BOEMIA

Os melhores bares de Perdizes e Pompeia

Confira um roteiro com estabelecimentos para bebericar e petiscar na região da Zona Oeste

Por: Redação VEJA SÃO PAULO - Atualizado em

Tiquim
Para acompanhar a cerveja no Tiquim, vá de penne frito polvilhado de lemon pepper (Foto: Ricardo D`Angelo)

Apesar de não ser tão rico em endereços, o roteiro boêmio na região de Perdizes e Vila Pompeia tem opções variadas.

+ Veja onde comer coxinhas que combinam com qualquer drinque

O Bebo Sim, por exemplo, tem clima de festinha despojada. E o Dita Cabrita, por sua vez, é palco de casais que querem petiscar e bebericar.

Para comer bem, o bar O Catarina impressiona com pastéis de camarão e ostras fresquíssima.

Veja a seleção abaixo:

BarTira: na esquina das ruas Bartira e Ministro Godói, o endereço homenageia na decoração algumas ruas do bairro. Apesar de estar de frente para a PUC, reúne um público mais adulto, interessado em papear enquanto beberica cerveja (Original e Itaipava). Dos três pavimentos do bar, escolha o agradável deque de madeira, com toldo retrátil e vista para o movimento da rua.

Bartira - Bares
Bartira: o endereço homenageia na decoração algumas ruas do bairro (Foto: Fernando Moraes)

Bebo Sim:  o bar tem clima de uma depojada festinha entre amigos. Está instalado num galpão estreito e de ambientação charmosa, escondido de quem passa na Avenida Professor Alfonso Bovero. Com o copo de cerveja na mão (Heineken, Brahma, Original, entre outras), o público jovem e de perfil mais desencanado circula, paquera e curte a caprichada trilha sonora, a cargo de um DJ de terça a sábado. Na seleção musical, podem aparecer Marisa Monte, Jorge Ben Jor, Amy Winehouse, Tim Maia, Duffy, Wilson Simonal...

Bebo Sim
Bebo Sim, em Perdizes: galpão de astral riponga (Foto: Fernando Moraes)

Botequim Bar & Grill: a casa tem como tema o universo da música. Instrumentos e rádios antigos decoram as paredes. O caldinho de feijão-carioca tem apresentação caprichada. Servido num copo grande, vem acompanhado de bacon, cebolinha e uma dose de cachaça. Produzida na cidade de Erechim (RS), a linguiça, de sabor marcante, vai bem com o chope Brahma.

O Catarina: este boteco do ex-pescador Renato Silvy Andrade, o Catarina, pode ser considerado uma versão paulistana dos informais quiosques à beira-mar. Como o espaço interno é minúsculo, as mesas cobertas por toalhas de chita ficam todas do lado de fora, espalhadas pela calçada. Prove as ostras e o ótimo pastelzinho de camarão na companhia de uma cervejinha gelada.

O Catarina
Ostras fresquinhas trazidas de Florianópolis: opção do bar O Catarina (Foto: Fernando Moraes)

Desembargador: dispõe de um salão envidraçado e de mesinhas na calçada. Interessante mesmo é o balcão do bar, que dá para a rua e oferece banquetas do lado de fora. Bebe-se ali um chope (Brahma e Brahma Black) tirado nos conformes e caipirinhas em copo alto, entre elas a de tangerina e gengibre. Na hora de petiscar, mire os canapés de steak tartar, bem temperados e ligeiramente picantes.

Desembargador
Desembargador: mesinhas na calçada (Foto: Mario Rodrigues)

Dita Cabrita: de clima descontraído e praiano, tem as mesas espalhadas em um labiríntico jardim logo na entrada do bar. Casais de namorados e rodas de amigos de todas as idades frequentam o local. Dos petiscos, não deixe passar batido o bolinho dita cabrita, com massa de polenta e recheio de carne de cabrito, acompanhado por molho de hortelã. Para beber, chope Brahma, cervejas nacionais e muitos drinques locais. O chiquita bacana é uma surpresa: feito com cachaça de banana, abacaxi e açúcar, mostra-se bem saboroso.

Geribá: o nome remete a uma praia de Búzios, no Rio de Janeiro, mas as referências litorâneas param por aí. Na decoração, o bar segue o modelo dos botecos chiques, com azulejos e quadros nas paredes. Para acompanhar o chope Brahma (claro e black) na caldeireta, prove a generosa isca de pescada branca empanada. Em dias mais frios, cai bem o caldinho da casa, de mandioquinha incrementado com camarão.

La Petite - Mercearia do Francês:  este bar devotado aos prazeres do garfo atrai casais mais velhos e amigos querendo pôr a conversa em dia na agradável varanda. Um quadro-negro informa as sugestões do dia. Fazem sucesso as tartines de queijo de cabra com pera confit. Para beber, opte pela sangria de espumante rosé em jarra.

La Petite - BARES - 2263
A espaçosa varanda de esquina do La Petite: clima informal (Foto: Mario Rodrigues)

Pé pra Fora: mesinhas com toalhas de pano nas cores azul e bege se estendem sob o toldo azul e invadem a varandona em uma esquina da Avenida Pompeia. Aberto desde o meio-dia, serve comidas e bebidas durante a tarde toda em serviço non stop.Entre os petiscos, prove a delícia do pé, com pedaços de peito de frango empanados em creme de queijo, ótimos. A cerveja em garrafa é o pedido costumeiro por ali.

Pompeia Bar: tem ar de bar carioca, com azulejos brancos assentados na diagonal e mesas de madeira. Serve um bom chope Brahma para acompanhar a comidinha caseira feita com base nas receitas da família proprietária. Seu bolinho de arroz coberto por parmesão é famoso. Como um bom boteco, respeita a feijoada às quartas e aos sábados. 

Tiquim: botecão com toques femininos nos forros das mesas, repletos de bolinhas, e no cardápio apurado. Descolada, a freguesia beberica cerveja (Original e Colorado Appia) e a deliciosa caipirinha de limão-cravo, uva e cachaça. Para petiscar, o penne frito polvilhado de lemon pepper engana o estômago enquanto o bolovo, feito de meio ovo cozido envolto em massa de carne de panela e batata mais mussarela, não chega. 

Tiro Liro: este boteco com ares de antigamente foi aberto pela mesma família fundadora do conhecido bar-restaurante Dona Felicidade, na Vila Romana. Garantia, portanto, de boa qualidade nas comidinhas que saem da cozinha. Entre elas, o caseiro rosbife do ademir, servido com mostarda escura, e os pastéis de carne moída com gorgonzola. Para acompanhar, chope Brahma.

Fonte: VEJA SÃO PAULO