Transporte

Monotrilho: Linha 15-Prata do Metrô abre neste sábado

Funcionamento entre as estações Vila Prudente e Oratório, na Zona Leste, será das 10h às 15h

Por: Veja São Paulo

Monotrilho Linha 15-Prata
Monotrilho da Linha 15-Prata do Metrô, que terá conexão com a Linha 2-Verde (Foto: Ale Vianna/Brazil Photo Press/Folhapress)

Após sucessivos atrasos, a Linha 15-Prata do Metrô, em forma de monotrilho, abrirá pela primeira vez ao público às 10h deste sábado (30). Este é o sexto ramal do sistema metroviário paulista, inaugurado em 1974 e que atualmente soma 75,5 km de comprimento e 65 paradas - ainda pequeno para o porte da capital paulista, uma das maiores cidades do mundo.

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As duas estações entregues neste fim de semana (Vila Prudente e Oratório) só funcionarão aos sábados e domingos e em horário restrito, das 10h às 15h.

A operação durante as primeiras semanas não será convencional. Ou seja, os trens do monotrilho rodarão com intervalos grandes e só quando houver um número específico de passageiros interessados em conhecer o novo sistema.

Por isso, pessoas interessadas em utilizar os 2,9 km desse primeiro trecho como meio de transporte para compromissos devem se preparar para viagens mais demoradas do que o normal.

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Entre as paradas, o percurso, em um elevado de cerca de 15 metros de altura sobre a Avenida Professor Luís Ignácio de Anhaia Mello, na Vila Prudente, na Zona Leste, será feito em um tempo médio de 4 minutos.

Uma ciclovia construída embaixo da obra também será entregue no sábado.

Quem quiser conhecer a Linha 15-Prata do Metrô não vai precisar pagar passagem enquanto a operação for assistida. A previsão da Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos é que o trecho passe a funcionar normalmente em outubro.

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Nesse momento, haverá integração com a Linha 2-Verde do Metrô, na Estação Vila Prudente.

Quando o ramal estiver completo terá 26,6 km de comprimento e 18 estações, até a Cidade Tiradentes, também na Zona Leste. A linha custará R$ 6,4 bilhões para ser construída. As obras começaram em 2010. (Com Estadão Conteúdo)

Fonte: VEJA SÃO PAULO