Crime

MP denuncia ex de Luiza Brunet por agressão

Empresário Lirio Parisotto, de 62 anos, é acusado de lesão corporal e pode responder sob os termos da Lei Maria da Penha

Por: Estadão Conteúdo - Atualizado em

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Brunet disse ter sido agredida pelo ex-marido em maio passado, no apartamento de Parisotto em Nova York, durante uma viagem (Foto: AgNews)

O Ministério Público Estadual (MPE) apresentou denúncia criminal contra o empresário Lirio Parisotto, de 62 anos, por agressão contra a atriz e modelo Luiza Brunet, de 54. A informação é do portal G1.

Segundo o texto, citando como fonte o promotor Carlos Bruno Gaya da Costa, do Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica (Gevid), a denúncia é por lesão corporal e pede responsabilização do empresário nos termos da Lei Maria da Penha.A denúncia é acompanhada de dois laudos do Instituto Médico-Legal que comprovam agressões no corpo da modelo, um deles de dezembro de 2015.

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Brunet sustenta ter sido agredida pelo ex-marido pela última vez em maio passado, no apartamento de Parisotto em Nova York, durante uma viagem.Ela sofreu fratura em quatro costelas e afirma ter levado socos e chutes durante o espancamento.

Ao promotor, Brunet entregou uma série de fotos com hematomas da agressão - em uma delas, o olho estava roxo após um soco - e relatou outros dois episódios em que teria apanhado do ex-marido.

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Brunet disse ter sido agredida pelo ex-marido em maio passado, no apartamento de Parisotto em Nova York, durante uma viagem (Foto: AgNews)

Ao MPE, Parisotto negou as acusações e afirmou que havia sido agredido "muitas vezes" pela modelo. O empresário afirmou que tinha testemunhas que poderiam comprovar que ele também era vítima de agressões da ex-mulher, e citou episódio ocorrido em 2015, durante uma viagem de barco da Turquia para a Grécia.

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A reportagem não conseguiu, na noite de segunda-feira (25), contato com o criminalista Celso Vilardi, defensor do empresário no caso. Para que se torne réu, é preciso que a Justiça aceite a denúncia feita pelo promotor do Gevid.

Fonte: VEJA SÃO PAULO