Moda

CEO da marca de Luciano Huck pede desculpas por frase em camiseta infantil

Rony Meisler diz que não houve intenção de ofensa e que imagem foi aplicada incorretamente em coleção para crianças. Peça trazia a mensagem "Vem Ni Mim Que Tô Facin" 

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

Camiseta Huck
Peça com frase que causou polêmica (Foto: Reprodução)

Após a polêmica a respeito da coleção infantil, Rony Meisler, CEO Grupo Reserva e responsável também pela marca Use Huck, do apresentador Luciano Huck, emitiu comunicado pedindo desculpas a todos os que se sentiram ofendidos pela imagem. 

Uma das camisetas da coleção trazia a frase "Vem Ni Mim Que Tô Facin". A imagem circulou rapidamente pela internet e a marca do apresentador recebeu inúmeras críticas. "Pedimos profundas desculpas sobre a camiseta Vem Ni Mim Que Tô Facinha e sentimos muito por todos que foram ofendidos pela imagem.

Confira a íntegra do comunicado: 

"Pedimos profundas desculpas sobre a camiseta Vem Ni Mim Que Tô Facinha e sentimos muito por todos que foram ofendidos pela imagem.

Este comunicado não tem o objetivo de justificar o injustificável; mas apenas de explicar o motivo do erro para que fique claro que não houve qualquer intenção maldosa. 

Não nos eximimos do erro, nem de qualquer responsabilidade, mas é importante esclarecer que não houve a intenção de ofensa.

É comum em e-commerce que as artes das estampas sejam aplicadas posteriormente sobre fotos dos modelos com camiseta branca, conforme o exemplo abaixo.

Por erro nosso, todas as artes de Carnaval (inclusive e infelizmente, esta arte) foram aplicadas sobre a coleção infantil e disponibilizadas no site sem a devida revisão.

Assim que percebemos esse lamentável erro, imediatamente retiramos a imagem do ar e decidimos escrever essa carta para explicar tecnicamente o problema conjuntamente com um pedido de desculpa pela falta de bom-senso e pelo descuido.

Obviamente, não fosse o erro, nem a USEHUCK, nem qualquer outra marca, teria a intenção de usar uma imagem como essa para vender camisetas ou para qualquer outro fim."

Rony Meisler, CEO Grupo Reserva

Fonte: VEJA SÃO PAULO