Patrimônio

Museu do Ipiranga é fechado às pressas e só deve reabrir em 2022

O jornalista e historiador Laurentino Gomes, autor de 1808 e 1822, escreve sobre o péssimo estado de conservação da instituição, que guarda um acervo estimável da história do país

Por: Laurentino Gomes [colaborou Mauricio Xavier] - Atualizado em

Fachada Museu do Ipiranga - Capa 2334
A fachada do local interditado no domingo (4): frequentadores foram pegos de surpresa pela notícia (Foto: Mario Rodrigues)

O mais antigo e querido museu de São Paulo, o do Ipiranga, está fechado ao público desde o último fim de semana, sem previsão de reabertura. O fechamento, anunciado de forma abrupta no domingo (4) pela direção do Museu Paulista, braço da Universidade de São Paulo (USP) responsável pela administração do local, pegou os paulistanos de surpresa. Esta será a primeira vez em um século que o prédio não ficará aberto durante a Semana da Pátria, que marca as celebrações da Independência do Brasil. Em média, cerca de 3.000 pessoas visitam o lugar todos os dias. No feriado de 7 de Setembro o número mais que triplica. Entre os frequentadores assíduos estão professores e estudantes das escolas da capital e cidades vizinhas.

A desculpa oficial para o fechamento é que o museu precisa de reformas urgentes. O edifício, que acaba de comemorar 120 anos de inauguração, está caindo aos pedaços. No salão nobre, cuja parede principal ostenta o quadro Independência ou Morte, do paraibano Pedro Américo, o teto descolou-se e ameaçava cair sobre os visitantes. O forro de salas vizinhas está prestes a desabar por causa da infiltração de água da chuva. A pintura de vários ambientes se encontra rachada e apresenta mofo. As portas, com fechaduras antigas, emperram. Manchas de sujeira cobrem tanto um busto do marechal Floriano Peixoto, o segundo presidente da República, no subsolo, como um espelho que pertenceu à marquesa de Santos, amante do imperador Pedro I, em uma sala da torre leste do 1º andar. Uma carruagem do século XIX, no térreo, está com a forração rasgada em vários pontos. Na fachada do edifício, trechos sem reboco deixam os tijolos à mostra. Na parte dos fundos, onde bate menos sol, a tinta descascou e as paredes foram tomadas pelo musgo. O estado de abandono é uma ameaça não só à segurança dos visitantes mas também ao precioso acervo, composto de 150 000 peças, uma biblioteca com mais de 100 000 volumes e um centro de documentação com 40 000 papéis e manuscritos.  

Tabela Museu - Capa 2334
(Foto: Fotos de Mário Rodrigues)

Em qualquer lugar do mundo, prédios e monumentos históricos necessitam de manutenção com frequência. Isso, muitas vezes, exige o fechamento parcial ou mesmo total desses locais, enquanto passam por obras de restauração ou reforma. O que surpreende no caso do Ipiranga é que a situação tenha chegado a tal ponto de calamidade e que ninguém tenha tomado uma providência antes. A USP tem o museu sob sua responsabilidade há cinquenta anos, ou seja, meio século — o que torna ainda mais inexplicável a forma improvisada e atabalhoada com que a interdição foi anunciada no domingo passado. 

DESTAQUES DO ACERVO DO MUSEU PAULISTA

  • Voltar ao início

    Compartilhe essa matéria:

  • Todas as imagens da galeria:

Tudo foi feito às pressas e sem comunicação adequada. Os visitantes que chegaram nesse dia encontraram as portas fechadas. Um recital de quarteto de flautas, previsto para o fim de semana, foi cancelado. Aulas e cursos planejados no calendário do segundo semestre foram transferidos para outro endereço da USP, no bairro de Higienópolis. No próprio domingo, uma nota lacônica assinada pela diretora, Sheila Walbe Ornstein, e distribuída pela assessoria de imprensa, comunicava que o monumento estaria fechado a partir daquela data, em razão de um “diagnóstico preventivo da situação do prédio”.

Mesmo depois de anunciado o fechamento, ainda não é possível cravar quando as obras vão efetivamente começar. A expectativa é o ano que vem, após a conclusão de análises que estão sendo realizadas na estrutura e na pintura da edificação e a obtenção de autorizações em órgãos públicos. Também não há certeza de quanto tempo vão durar e quando o museu será reaberto ao público. Uma previsão, ainda a ser confirmada, é que o conjunto todo fique pronto só em 2022, ano do bicentenário da Independência. Serão oito anos de obras, cronograma surpreendente para um país que, no prazo de poucos meses, tem conseguido erguer quase uma dúzia de estádios de futebol de nível europeu para a Copa do Mundo de 2014.   

Monumento à Independência - Capa 2334
A espada de dom Pedro I, quebrada no Monumento à Independência: abandono (Foto: Mario Rodrigues)

Situado no alto da colina em que o então príncipe regente e futuro imperador Pedro I teria encenado o famoso Grito do Ipiranga, no fim da tarde de 7 de setembro de 1822, o museu fechado ao público na semana passada é apenas parte de um grande problema. À frente dele estende- se o Parque da Independência, um importante espaço de lazer da capital frequentado por milhares de pessoas nos fins de semana e feriados. Ali também o descaso é grande. Diversos pontos do gramado, dos jardins e alamedas que cortam o espaço estão tomados por ervas daninhas. A sinalização é precária e os vizinhos reclamam de falta de segurança à noite. No monumento, situado junto ao riacho, as paredes são frequentemente usadas como banheiro público. “Está tudo abandonado”, reclama Valdir Abdallah, presidente da Comissão Cultural e Cívica do Parque da Independência. “Para ter uma ideia, somos nós que pagamos pela bandeira do Brasil que fica hasteada em frente ao monumento. Fazemos isso a cada três meses, há mais de dez anos, e gastamos cerca de 1 300 reais, em uma iniciativa que deveria ser responsabilidade do poder público.”  

Nada, porém, se compara à destruição sistemática de que tem sido alvo o próprio riacho que serviu de cenário para a Independência do Brasil. Em tupi-guarani, ipiranga significa “rio vermelho”, devido às suas águas barrentas. Em 1822, era um arroio de águas limpas em meio às roças e pastagens salpicadas de cupinzeiros das chácaras e sítios que se estendiam por um local ermo, de população rarefeita. De suas margens até a cidade de São Paulo havia apenas oito casas, onde moravam 42 pessoas. Hoje, é um canal de esgotos encaixotado sob o asfalto e o concreto de uma das maiores metrópoles do planeta. Das 24 nascentes originais, situadas dentro do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, quatro desapareceram pela redução do lençol freático na região. Alguns quilômetros adiante, após receber uma quantidade monumental de lixo, descargas domésticas e industriais, o Ipiranga deságua no Rio Tamanduateí. Ali, o índice de poluição é de 62 miligramas por litro de água. A taxa de oxigênio, próxima de zero nos meses sem chuvas, faz dele um rio morto, incapaz de abrigar peixes ou qualquer outra forma de vida.  

Casa do Grito - Capa 2334
A Casa do Grito: local foi reconstruido e não apresenta mais as características originais (Foto: Sérgio Tauhata)

Curiosamente, parte dos problemas não é resultado da ausência do poder público, mas de excesso dele. A responsabilidade pela manutenção do conjunto é dividida entre os governos municipal e estadual — o que resulta em um permanente bate-cabeça de autoridades. Enquanto o museu é território da Universidade de São Paulo, o parque é administrado pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. O monumento, por sua vez, é da Secretaria Municipal de Cultura. O parque e seus edifícios são tombados nas três esferas de governo. Por isso, qualquer projeto de reforma precisa da aprovação de pelo menos três órgãos — Iphan (federal), Condephaat (estadual) e Conpresp (municipal). “Quando muitos mandam, ninguém resolve nada”, afirma Abdallah. 

O abandono do patrimônio histórico, artístico e cultural, infelizmente, não é novidade no Brasil. Em todo o país, museus e monumentos, casarões e edifícios antigos, ruas, praças e outros cenários de acontecimentos importantes estão em ruínas, tomados pelo matagal ou simplesmente desapareceram do mapa sem que alguém se desse conta de sua existência. O que torna o caso do Ipiranga mais dramático é a enorme carga simbólica que ele representa para os brasileiros. Foi naquela encosta de colina que o Brasil começou a se constituir em nação em 1822. 

Do ponto de vista da história, nada do que se vê hoje por ali é original da época da Independência. Tudo foi construído muitos anos depois — a chamada Casa do Grito, o monumento, o prédio do museu e os jardins e as alamedas frequentadas pelos visitantes nos fins de semana. A rigor, atualmente não se tem certeza nem mesmo do local em que teria ocorrido o famoso brado. As diversas marcações realizadas posteriormente variam de 400 a 600 me tros na margem esquerda do riacho. Por essa razão, no fim do século XIX, ao ser contratado pelo imperador Pedro II para conceber o célebre quadro que hoje aparece no salão nobre do museu, o pintor Pedro Américo nem sequer perdeu tempo na inútil tentativa de achar o ponto exato do acontecimento ou reconstituí-lo em seus detalhes. Copiou simplesmente outra tela, do francês Jean-Louis Ernest Meissonier, produzida anos antes para celebrar a vitória de Napoleão na Batalha de Friedland, ocorrida em 1807. Acusado de plágio, defendeu-se em texto no qual afirma que leu, pesquisou, entrevistou testemunhas oculares e visitou o local, “mas por motivos estéticos foi obrigado a fazer as modificações nos personagens e no cenário”.  

Dom Pedro I e Dona Leopoldina - Capa 2334
O imperador Pedro I e a imperatriz Leopoldina: os restos mortais do casal estão guardados no mausoléu construido sob o monumento às margens do córrego do Ipiranga (Foto: Acervo Biblioteca Nacional de Portugal/Reprodução do livro '1822')

Portanto, sob o ponto de vista estritamente das marcas do passado, o Ipiranga mais se assemelha a um parque temático do que a um monumento histórico. Ainda assim, é preciso impedir que caia definitivamente no abandono. Construído e organizado por diferentes gerações que nos antecederam desde a época da Independência, ele é, de certa forma, a projeção do que nós gostaríamos de ter sido nesses últimos dois séculos: um país de espaços amplos e bem organizados, repleto de áreas verdes e de lazer, com marcos bem delimitados onde as pessoas conseguiriam se alegrar e se reconhecer, um museu com obras de arte bonitas e famosas, que evocam os construtores da pátria, desde a época dos bandeirantes até a implantação da República. Em especial, lembra um Brasil com pai e mãe, representados pelo mausoléu onde se guardam os restos mortais de Pedro I, Leopoldina e Amélia. Como se sabe, o país real é mais órfão, menos organizado, mais incerto e imprevisível do que o cenário ali imaginado. 

