Temporada de arte

Bienal de SP: galerias e museus da cidade têm mostras paralelas

Na carona do evento que acontece de amanhã (25) a 12 de dezembro no Parque do Ibirapuera, circuito de artes plásticas turbina suas exposições

Por: Daniel Ottaiano - Atualizado em

Rodolfo Parigi - Paralela 2010
Obra 'Magenta Mushroom', de Rodolfo Parigi: presente na 'Paralela 2010' (Foto: Divulgação)

Para os organizadores, a 29ª Bienal de São Paulo deve ser a redenção após o fracasso da edição de 2008. Para os paulistanos, é a chance de se aproximar do que há de melhor em arte atualmente. Para galeristas da cidade, o mais importante evento do ramo no país é a oportunidade perfeita de fisgar um novo público.

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Entre sábado (25) e 12 de dezembro, espera-se que 1 milhão de pessoas circulem pelo Pavilhão da Bienal para conhecer as cerca de 600 obras expostas, de 159 artistas brasileiros e estrangeiros. Fora dos limites do Parque do Ibirapuera, o circuito de artes plásticas organiza uma série de mostras paralelas.

“O público tem muita curiosidade, quer ver o que está sendo feito. É o momento de a galeria exibir o trabalho de seus artistas. A cidade se mobiliza toda nesse sentido”, diz Paulo Reis, curador da mostra ‘Paralela 2010 – A Contemplação do Mundo’, que reúne 82 artistas ligados a galerias da cidade até 28 de novembro, no Centro Cultural do Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. “A Bienal é um cartão de visita da cidade e temos de aproveitar.”

Em sua quinta edição, o ‘Paralela 2010’ ocorre sempre ao mesmo tempo que a Bienal, com a intenção de dar visibilidade aos artistas que ficam fora da mostra do Parque do Ibirapuera e aproveitar os estrangeiros que visitam a cidade.

Segundo Paulo Reis, é nessa época que São Paulo recebe críticos de arte internacionais, curadores de todo o mundo e colecionadores importantes. "Mas não é só de pessoas ligadas à arte que vive a Bienal: é um público muito variado. Há visitantes de escola.”

Confira abaixo as mostras que vinte galerias e museus da cidade exibirão nos próximos meses:

  • Exposições / Arte

    Antonio Dias
    VejaSP
    Sem avaliação
    Poucas semanas depois de encerrar uma retrospectiva na Pinacoteca dedicada a trabalhos de sua juventude, feitos nos anos 60 e 70, o paraibano Antonio Dias está de volta. Agora numa individual na Galeria Nara Roesler, ele apresenta apenas pinturas recentes e inéditas. Radicado na Europa há mais de quatro décadas — divide-se entre Colônia, na Alemanha, e Milão, na Itália —, o artista tem passado cada vez mais tempo no Rio de Janeiro, sobretudo durante os meses quentes. A nova mostra traz seis quadros de grande porte criados a partir de materiais pouco usuais, a exemplo de óxido de ferro, cobre e folha de ouro. Sofisticadas, as obras convidam o espectador a apreciar as intrincadas texturas urdidas com base em pigmentos de tinta. Dias ainda cola no espaço pictórico pedaços quadrados e retangulares de tela, também pintados. Dá origem, dessa forma, a trípticos e polípticos, flertando com estruturas características de relevos. Preços não fornecidos. De 26/11/2010 a 29/01/2011.
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  • Com curadoria do crítico Paulo Sergio Duarte, a coletiva utiliza produções de catorze nomes para refletir sobre a relação entre arte contemporânea e popular. Vale observar o método da montagem para traçar analogias entre artistas aparentemente díspares por meio de características comuns. Caso do forte erotismo presente tanto nos desenhos de Tunga quanto nas esculturas de Chico Tabibuia. Ou de como uma peça da série das lâminas, de Nuno Ramos, apresenta formas alongadas semelhantes às das pinturas de Alcides Pereira dos Santos. Preço das obras: R$ 8 000,00 a US$ 45 000,00. Até 06/11/2010.
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  • Pensamento Pantográfico reúne dez trabalhos do artista paulistano. São esculturas, instalações e objetos realizados com materiais como madeira, basalto, aço e latão. Preços não fornecidos. De 10/8/2013 a 21/9/2013.
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  • A segunda edição da mostra reúne obras de cinquenta artistas ligados à arte urbana. Entre os selecionados pelo curador Binho Ribeiro, constam, por exemplo, Nunka, Speto, Finok, DMS e Minhau. Além do muralismo, há obras também em outras plataformas, como esculturas, instalações e mesmo intervenções em carros. Além de brasileiros, participam ainda artistas de 12 países, como Chile, Estados Unidos, França e Angola. Em paralelo à Bienal, a Matilha Cultural deve também exibir obras do gênero, que estarão à venda no local. De 22/01/2013 a 24/02/2013. A exposição na área externa foi prorrogada até o dia 17/03/2013.
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  • Parte integrante da série de instalações que ocupa o octógono da Pinacoteca, A Soma dos Dias é composta de espirais de tecido suspensas no teto do museu. Enquanto percorre o caminho formado entre os panos, o espectador ouve temas do compositor americano Philip Glass. O paulistano Carlito Carvalhosa foi revelado na década de 80, após participar do célebre Grupo Casa 7 ao lado de Nuno Ramos, Paulo Monteiro e outros. De 31/07/2010 a 07/11/2010.
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  • Exposições / Arte

    Carmela Gross
    VejaSP
    Sem avaliação
    Dezesseis trabalhos realizados desde 1965, além de uma instalação desenvolvida para a Estação Pinacoteca (luzes de emergência espalhadas por toda a fachada do edifício), integram Corpo de Ideias. Variadas, as peças reunidas na retrospectiva surpreendem, caso da irônica série de desenhos Projeto para a Construção de um Céu. Lâmpadas fluorescentes compõem a estrutura da escultura em forma de residência Uma Casa. Por fim, vale a pena espiar Hotel Balsa. Nessa plataforma sobre trilhos, o visitante atravessa uma sala da Estação Pinacoteca cercado por caixas de luz e espelhos posicionados nas paredes.  De 04/09/2010 a 07/11/2010.
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  • A artista plástica belga Carole Solvay expõe no Mube a partir de novembro. Seu trabalho envolve uso de penas de aves para instalações e esculturas. Acontece de 19/11/2010 a 10/01/2011.
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  • Desde 2004, o 2º andar da Estação Pinacoteca hospedava o maravilhoso acervo amealhado pelo casal José e Paulina Nemirovsky. Como o conjunto deixou o museu para circular durante alguns meses pelo estado, o espaço foi ocupado por outra mostra de qualidade. As 115 obras da coletiva pertencem ao engenheiro paulistano Domingos Giobbi. Além das telas, esculturas e desenhos, ele se dedicou a adquirir mobiliário do século XVIII, assim como peças sacras datadas do século XVII ao XIX — estatuetas de terracota e um precioso grupo de santos de madeira. Os pintores modernistas concentram as atenções. Há trabalhos de Ismael Nery, Lasar Segall, Antonio Gomide, Victor Brecheret e Di Cavalcanti. A estrela, contudo, é Alfredo Volpi, de quem Giobbi se tornou amigo em 1972. Constam na seleção 21 pinturas do artista, de bucólicas paisagens do início da carreira à famosa fase das bandeirinhas, passando por uma Madona realizada na década de 50.  Também em cartaz na Estação Pinacoteca: ✪✪✪ Arte Sacra na Coleção Nemirovsky (objetos e esculturas). Até 05/12/2010.
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  • Resenha por Jonas Lopes: Nova edição da tradicional mostra baseada em um acervo iniciado há 21 anos. São dez artistas, no total. Entre os presentes estão figuras consagradas, como o grande Geraldo de Barros e José Medeiros, autor de belos registros de cenários do Rio de Janeiro. Dois contemporâneos sobressaem: Miguel Rio Branco, sempre caracterizado pelo uso de cores saturadas e por imagens de erotismo poético, e Rosângela Rennó, de pegada mais experimental. Prorrogada até 08/07/2012.
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  • A individual de Daniel Acosta irá mostar trabalhos inéditos do artista, como 'Arquitetura Portátil'. Acontece de 23/10 a 13/11/2010.
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  • Resenha por Jonas Lopes: Jovem promessa das artes brasileiras, o pintor carioca realiza sua primeira individual na cidade. Integram a mostra dezessete óleos e três desenhos. Preço das obras: R$ 8 000,00 a R$ 54 000,00. De 19/09/2010 a 16/10/2010.
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  • Grátis / Exposições

    Exposição Entre Atos 1964/68
    VejaSP
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    Primeira de uma série de três mostras concebidas com o intuito de revisitar períodos da história brasileira por meio do acervo do MAC-USP, a caprichada coletiva reúne 113 obras de 49 artistas. Todas foram exibidas na instituição entre o início do regime militar e a edição do violento AI-5, que restringia as liberdades individuais. O teor político, naturalmente, predomina. Ele aparece, por exemplo, no desenho É Preciso Dobrar à Esquerda, de Rubens Gerchman, satírico desde o título, e na pintura Aliança para o Progresso, de Marcello Nitsche, que traz mãos algemadas se cumprimentando com detalhes da bandeira americana ao fundo. Outros ignoram a pegada panfletária, mas exploram na forma o espírito corrosivo. É o caso do soturno óleo Expansão, de Iberê Camargo, e das bem-humoradas monotipias de Mira Schendel. A seleção inclui ainda Maria Bonomi, Nelson Leirner e Wesley Duke Lee, entre outros. Até 02/01/2011.
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  • Mais lembrado nos últimos anos pelas instalações de grande porte, o carioca também se dedicou durante a carreira aos desenhos. Linha da Vida reúne trabalhos feitos dos anos 80 para cá. Preços não fornecidos. De 18/05/2013 a 15/06/2013.
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  • Pouco se salva na mostra com 25 trabalhos assinados por dezessete artistas britânicos. A maioria das obras sofre por abusar dos elementos kitsch, caso do coração em néon de Tracey Emin e das pinturas em cores berrantes de Michael Craig- Martin (este ainda digitaliza uma tela do renascentista Piero della Francesca). Mais conhecido por seus golpes de marketing do que pelo talento, Damien Hirst marca presença com medíocres fotogravuras com uma caveira e algumas borboletas. Até mesmo Anish Kapoor, famoso pelas impressionantes esculturas em grandes proporções, decepciona ao apostar em gravuras de efeitos luminosos. Até 27/11/2010.
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  • Único nome latino-americano a participar do movimento de vanguarda Fluxus, nos anos 60 e 70, o mexicano (hoje radicado em São Paulo) ganha retrospectiva na Estação Pinacoteca. Entre os 250 trabalhos de Manchúria: Visão Periférica há cartazes, pinturas, esculturas, instalações, fotografias, vídeos, livros e registros de performances. As obras ressaltam a força iconoclasta do artista, sobretudo nos hilários ataques à Igreja Católica e aos partidos políticos de seu país. Pela habilidade em fazer colagens e montagens satíricas e coloridas com símbolos da cultura pop, além da irreverência ao promover ataques a instituições, Ehrenberg pode ser definido como uma versão latina do americano Robert Rauschenberg (1925-2008). De 18/09/2010 a 30/10/2010.
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  • Reconhecido como um dos grandes eventos de paisagismo do mundo, o Festival Internacional de Jardins de Chaumont-sur- Loire ganha sua primeira edição fora da França, organizada pelo MAM. Nove jardins distribuídos ao redor da marquise do Ibirapuera foram customizados por artistas e paisagistas brasileiros e estrangeiros. Chama atenção o espaço repleto de girassóis desenvolvido por Beatriz Milhazes, próximo às discussões cromáticas que ela propõe em sua produção pictórica. Os franceses Christine e Michel Péna, por sua vez, exibem plantas em um tablado de madeira cujo aspecto se assemelha a ondas, em diálogo com a escultura Labareda, de Oscar Niemeyer, na entrada do Auditório Ibirapuera. De 22/09/2010 a 31/12/2010.
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  • A artista mineira dá prosseguimento ao trabalho com placas de policarbonato retorcidas e atravessadas por cabos de aço presos à parede — ela exibiu uma intervenção nesse sentido na Pinacoteca em 2010. São quatro obras inéditas, uma delas instalada no jardim da Galeria Raquel Arnaud. A arquitetura do espaço enriquece a contemplação, devido aos brises da fachada que permitem a penetração do sol, refletido pelas peças. Iole impressiona ao transmitir a ambivalente sensação de peso e leveza, num equilíbrio incomum. Preços não fornecidos. De 17/06/2011 a 13/08/2011.
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  • Grátis / Exposições

