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Saiba onde ver murais de OSGEMEOS na cidade

Cinco trabalhos da dupla de artistas, que são tema de uma concorrida mostra no Galpão Fortes Vilaça, podem ser vistos fora da galeria

Por: Redação VEJASÃOPAULO - Atualizado em

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Encontrar na cidade as criaturas amarelas de olhos miúdos e roupas coloridas, que se tornaram a marca registrada de OSGEMEOS, não é das tarefas mais difíceis. Elas estão em murais no Cambuci, bairro de origem dos irmãos, e nas paredes de grandes avenidas como a 23 de Maio.

 

Com a exposição A Ópera da Lua, a dupla está em alta e tem atraído uma multidão para o Galpão Fortes Vilaça, na Barra Funda. Fazer um roteiro pela cidade em busca de seus primeiros trabalhos pode ser um ótimo aperitivo para a mostra (e até uma alternativa para quem não pretende encarar longas filas). Veja abaixo onde estão cinco murais dos irmãos:

 

Mural na parte externa do MAM: a fachada do Museu de Arte Moderna (MAM) exibe uma paisagem surreal criada pelos irmãos: um trilho de trem que se levanta no ar, uma mulher com cabeça de cogumelo e um monstro gigante com cara de sapo.

Mural na Rua Cesário Ramalho: como parte do processo de revitalização do Cambuci, bairro onde os artistas foram criados, o mural mostra um melancólico pescador num barco flutuante. O trabalho foi realizado em 2008.

Mural na Avenida 23 de Maio: o primeiro que encheu de cores a Avenida 23 de Maio foi inaugurado em 2002, mas foi apagado seis anos depois por causa das diretrizes da Lei da Cidade Limpa. Em parceria com os artistas Nina Pandolfo, Nunca, Finok e Zefix, a dupla pintou de novo uma alça de acesso da via em dezembro de 2008, num trabalho que durou 150 horas.

Mural Lavapés no Cambuci: outra trabalho da dupla ocupa dois extensos muros do Cambuci. Intitulado de Lavapés, exibe um cenário urbano, com trens da CPTM e paredes pixadas.

Gigante na Esquina da Justo Azambuja: um dos Gigantes da dupla pode ser visto numa esquina do Cambuci, bairro que concentra uma série de obras dos artistas. A figura aparece no local vestindo roupas quadriculadas e uma máscara que esconde o rosto.

Fonte: VEJA SÃO PAULO