Saquês e petiscos

Mais dois pubs japoneses na cidade

Ban será inaugurado hoje (21), na Liberdade, e chef do Kinoshita promete nova casa para 2012

Por: Sophia Braun - Atualizado em

Sushiman Murakami, do Kinoshita
Tsuyoshi Murakami, chef do Kinoshita: o sushiman promete um novo izakaya para 2012 (Foto: Mario Rodrigues)

Em São Paulo, a lista de izakayas — botecos orientais com farta oferta de bebidas e petiscos típicos — vai crescer. Está prometida para hoje (21) a inauguração do Ban, que também funcionará como restaurante sob o comando de Masanobu Haraguchi (ex-Myabi) e com curadoria de sua mulher — Dona Margarida, que há dois anos abriu o Izakaya Issa na Liberdade e que não economiza palpites no novo empreendimento do marido. A casa servirá almoço e jantar (os izakayas só abrem à noite) e privilegiará pratos tradicionais.

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O objetivo do cozinheiro, que não fala português, é apresentar ao paulistano a verdadeira culinária japonesa. Sua companheira e porta-voz conta que as especialidades serão os pratos quentes, servidos em panelas de barro, e os menus degustação (em japonês ‘omakasse’, que quer dizer ‘deixo aos seus cuidados’). “O Ban vai ficar na Rua Tomás Gonzaga, bem pertinho do Issa. Por isso, a gente diz que um nasceu do outro”, conta Dona Margarida.

Um projeto mais distante — a previsão de abertura é abril de 2012 — é o kappo izakaya de Tsuyoshi Murakami, chef do Kinoshita, que venceu a categoria de Melhor Restaurante Japonês no “Comer & Beber” deste ano. A casa ainda não tem nome nem endereço, mas já parece (muito) bem rascunhada na cabeça do sushiman, que diz contar com a parceria de seu atual sócio, Marcelo Fernandes. “O novo empreendimento terá uma proposta bem diferente, de mais rapidez no serviço. Haverá um balcão e algumas mesas, para cerca de oitenta pessoas. Também teremos saquês diversos, grelha e petiscos japoneses de alto nível. Tudo será exclusivo”, adianta Murakami. A kappo cuisine, já presente em seu restaurante na Vila Nova Conceição, na Zona Sul, está relacionada à sazonalidade dos ingredientes e também à ideia de cozinhar na frente do cliente.

Fonte: VEJA SÃO PAULO