000 fitas do Senhor do Bonfim. Há ainda uma seleção de edições estrangeiras e núcleos dedicados ao engajamento político e à mestiçagem na produção do autor. Artistas plásticos, a exemplo de Renina Katz, Calasans Neto e Carybé, apresentam ilustrações feitas para seus livros. De 17/04/2012 a 22/07/2012.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO