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Novo hospital veterinário público lota no primeiro dia de funcionamento

Unidade no Tucuruvi, na Zona Norte, pode atender até 15 novos pacientes por dia; estimativa é de expansão de 50% do serviço

Por: Redação VEJASÃOPAULO.COM

hospital veterinário zona norte
Espaço atende 15 novos casos por dia (Foto: Divulgação)

Em seu primeiro dia de funcionamento, o Hospital Público Veterinário da Zona Norte já começou com senhas de atendimento esgotadas. Às 5 horas desta quinta-feira (2), a fila na nova unidade já estava formada e os 15 atendimentos autorizados pela prefeitura foram feitos logo pela manhã.

"Começamos com tudo. A demanda é muito grande pois tem muita gente precisando", disse Fernando Ibañez, presidente da Anclivepa, entidade que administra o serviço. Além dos 15 animais previstos por dia, o hospital atende também casos de emergência que chegam e retornos. 

Segundo a Anclivepa, a capacidade de atendimento vai aumentar em 50%, somando com a unidade do Tatuapé, inaugurada no ano passado. A intenção é que o serviço da Zona Norte seja expandido e possa atingir ainda mais cidadãos. "A ideia é que tenhamos a mesma capacidade de atendimento e serviços nas duas unidades para evitarmos o  transporte dos animais", explica Ibañez. O orçamento previsto para os dois hospitais é de 10 milhões de reais neste ano. No ano passado, o Hospital do Tatuapé teve orçamento de 7,2 milhões de reais.

hospital veterinário tucuruvi
Instalações do novo hospital (Foto: Divulgação)

Tucuruvi

Cálculos feitos pela Anclivepa mostram que cerca de 30% dos animais atendidos no Tatuapé são de moradores da Zona Norte, por isso o endereço escolhido fica no Tucuruvi. Nesta quinta, apenas dois pacientes eram de outra região da cidade.

As senhas para organizar o atendimento são distribuídas no dia anterior, a partir das 19 horas. Pessoas que são beneficiárias de programas sociais como o Bolsa Família e Renda Mínima têm prioridade no atendimento. A unidade fica na Avenida Ataliba Leonel, 3 194, na Zona Norte, a um quarteirão da Estação Parada Inglesa da Linha 1-Azul do Metrô.

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO