Política

Dez metas para a prefeitura: as mudanças da gestão de João Doria

Mudar a velocidade nas marginais deve ser a primeira, mas ela será acompanhada por outras mais difíceis, incluindo o maior programa de privatizações na cidade

Por: Sérgio Quintella

JOAO DORIA
João Doria, no topo do edifício na Avenida Faria Lima onde fica seu escritório: reuniões com a equipe de Haddad para fazer a transição (Foto: Leo Martins)

Foi uma das arrancadas mais vertiginosas da história da política paulistana. Em um mês, João Doria disparou dos 5% de preferência nas pesquisas para a conquista de 53% dos votos e uma vitória no primeiro turno, algo inédito na disputa pela prefeitura da capital. A surpresa engolfou até o próprio eleito, que havia marcado uma reunião do comitê de campanha para as 7 horas de segunda (3), o dia seguinte à primeira rodada de votação.

A agenda de campanha foi trocada às pressas por dezenas de entrevistas. Ao longo da semana passada, o tucano conversou com mais de sessenta veículos da imprensa, incluindo jornais como o francês Le Monde e o americano Washington Post. Esse último o comparou a Donald Trump, candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos.

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Na noite da última terça (4), Doria recebeu a reportagem de VEJA SÃO PAULO em seu amplo escritório no 11º andar de um prédio na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em frente ao Shopping Iguatemi e a poucos metros de sua mansão na Rua Itália, no Jardim Europa. A conversa de duas horas seria interrompida apenas por uma ligação do ministro das Relações Exteriores, José Serra, parabenizando-o pela conquista.

Em seu quartel-general, o empresário de 58 anos circula entre telas do nipo-brasileiro Manabu Mabe, esculturas dos artistas plásticos Romero Britto e Bia Doria (sua mulher, com quem tem três filhos), livros de moda e retratos de moldura branca em que aparece ao lado de celebridades como Roberto Carlos, Ayrton Senna e Ray Charles. Apesar da (assumida, aliás) fama de “coxinha”, tem aparecido de jeans e tênis. Mas as peças são de grifes caras como Ralph Lauren, Diesel e Calvin Klein.

ilustracao joão dória
(Foto: Lézio Junior)

Apesar do mantra “Não sou político, sou gestor”, usado à exaustão na recente disputa, Doria já passou pela administração pública. Na década de 80, foi secretário municipal de Turismo e dirigiu a Embratur. No lançamento da pré-candidatura no PSDB, contou com o apoio do governador Geraldo Alckmin e a rejeição de boa parte do tucanato. Sua pretensão era motivo de piada entre os adversários. Como se sabe, ele acabou levando não só as prévias do partido como também a eleição. Venceu em quase todas as regiões da metrópole, incluindo as mais pobres. Mais que ninguém, soube capitalizar o forte sentimento anti-PT por aqui.

Na sexta 7, estava agendada a primeira reunião de transição com Fernando Haddad. “Temos conversado por telefone todo dia, a relação está ótima”, afirma Doria. Pelos próximos três meses, sua equipe deve ocupar uma sala no centro sob o comando do ex-secretário estadual de Planejamento Julio Semeghini, cotado para exercer um cargo na prefeitura.

Praticamente certo no time de secretários é o sociólogo Daniel Annenberg, responsável por implantar o Poupatempo no governo estadual. “É um excelente quadro, mas ainda não defini nada, não tive tempo”, despista o prefeito eleito. O vice Bruno Covas também assumirá um posto. Outro nome forte é o cientista político Bruno Caetano, diretor do Sebrae-SP. Confira, nas próximas páginas, uma relação das medidas consideradas prioritárias pelo novo governo, que assume o poder em 1º de janeiro de 2017.

1. Velocidade nas marginais

marginal tietê
Tietê: em breve, de volta aos 70 e 90 quilômetros originais (Foto: Gabriela Bilo/Estadão Conteúdo)

Ainda pré-candidato, antes de enfrentar as prévias no PSDB, João Doria já falava em voltar a liberar os carros para andar a 70 e 90 quilômetros nas marginais. Agora, diz que vai implementar a medida logo nas primeiras semanas de governo. No ano passado, quando reduziu a velocidade nessas vias, a prefeitura atual pagou 704 000 reais a uma empresa terceirizada pela troca de 456 placas da Tietê e 263 da Pinheiros, o que representa quase 1 000 reais por cada uma. “É muito dinheiro, mas espero que a sinalização antiga esteja guardada”, diz Doria, ao ser informado da quantia.