    Jan Fabre
    VejaSP
    Sem avaliação
    Conhecido como diretor teatral e escritor, o belga mantém também uma produção em artes plásticas. Umbraculum, sua individual de estreia na América Latina, reúne dezenove trabalhos, entre instalações, desenhos e vídeos. É preciso ter estômago forte para ver a mostra. Fabre recorre o tempo todo a elementos grotescos e macabros. Há duas salas, por exemplo, com cães e gatos empalhados e montados como em um genocídio. Outra obra traz ossos humanos em meio a motosserras e aparelhos para deficientes físicos suspensos no teto. Há, por fim, desenhos realizados com sangue. Tanta provocação, infelizmente, não resulta em grandes reflexões estéticas. Até 10/10/2010.
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  • Resenha por Jonas Lopes: Integrante do grupo Chelpa Ferro e destaque da Geração 80, o paulistano radicado no Rio de Janeiro recorre a seis pinturas de grande porte. Objetos de parede completam a mostra. Preços não fornecidos. De 19/09/2010 a 23/10/2010.
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  • Sempre dedicado a discutir a relação entre fotografia e arquitetura, algo notável na recente mostra San Marco, sobre afrescos de Fra Angelico em um mosteiro florentino, o paulista de São José do Rio Pardo Mauro Restiffe retoma o debate em Interseção. As quinze imagens reunidas na exposição do Centro Universitário Maria Antonia se dividem em duas séries. Vertigem traz registros da Casa Serralves, localizada no Porto, em Portugal, cujas colunas típicas do período art déco criam impressões perturbadoras no espectador ao aparecer em enquadramentos verticalizados. O outro conjunto traz o Edifício Cícero Prado, um marco do modernismo arquitetônico paulistano, na Avenida Rio Branco, no bairro de Campos Elíseos. Projetado pelo arquiteto ucraniano Gregori Warchavchik — homenageado, aliás, em outra sala do Maria Antonia com desenhos e fotografias de projetos —, o prédio possui geometrias inusitadas encontradas pela câmera de Restiffe a partir das amplas sacadas e dos pilotis do térreo. Até 23/2/2014.
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  • Vinte e duas esculturas podem ser apreciadas nas áreas interna e externa do MuBE na primeira individual da artista francesa no Brasil. Produzidas com materiais como aço inox, ferro e bronze, as peças ressaltam o estilo peculiar de Nathalie Decoster: formas geométricas, sobretudo círculos, e a onipresença de figuras esguias (influência do suíço Alberto Giacometti), quase sempre como se estivessem caminhando. Segundo a autora, trata-se de uma reflexão sobre o homem e o tempo — os personagens estão em busca constante pelo futuro e, simultaneamente, perseguem as lembranças do passado. De 07/10/2010 a 31/10/2010.
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  • Formado por Nelson Soares e Marcos Moreira, o duo O Grivo trabalha com instalações sonoras. Acontece de 21/10 a 20/11/2010.
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  • Resenha por Jonas Lopes: A nova sede da Galeria Luisa Strina, localizada na Rua Padre João Manuel, ganha o pontapé inicial com a mostra Primeira e Última. Quinze artistas têm seus trabalhos espalhados entre este e o endereço anterior, na Rua Oscar Freire. Peças de Marcius Galan, Carlos Garaicoa e Erika Verzutti, além do registro de uma performance de Cildo Meireles nos anos 70, integram a seleção. Preços não fornecidos. A partir de segunda (20/09). Até 17/12/2010.
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  • Constantemente decretada como morta em exercícios de futurismo, a pintura continua a revelar focos criativos. Um painel abrangente do gênero pode ser apreciado na excelente coletiva Se Não Neste Tempo — Pintura Alemã Contemporânea: 1989-2010. Formada por 83 obras de 26 artistas, a mostra foi organizada exclusivamente para o Masp — o normal, em grandes exposições internacionais, é trazer uma montagem que já venha circulando por outros países. A seleção revela-se variada e organizada por núcleos e estilos. Há desde a figuração do ótimo Gerhard Richter, cujos óleos discutem a relação entre telas e fotografias e estimulam as noções de realismo do espectador, até os traços violentos e expressionistas de Jonathan Meese, passando pela abstração geométrica de Thomas Scheibitz e pela inflexão política de Werner Tübke. Tim Eitel retrata pessoas em passeios por museus e galerias, ao passo que Tatjana Doll revisita Guernica com traços propositalmente toscos. Até 30/01/2011.
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  • Grátis / Exposições

    Sergio Camargo
    VejaSP
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    Morto há vinte anos, o carioca Sergio Camargo está em um momento de alta. Em 2009, uma obra sua foi arrematada por 1,5 milhão de dólares em um leilão da Sotheby’s, em Nova York. Agora, o Instituto de Arte Contemporânea lhe dedica uma boa mostra. Claro Enigma abrange quatro décadas de produção do artista, nascido em 1930. Foram reunidos trinta trabalhos, entre desenhos repletos de anotações (uma mistura de estudos preparatórios e comentários filosóficos), esculturas e os relevos que o tornaram célebre construtivista. Uma das surpresas da seleção é um bronze realizado na década de 50, espécie de figura de corpo retorcido. Mais tarde, Camargo encontrou um caminho único ao espalhar, de maneira variada e criativa, pequenos cilindros pelos relevos de madeira — podem ser tanto dois ou três quanto centenas deles. Fez ainda esculturas de mármore de Carrara inspiradas pelo romeno Constantin Brancusi (1876-1957).  De 14/08/2010 a 24/10/2010.
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  • Resenha por Jonas Lopes: Cinco exposições realizadas na Faap entre 1964 e 1986 são recuperadas para estabelecer uma discussão sobre arte e tecnologia. Estão de volta ao museu nomes como Cildo Meireles, Abraham Palatnik e Nelson Leirner, entre outros. Por fim, artistas contemporâneos apresentam onze trabalhos inéditos. Também estreia na Faap: Memórias Reveladas (pinturas, fotografias e holografias). De 14/09/2010 a 12/12/2010.
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  • Exposições / Arte

    Tereza D'Amico
    VejaSP
    Sem avaliação
    Divididas em colagens, guaches, cerâmicas e desenhos, as trinta obras da paulistana Tereza D’Amico (1914-1965) abordam temas populares, rurais e religiosos. Quinze dos trabalhos selecionados pelo curador Ivo Mesquita integram um conjunto doado à Pinacoteca pelos herdeiros da artista em 2008. Estreou em 22/05/2010. Prorrogado até 02/10/2010.
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  • Exposições / Arte

    Tunga
    VejaSP
    Sem avaliação
    Nova versão de um trabalho apresentado na Bienal de Moscou em 2009, a instalação Cooking Crystals Expanded (algo como “cozinhando cristais em expansão”) é o centro da mostra do pernambucano. Nela, frascos com urina estão presos por fios a cristais de rochas, ímãs e simulacros de fezes que formam uma teia repleta de desdobramentos, inclusive ligações com relevos juntos à parede. O inebriante resultado convida o espectador a caminhar entre a obra ao som de uma trilha sonora sossegada. Quinze peças da série Cristalinos completam a individual, inclusive esculturas de figuras humanas feitas com arame e, mais uma vez, cristais de rocha. Preços não fornecidos. Até 06/11/2010.
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  • Depois de Entre Atos 1964/68, coletiva exibida até o início de janeiro, o MAC segue abordando o conturbado período do regime militar com recortes de seu acervo. Embora não traga tantos nomes estrelados quanto a mostra-irmã, há pérolas para apreciar entre as 162 peças reunidas, caso da rara série de acrílicas Cantos (1973), de Cildo Meireles, e do conjunto de fotografias clicado por Cristiano Mascaro no enterro do presidente boliviano René Barrientos, em 1969. Uma ótima curiosidade é M3x3 (1973), da bailarina Analivia Cordeiro, considerado o primeiro trabalho de videoarte realizado no país. Prorrogada até 07/08/2011.
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  • Resenha por Jonas Lopes: Sem expor em São Paulo há oito anos, o carioca retorna com Diabólica Leitmotiv. As quinze telas pertencem à série Lisérgica, exibida há poucos meses no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Preço das obras: US$ 20 000,00 a US$ 500 000,00. Prorrogado até 17/11/2010.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO