Saúde

Como pais e colégios tentam tornar as lancheiras mais saudáveis

Reformulação de cardápios, compra de produtos orgânicos e criação de hortas fazem parte das novas medidas                                                                                                                                                                                           

Por: Juliene Moretti e Aretha Yarak - Atualizado em

Crianças comendo palmares
Aula de Culinária no Palmares: a escola lançou um cartão pré-pago para que os pais possam bloquear a compra de alguns alimentos e bebidas (Foto: Fernando Moraes)

Durante uma aula de culinária realizada há pouco tempo no Colégio Vértice, no Campo Belo, garotos de 6 anos fizeram uma descoberta surpreendente. Não só observaram uma batata in natura pela primeira vez na vida como foram informados de que o tubérculo amarelado é a matéria-prima das adoradas fritas. “Vários deles não tinham a menor ideia disso”, lembra a professora Nazareth Marques. O episódio, ocorrido em uma das melhores escolas da capital, é um triste reflexo dos hábitos alimentares de nossas crianças. Para muitas delas, as frituras fazem parte do dia a dia, e qualquer coisa mais natural parece algo de outro planeta. O resultado disso: quase um terço dos paulistanos entre 2 e 6 anos de idade está acima do peso, segundo um levantamento feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em 2013. “Trata-se de um número muito preocupante, principalmente porque não para de crescer”, afirma o pediatra Mauro Fisberg, especialista em nutrição infantil e autor do estudo. Há duas semanas, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou outro dado aterrador: entre os bebês com até 24 meses, um terço conhece refrigerante e 60% deles já comeram bolachas recheadas.

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Em cantinas de colégio, o pedido mais comum no balcão é o clássico “Tio, me vê uma coxinha e um guaraná?”. Algumas instituições de ensino resolveram tentar mudar esse hábito. Desde o início do ano, o Vértice permite a venda na lanchonete de apenas versões orgânicas de refrigerante e salgados assados, além de incluir opções de fruta, chás gelados e doces naturais. A unidade de ensino infantil do Colégio Oswald de Andrade, na Vila Madalena, tomou atitude mais radical, com o fechamento da lanchonete no primeiro semestre e a contratação da Nutrical, empresa que elabora cardápios saudáveis em cerca de trinta escolas, atendendo 15 000 alunos. “Profissionalizamos o negócio, tentando não perder o caráter caseiro”, diz a nutricionista Denise Vilella. Agora, em vez das frituras e dos doces, um bufê no intervalo oferece pães integrais, frios (blanquet de peru e queijo fresco), três opções de fruta e sucos. “Atendemos ao pedido dos pais por mudança”, explica a diretora Maria Antonieta Giovedi.

Alimentação salada Oswald de Andrade
Camila Delouya, Helena Gonçalves e Luiza Souza no bufê do Oswald de Andrade: pressão por mudanças (Foto: Fernando Moraes)

Já na unidade do Alto da Lapa, onde funcionam o ensino fundamental II e o médio, as novidades foram motivadas, quem diria, pelos alunos. Em março de 2014, o grêmio estudantil reuniu-se para reivindicar melhorias na cantina e conquistou o apoio de representantes de classe. “A comida era gordurosa e cara”, conta Camilla Delouya, de 17 anos, do 3º ano do ensino médio. A pressão deu resultado e, no início deste ano, a empresa Cantinatural assumiu os refeitórios e implementou um menu light. “As folhas e os legumes são orgânicos, temos opções vegetarianas e cortamos o refrigerante da cantina”, descreve o dono, André Saad.

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As iniciativas não se restringem a mudanças no cardápio. Para aumentar o controle dos pais, o Colégio Palmares, em Pinheiros, adotou há um mês um cartão pré-pago para uso na lanchonete. Com ele, é possível fiscalizar os gastos e também bloquear um produto que não deve ser consumido pelo filho. “Se os pais decidirem que a criança não pode comer determinado salgado, o caixa será impedido de realizar a venda”, explica Francisco Guido, responsável pela cozinha.

A escola passou a oferecer mais opções de suco, pães  integrais, verduras e filetes de cenoura e pepino. O desafio de reverter os maus hábitos alimentares de adolescentes é tão complexo que até mesmo pequenas conquistas são celebradas. “Em dez anos, baixamos a venda de refrigerantes de 200 latas diárias para cinquenta”, afirma Guido. O colégio também alterou o currículo das aulas de culinária, e receitas pesadas como massas deram lugar a saladas e cereais. As trocas colaboraram para mudar a rotina de estudantes como Pedro Pinto, de 9 anos, do 4º ano do ensino fundamental I, que abusava de chocolates e frituras. A conduta reprovável acabou levando a mãe, Wilma Clemente, a ser chamada à diretoria, em maio. “Elaboramos em conjunto um programa de reeducação alimentar e, em três meses, ele perdeu 3 quilos”, comemora.

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Outras escolas registraram conquistas curiosas entre seus alunos. Há três anos, a PlayPen Escola Cidade Jardim investiu 200 000 reais na compra de um forno a vapor, que evita a perda de nutrientes, na contratação de uma nutricionista e na reforma do cardápio e da cozinha. No almoço, a lanchonete, proibida de vender refrigerantes e frituras, fica fechada. Os estudantes comem no bufê, que oferece arroz, feijão, saladas variadas, frutas e bolos caseiros. Ali, Sofia, de 8 anos, do 3º ano do ensino fundamental I, teve a oportunidade de experimentar alface pela primeira vez. “Ela sempre foi resistente a legumes, verduras e frutas”, conta sua mãe, a advogada Lisa Alves Lima. “Foi maravilhoso: Sofia chegou em casa toda animada.

Horta Crianças Sabin
Horta AB Sabin, na Vila São Francisco: plantio e consumo de frutas e legumes (Foto: Fernando Moraes)

”Durante o desenvolvimento infantil, o paladar começa a ser construído logo após a criança provar qualquer alimento diferente do leite materno. Se ela está matriculada na escola, o que aprende lá também modela suas preferências de sabor. De olho nisso, o Colégio AB Sabin, na Vila São Francisco, criou uma horta para ser cultivada pelos alunos do período integral, todos com idade entre 1 e 5 anos. Desde o primeiro semestre, além de regar as mudinhas, eles também se alimentam do que plantam. “A criança colhe, lava e, em aula, come um sanduíche ou uma salada”, conta a professora Adriana Tayar.

Não é apenas no ensino privado que a gastronomia está em pauta. Em 2013, uma medição de peso e altura foi realizada em 123 unidades da rede pública estadual. Cerca de 20% dos jovens registraram sobrepeso. “Com os dados em mãos, começamos um trabalho de conscientização”, conta o cardiologista Carlos Alberto Machado, um dos coordenadores da pesquisa. Entre as mudanças operadas, uma das mais significativas é a alteração dos produtos comprados pelo Departamento de Alimentação e Assistência ao Aluno da Secretaria da Educação estadual. O feijão e a carne deixaram de ser enlatados, e o arroz passou a ter versão integral. Desde 2012, o Fundo Social de Solidariedade, ligado à Secretaria de Governo, também investe no plantio de hortas dentro de 29 instituições na capital, atendendo 12 600 alunos. O espaço é usado durante as aulas de ciências, e os itens colhidos são incluídos na merenda. Na rede municipal, artigos provenientes da agricultura estão sendo priorizados como opção aos industrializados. Somente neste ano, a prefeitura investiu cerca de 25 milhões de reais na compra de orgânicos, dez vezes mais que em 2014. Em contrapartida, bolachas e bolinhos recheados foram excluídos da cesta.

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Uma boa alimentação durante os primeiros anos de vida é fundamental para a saúde. Estudos indicam que, além de modelar o paladar, a ingestão de açúcares e gorduras em excesso nessa fase amplia o risco de se desenvolverem doenças cardiovasculares e metabólicas na vida adulta. Um relatório de 2014 da Rede Nacional Primeira Infância mostra que existe relação entre o consumo de bebidas adocicadas (como sucos de caixinha) e o aumento da probabilidade de a pessoa ter sobrepeso. Na batalha contra o cardápio “trash”, especialistas afirmam que não é necessário recorrer a radicalismos. “Não precisa extirpar o chocolate da vida do filho, é só ter bom senso na escolha das refeições”, afirma o pediatra Mauro Fisberg. “Eventualmente, em quantidades moderadas, a criança pode comer bolacha recheada.” Na hora de ir à escola, a regra que vale é a do equilíbrio. “Os pais devem selecionar um item de cada grupo: queijos brancos, carnes magras e frutas são sempre bem-vindos”, explica a nutricionista Dyandra Loureiro, do Centro de Obesidade Infantil do Hospital Sabará.

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As mudanças ocorridas em alguns colégios parecem sugerir que a dupla coxinha e refrigerante está prestes a levar bomba. Na verdade, há ainda muito a avançar nessa área. Para se ter uma ideia do descompasso entre as recomendações de especialistas e a realidade, até dois meses atrás havia um fast-food dentro de uma das melhores escolas de São Paulo. No Colégio Dante Alighieri, nos Jardins, um quiosque do Bob’s vendia refrigerantes e sorvetes desde 2008.

Ele foi substituído em junho por um que oferece salgados integrais, sucos e frutas, com o objetivo de incentivar a alimentação saudável. Não é sempre que as novidades são bem recebidas. Em muitos locais, há forte resistência dos alunos a abandonar o vale-tudo nas refeições. Na unidade do Morumbi da Escola da Vila, houve até protesto quando o pastel e outras frituras foram abolidos da lanchonete, há alguns anos. Na ocasião, adolescentes perseguiam a nutricionista do colégio pelos corredores entoando “Ol, ol, ol, queremos colesterol!”. E, apesar da preocupação dos pais, a vida corrida de hoje serve de desculpa para as derrapagens no planejamento deum cardápio equilibrado. Afinal, é mais cômodo comprar bolos industrializados e sucos de caixinha do que montar sanduíches naturais.

Horta Crianças Sabin
Horta AB Sabin, na Vila São Francisco: plantio e consumo de frutas e legumes (Foto: Fernando Moraes)

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Para facilitar a vida dos pais, algumas empresas passaram a produzir lancheiras saudáveis. Um dos exemplos é a Meu Lanchinho, inaugurada no início do ano como um serviço de delivery pelas empresárias Priscilla Borges, Larissa Santos e Caroline Kamakura. O cliente faz encomendas mensais, pagando entre160 e 340 reais, de acordo com a quantidade de produtos solicitados. Cada pacote contém uma fruta, um sanduíche pequeno de peito de peru ou de queijo, suco natural e, se o pai permitir, uma bolacha doce caseira. As entregas são realizadas diretamente nas escolas. Por enquanto, o serviço está restrito a alguns bairros da Zona Sul. Uma das freguesas é a analista de sistemas Roberta Morais, mãe de Pedro, de 2 anos, matriculado no maternal do Patoxó, no Brooklin. “Não consigo arranjar tempo para ir ao supermercado nem ao hortifrúti”, justifica. Outro recurso disponível é a consultoria. A engenheira de alimentos Mayra Abucham oferece diversas aulas, como de cozimento de papinhas saudáveis e de elaboração de lancheiras, por valores a partir de 1 250 reais. “Entrego à família  um roteiro do que fazer de acordo com os hábitos da criança”, explica. 

A prova do menu

Confira os alimentos vetados e os recomendados a crianças

Lancheira Crianças doces
Bolinho industrializado (141 calorias), bolachas recheadas (56 calorias), pão branco (128 calorias), embutido (108 calorias), salgadinho industrializado (145 calorias), refrigerante em lata (106 calorias), cereal industrializado (109 calorias) e queijo do tipo petit suisse (50 calorias) (Foto: Fernando Moraes)

O que dizem os especialistas: a ingestão rotineira e frequente de produtos com alto teor de açucar e sódio aumenta o risco de doenças cardiovasculares, obesidade e diabetes.

Lancheira saudável crianças
Castanhas (190 calorias), frutas com casca ou desidratadas (70 calorias), pão integral (60 calorias), queijo branco (80 calorias), atum (33 calorias), iogurte semi desnatado (90 calorias), cereal integral (105 calorias), cenouras baby (13 calorias) e tomates-cereja (6 calorias) (Foto: Fernando Moraes)

O que dizem os especialistas: manter uma dieta adequada fortalece o sistema imunológico, evita doenças metabólicas e contribui para o desenvolvimento.

"Cola do Lanche"

Como evitar os principais erros ao estimular hábitos saudáveis

1. Só frutas: para aumentar a variedade de nutrientes, evite montar a lancheira com apenas um grupo de alimentos

2. Frutas ácidas e doces: a mistura pode retardar a digestão e causar mal-estar gástrico, o que dificulta o desenvolvimento do paladar

3. Sucos de caixinha: as versões tradicionais contêm excesso de açúcar, pouca polpa e quase nenhum nutriente

4. Achocolatados: apesar das vitaminas prometidas, eles têm muito açúcar

5. Adoçantes: nem todo “diet” pode ser consumido por crianças. São preferíveis a stevia e a sucralose em detrimento de aspartame, sacarina e ciclamato

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  • Carnes

    Martín Fierro

    Rua Aspicuelta, 683, Vila Madalena

    Tel: (11) 3814 6747

    VejaSP
    5 avaliações

    Este é um endereço para quem não liga para conforto, mas quer saborear boas carnes. Passam pela grelha cortes argentinos selecionados pela restauratrice Ana Maria Massochi, sócia também do La Frontera.Temperados com sal grosso no estilo brasileiro, vão à mesa no ponto escolhido. Não há como escapar do vacío (R$ 77,00, 300 gramas), conhecido no Brasil como fraldinha. Esse, como os demais itens, chega acompanhado de uma bem temperada salada verde. Para começar, a morcilla (R$ 18,00) rivaliza com a empanada folhada de alho-poró com roquefort (R$ 10,00). O arroz-doce brûlé (R$ 10,00) finaliza com categoria.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Cozinha variada

    Paris 6

    Rua Haddock Lobo, 1240, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3085 1595

    VejaSP
    33 avaliações

    Uma surpresa, a cozinha do Paris 6 teve uma melhora neste ano. Da lista interminável de pratos para atender a todo tipo de paladar e com sugestões dedicadas a celebridades que se tornou o cardápio do bistrô, é possível pinçar uma ou outra opção que não faz feio. É o caso do bife de fígado acebolado com arroz e fritas (R$ 62,00). A receita saiu do caderno de Jeanette Azar, mãe do proprietário Isaac Azar. Ainda que pudesse ser mais macio, o medalhão de flé com purê de banana à marcelo antony (R$ 78,00) também vale. Para os fãs, o grand gâteau de Ovomaltine (R$ 32,00) é a pedida. Um pouco acima no número 1159 da Rua Haddock Lobo, funciona o Paris 6 Vaudeville (2548-2790), de cardápio idêntico.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Italianos

    Saiba onde comer bons tiramisu na cidade

    Atualizado em: 8.Out.2016

    O clássico doce italiano tem vez em diferentes cardápios da cidade
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  • Chope e cerveja

    Aé Sagarana

    Rua Aspicuelta, 268, Vila Madalena

    Tel: (11) 2768 2004

    VejaSP
    5 avaliações

    É um bar dedicado aos prazeres do chope e pertence a Paulo Leite, proprietário do Empório Sagarana. Rústico, o espaço recebe o visitante em mesas de tronco de árvore e bancos montados em baldes. Enfeitadas com chifres de boi e bode, as bocas de chope expedem 23 opções. Cerca de 80% são nacionais, mas a depender da sorte descem para o copo pedidas importadas como o belga Tripel Karmeliet (R$ 29,00, 400 mililitros), com 8,4% de álcool. Ajudam a alegrar ainda mais a população local a carta com trinta tipos de cachaça e a coxinha bem cremosa de porco (R$ 29,00 o trio), servida ao lado de geleia de abacaxi e pimenta.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Bar-restaurante

    Bares onde provar uma boa polenta cremosa

    Atualizado em: 29.Ago.2015

    Quatro versões do prato para forrar o estômago entre umas e outras
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  • Empórios ou mercados gourmet

    Feed

    Rua Doutor Mário Ferraz, 547, Itaim Bibi

    Tel: (11) 5627 4700

    VejaSP
    1 avaliação

    A butique de carnes ocupa um imponente salão de 360 metros quadrados, com fachada envidraçada e pé-direito de 5 metros de altura. Refrigeradores acomodam cortes como corazón de muracha (R$ 48,90 o quilo), que é o coração da paleta, e fat iron (R$ 64,90 o quilo), corte longitudinal derivado da raquete, além do trivial filé-mignon (R$ 94,90 o quilo). Também dá para encontrar uma boa variedade de peças maturadas a seco (ou dry aged), assim como bandejas com bifes de coxão mole (R$ 32,90 o quilo). Nos fundos, há um espaço de eventos com churrasqueira onde rolam cursos e também almoço durante a semana. Neste caso, pagam-se R$ 69,90 por pessoa por um prato feito na parrilha, como bife ancho, com entradinha e sobremesa.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • A experiência com a exposição de Alberto da Veiga Guignard, em cartaz no MAM, pode ficar mais intensa quando o visitante segue para a sala menorzinha do museu, que acolhe Paisagem Opaca. O curador Felipe Chaimovich fez uma acertada seleção de 26 obras do acervo, a maioria delas produzida por artistas contemporâneos. Elas dialogam diretamente com a mostra principal. Guignard tornou-se conhecido pelas pinturas de cenários, que nem sempre eram registros do que via, mas uma representação da realidade. Na montagem de Paisagem Opaca, 24 nomes, como Leda Catunda, Tatiana Blass e Sandra Cinto, fazem algo semelhante. Na tela em tons amarelados New York, por exemplo, a cidade americana aparece em uma representação abstrata. É a maneira que o autor do trabalho, Manabu Mabe, escolheu para expressar sua visão diferente e original sobre essa metrópole. Até 11/9/2015.
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  • A Cia. Truks encerra de forma bacana a trilogia de montagens baseada no teatro de objetos, linguagem na qual coisas simples do dia a dia, como uma caneca ou uma colher, viram personagens. Depois de Sonhatório (2012) e Construtório (2014), a trupe estreia Acampatório, também dirigida por Henrique Sitchin, que traz as aventuras de três amigos em terras desconhecidas. Os criativos rapazes começam tirando de tudo de dentro de mochilas superequipadas e se divertem com o que encontram dentro delas. Pés de pato fazem as vezes de engraçados surfistas, uma abóbora e cachos de banana tornam-se um siri e um cantil junto de canecas representa uma vaca. Do piquenique arruinado por formigas ao hilário ataque de um tubarão (!), a montagem sem diálogos arranca risadas genuínas graças à ótima expressão corporal do elenco e tem um desfecho capaz de emocionar quem tem coração mais mole. Com Gabriel Sitchin, Rafael Senatore e Rogério Uchoas. Estreou em 1º/8/2015. Até 26/9/2015.
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  • Tragédia

    Otelo
    VejaSP
    3 avaliações
    Teatro é arte, mas também dá muito trabalho e, às vezes, pouco retorno. Então, não é raro ver atores em cena guiados pelo piloto automático e tão espontâneos quanto um robô. Concebida e dirigida por Debora Dubois, a encenação da tragédia de William Shakespeare sobre o ciúme chama atenção justamente pelo contrário. O elenco de nove atores se entrega a essa história com uma energia capaz de contagiar a plateia – e essa garra é perceptível na forma como cada um dá o texto da fluente tradução de Maria Silvia Betti. Na trama, o general Otelo (interpretado por Samuel de Assis) torna-se alvo da inveja de Iago (representado por Rafael Maia, principal destaque do grupo), preterido no cargo de tenente em favor de Miguel Cássio (o ator Cesar Figueiredo). Revoltado e sem escrúpulos, Iago constrói uma teia de intrigas que leva o personagem-título a acreditar que sua mulher, a doce Desdêmona (vivida por Samara Felippo, no lugar de Mel Lisboa), é uma adúltera e pode estar envolvida com Miguel Cássio. Concretizado através de 27.000 reais captados em um site financiamento coletivo, o espetáculo volta ao cartaz no Teatro Faap na quarta (20/01/2016) depois de duas bem-sucedidas temporadas na cidade. Com Ricardo Monastero, Glaucia da Fonseca, Yael Pecarovich, Antonio Ranieri e Marcio Guimarães. Estreou em 11/8/2015. Até 28/4/2016.
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  • Do Lado Direito do Hemisfério se mostra uma peça leve e divertida, porém sem ser rasa. Inspirados por casos reais envolvendo o neurologista e escritor inglês Oliver Sacks, os mineiros da Cia. Afeta interpretam o drama. A encenação se vê centrada em três personagens: um homem com perda de memória recente, um sujeito que se desestabiliza ao sentir emoções mais fortes e outro que enxerga o mundo de forma abstrata. Suas histórias trágicas, mas tratadas de maneira delicada, cruzamse entre si e com a de uma moça que atua como uma espécie de narradora. Trechos com o uso de metalinguagem e uma simpática música de abertura pontuam o espetáculo. A dramaturgia foi construída por Antonio Hildebrando e Nando Motta, também diretor e ator. Com Alexandre Cioletti, Barbara Salomé e Rodrigo Fidélis. Estreou em 29/7/2015. Até 25/9/2015.
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  • Instant Article