A medida não deve ser replicada no resto da cidade, que permanecerá com os atuais limites. Durante a campanha, o tucano acusou Fernando Haddad de criar a bilionária “indústria da multa”. De acordo com uma recente acusação do Ministério Público, a verba arrecadada foi usada de forma indevida para o custeio da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Os promotores pedem a devolução de 1,4 bilhão de reais aos cofres públicos. O caso está na Justiça. “Depender da ação dos radares para pagar funcionários mostra que a gestão não está correta”, afirma Doria. “Vamos acabar com essa volúpia em multar os paulistanos.”

2. Corujão da Saúde

Escolhida pelo tucano como “as prioridades números 1, 2 e 3”, a saúde do município ganhará um programa emergencial. Em uma tentativa de reduzir rapidamente a espera para a realização de exames — hoje estimada por ele em cerca de 500 000 pessoas —, o próximo prefeito pretende alugar os serviços laboratoriais de pelo menos quarenta hospitais particulares e de todas as unidades estaduais localizadas na capital. O custo disso é estimado em 100 milhões de reais.

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O nome Corujão da Saúde refere-se à faixa de horário que será disponibilizada gratuitamente à população: entre 20 e 8 horas. No raciocínio do novo prefeito, é melhor encarar o consultório de madrugada do que aguardar na fila. “Gestantes, idosos e casos mais graves terão preferência de atendimento no começo da noite ou pela manhã”, afirma Doria. “Não tem cabimento uma grávida de quatro meses esperar tanto para fazer o primeiro pré-natal”, completa. Sua intenção é implantar a primeira fase do Corujão em apenas seis meses (ou seja, até julho de 2017). O esquema deve funcionar por um ano, no máximo.

3. Ciclovias

ciclistas protesto
“Deitaço” na casa do prefeito: contra a extinção das faixas (Foto: Tiago Queiroz/Estadão Conteúdo)

Uma das principais bandeiras da gestão Haddad, a implantação massiva de ciclovias pela capital dividiu os paulistanos. Idolatrados por quem comemorou a criação de uma nova opção de deslocamento, os 400 quilômetros de faixas pintadas de vermelho foram criticados por outros, seja pela supressão de vagas, seja pelo argumento frequente da baixa presença de ciclistas em vários deles. As denúncias do Ministério Público de superfaturamento nas obras só engrossaram o caldo. “Elas serão descontinuadas”, disparou Doria, logo após o resultado das urnas. Nos dias seguintes, no entanto, esclareceu que não construirá novas, mas manterá parte das atuais. O alvo da extinção serão as ociosas ou instaladas em locais considerados inadequados. “Não tem cabimento colocar ciclovia na frente de loja. Prejudica quem depende do comércio”, afirma o novo prefeito. “E vou mandar tirar todas as pintadas sobre calçadas.”

Entre as preservadas estão algumas das mais importantes da capital, como as das avenidas Paulista e Brigadeiro Faria Lima. “São bons exemplos, com espaço segregado no meio da pista”, entende Doria. Nesses casos, a intenção da futura gestão é entregar a manutenção à iniciativa privada. “A prefeitura não tem condições de mantê-las em ordem”, explica. Em troca, a empresa que vencer a licitação poderá inserir publicidade, nos mesmos moldes do que ocorre no serviço de locação de bicicletas, dos bancos Itaú e Bradesco. O anúncio da medida provocou manifestações de repúdio. Na última quarta, 5, um grupo de ciclistas pedalou até a porta da casa de Doria, no Jardim Europa, e deitou-se na rua, em protesto.

4. Creches

Tema recorrente de discussão nos debates da última campanha (e em várias outras anteriores), o histórico déficit de vagas para crianças em creches, hoje na casa de 100 000, está na fila da frente do plano de prioridades do governo eleito. Por outro lado, Doria não pretende comprar nenhum tijolo para erguer prédios. “Não dá tempo, é caro, burocrático e ineficaz”, diz. Seu plano é destinar às organizações sociais (OSs) o papel de cuidar dos menores em idade pré-escolar, a exemplo do que começou a ocorrer recentemente na atual administração. “A gestão Haddad está no caminho certo, o problema foi que demorou a agir”, opina.

A ideia é expandir a oferta para pontos de grande circulação de pessoas, como terminais de ônibus, estações de metrô e até shoppings. “Mães e pais já passam por esses locais e vão economizar tempo, a vida de todos vai melhorar”, assegura. Cada espaço do tipo deve abrigar entre sessenta e 150 crianças, dependendo da disponibilidade. A oferta de horários estendidos, à noite, também faz parte da concepção do plano de educação de Doria.

5. Privatizações

Salão do Automóvel, no Centro de Convenções do Anhembi
Salão do Automóvel: o Anhembi perdeu grandes eventos nos últimos anos (Foto: Germano Luders)

O polêmico e inédito plano de desestatização inclui o Anhembi e o Autódromo de Interlagos. Doria quer concluir essas vendas até 2019. No primeiro caso, a divisão será em três lotes: Sambódromo, Palácio das Convenções e Pavilhão de Exposições, que deverão render aos cofres públicos em torno de 4 bilhões de reais. “O Anhembi está caindo aos pedaços”, diz Doria. “Outro dia fui lá e vi lona plástica no teto para segurar goteiras.” O objetivo é que o pavilhão retorne a seus tempos áureos para abrigar novamente eventos como o Salão do Automóvel. Neste ano, pela primeira vez na história, a badalada feira de veículos será realizada em outro local, o São Paulo Expo, antigo Centro de Exposições Imigrantes, privatizado há três anos pelo governo estadual. Já o Sambódromo, mesmo vendido, deverá ser cedido gratuitamente às escolas de samba durante o Carnaval.

Coma venda de Interlagos (que inclui um kartódromo e um parque), Doria pretende arrecadar 3 bilhões de reais. O problema é que há um contrato em vigor com a Fórmula 1 para a realização do GP Brasil por ali até 2020. “Não vamos pôr um centavo a mais de dinheiro público. Os organizadores terão de custear as provas”, afirma. Se confirmado, isso representará 100 milhões de reais a mais no caixa municipal por ano. “Em quatro anos, eu construo um hospital com essa verba”, afirma Doria. “Nunca se fez nada parecido na cidade”, comenta o cientista político Marco Antonio Teixeira, da Fundação Getulio Vargas. “Interlagos deve atrair investidores, mas o forte do Sambódromo é o Carnaval. Como ele ficará no resto do ano?”, questiona.

6. Poupatempo municipal

Além de alterar o nome das subprefeituras — elas passarão a se chamar “prefeituras regionais” a partir de janeiro —, João Doria quer instalar nos 32 locais uma espécie de irmão caçula do Poupatempo, órgão estadual que concentra serviços públicos de toda espécie. Na versão municipal, a atenção será voltada para a emissão de alvarás e certidões para os microempreendedores.

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Isso sem tirar serviços como a emissão de carteiras de identidade, de motorista e de trabalho, que continuará sendo feita nesses locais. “Nosso atendimento será eficiente, tecnológico e confiável”, promete Doria. Para isso, vai contar com a experiência adquirida pelo recém-eleito vereador Daniel Annenberg, do PSDB, considerado o criador do conceito de Poupatempo. Ele deve assumir uma secretaria que será criada especificamente para esse projeto.

7. Concessão de parques

Parque Ibirapuera
Ibirapuera: uma empresa poderá explorar os quiosques e o estacionamento (Foto: Ricardo D`angelo)

Sob a alegação de que a prefeitura não tem condições de gerir sozinha os 107 parques municipais, João Doria quer transferir para a iniciativa privada o poder de administrar e cuidar da zeladoria das áreas verdes da cidade. A concessão, ainda sem prazo definido para começar e terminar, inclui a mais cobiçada e movimentada da capital, o Ibirapuera. Com 1,5 milhão de metros quadrados, o local está sem segurança privada desde julho, quando o contrato com uma empresa particular foi suspenso. “Os banheiros são imundos e as quadras estão caindo aos pedaços”, diz o tucano. Para deixar o Ibirapuera com vigilância, equipamentos em ordem e mais limpo, o consórcio que vencer a licitação poderá administrar os quiosques e carrinhos de alimentação existentes no local, além de estipular o valor pelo uso comercial dos espaços e do estacionamento.

A cobrança de entrada para a população será proibida. A medida é vista com reservas por parte do público. “Uma gestão de interesse público e sem fins lucrativos, como ocorre no Central Park, em Nova York, seria mais interessante”, defende Thobias Furtado, diretor da ONG Parque Ibirapuera Conservação. Nos mesmos moldes, está na mira a concessão do Estádio do Pacaembu a uma empresa privada. “Ele será destinado exclusivamente ao futebol, e o público da região continuará usando o clube e a piscina de forma gratuita”, diz Doria. O problema será encontrar um interessado nesse modelo, pois os três grandes clubes da capital já possuem casa própria. “Não estou fazendo esse projeto para o Santos”, garante o novo prefeito, torcedor do time da Baixada.

8. Tarifas e taxas

Durante a campanha, Doria prometeu não aumentar o preço da passagem de ônibus, hoje em 3,80 reais. Tão logo venceu a eleição, garantiu a medida em 2017. Questionado por jornalistas se a política valeria para os demais anos, preferiu desconversar. “Uma coisa de cada vez”, respondeu. Para manter a tarifa, ele terá de absorver a desvalorização do real e aumentar os subsídios às empresas de transporte, que poderão bater na casa dos 2 bilhões de reais por ano. Isso vai pesar no orçamento municipal, que deve sofrer uma redução.

De acordo com proposta de Fernando Haddad a ser apreciada pela Câmara, o orçamento em 2017 será de 51,3 bilhões de reais (queda de 5,6%). “Vamos utilizar boa gestão financeira e ampliar a quantidade de recursos”, garante Doria. Outra de suas promessas é não reajustar o principal meio de arrecadação da prefeitura, o IPTU. O valor dos carnês em 2017 deve só acompanhar os índices inflacionários, na casa dos 10%. “Não vamos aumentar o tributo”, diz. “Aumento é aumento real, acima da inflação, o que nós não vamos fazer”, completa.

9. Cracolândia 

Cracolândia
Dependentes de droga, no centro: projeto com os dias contados (Foto: Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo)

Criado em janeiro de 2014, o De Braços Abertos oferece atividades remuneradas aos dependentes da Cracolândia, como a varrição de ruas, e hospedagem em hotéis e pensões. Fernando Haddad considera o programa bem-sucedido, mas a realidade é outra. O controle sobre as atividades dos viciados é bem precário. Por isso, muitos ganham sem trabalhar. Boa parte dos estabelecimentos credenciados tem graves problemas estruturais, a ponto de o Ministério Público ameaçar seu fechamento. Um dos objetivos centrais do projeto, o de reduzir a quantidade de pessoas nas ruas, também não se cumpriu. O fluxo tem hoje cerca de 600 pessoas, 20% mais que no ano passado. “Eles não se recuperaram e mais dinheiro passou a circular na Cracolândia, elevando o preço da droga”, afirma Doria.

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Os contratos com os seis hotéis e pensões da região que abrigam os dependentes serão cancelados. “Faremos de modo gradual, mas aquelas cenas de viciados amontoados sob a escolta da Guarda Civil Metropolitana vão acabar logo”, promete. A intenção é seguir o programa do governo estadual, chamado de Recomeço, e propor a internação das vítimas do crack, um trabalho a ser feito em conjunto com as famílias. “Vamos levar as pessoas próximas dos dependentes para ajudar na recuperação deles”, completa o tucano.

10. Iluminação pública 

Avenida 23 de Maio com lampadas de led
Avenida 23 de Mario (à esquerda, com lâmpadas de LED) (Foto: Fernando Moraes)

Para dar seguimento à proposta de trocar toda a iluminação da cidade por lâmpadas de LED, a futura gestão terá de fazer o que Haddad não conseguiu: vencer os trâmites burocráticos. Desde seu lançamento, em 2014, a parceria público-privada (PPP) que prevê a troca de 580 000 pontos de luz não saiu do papel. Primeiro, um questionamento do Tribunal de Contas do Município (TCM) adiou a licitação por um ano. Quando tudo parecia caminhar, a Justiça suspendeu a disputa e o caso continua parado. “Vou resolver as pendências e botar para andar”, afirma Doria, elogiando a “boa vontade” do petista. “Ele foi corajoso, estava no caminho certo, mas historicamente o PT não aprova programas de concessão ou privatização”, opina.

O prefeito eleito pretende fazer uma visita nesta semana ao TCM, onde o atual administrador não tem bom trânsito. Nos últimos quatro anos, o Tribunal barrou quase todos os projetos ambiciosos da gestão municipal, como a construção de corredores de ônibus, a concessão do transporte público e até o sorteio de alvarás de táxi.

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  • Pizzarias

    Veridiana - Perdizes

    Rua Turiassu, 98, Perdizes

    Tel: (11) 3862 8111

    VejaSP
    3 avaliações

    A berinjela à parmigiana (R$ 34,00), frita em fatias e montada com generosa quantidade de molho de tomate bem concentrado, é um bom começo. Entre as coberturas, encontram-se pedidas como a parigi (mix de cogumelos shimeji, shiitake e paris mais azeitona verde e parmesão; R$ 77,00). Embora saborosa, a napoli in zucchini (abobrinha laminada no azeite, alho e hortelã ao molho de tomate com creme de ricota; R$ 72,00) agrada menos do que a anterior. Todos os endereços dispõem de adegas climatizadas e boa seleção de rótulos.

    Preços checados em 16 de maio de 2016.

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  • Brasileiros

    Dalva e Dito

    Rua Padre João Manuel, 1115, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3068 4444

    VejaSP
    21 avaliações

    Nesta casa de Alex Atala, do premiado D.O.M., quem cuida do dia a dia da cozinha é o chef Elton Junior. Deliciosos, os pastéis de vatapá e camarão (R$ 27,00) poderiam ter uma quantidade menos tímida de recheio. Amparado por torradas, o ótimo vinagrete de polvo (R$ 45,00) é uma pequena festa do mar. Um dos pratos mais antigos do cardápio, o porco na lata vem na companhia de purê de batata aromatizado com pequi (R$ 79,00). Adoce o final com o pouco açúcar da torta de chocolate com um toque discreto de cumaru e sorbet de frutas vermelhas (R$ 28,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Melhor programa do feriado de quarta (12), o show inédito da Banda Mirim é fruto de uma pesquisa do grupo dirigido por Marcelo Romagnoli sobre a vida do indiano Sidarta Gautama. Especialista em combinar música, teatro e circo, o coletivo de catorze artistas dá uma prévia das canções que integrarão seu próximo espetáculo, focado na trajetória do príncipe que abandonou seu palácio para encontrar o caminho para o fim do sofrimento humano e se tornar o Buda. Sucessos de outras peças, como Felizardo e Cada Dia É um Presente, também integram o repertório. Entre as participações especiais aparecem Chico César, em Mama África, e Anelis Assumpção, com a faixa Eu Gosto Assim. Dia 12/10/2016.
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  • Adaptação do diretor Billy Bond, A Bela e a Fera mantém a receita usada em outras montagens do italiano, como Branca de Neve e Cinderella. Ou seja, espere por figurinos espalhafatosos e um telão com projeções na frente do palco nas trocas de cenário. Melhor parte do espetáculo, as coreografias acompanham músicas como Cantemos Juntos, que ganham vida na voz afinada dos atores Vanessa de Souza Ruiz (Bela) e Caio Mutai (Fera). Até 23/10/2016.
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  • Depois de fazer sucesso durante seis anos como protagonista na série Aprendiz de Maestro, a feiticeira Operilda (interpretada pela atriz Andréa Bassitt) retorna aos palcos. E volta a explorar o universo da música clássica para crianças nesta montagem, que apresenta a história de composições eruditas brasileiras. A atrapalhada personagem ganha de presente um livro mágico chamado Livrildo, cheio de informações sobre os compositores nacionais. É então lançado o desafio: se Operilda conseguir explicar todo o seu conteúdo em apenas uma hora, Livrildo se transformará em uma orquestra. Colorida e dinâmica, a peça prende a atenção da garotada — seria ainda melhor, porém, se a participação da plateia fosse requisitada mais vezes. Responsável também pelo texto, Andréa é acompanhada por seis músicos. No repertório aparecem temas como Ô Abre Alas, de Chiquinha Gonzaga, e arranjos de O Guarani, de Carlos Gomes. Estreou em 14/4/2013. Até 16/10/2016.
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  • Não se deixe influenciar pelo horário vespertino. Escrito pelo norueguês Henrik Ibsen (1828-1906), Peer Gynt é um clássico adulto e bastante ousado para a segunda metade do século XIX. Ali, encontra-se um protagonista ambíguo, de imaginação fértil e caráter duvidoso. Sob a direção de Gabriel Villela, a peça ganha uma linguagem abrangente, em um misto de comédia e poema dramático, que provoca os jovens, mas agrada também aos maiores de idade. Com a habitual desenvoltura, Chico Carvalho interpreta o personagem-título, o anti-herói que sonha ser o imperador de si mesmo e ter suas vontades prevalecidas. Para isso, ele deixa para trás o carinho de sua mãe (Maria do Carmo Soares, em expressiva composição) e o amor da bela Solveig (papel de Mel Lisboa), mas, ao longo das andanças pelo mundo, percebe que, mesmo com o bolso cheio, não alcançou a felicidade plena. Villela reúne as principais características de suas encenações, como figurinos e cenários capazes de encher os olhos, e uma trilha sonora que, desta vez, dialoga com a dramaturgia. De Lennon e McCartney aparecem Help, Yellow Submarine e All You Need Is Love, mas também têm espaço as nacionais Lapinha, de Baden Powell e Paulo César Pinheiro, e Pierrô Apaixonado, de Noel Rosa. Com outros treze atores, como Nábia Villela, Luciana Carnieli, Romis Ferreira e Daniel Mazzarolo. Estreou em 29/9/2016. Até 18/12/2016.
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  • O drama Diálogos de Salome com São João Batista, de Valderez Cardoso Gomes, serve de veículo para o  diretor Sérgio Ferrara criar uma encenação carregada de simbolismos. Enquanto a autora funde a mítica Salomé, tema de uma peça do irlandês Oscar Wilde, com as memórias do cárcere desse escritor, Ferrara leva ao palco uma  trama em que o inconsciente dos vingativos personagens comanda as ações. Fransérgio Araújo interpreta Wilde, preso por sodomia no final do século XIX, em um embate com o jovem amante (o ator Pablo Ginevro). Na mesma linha, a sensual princesa da Judeia (a atriz Camila dos Anjos) é rejeitada por João Batista (o ator Gustavo Haddad) e exige a cabeça dele em uma bandeja. Destaques do elenco, Camila e  Haddad apostam na dubiedade sem esquecer de humanizar os personagens. Com Tony Lee e Ruben Espinoza. Estreou em 30/8/2016. Até 27/10/2016.
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  • Monólogo cômico

    Myrna Sou Eu
    VejaSP
    6 avaliações
    Ninguém jamais viu a cara de Myrna. Só havia uma certeza: tratava-se de uma mulher que distribuía conselhos sentimentais nas páginas de um jornal no fim dos anos 40. O ator Nilton Bicudo criou uma imagem para representar no monólogo cômico esse pseudônimo feminino do dramaturgo Nelson Rodrigues. Elegante e sóbria, a personagem surge com um cabelo curto e grisalho e, diante de um microfone, reflete sobre relacionamentos, inquietações e solidão feminina. Sob a direção de Elias Andreato, Bicudo mostra o domínio de cena ao saltar da ironia para o escracho e ainda transitar pela melancolia em diversas passagens da montagem. É capaz de arrancar gargalhadas e, em seguida, transmitir uma amargura intrigante. Um dos pontos altos é a hora em que o ator traz à tona fragmentos da peça Toda Nudez Será Castigada, escrita por Nelson em 1965, e transforma Myrna na emblemática personagem Geni. Nessa cena, a conselheira sentimental entra em desespero durante uma conversa telefônica com o namorado e, humana, contradiz boa parte de tudo o que prega. Estreou em 22/5/2013. Até 11/12/2016. + Leia entrevista com o ator Nilton Bicudo no Blog do Dirceu. Conselheira amorosa: Myrna assinou crônicas no jornal Diário da Noite nos idos de 1949.
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  • O drama Depois do Amor,  de Fernando Duarte, flagra um momento delicado dos últimos meses de vida de Marilyn Monroe (1926-1962). A trama remete aos bastidores de Something’s Got to Give, filme interrompido devido à morte da estrela. Danielle Winits representa Marilyn em meio a uma crise pessoal que a impede, inclusive, de cumprir a agenda. Em casa, a atriz recebe Margot (papel de Maria Eduarda de Carvalho), assistente encarregada de ajustar os figurinos da produção e com que rivalizou no passado por causa de um homem. Sem alçar grandes voos, Danielle e Maria Eduarda protagonizam um acerto de contas capaz de aproximar a imagem da diva aos olhos do público, mas que elimina um aprofundamento psicológico  das personagens. O que se vê é o embate de duas mulheres — uma fortalecida diante da fragilidade da outra — emoldurado por uma didática desnecessária. A peça foi o último trabalho de Marília Pêra, que assina a direção. Estreou em 30/9/2016. Até 20/11/2016.
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  • Os mineiros da Cia. Luna Lunera buscaram a parceria das diretoras Maria Silvia Siqueira Campos e Miwa Yanagizawa, do Areas Coletivo de Arte, na criação coletiva do drama Urgente. Cinco personagens (os atores Cláudio Dias, Isabela Paes, Marcelo Souza e Silva, Odilon Esteves e Zé Walter Albinati) se cruzam em edifício, repleto de minúsculos apartamentos, que corre o risco de desabamento. A bela metáfora da opressão se enfraquece diante do tantas simbologias e mesmo o bom desempenho do elenco se diliui na fragmentada dramaturgia. Estreou em 13/8/2016. Até 17/10/2016.
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  • O coreógrafo francês Thomas Lebrun, do Centre Chorégraphique National de Tours, assina a criação do espetáculo Lied Ballet, dividido em três atos. A peça para oito bailarinos tira inspiração do período romântico, com foco em elementos como sofrimento, amor e reflexão. Bastante diversas, as cenas trazem passos lentíssimos, de paradas bruscas ou fluidos. Grupos, duos ou trios executam os movimentos contemporâneos embalados pela trilha sonora que apresenta composições de Gustav Mahler e Arnold Schönberg. Dia 11/10/2016.
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  • Ao longo dos mais de trinta anos, os Titãs enfrentaram muitas baixas. Do núcleo que começou tudo, formado por oito integrantes, sobraram apenas três. A última mudança foi o anúncio da saída de Paulo Miklos, em julho, substituído por Beto Lee, de 39 anos. Ele deu um novo fôlego aos shows da turnê do último e pesado disco, Nheengatu (2014). Com a formação atual, que inclui Branco Mello, Tony Belotto, Sérgio Britto e Márcio Faber, eles aproveitam para revisitar canções que há tempos não tocavam. “Incluímos, por exemplo, Será que É Isso que Eu Necessito?, do Titanomaquia (1993)”, conta Belotto. Pela primeira vez, ele também se arrisca nos vocais, em Pra Dizer Adeus. Estão ainda no roteiro Fardado, Cadáver sobre Cadáver e as antigas Cabeça Dinossauro e Sonífera Ilha, agora na voz de Mello. Dias 14, 15 e 16/10/2016.
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  • Com quarenta anos de estrada, Djavan está entre os nomes mais produtivos da música brasileira. No ano passado, foi homenageado no Grammy Latino pelo conjunto da obra e agora encara quatro indicações para o prêmio com o disco Vidas pra Contar, seu vigésimo terceiro. No roteiro, há espaço para músicas de cantar junto, como Oceano e Eu Te Devoro, e as recentes Não É um Bolero e Dona Horizonte. Fique de olho: os ingressos estão concorridos. Dia 15/10/2016.
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  • o tenor italiano Andrea Bocelli é conhecido por transitar do universo erudito à música pop. Nesta semana, ele chega ao Allianz Parque com a turnê de Cinema, no qual interpreta as trilhas de filmes como Bonequinha de Luxo (Moon River) e Perfume de Mulher (Por una Cabeza). No dia 17, com ingressos muuuito mais caros, ele estará na Sala São Paulo ao lado do maestro Carlos Bernini e da soprano cubana Maria Aldeia com um repertório que inclui Verdi e Pucini. Dias 12 e 13/10/2016 no Allianz Parque e dia 17/10 na na Sala São Paulo. A renda da apresentação de Andrea Bocelli na Sala São Paulo será revertida para o GRAAC e Hospital Santa Marcelina.
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  • Anunciada em abril, a vinda de Rock n’ Roll Rumble, a turnê meio inesperada do Aerosmith, empolgou os fãs, que esgotaram os 45 000 ingressos disponíveis. Quem garantiu a sua entrada confere um repertório sem inéditas, com Steven Tyler, Joe Perry, Tom Hamilton, Joey Kramer e Brad Whitford soltando antigos hits como Dream on, Crazy, Walk This Way e Sweet Emotion. Dia 15/10/2016.
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  • “Eu adoro quando o público invade o palco”, diz Michele Stodart, baixista e também vocalista da banda The Magic Numbers, que ficou conhecida pelas composições de indie pop em 2005, com as faixas Love’s a Game e Forever Lost. Ela, seu irmão Romeo e a dupla Sean e Angela Gannon querem arrebatar os paulistanos com a turnê do disco Alias (2014), o quarto do grupo inglês. Nesse último trabalho, a voz angelical de Romeo e Michele ainda está presente, mas dentro de uma pegada mais roqueira. Eles ainda garantem músicas inéditas que podem fazer parte do novo álbum. Dia 16/10/2016.
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  • Um ou outro momento impulsivo acontece com todo mundo. Muitas vezes, ele é seguido de arrependimento — mas há ocasiões em que provoca epifania. Na mostra O Útero do Mundo, a curadora Veronica Stigger faz um elogio aos instantes em que o corpo está fora de controle, indomável. Ela selecionou 280 obras de 120 artistas, um número elevado para o tamanho do espaço. Entre pinturas, fotografias, vídeos e instalações, ganham destaque obras de Flávio de Carvalho, Cris Bierrenbach e Jaques Faing, autor da imagem de esguias pernas de mulheres que caminham de salto alto sobre um chão espelhado. Até 18/12/2016.
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  • Aos 62 anos e com quatro décadas de carreira, Alex Flemming ganha retrospectiva no MAC. Já no título da mostra, porém, fica claro que o paulistano que se divide entre o Brasil e a Alemanha está longe de parar. RetroPerspectiva reúne um conjunto de 110 obras coloridas, feitas com materiais inusitados como malas de viagem, computadores e roupas. Seu estilo pop reúne diversas técnicas num mesmo quadro. Tanto a pintura quanto o estêncil e a colagem, por exemplo, foram usados em Iemanjá Hopocondríaca. Ao redor da figura mítica de cabelos longos e cauda de sereia aparecem cartelas vazias de remédio. Até 11/12/2016.
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  • Documentário