Zelar pela conservação do Ipiranga é como cuidar de um espelho no qual, de tempos em tempos, os brasileiros se miram em busca de suas origens e de sua identidade. E a imagem que aparece hoje não é nada boa.  

  • Cartas sobre a edição 2333

    Atualizado em: 10.Ago.2013

  • VEJA SÃO PAULO recomenda

    Atualizado em: 9.Out.2015

    Restaurante, espetáculo, exposição, doceria e outras atrações em cartaz
    Saiba mais
  • Mistérios da Cidade

    Imóveis: quanto mais quartos, melhor

    Atualizado em: 10.Ago.2013

    Apartamentos com dois ou mais quartos são os mais procurados para aluguel
    Saiba mais
  • Mistérios da Cidade

    O patrimônio de Ruy Ohtake

    Atualizado em: 10.Ago.2013

    O arquiteto modernista do anos 70 não terá suas construções demolidas tão cedo
    Saiba mais
  • Mistérios da Cidade

    Apenas 1,5% dos carros da cidade são reciclados

    Atualizado em: 10.Ago.2013

    O restante dos automóveis acaba em desmananches e ferro-velhos
    Saiba mais
  • Mistérios da Cidade

    Campeonato de pipas será no Parque do Tietê

    Atualizado em: 10.Ago.2013

    São esperados cerca de 500 participantes para a 27ª edição do evento
    Saiba mais
  • Memória Paulistana

    República universitária tem história contada em livro

    Atualizado em: 10.Ago.2013

    A 'Cadopô', da Escola Politécnica da USP, foi fundada em 1957 e recebeu em torno de mil moradores
    Saiba mais
  • Notas exclusivas sobre artistas, políticos, atletas, modelos e empresários que são destaque na cidade
    Saiba mais
  • Daniel Melim dá aulas de pintura, colagem e história do grafite em bairros carentes de São Bernardo do Campo, onde nasceu
    Saiba mais
  • As Boas Compras

    Camisetas bacanas para modernizar o cardigã

    Atualizado em: 10.Ago.2013

    Combinamos opções bacanas do casaquinho mais uma camiseta para modernizar o visual
    Saiba mais
  • Comportamento

    Confira as novidades da semana da coluna Bichos

    Atualizado em: 2.Out.2015

    A seção fala sobre a abertura de uma padaria pet na cidade
    Saiba mais
  • Segurança

    Crime familiar é mistério da Brasilândia

    Atualizado em: 9.Ago.2013

    Numa história horripilante, que parece de ficção, garoto de 13 anos pode ter matado a tiros os pais, uma avó e uma tia, para depois se suicidar
    Saiba mais
  • Música alta, conversas e buzinas de carro azedam a relação entre moradores e empreendimentos da região
    Saiba mais
  • Institutos / Museus

    Após incêndio, Butantan reinaugura edifício destruído

    Atualizado em: 9.Ago.2013

    O instituto se prepara para reabrir ao público nos próximos dias
    Saiba mais
  • Paulo Tadeu, Kiara Terra e Renato Moriconi são os atuais craques das letrinhas
    Saiba mais
  • Bares / Restaurantes

    Cardápios de bares ganham opções de boas refeições

    Atualizado em: 9.Ago.2013

    Os botecos da capital investem em receitas caprichadas que não fariam feio no menu de um bom restaurante
    Saiba mais
  • As Boas Compras / Lojas

    As Boas Compras: garrafas térmicas

    Atualizado em: 9.Ago.2013

    Sete modelos para você escolher o que mais combina com a sua casa, mais uma galeria com outras dez sugestões
    Saiba mais
  • Confira as liquidações da semana

    Atualizado em: 29.Nov.2013

    Abaixo, uma seleção de lojas com promoções atraentes
    Saiba mais
  • Italianos

    Nico Pasta & Basta

    Rua Costa Aguiar, 1586, Ipiranga

    Tel: (11) 2068 3000

    VejaSP
    11 avaliações

    Sempre há novidades na casa italiana que faz parte do grupo de restaurantes e bares do delegado Osvaldo “Nico” Gonçalves. Aliás, o policial acaba de virar uma massa por lá. É o espaguete à nico (R$ 65,00), preparado dentro de um queijo grana padano cujas raspas são flambadas com brandy até se transformarem num molho cremoso, finalizado com presunto cru e manjericão. O saboroso linguado pode vir com um risoto à parmigiana cozido além do ponto (R$ 63,00). Felizmente, os figos dourados no açúcar sobre biscoito e creme de mascarpone (R$ 23,00) deixam uma boa lembrança.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

    Saiba mais
  • Naturais

    Goa

    Rua Cônego Eugênio Leite, 1152, Pinheiros

    Tel: (11) 3031 0680 ou (11) 3097 9536

    VejaSP
    5 avaliações

    O antigo casarão situado próximo ao Cemitério São Paulo já serviu como ateliê do escultor italiano Eugenio Prati. Hoje um restaurante, o espaço é administrado pelo produtor cultural Augusto Pinto, que prioriza o uso de vegetais sem agrotóxicos nas preparações e não utiliza quase nenhum elemento de origem animal. Funciona apenas no almoço e aposta no sistema de menu completo (R$ 33,80, de terça a sexta; R$ 44,90, aos sábados, domingos e feriados), com sugestões que variam diariamente. De entrada, há sempre salada e sopa, entre elas o caldo de abobrinha e couve mais pedaços de cogumelo shiitake. Opção de prato principal, o escondidinho de brócolis e purê meio granulado de cenoura vem na companhia de um saboroso cozido de grão-de-bico e damasco ao curry. Outra pedida é a panqueca de palmito pupunha guarnecida de arroz integral e acelga chinesa, mais verdinha por ser orgânica. Na sobremesa, uma dúvida: continuar na linha saudável e ir de melão com caldo de maracujá ou “injetar” glicose na veia e pedir a palha italiana, o doce de brigadeiro e biscoito? Para beber, o menu dá direito a suco natural, mas você pode se dar ao luxo de tomar um coco verde direto do fruto (R$ 6,00).

    Preços checados em 31 de maio de 2016.

    Saiba mais
  • Pizzarias

    A Tal da Pizza

    Rua Doutor Mário Ferraz, 351, Jardim Europa

    Tel: (11) 3079 3599

    VejaSP
    13 avaliações

    Em clima ainda mais informal que o das concorrentes, aqui não há talheres nem pratos para comer as pizzas. Os discos de massa mais frme são saboreados apenas com as mãos. Além do ótimo brotinho aperitivo lemon-pepper (R$ 42,00), para beliscar, as sugestões podem passear pela a tal da pizza (calabresa e mussarela; R$ 108,00), pela alegra (berinjela, pimentão vermelho assado, mussarela e azeitona preta; R$ 108,00) e pela brasil imperial (tomate seco, anchova, mussarela e parmesão; R$ 108,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

    Saiba mais
  • Restaurantes

    Restaurantes para saborear minestrone

    Atualizado em: 9.Ago.2013

    Confira um roteiro com quatro endereços para provar a encorpada sopa italiana
    Saiba mais
  • Franceses

    La Paillote - Jardim Paulista

    Rua Doutor Melo Alves, 769, Jardim Paulista

    Sem avaliação
  • Chope e cerveja

    Devassa - Jardim Paulista

    Rua Bela Cintra, 1579, Consolação

    Tel: (11) 3081 6081

    2 avaliações

    De origem carioca, tem três unidades paulistanas nas quais é servida a linha de cinco chopes de fabricação própria, batizados com apelidos femininos. São eles a loira (claro), a negra (escuro), a ruiva (avermelhado), a sarará (de trigo) e, a melhor, a encorpada índia (pale ale).

    Saiba mais
  • Bares

    Três receitas diferentonas de caipirinha

    Atualizado em: 9.Ago.2013

    Aventure-se pelo universo da bebida e prove versões inusitadas
    Saiba mais
  • Bar-balada

    Azucar

    Rua Doutor Mário Ferraz, 423, Itaim Bibi

    Tel: (11) 3074 3737

    VejaSP
    5 avaliações

    Um bar latino repleto de clichês do gênero, das boinas ao estilo Che Guevara dos barmen aos instrutores de dança cheios de simpatia que têm a missão de botar todo mundo para dançar. Salsa, merengue e outros estilos embalam a pistinha, que vai ficando cada vez mais fervida conforme a noite avança. Nesse cenário de música alta e luz piscante, a interação é turbinada por copos de mojito em diferentes versões, como a que recebe uma bem-vinda adição de abacaxi (R$ 26,50). Na hora de repor as energias, há bobagenzinhas gostosas como os espetinhos de frango com geleia de pimentão (R$ 25,50, seis unidades).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

    Saiba mais
  • Hamburguerias

    P.J. Clarke's - Oscar Freire

    Rua Oscar Freire, 497, Jardim Paulista

    Tel: (11) 2579 2765

    VejaSP
    4 avaliações

    Marcas indeléveis da centenária rede nova-iorquina, como paredes forradas de quadros e mesas com toalha xadrez, estão presentes nas duas unidades paulistanas. Aqui também se encontram seus principais predicados: os hambúrgueres altos, daqueles difíceis de abocanhar. No cadillac, entram na composição um disco de carne de 200 gramas, cheddar, bacon, alface e tomate (R$ 29,00). O minas burger é uma inclusão mais recente, com queijo de nata, geleia de pimenta-biquinho e anéis de cebola empanados (R$ 30,00). A batata frita, que antes acompanhava todas as pedidas, agora é vendida à parte por R$ 10,00.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

    Saiba mais
  • Em um palco praticamente vazio, Cris Miguel e Sergio Serrano, da Cia. Ópera na Mala, surgem em ótima sintonia. Eles tocam ao vivo a trilha sonora (Cris na sanfona e Serrano nos instrumentos de corda) e manipulam os bonecos do espetáculo A Princesa e o Dragão. Ambientada dentro de uma mala estilizada muito bacana, a narrativa muda de cenário dentro dela mesmo. A princesa Liubliana adora cantar, mas acaba proibida de fazê-lo por seu pai. Quando o reino corre perigo, porém, é o talento da menina e sua inusitada amizade com um dragão que salvam a todos. Com uma dramaturgia descontraída, a peça faz rir sobretudo nos momentos em que a dupla parece improvisar e brincar com o texto. Estreou em 27/7/2013. Até 19/1/2014.
    Saiba mais
  • Há 170 anos na ativa, o Circo Stankowich estreia no próximo dia 23 uma temporada no Belenzinho. O picadeiro recebe o espetáculo Cellebration. Além dos tradicionais números de mágica e malabarismo e do globo da morte, com cinco motociclistas desafiando a gravidade, a montagem traz apresentações musicais e uma nova trupe de trapezistas. Até 1º/12/2013.
    Saiba mais
  • No ótimo elenco de pintores da última Bienal de São Paulo, um nome pouco conhecido chamou atenção. Trata-se do venezuelano Juan Iribarren. Na mostra Obras Recentes o artista dá novas provas de talento. Os nove óleos exibidos na Galeria Leme possuem um notável uso de cores. Áreas em vermelho, azul e amarelo aparecem envolvidas por formas geométricas, às vezes semelhantes a janelas. Mas não se limitam à rigidez matemática do concretismo, já que o artista deixa a tinta escorrer livremente pelas telas, dando a elas flexibilidade. Estão presentes ainda na exposição duas fotografias dos próprios trabalhos. Nelas, Iribarren se aproveitou de sombras e variações de luz nas paredes para criar novas estruturas. De 2/8/2013 a 24/8/2013.
    Saiba mais
  • Desde sua instalação na Barra Funda, em marco do ano passado (2012), o Nucleo Experimental intensificou o cronograma de oficinas para atores profissionais. A montagem de Nossa Classe, drama escrito pelo polonês Tadeusz Słobodzianek, é o resultado da terceira turma coordenada pelo diretor Zé Henrique de Paula, depois de Mormaço e Cabaret — E o Tal do Mundo Não Se Acabou. Em cena, dez interpretes são transformados em um grupo de alunos, judeus e católicos, que procuram um futuro na Polônia de 1925. Um deles sonha em estudar medicina, enquanto outro planeja pilotar avião e uma terceira estudante almeja o estrelato no cinema. Ainda há aqueles que preferem seguir a profissão paterna. Com o inicio da II Guerra Mundial (1939-1945), essa geração foi soterrada e precisou se adequar, em muitos casos a força, as transformações da sociedade. Lirismo e realismo sao bem equilibrados pela encenação proposta por Zé Henrique, apoiada em objetos cênicos mínimos e nas palavras do pungente texto. A trilha sonora composta por Fernanda Maia e interpretada pelo elenco, mesmo que soe estranha em alguns momentos, quebra o peso da verborragia e das cenas mais violentas. Entre os atores, o destaque fica com Fabio Redkowicz, que corresponde as nuances do personagem Abram com harmonia. Estreou em 19/7/2013. Até 15/9/2013.
    Saiba mais
  • Baseado no livro do rabino Nilton Bonder, o monólogo A Alma Imoral estreou em julho de 2006 no Rio de Janeiro em uma sala onde mal cabiam cinquenta pessoas. O interesse imediato e crescente surpreendeu a própria atriz e adaptadora Clarice Niskier. Pronta para conquistar novos fãs, Clarice volta para uma temporada no Teatro Eva Herz. O sucesso pode ser justificado pela identificação imediata do público com as palavras. Em um roteiro quase informal, a intérprete fala a respeito da sua primeira e arrebatadora impressão ao ler a obra de Bonder e divide questionamentos com a plateia. Inspirada em conceitos bíblicos e filosóficos, ela reflete sobre o certo e o errado, o moral e o imoral ou a necessidade de trair para romper limites e estabelece uma conversa franca e provocativa. Clarice aparece nua em boa parte da montagem e transforma um tecido preto em figurinos. Guiada pela sutil supervisão do diretor Amir Haddad, seduz cada espectador como se fosse o único. Estreou em 14/3/2008. Até 11/12/2016.
    Saiba mais
  • Sob direção de Marcio Aurelio, a Cia. Razões Inversas está em cartaz com os espetáculos Agreste, Anatomia Frozen e Anatomia Woyzeck
    Saiba mais
  • Uma espécie de resumão da programação da rádio inteiramente dedicada à música brasileira, o Festival NovaBrasil promete pouco mais de seis horas de duração. Sob o comando de Tiago Abravanel, estará lá uma dezena de nomes. Luiza Possi recebe sua mãe, Zizi, para um dueto em quatro músicas. Tiago Iorc canta Coisa Linda e ainda leva Sandy para dividir o microfone no sucesso Me Espera. Lenine faz um compilado da carreira e abre espaço para o público escolher na hora uma das faixas do repertório. Quem encerra são os Paralamas do Sucesso, com o maior show. São esperadas as canções Meu Erro, Aonde Quer que Eu Vá e Alagados. Nos intervalos das atrações, Paula Lima e Gabriel Guerra se apresentam. Dia 26/11/2016.
    Saiba mais
  • O músico apresenta canções registradas ao longo de sua trajetória sonora. Dia 3/9/2016.
    Saiba mais
  • Aventura

    Aventura de cem dias no mar

    Atualizado em: 9.Ago.2013

    Baseado em história real, A Aventura de Kon-Tiki enfoca a expedição que saiu do Peru em direção à Polinésia em 1947
    Saiba mais
  • Ação

    Gigantes de aço enfrentam monstros colossais

    Atualizado em: 9.Ago.2013

    Círculo de Fogo tem clima de matinê do passado e tecnologia do futuro
    Saiba mais
  • Comédia

    Três perguntas para Marieta Severo

    Atualizado em: 9.Ago.2013

    Há treze anos no papel de dona Nenê, do seriado A Grande Família, a atriz surge no cinema como uma dondoca falida em Vendo ou Alugo
    Saiba mais
  • Filmes / Suspense

    'Os Escolhidos' é criativo suspense de ficção científica

    Atualizado em: 9.Ago.2013

    Cotidiano de família é alterado por situações estranhas
    Saiba mais
  • A fim de entrar no clima da badalada mostra Mestres do Renascimento, o Centro Cultural Banco do Brasil preparou um ciclo homônimo de filmes. Há minisséries focadas na vida de Michelangelo e Leonardo da Vinci, além de O Renascimento — A Era dos Medici, dirigido por Roberto Rossellini, em 1972. As melhores atrações, contudo, são as reprises de longas-metragens de renomados diretores. O italiano Franco Zeffirelli comparece com Romeu e Julieta (1968), e do alemão Werner Herzog será exibido Aguirre, a Cólera dos Deuses (1972). Obra-prima de Ingmar Bergman, O Sétimo Selo narra a trajetória de um cavaleiro (Max von Sydow) que, ao retornar das Cruzadas, encontra suas terras tomadas pela peste negra e é abordado pela Morte, personificada pelo ator Bengt Ekerot. A mostra segue até domingo (18/8/2013).
    Saiba mais
  • Não espere de Camille Claudel, 1915 o mesmo esquema de biografia de Camille Claudel, estrelado por Isabelle Adjani, em 1988. Nesse drama intimista, o diretor Bruno Dumont (de A Humanidade) está mais interessado em mostrar a personalidade frágil da protagonista e retratar a convivência dela com doentes mentais verdadeiras (há cinco delas entre as atrizes). Pela façanha, a corajosa atuação de Juliette Binoche não tem preço. A trama concentra-se em 1915, quando a escultora estava internada num hospício. Ela chegou lá dois anos antes forçada pela família. Motivo: depois de ser amante do artista Auguste Rodin, ficou uma década reclusa em seu ateliê de Paris. Em registro seco, inspirado em correspondências dela e do irmão, o escritor Paul Claudel (Jean-Luc Vincent), o filme pode ser analisado como um estudo de uma pessoa em depressão numa época em que distúrbios da mente eram tratados como insanidade. Estreou em 9/8/2013.
    Saiba mais
  • A 11ª edição da Mostra Mundo Árabe tem início na quarta (10/8) no CineSesc, Centro Cultural de São Paulo, Centro Cultural Banco do Brasil e Biblioteca Mário de Andrade. Serão exibidas trinta e sete produções, vindas de países como Líbano e Qatar, até o dia 28. No CCBB. Uma das atrações é Homens de Argila, drama conta a história do jovem órfão Sulayman, que foi criado por um velho eremita, vive numa rocha de argila localizada no Marrocos. Haverá uma sessão na abertura da mostra, quarta (10/8), no CineSesc, às 20h30. Confira a programação: CINESESC Quarta, 10 de agosto 20h30 - Os Homens de Argila (2015/108 min.), de Mourad Boucif Quinta, 11 de agosto 19h - Ondas 98 (2015/15 min.), de Ely Dagher; Recollection (2015/70 min.), de Kamal Aljafari 21h - Memória Fértil (1980/99 min.), de Michel Khleif Sexta, 12 de agosto 19h - Orquestra Cega (2014/110 min.), de Mohamed Mouftakir 21h - Eu Sou o Povo (2014/111 min.), de Anna Roussillon Sábado, 13 de agosto 19h - O Profeta (2014/94 min.), de Roger Allers, Gaëtan Brizzi, Paul Brizzi. With Liam Neeson, Salma Hayek, Quvenzhané Wallis, John Krasinsk); Crianças da Guerra (2013/10 min.), de Medoo Ali 21h - Eu Estou Com a Noiva (2014/98 min.), de Antonio Augugliaro, Gabriele Del Grande, Khaled Soliman Al Nassiry Domingo, 14 de agosto 19h - Os Homens de Argila (2015/108 min.), de Mourad Boucif 21h30 - Amores, Roubos e Outras Complicações (2015/90 mim.), de Muayad Alayan 20h45 - Debate sobre o filme. convidado: Mourad Bouacif e Jawad El Boubsi 21h30 - Ave Maria (2015/14 min.), de Basil Khalil Segunda, 15 de agosto 19h - Nos Últimos Dias da Cidade (2016/118 min.), de Tamer el Said 21h – Hamule (2015/70 min.), de Mauricio Misle 21h – Apelo (2015/19 min.), de Bechara Mouzannar Terça, 16 de agosto 19h - Ondas 98 (2015/15 min.), de Ely Dagher 21h - 7, Rue de La Folie (2014/85 min.), de Jawad Rhalib Quarta, 17 de agosto 19h - Os Poços (2015/89 min.), de Lotfi Bouchouchi; Crianças da Guerra (2013/10 min.), de Medoo Ali 21h – Zinzana (2015/96 min.), de Majid Al Ansari; O Superman Iraquiano (2015), de Sajjad Abbas 20h40 - Debate "Imagem, Tempo e Memória".convidado: Marcelo Masagão CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL Quinta, 11 de agosto 17h – Apaches (2014/97 min.), de Nassim Amaouche 19h30 - Eu Sou o Povo (2014/111 min.), de Anna Roussillon Sexta, 12 de agosto 17h – O Filme Perdido (2003/42 min.), de Joana Hadjithomas e Khalil Joreige 19h30 - Próxima Estação Musical: Iêmen (2011/111 min.), de Fermin Muguruza Sábado, 13 de agosto 15h - Ondas 98 (2015/15 min.), de Ely Dagher 17h - Os Homens de Argila (2015/108 min.), de Mourad Boucif 19h30 - Debate "O Cinema e sombras da História" Domingo, 14 de agosto 15h - Orquestra Cega (2014/110 min.), de Mohamed Mouftakir 17h - Memória Fértil (1980/99 min.), de Michel Khleif 19h30 - Nos Últimos Dias da Cidade (2016/118 min.), de Tamer el Said Segunda, 15 de agosto 14h30 – Babylon (2012/119 min.), de Youssef Chebby, Ismael, Eddine Ala Slim 17h – O Filme Perdido (2003/42 min.), de Joana Hadjithomas e Khalil Joreige Quarta, 17 de agosto 14h30 - Nós Descobrimos a América Antes de Colombo (2014), de Khalid Abualkhair 17h - Ondas 98 (2015/15 min.), de Ely Dagher 19h30 - Operação Condon Lead (2013/14 min.), de Tarzan & Arab Nasser; Gaza 36mm (2012/47 min.), de Khalil El-Muzayen; Apartamento 10-14 (2014/8 min.), de Tarzan & Arab Nasser Quinta, 18 de agosto 17h - Os Homens de Argila (2015/108 min.), de Mourad Boucif 19h30 - Próxima Estação Musical: Iêmen (2011/111 min.), de Fermin Muguruza Sexta, 19 de agosto 17h - Recollection (2015/70 min.), de Kamal Aljafari 19h30 - Orquestra Cega (2014/110 min.), de Mohamed Mouftakir Sábado, 20 de agosto 14h30 – Zinzana (2015/96 min.), de Majid Al Ansari; O Superman Iraquiano (2015), de Sajjad Abbas 17h - Operação Condon Lead (2013/14 min.), de Tarzan & Arab Nasser; Gaza 36mm (2012/47 min.), de Khalil El-Muzayen; Apartamento 10-14 (2014/8 min.), de Tarzan & Arab Nasser 19h30 - Debate sobre o filme "Gaza 36 mm" Domingo, 21 de agosto 14h30 - Crianças da Guerra (2013/10 min.), de Medoo Ali; O Profeta (2014/94 min.), de Roger Allers, Gaëtan Brizzi, Paul Brizzi. With Liam Neeson, Salma Hayek, Quvenzhané Wallis, John Krasinsk) 17h - Os Poços (2015/89 min.), de Lotfi Bouchouchi; Crianças da Guerra (2013/10 min.), de Medoo Ali 19h30 - Memória Fértil (1980/99 min.), de Michel Khleif Segunda, 22 de agosto 14h30 - Nós Descobrimos a América Antes de Colombo (2014), de Khalid Abualkhair 17h – Hamule (2015/70 min.), de Mauricio Misle; Apelo (2015/19 min.), de Bechara Mouzannar Quarta, 24 de agosto 17h – Apaches (2014/97 min.), de Nassim Amaouche 19h30 – Babylon (2012/119 min.), de Youssef Chebby, Ismael, Eddine Ala Slim Quinta, 25 de agosto 17h - Ave Maria (2015/14 min.), de Basil Khalil; Amores, Roubos e Outras Complicações (2015/90 mim.), de Muayad Alayan 19h30 - Operação Condon Lead (2013/14 min.), de Tarzan & Arab Nasser; Gaza 36mm (2012/47 min.), de Khalil El-Muzayen; Apartamento 10-14 (2014/8 min.), de Tarzan & Arab Nasser Sexta, 26 de agosto 17h - Eu Estou Com a Noiva (2014/98 min.), de Antonio Augugliaro, Gabriele Del Grande, Khaled Soliman Al Nassiry 19h30 - 7, Rue de La Folie (2014/85 min.), de Jawad Rhalib; Desenhando Por Sonhos Melhores (2015/4 min.), de May Odeh, Dia’ Azzeh Sábado, 27 de agosto 17h – Zinzana (2015/96 min.), de Majid Al Ansari; O Superman Iraquiano (2015), de Sajjad Abbas 19h30 - Ave Maria (2015/14 min.), de Basil Khalil; Amores, Roubos e Outras Complicações (2015/90 mim.), de Muayad Alayan Domingo, 28 de agosto 14h30 - Orquestra Cega (2014/110 min.), de Mohamed Mouftakir 17h - Memória Fértil (1980/99 min.), de Michel Khleif 19h30 - O Profeta (2014/94 min.), de Roger Allers, Gaëtan Brizzi, Paul Brizzi. With Liam Neeson, Salma Hayek, Quvenzhané Wallis, John Krasinsk); Crianças da Guerra (2013/10 min.), de Medoo Ali CENTRO CULTURAL SÃO PAULO Terça, 16 de agosto 16h – Apelo (2015/19 min.), de Bechara Mouzannar; Hamule (2015/70 min.), de Mauricio Misle 20h - Eu Estou Com a Noiva (2014/98 min.), de Antonio Augugliaro, Gabriele Del Grande, Khaled Soliman Al Nassiry 21h - Atividade "Cinema da Vela - Imagens, sonhos e distopias".. convidado: Luiz Bolognesi Quarta, 17 de agosto 16h - Nos Últimos Dias da Cidade (2016/118 min.), de Tamer el Said 20h - Recollection (2015/70 min.), de Kamal Aljafari Quinta, 18 de agosto 16h - Ondas 98 (2015/15 min.), de Ely Dagher 20h - 7, Rue de La Folie (2014/85 min.), de Jawad Rhalib; Desenhando Por Sonhos Melhores (2015/4 min.), de May Odeh, Dia’ Azzeh Sexta, 19 de agosto 16h - Ave Maria (2015/14 min.), de Basil Khalil; Amores, Roubos e Outras Complicações (2015/90 mim.), de Muayad Alayan 20h - Os Poços (2015/89 min.), de Lotfi Bouchouchi; Crianças da Guerra (2013/10 min.), de Medoo Ali Sábado, 20 de agosto 16h - Crianças da Guerra (2013/10 min.), de Medoo Ali; O Profeta (2014/94 min.), de Roger Allers, Gaëtan Brizzi, Paul Brizzi. With Liam Neeson, Salma Hayek, Quvenzhané Wallis, John Krasinsk) 20h - Eu Sou o Povo (2014/111 min.), de Anna Roussillon Domingo, 21 de agosto 16h - Os Homens de Argila (2015/108 min.), de Mourad Boucif 20h – Zinzana; O Superman Iraquiano BIBLIOTECA MÁRIO DE ANDRADE Quinta, 25 de agosto 17h - Próxima Estação Musical: Iêmen (2011/111 min.), de Fermin Muguruza 19h - O Profeta (2014/94 min.), de Roger Allers, Gaëtan Brizzi, Paul Brizzi. With Liam Neeson, Salma Hayek, Quvenzhané Wallis, John Krasinsk) 20h30 - Debate sobre a obra "O Profeta" de Khalil Gibran. Convidado: Jamil Ibrahim Iskandar Sexta, 26 de agosto 18h30 – Apelo (2015/19 min.), de Bechara Mouzannar; Hamule (2015/70 min.), de Mauricio Misle Domingo, 28 de agosto 18h - Os Poços (2015/89 min.), de Lotfi Bouchouchi; Crianças da Guerra (2013/10 min.), de Medoo Ali CASA DAS ROSAS Terça, 23 de agosto 19h - Sessão ao ar livre "Ondas 98 + Trilogia Sci-Fi (Êxodo no Espaço, No futuro eles comeram da mais sofi
    Saiba mais
  • O americano Edward D. Wood Jr. (1924-1978) é tão folclórico no cinema quanto seus filmes abusadamente trash. Tido como o pior diretor da história, o cineasta ganha uma retrospectiva na Caixa Cultural. Ed Wood — O Melhor dos Piores de Todos os Tempos começa na sexta (16/8/2013) e vai até o dia 30/8/2013. Seus principais trabalhos estão na mostra, a exemplo do delicioso Glen ou Glenda?, sobre os dilemas de um transexual, e A Noiva do Monstro, a respeito do ataque de um polvo gigante a uma cidadezinha. O lendário Plano 9 para o Espaço Sideral, registro de alienígenas na Terra, também consta da programação e é cartaz do sábado (17/8), às 18h. Não poderia ficar de fora a formidável cinebiografia Ed Wood, realizada por Tim Burton em 1994, com Johnny Depp no papel do excêntrico protagonista.
    Saiba mais
  • O longa A vida é um canteiro de obras do diretor Wolfgang Becker, será exibido na quarta (4/12), um filme provocante e, às vezes, cômico sobre a postura de vida de uma nova geração da cidade grande. Encerrando a programação de dezembro, na quarta (18/12), exibição do filme Gigantes Absolutos de Sebastian Schipper. Confira a programação completa. Quarta, 4 de dezembro 20h - A Vida é um Canteiro de Obras (1997), de Wolfgang Becker. [Alemão com legendas em português] Quarta, 11 de dezembro 20h - Asas do Desejo (1987), de Wim Wenders. [Alemão com legendas em português] Quarta, 18 de dezembro 20h - Gigantes Absolutos (1999), de Sebastian Schipper. [Alemão com legendas em português]
    Saiba mais
  • Filmes

    Filmes para ver com o seu pai no dia dele

    Atualizado em: 24.Jul.2014

    Planeta dos Macacos, Dominguinhos e outros filmes para ver com o seu paizão
    Saiba mais
  • Variados

    Ele era feliz?

    Atualizado em: 9.Ago.2013

Fonte: VEJA SÃO PAULO