    Melhores peças em cartaz

    Atualizado em: 25.Nov.2016

    Veja algumas montagens que valem o ingresso
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  • Sob coordenação do competente coreógrafo paulistano radicado na Alemanha Ismael Ivo, o projeto Biblioteca do Corpo pretende desenvolver o trabalho de jovens bailarinos. Dez artistas brasileiros e quatro chineses interpretam Das Tripas... Coração. Antes do início da performance, o público poderá subir ao palco e apreciar uma espécie de instalação coreográfica. Conduzem o espetáculo os temas de construção de identidade do corpo e do tráfico de órgãos. O uso de tinta vermelha para simular sangue é um dos artifícios vistos na peça. Dias 5, 6 e 7/9/2015.
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  • Formado em arte e ex-professor universitário de cinema, o americano Samuel Beam se apresenta sob a alcunha de Iron and Wine. Aos 41 anos, o músico se estabeleceu como um nome respeitado do cenário independente ao longo de pouco mais de uma década de carreira. Antes de assinar o primeiro contrato, em 2002, Beam atuou como compositor por sete anos. Quando um amigo o presenteou com um gravador caseiro, registrou seus primeiros EPs, que chegaram às mãos dos donos da Sub Pop, gravadora conhecida no circuito do rock alternativo. O som cru do primeiro disco, Our Endless Numbered Days (2002), deu lugar nos álbuns seguintes a faixas mais encorpadas, nas quais o artista é acompanhado por uma banda, caso do luminoso The Sheperd’s Dog (2007). A inspiração em Nick Drake, Neil Young, Paul Simon e Elliott Smith, entretanto, sempre esteve presente. Neste ano, Beam soltou Sing into My Mouth em parceria com Ben Bridwell, do grupo Band of Horses. Temas do projeto, incluindo versões para músicas de Talking Heads e Sade, e a compilação de lados B Archive Series Volume No. 1 entram no repertório que ele mostra sozinho no palco. Dia 2/9/2015.
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  • Comédia

    Ted 2
    VejaSP
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    Quem apostaria que um ursinho de pelúcia beberrão, mulherengo e desbocado teria cacife para virar fenômeno pop? Superando as expectativas mais otimistas de Hollywood, foi exatamente esse o destino do tipinho politicamente incorreto criado pelo comediante Seth Mac Farlane (autor do desenho para adultos Family Guy). Graças a ele, o longa-metragem Ted, de 2012, arrecadou quase 550 milhões de dólares no mundo todo e... rendeu uma continuação caça-níquel, claro. Com porte de superprodução, Ted 2 não teve a mesma sorte e acabou rejeitado pelo público americano. A explicação para o fracasso é, infelizmente, de ordem criativa: embora mantenha o es(e esdrúxulo, como esperado), mas desenvolvido num roteiro tão bobinho e “adultescente” quanto os protagonistas. Em um dos momentos mais embaraçosos, um acidente num banco de esperma dá a “deixa” para uma piada racista sobre a vida sexual da socialite Kim Kardashian. O humor vale-tudo, usado de maneira acertada na fita anterior, não combina com uma mensagem em defesa dos direitos das minorias. Em vez de divertir, a brincadeira apenas incomoda. Estreou em 27/8/2015.
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    Atualizado em: 1.Dez.2016

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  • Filmes nacionais recentes como O Som ao Redor e Casa Grande mostraram a força de dramas que trazem à tona discussões atuais sobre a sociedade brasileira. O paulistano Que Horas Ela Volta? acrescenta a essa onda um “algo mais” irresistível: a capacidade de comover o espectador. O prestígio internacional do novo longa de Anna Muylaert (de Durval Discos e É Proibido Fumar), vencedor de prêmio de público no Festival de Berlim, pode ser creditado ao apelo universal de uma trama sobre amor de mãe. O impacto, no entanto, teria sido muito menor sem Regina Casé à frente do elenco. Desde Eu Tu Eles, de 2000, a atriz estava devendo uma interpretação memorável. No papel da empregada doméstica Val, ela garante alma às provocações da cineasta, que discute por um viés intimista as relações de poder escondidas no nosso cotidiano. Conformada com uma vidinha estável, mas sem perspectivas, a pernambucana mora num cômodo abafado de uma mansão no Morumbi e se considera uma segunda mãe do adolescente Fabinho (Michel Joelsas). Esse clima de falsa harmonia cai por terra quando sua filha, Jéssica (Camila Márdila, que dividiu com Casé o troféu de melhor atriz no festival americano de Sundance), resolve passar uma temporada em São Paulo para prestar vestibular. O choque de temperamentos será bombástico. Sem a menor vontade de ser tratada como cidadã de segunda classe, a jovem irritará a patroa (Karine Teles) e será desejada pelo pai da família (Lourenço Mutarelli). Embora pese um pouco a mão na solução dos confitos, amarrados sem tanta sutileza, Muylaert dá conta de transformar, pouco a pouco, a maneira como o espectador vê essa personagem “invasora”: de visitante inconveniente a uma força rebelde capaz de mostrar à mãe que a vida pode ir além do quartinho dos fundos. Estreou em 27/8/2015.
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  • Esqueça a falta de imaginação que contamina as fitas de terror sobre casas assombradas, assassinos mascarados e espíritos em fúria. Ao provar que o gênero ainda pode ser tratado com o mínimo de originalidade, a produção indie Corrente do Mal se tornou queridinha entre críticos americanos. Com razão, aliás. Na trama, que amedronta ao sugerir uma ameaça invisível, uma entidade sobrenatural é “transmitida” de personagem a personagem por meio do ato sexual. Para se livrar da maldição, a única saída é contaminar outra pessoa o mais rapidamente possível. A metáfora do pânico da aids pode parecer óbvia, mas até os truques triviais da narrativa ganham sentido quando se nota a intenção do diretor David Robert Mitchell de remeter à atmosfera obscura de longas de horror dos anos 80 (a trilha sonora faz referência direta à filmografia de John Carpenter). O realizador tenta, sobretudo, refletir sobre a sombra deixada por aquela década no cinema de entretenimento e no mundo de hoje. Com uma diferença importante em relação a outras fitas de horror-cabeça: nos momentos de maior voltagem, esta provoca arrepios reais. Estreou em 27/8/2015.
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  • De uma fita de ação inspirada no universo dos games, espera-se um visual de cair o queixo. Eis o maior dos pecados cometidos por esta nova versão cinematográfica para a série de jogos Hitman (a primeira, um fiasco total, saiu em 2007). Sem inspiração para misturar ficção científca e thriller, o diretor estreante Aleksander Bach cai na mesmice das fitas de espionagem e entedia o público com uma encenação tão pobre quanto a de um seriado de segundo escalão. O personagem-título, interpretado laconicamente pelo inglês Rupert Friend (de Orgulho e Preconceito), é um assassino de elite programado geneticamente para eliminar os alvos de uma agência misteriosa. Esse homem-máquina, vestido impecavelmente com terno e gravata vermelha, é escalado para proteger uma mulher (papel de Hannah Ware) cujo pai, um cientista brilhante, tem a chave para a multiplicação de clones superpoderosos. Os leigos em videogame sairão da sessão sem entender por que esses personagens tão monótonos provocam tamanho entusiasmo. Estreou em 27/8/2015.
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  • Em plena década de 80, com o hit Os Intocáveis, o diretor americano Brian De Palma provou que as fitas de gângsteres ainda tinham munição para provocar falatório (e longas filas). Estrelada por Kevin Costner, Robert De Niro e Sean Connery, vencedor do Oscar de coadjuvante pelo papel de Jim Malone, a fita está de volta em três sessões na rede Cinemark. As exibições ocorrem neste sábado (29/8), neste domingo (30/8) e na quarta (2/9/2015) nos complexos dos shoppings Center Norte, Central Plaza, Eldorado, Iguatemi, Market Place, Metrô Santa Cruz, Mooca Plaza, Pátio Paulista e Villa-Lobos.
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  • Quando o assunto é cinema de fantasia, poucos diretores surpreendem tanto quanto o sul-coreano Bong Joon-Ho. Em O Hospedeiro, de 2006, criou um mix delirante de ficção científca, terror, filme-catástrofe e sátira política. Apesar de não superar o atrevimento daquele longa, Expresso do Amanhã corre riscos que seriam inaceitáveis em superproduções americanas. Filmado no Leste Europeu com um elenco internacional, o longa adapta uma HQ francesa ambientada em um futuro pós-apocalíptico. Em 2031, a Terra se tornou um planeta cinzento, congelado após uma tentativa frustrada de combate ao aquecimento global. Os sobreviventes habitam vagões de um trem em movimento constante, confinados de acordo com sua classe social. Quanto mais perto da cabine do comandante, maior o grau de ostentação. Essa estabilidade será abalada por um grupo de rebeldes liderado por Curtis Everett (Chris Evans). Mesmo confinado em cenários claustrofóbicos, o cineasta transforma cada um dos setores do expresso em um mundo à parte, e eles se desdobram aos olhos do espectador como etapas de um videogame. O visual é arrasador. Pena que o roteiro se torne repetitivo e perca o gás bem antes da fase final. Estreou em 27/8/2015.
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  • Uma das ondas cinematográficas mais comentadas dos anos 90, o Dogma 95 fez um desafio a diretores do mundo todo: seguir uma série de regras contra os artifícios típicos de Hollywood. A partir de quarta (2/9), até o dia 14 de setembro de 2015, o Centro Cultural Banco do Brasil festejará os quinze anos do movimento com a exibição de dezesseis longas. Entre eles está o drama Ondas do Destino, de Lars von Trier, com sessões na quarta (2/9) e no sábado (5/9), às 19h. O ingresso custa R$ 4,00. Confira a programação: Quarta, 2 de setembro 16h30 - Corações Livres (2002), de Susanne Bier 19h - Ondas do Destino (1996), de Lars Von Trier Quinta, 3 de setembro 17h30 - Os Idiotas (1998), de Lars Von Trier 20h - Debate com os críticos Fernando Oriente e Filipe Furtado Sexta, 4 de setembro 15h - O Rei Está Vivo (2000), de Kristian Levring 17h30 - Julien Donkey Boy (1999), de Harmony Korine 19h30 - Brothers (2004), de Susanne Bier Sábado, 5 de setembro 14h30 - Mifune (1999), de Søren Kragh-Jacobsen 16h30 - Corações Livres (2002), de Susanne Bier 19h - Ondas do Destino (1996), de Lars Von Trier Domingo, 6 de setembro 16h - O Rei Está Vivo (2000), de Kristian Levring 18h30 - Julien Donkey Boy (1999), de Harmony Korine Segunda, 7 de setembro 15h - Kiara's Reason - A Love Story (2001), de Ole Christian Madsen 17h - Brothers (2004), de Susanne Bier 19h30 - Lovers (1999), de Jean-Marc Barr Quarta, 9 de setembro 10h - Sessão especial e gratuita de Os Idiotas para universitários + bate-papo 15h30 - Italiano para Principiantes (2000), de Lone Scherfig 17h30 - Fuckland (2000), de José Luis Márques 19h30 - Festa de Família (1998), de Thomas Vinterberg Quinta, 10 de setembro 15h30 - Kiara's Reason - A Love Story (2001), de Ole Christian Madsen) 17h30 - Mifune (1999), de Søren Kragh-Jacobsen 19h30 - A Caça (2012), de Thomas Vinterberg Sexta, 11 de setembro 15h - Dogma do Amor (2003), de Thomas Vinterberg 17h - Hotel (2001), de Mike Figgis 19h15 - Dançando no Escuro (2000), de Lars Von Trier Sábado, 12 de setembro 15h - Italiano para Principiantes (2000), de Lone Scherfig 17h - A Caça (2012), de Thomas Vinterberg 19h30 - Os Idiotas (1998), de Lars Von Trier Domingo, 13 de setembro 14h - Dogma do Amor (2003), de Thomas Vinterberg 16h30 - Lovers (1999), de Jean-Marc Barr 18h30 - Festa de Família (1998), de Thomas Vinterberg Segunda, 14 de setembro 14h30 - Fuckland (2000), de José Luis Márques 18h30 - Hotel (2001), de Mike Figgis 19h - Dançando no Escuro (2000), de Lars Von Trier
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  • Documentário

    Dior e Eu
    VejaSP
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    Não é preciso ser fashionista para roer as unhas durante a exibição do documentário Dior e Eu. Com o pique de um reality show, mas sem escorregar na superficialidade, o diretor francês Frédéric Tcheng visita os bastidores de uma das grifes mais respeitadas da moda em momento de expectativas à flor da pele. Na primavera de 2012, o estilista belga Raf Simons foi convidado para assinar pela primeira vez uma coleção da Dior. A escolha provocou desconfiança generalizada, já que o estilo minimalista do costureiro não parecia casar com a pompa romântica associada à marca. A missão dele não parou aí: Simons teve apenas oito semanas para desenvolver os figurinos da estação. Enquanto mostra os perrengues do dia a dia de uma equipe tecnicamente impecável (nos bastidores, o clima é de trincheira), o cineasta recorre a imagens de arquivo em preto e branco para trazer à tona as memórias do próprio Christian Dior (1905-1957), narradas no livro autobiográfico que dá nome ao longa. O vaivém entre passado e presente revela a batalha diária de uma empresa para, ao compreender as mudanças do mercado, manter-se no topo. Estreou em 27/8/2015.
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  • Bairros / Serviços

    36 horas em São Paulo

    Atualizado em: 27.Ago.2015

Fonte: VEJA SÃO PAULO