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7 momentos inesquecíveis de Hector Babenco

Indicação ao Oscar, críticas a colegas de profissão, revistada em repórteres... Confira os fatos memoráveis - e polêmicos - ao longo da vida do cineasta

Por: Rosana Zakabi - Atualizado em

Hector Babenco, cineasta
Babenco: carreira brilhante, com momentos polêmicos (Foto: (Foto: Frederic Jean))

1. O cineasta Hector Babenco lança, em 1982, Pixote, a Lei do Mais Fraco, um dos maiores clássicos do cinema nacional até hoje. O longa-metragem conta a história de um garoto carente e abandonado que, após sofrer em um reformatório, faz aliança com uma prostituta, vivida por Marília Pêra. O protagonista, Fernando Ramos da Silva, era, na vida real, um menino de rua antes de ser descoberto por Babenco. Não consegue seguir a carreira de ator e, sete anos após o lançamento, é assassinado por policiais em São Paulo.

 

2. Babenco é indicado em 1985 ao Oscar de melhor diretor pelo filme O Beijo da Mulher Aranha, com os atores William Hurt (que ganhou a estatueta na categoria Melhor Ator), Sonia Braga e Raul Julia.

 

3. O cineasta dá uma entrevista à imprensa argentina em 2004 e, nela, critica os brasileiros. Causa furor por aqui e, durante a cerimônia do então Grande Prêmio TAM do Cinema Brasileiro, é chamado de imbecil pelo cineasta pernambucano Cláudio Assis, diretor de Amarelo Manga e Febre do Rato.

 

4. Em 2007, critica o filme Tropa de Elite, de José Padilha, dizendo que o longa-metragem "não para em pé".

 

HECTOR BABENCO NO CQC
Babenco em entrevista ao CQC: provocações e revistada no repórter (Foto: Reprodução/Band)

 

5. Em março de 2008, o repórter da CQC Oscar Filho é chamado de "bolha" e leva uma revistada de Babenco após questionar o diretor sobre uma entrevista na qual ele teria dito que nenhum ator brasileiro está à altura do mexicano Gael García Bernal.

 

6. Casa-se no fim de 2009 com a atriz Bárbara Paz. Durante o período em que estiveram juntos (até 2014), Bárbara participa de várias produções do marido.

 

7. Em março de 2016, lança o filme Meu Amigo Hindu, espécie de autobiografia na qual conta a história de um famoso diretor de cinema que enfrenta um câncer, tem uma difícil relação com os irmãos  e amigos e passa por uma crise no casamento. Um dos personagens é a Morte, que realiza o último desejo do protagonista: fazer um novo filme antes de falecer.

Fonte: VEJA SÃO PAULO