Matrimônio

Noivas: como economizar sem perder a pose

Vai casar? Aprenda maneiras de economizar na organização do “grande dia” com a consultora Fernanda Floret

Por: Bruna Gomes

Fernanda Floret - Vestida de Noiva
Fernanda Floret: ela é um dos destaques do Cheers Off (Foto: Divulgação)

Depois de penar para organizar seu casamento que ocorreu em março de 2008, a designer Fernanda Floret decidiu montar o site Vestida de Noiva para reunir serviços e dicas ligadas ao tema. Empolgada com o resultado, começou a estudar, comprar livros e viajar para se aprimorar e inspirar futuras noivas. “Eu usava muitos sites americanos, mas a cultura é tão diferente que não dava para aproveitar quase nada. Sentia falta de algo nacional que eu realmente pudesse absorver”, conta. No dia 27, ela fará palestra no outlet de casamentos Cheers Off. A seguir, adiantamos algumas das dicas que ela ensinará no dia:

- A primeira coisa é saber a diferença entre pechinchar e negociar. O primeiro caso faz parte da cultura do brasileiro e tem a conotação de levar vantagem sobre a compra, já no segundo há uma troca em que os dois lados saem ganhando.

- Casamentos realizados durante o dia são mais baratos.

+ Saiba mais sobre o Cheers Off

- Pesquise sempre, no mínimo, três fornecedores para comparar os valores. Entretanto, essa comparação deve ser justa e analisar o mesmo tipo de serviço. Não adianta querer um fornecedor que usa material de qualidade inferior com outro que trabalha com produto importado, por exemplo.

- Eliminar alguns serviços que o profissional oferece também ajuda. Por exemplo, um estúdio fotográfico oferece álbum, making of, minialbuns para as mães e vídeo. Neste caso, a noiva pode optar apenas pelos dois primeiros.

- Outra sugestão é pedir para trocar o material ou um detalhe do produto para baixar o preço. Acabamento dos álbuns e tipos de papel de convites são alguns desses itens.

- A partir do momento em que você começa a insistir em um preço que o fornecedor não concorda é melhor procurar outro. É preciso saber a hora de parar.

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO