Crime

Menina é estuprada dentro de escola em Osasco

Nove pessoas foram acusadas pelo crime ocorrido no último domingo (15)

Por: Veja São Paulo

paulo freire osasco
Escola Educardo Paulo Freire, no Jardim Aliança, em Osasco (Foto: Google Street View)

Nove pessoas, entre elas cinco adolescentes, acusadas de terem estuprado um menina de 13 anos, foram detidas em flagrante em Osasco, na Grande São Paulo. A garota teria sido violentada em dois lugares diferentes, incluindo uma escola estadual. A Polícia Civil também investiga se há participação de outras pessoas no crime.

Com a bermuda rasgada e usando um papelão para esconder as partes íntimas, a estudante foi encontrada abandonada na Rua Quero-Quero, na região do Jardim Aliança, por uma moradora na manhã do último domingo (15). Chamados por uma ligação efetuada para o 190, policiais militares foram até o local por volta das 5 horas.

De acordo com a Polícia Civil, a estudante relatou ter sido abusada por um grupo de homens em uma casa que também fica na Rua Quero-Quero, onde foi encontrada, e na Escola Estadual Paulo Freire. O grupo teria entrado na escola passando pelo muro, que está quebrado.

Os policiais realizaram buscas na casa apontada pela vítima e encontraram um dos suspeitos, que foi reconhecido pela garota como autor do crime. Preso em flagrante, o homem delatou outros suspeitos e apontou o endereço deles para a PM.

Bruno Inácio de Souza, de 19 anos, Lucas Barbosa da Silva, de 21, Diego Rodrigues da Silva, de 18, e Jefferson Gomes Gutierrez, de 22, foram presos em flagrante por estupro de vulnerável e encaminhados a um Centro de Detenção Provisória. Além deles, cinco adolescentes foram apreendidos.

Vítima do estupro coletivo, a estudante foi levada ao Hospital Pérola Byington, em São Paulo, para receber tratamento especializado. O caso é investigado pelo 10º Distrito Policial (Jardim Baronesa), de Osasco.

Reforma

A Diretoria Regional de Ensino de Osasco informou que o buraco no muro da escola é resultado da "ação da comunidade" e que a unidade é constantemente reformada pela direção da escola. O último conserto ocorreu no início do ano letivo, mas, após seis horas da conclusão da obra, o muro já havia sido novamente quebrado pela comunidade. A direção da unidade já providencia uma nova reforma.

(Com Estadão Conteúdo)

Fonte: VEJA SÃO PAULO