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Mônica Salmaso e Lucas Santtana esquentam a programação da cidade

Convidados destacam ainda mais as apresentações dos dois artistas

Por: Carol Pascoal

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Mônica Salmaso e Lucas Santtana: José Miguel Wisnik e Curumin são os convidados, respectivamente (Foto: Dani Gurgel)

Dois nomes relevantes da cena independente sobem ao palco para mostrar seus novos trabalhos. Com início previsto para as 22h30, o show do cantor e compositor baiano Lucas Santtana toma como base “O Deus que Devasta Mas Também Cura”. Além da faixa-título (uma bela canção de carga dramática que dá o tom do álbum), ele interpreta “Se Pá Ska S.P.” e “Ela É Belém” ao lado de um quinteto.

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Em seguida, à meia-noite, é a vez do instrumentista paulistano Curumin. Conhecido por ter assumido a bateria em espetáculos de gente como Arnaldo Antunes e Vanessa da Mata, o rapaz tem também um bom projeto-solo. Quatro anos após pôr na rua “Japan Pop Show”, ele surge com o disco “Arrocha”. Mais eletrônico do que o antecessor, o CD traz criações como “Treme Terra”, “Afoxoque” e “Selvage”. Três instrumentistas o acompanham.

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As últimas apresentações da cantora paulistana Mônica Salmaso foram para explorar o repertório de “Alma Lírica Brasileira” (2011). Ela encontra uma brecha na divulgação desse CD para entoar composições do músico e ensaísta José Miguel Wisnik, acompanhada pelo próprio ao piano. Mônica já havia registrado algumas canções de Wisnik, entre elas “Trampolim”, uma parceria com Ronaldo Bastos, e “Assum Branco”, ambas presentes no repertório. Também integra o roteiro “Insensatez”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. A dupla tem o apoio de Márcio Arantes (baixo e voz) e Sérgio Reze (bateria).

Fonte: VEJA SÃO PAULO