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D.O.M.: casa de Alex Atala completa dez anos e revisita seus clássicos

Entre os clássicos, esperimente o nhoque com rabada e as ostras empanadas com tapioca marinada

Por: Daniel Ottaiano - Atualizado em

D.O.M. - Alex Atala - Luxo
D.O.M., do chef Alex Atala: parada obrigatória para turistas (Foto: Mario Rodrigues)

No ano em que completa dez anos, o restaurante contemporâneo do premiado chef Alex Atala revisita pratos que marcaram a história do D.O.M. Parada obrigatória de turistas (brasileiros e estrangeiros), a casa recebe também interessados em gastronomia da alta sociedade paulistana, em busca das criações do que é, segundo a revista britânica ‘Restaurant’, o 18º melhor restaurante do mundo.

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“O menu-degustação [muda de acordo com a disponibilidade de ingredientes] passa a vislumbrar apenas o futuro, as minhas criações que estão em cartaz e que virão. Já o cardápio fixo volta seu olhar para o passado, para os clássicos que marcaram a história do D.O.M.”, explica o chef. Entre os clássicos, esperimente o nhoque com rabada e as ostras empanadas com tapioca marinada.

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  • Cozinha contemporânea

    D.O.M.

    Rua Barão de Capanema, 549, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3088 0761 ou (11) 3081 4599

    VejaSP
    11 avaliações

    Quando estava no extinto Filomena, Alex Atala já elaborava pratos surpreendentes, a exemplo de uma manga grelhada com pimenta‑branca. Isso no fim da década de 90, a anos‑luz de virar superstar da cozinha. Desde que abriu o D.O.M., nos Jardins, dezesseis anos atrás, ele mantém a mesma pegada. Calcula ter lançado pelo menos 500 receitas. Como um maratonista do paladar, está sempre correndo da acomodação. Embora tenha apego por algumas sugestões como o aligot, purê de queijos que se tornou uma de suas marcas registradas, permanece sedento por novidades. Nesta temporada, os menus degustação, de 305 a 560 reais, continuam privilegiando os ingredientes nacionais e têm como estrelas o palmito pupunha na forma de um envelope e recheado de vatapá e o pirarucu com purê de açaí, em que a pele do peixe amazônico é transformada em torresmo. A modernidade também está presente no sorbet de manjericão com limão, pimenta cristalizada e chutney de bacuri e no zabaione de canela com sorvete de queijo e calda de morango.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO