Negócios

Mudança no comando do Octavio Café

Edgard Bressani, executivo à frente da expansão da marca, saiu para tocar seu próprio negócio. Confira que ficou em seu lugar

Por: Fábio Galib

Salão da cafeteria e restaurante Octavio Café
Octavio Café: meta de 25 lojas até 2020 (Foto: Mario Rodrigues)

Nome forte do café brasileiro, Edgard Bressani não é mais diretor executivo do Octavio Café. Na semana passada, ele anunciou seu desligamento do grupo Sol Panamby, dono da cafeteria, para ser sócio de seu próprio negócio. Trata-se da Capricórnio Coffees, que tem escritórios em Piraju, interior de São Paulo, e Jacarezinho, no norte do Paraná, e comercializa grãos produzidos na região entre os dois estados que é cortada pelo Trópico de Capricórnio.

A saída do executivo acontece em meio a um ambicioso projeto do Octavio Café de se transformar em uma rede com 25 lojas até 2020. A primeira iniciativa nesse sentido, que tinha Bressani à frente, foi a inauguração da primeira filial paulistana da marca, no Shopping Eldorado. “Não houve desentendimento”, garante o empresário. “Havia recebido a proposta de ser sócio da Capricórnio dois meses antes e na semana passada o acordo se concretizou.”

Edgard Bressani, diretor de comércio internacional, marketing e relações institu_1
Edgard Bressani: empresário vai tocar sua própria empresa de cafés (Foto: Omar Paixão)

Segundo Bressani, que já foi presidente da Associação Brasileira de Café e Barista e diretor-executivo da Associação Brasileira de Cafés Especiais, a região onde atuará tem tudo para ser “o novo hotspot da bebida”. “Ela tem cafés excelentes, mas andava meio esquecida.” Fazem parte desse cinturão cafeeiro 69 cidades que, juntas, produzem anualmente 6,5 milhões de sacas.

Por meio de nota, o grupo Sol Panamby afirma que Jonas Picirillo é quem segue como responsável pelas operações do Octávio a partir de agora. A O'Coffee, braço do grupo que administra fazendas de café na cidade paulista de Pedregulho e que também tinha Bressani no comando, será gerida pelo executivo Úbion Terra, que já atua ali há mais de dois anos.

Fonte: VEJA SÃO PAULO