Música

Manu Gavassi: do bullying ao sucesso

Cantora, que segue como uma das principais atrações do NoCapricho neste ano, já enfrentou apelido dos meninos mais velhos na escola

Por: Catarina Cicarelli - Atualizado em

Manu Gavassi
De volta ao NoCapricho: cantora se apresente mais uma vez no Espaço das Américas (Foto: Divulgação)

Seguida por mais de 420.000 pessoas no Twitter, Manu Gavassi (@manugavassi) dita moda, lota apresentações e, novamente, é um dos destaques de NoCapricho. O show no evento que a lançou, há um ano, para o estrelato acontece no próximo dia 29, no Espaço das Américas.

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Manoela Latini Gavassi, seu nome completo, começou como membro da Galera CAPRICHO, em 2009. Foi modelo em editoriais de moda e fez parte de matérias de comportamento para a revista. Não demorou para que estourasse como cantora. Apadrinhada pelo produtor Rick Bonadio, lançou o CD “Manu Gavassi” e lotou o Via Funchal em março deste ano.

Nesta edição de NoCapricho, ela diz esperar que a recepção do público seja tão empolgante quanto da primeira vez que tocou no festival.

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A seguir, Manu fala sobre carreira, a amizade com o colírio Bruno Anacleto, as comparações entre ela e Sandy, e o bullying que já sofreu na escola.

VEJA SÃO PAULO — Você já fez parte da Galera CAPRICHO. Ainda tem contato com o pessoal que participou do projeto com você?

Manu Gavassi — Com as meninas acabei perdendo contato, mas a repórter que me recrutou, a Karol Pinheiro, se tornou uma das minhas melhores amigas. A gente se fala quase todos os dias.

VEJA SÃO PAULO — Está empolgada para se apresentar de novo no NoCapricho?

Manu Gavassi — Foi a primeira vez que subi num palco na vida, sem ser na escola. Um ano depois, estou mais madura. Na outra edição fui muito bem recebida e espero que nesta não seja diferente.

VEJA SÃO PAULO — Está mais acostumada com a fama? O que mudou na sua vida?

Manu Gavassi — Levo minha profissão como qualquer outra. É um trabalho normal e a coisa mais legal é quando reconhecem o que a gente faz. Adoro quando as garotas me param na rua e falam que se identificam com as músicas. Minha vida não mudou tanto, a não ser pelo fato de que eu tenho mais responsabilidades do que uma menina normal de 18 anos. Minhas amigas estão indo para faculdade e eu pulei essa fase. Minha vida passou de uma brincadeira para um trabalho sério.

VEJA SÃO PAULO — Ainda pensa em fazer faculdade?

Manu Gavassi — Ainda penso em fazer moda, algo que dá para mesclar com a minha carreira de cantora. Planejo me matricular em algum curso no ano que vem.

VEJA SÃO PAULO — Você foi copiada pelas fãs, que passaram a usar as faixinhas no cabelo. Lançou outra moda ?

Manu Gavassi — Acho engraçado porque eu usava as minhas faixas na escolas e os meninos mais velhos tiravam sarro de mim, me chamavamde "princesa guerreira". Chega a ser irônico que as meninas começaram a me imitar.

VEJA SÃO PAULO — Um tema recorrente em suas músicas é a desilusão com garotos. Atualmente você tem namorado?

Manu Gavassi — Estou solteira, mas não em greve de meninos. Não estou namorando, mas tem sempre alguém em que penso ou me interesso. Minha mãe fala que eu sou muito dramática porque basta um garoto falar “oi” para mim que eu já escrevo uma música sobre ele.

VEJA SÃO PAULO — O colírio Bruno Anacleto vai participar do seu show novamente. Vocês são amigos?

Manu Gavassi — A gente se conheceu quando ele participou de um clipe meu. Ele foi o garoto errado que dá título à música. Desde então nos tornamos muito amigos. O Bruno é como um irmão. Eu ligo para ele para mostrar minhas músicas, ele também faz isso. Torço demais por ele e quero dar toda a força que eu puder para ajudá-lo em sua carreira.

VEJA SÃO PAULO — Há comparações entre você e a Sandy. O que acha disso?

Manu Gavassi — Sou fã dela e do Junior desde pequena. Tinha todos os discos e ia a todos os shows. Eu a admiro muito. Tenho inclusive seu CD solo, “Manuscrito”. Mas acho complicado fazer esse tipo de comparação.

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO