Exposição

MIS dedica próximo final de semana à temática da imigração e refúgio

Destaques da programação são a mostra do fotógrafo Chico Max e bate-papo com personagens retratados

Por: Veja São Paulo

Chico Max
Imigrante nigeriano é um dos personagens de Chico Max (Foto: Chico Max)

Desde a sua origem, São Paulo vem sendo construída por imigrantes. Hoje, a chegada de refugiados por aqui é um dos assuntos mais delicados e debatidos sobre a ocupação da cidade. O fotógrafo Chico Max tem ido atrás desses personagens - sejam eles sírios, haitianos, africanos ou bolivianos - para retratar suas histórias em imagens. Na mostra Somos Todos Imigrantes, dezenove destas fotografias serão apresentadas no próximo sábado (7) e domingo (8), no MIS.

+ Leia sobre outras mostras em cartaz na cidade

+ Refugiados protestam contra racismo e xenefobia

Chico Max
Alguns dos refugiados fotografados estarão presentes em bate-papo no domingo (8) (Foto: Chico Max)

Os interessados podem conversar com Chico Max às 16h de domingo (8), quando haverá um bate-papo com ele e alguns dos refugiados fotografados, no auditório da instituição.

+ Sírios em SP: a vida após o visto

O debate conta também com a presença do Padre Paolo Parise, que está à frente da Paróquia nossa Senhora da Paz. A Igreja faz parte do projeto Missão Paz, voltado para auxiliar migrantes, imigrantes e refugiados.

+ Betina Samaia apresenta exposição de fotografias no MIS

Baixa - Hamzi - Hannan e Rita - Siria - - Chico Max - MG_8076
Família sírias são homenageadas nesse final de semana pelo MIS (Foto: Chico Max)

A exposição faz parte do evento maior promovido pelo MIS por ocasião do Dia internacional dos Direitos Humanos, celebrado em 10 dezembro. No sábado (7), às 14h, haverá também a exibição do filme Fievel – Um conto americano seguida de debate sobre a questão dos refugiados, com o educativo da instituição. No domingo (8), também às 14h, o professor Clóvis de Barros Filho palestra sobre o assunto no auditório do espaço. A programação do fim de semana é totalmente gratuita.

+ Como ajudar refugiados em São Paulo

Fonte: VEJA SÃO PAULO