    O Último Tango
    VejaSP
    Sem avaliação
    Repleta de paixão e fúria, a trajetória dos bailarinos e coreógrafos María Nieves, 81 anos, e Juan Carlos Copes, 84, contém muitos dos sentimentos que podem ser encontrados em um ótimo espetáculo de tango. Por mais de quarenta anos, o casal reinou nos salões da Argentina e do mundo. Mesmo depois do fim do casamento, eles seguiram juntos em cena, sem pudor de expor nos palcos as tensões de uma relação atribulada. O documentário O Último Tango, produzido pelo alemão Wim Wenders, entrelaça as lembranças da dupla a números musicais encenados por jovens dançarinos como Ayelén Álvarez Miño e Juan Malizia. Os momentos mais tocantes, contudo, são aqueles em que María e Copes encaram o tempo presente e expõem, com a franqueza de tangueiros veteranos, as dores da solidão e da velhice. Estreou em 6/10/2016.
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  • Com uma saraivada de palavrões, piadas de duplo sentido e até uma cena de orgia envolvendo legumes e enlatados (!), a animação Festa da Salsicha não é (nem pretende ser) um programa família. A graça da fita encontra-se justamente na maneira despudorada como contrasta a fofurice visual com um roteiro provocativo, proibido para menores. Coescrito por Seth Rogen e Evan Goldberg, a dupla por trás de comédias arruaceiras como Superbad, o script acompanha Frank, uma salsicha que se apaixona pela charmosa baguete Brenda. Habitantes de um hipermercado, eles têm fé nos humanos... até descobrir que serão devorados assim que saírem de lá. No humor sem limites do longa, cabem tiradas incorretas e hilariantes até sobre conflitos no Oriente Médio. Estreou em 6/10/2016.
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  • Os personagens do thriller No Fim do Túnel estão confinados em espaços pequenos: os quartos de uma antiga casa em Buenos Aires, o esconderijo de um grupo de ladrões e, por fim, um caminho subterrâneo para um banco. Parece pouco para justificar um longa, mas, nesse sufoco, o diretor e roteirista Rodrigo Grande cria um labirinto narrativo capaz de, cena a cena, revelar atalhos surpreendentes. Preso a uma cadeira de rodas, Joaquín (Leonardo Sbaraglia) vê sua vida solitária mudar quando, numa noite de trabalho, escuta um ruído na parede e decide apurar o caso. Estreou em 6/10/2016.
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  • Depois do tropeço do grupo Porta dos Fundos com o irregular Contrato Vitalício, a webcelebridade Kéfera Buchmann arrisca a delicada transição para o cinema. Na comédia É Fada!, a curitibana de 23 anos, com mais de 9 milhões de inscritos em seu canal do You-Tube, foi mais precavida e aparece cercada de profissionais experientes, como o produtor Daniel Filho e a diretora Cris D’Amato (de Linda de Morrer). Menos mau. Ela interpreta com desenvoltura uma fadinha desastrada com a missão de ajudar uma adolescente (Klara Castanho) a escapar de roubadas. Apesar de sem encanto e ingênuo demais para a plateia teen, o longa captura o estilão desbocado e hiperativo da youtuber. Estreou em 6/10/2016.
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  • Amor e hesitações

    Atualizado em: 7.Out.2016

Fonte: VEJA SÃO PAULO