Entrevista

Meu estilo: Lala Rudge

A blogueira fala um pouco sobre suas preferências e como enfrenta o verão com classe

Por: Juliana Mariz

Lala Rudge - edição de luxo 2213a
Lala Rudge e o verão: seu fim de semana não é completo se ela não toma sol (Foto: Eduardo Svezia)

Aos 21 anos, Lala Rudge já é referência na geração que transformou em blog a paixão por moda. Frequentadora assídua de coquetéis, lançamentos de coleções, desfiles e festas, ela é seguida por olhares ávidos em busca da lição da temporada. Agora, por exemplo, aposta no vermelho e na estampa de onça. Na sua cartilha, efêmeras são só as coleções fast-fashion. Estilo é “saber se portar” e permanece a vida toda. Pele bronzeada muito de leve e revistas de moda a tiracolo, ela se divide entre São Paulo e Indaiatuba, cidade a 112 quilômetros da capital que abriga o condomínio chique Helvetia. Vai sempre em busca do sol.

Veja São Paulo — Do que mais gosta em São Paulo?

Lala Rudge — Adoro a vida agitada. Não conseguiria morar num lugar parado.

Veja São Paulo — Uma temporada inesquecível.

Lala Rudge — O Carnaval em Salvador no ano passado. Amei a alegria de lá. O astral é contagiante.

Veja São Paulo — Seu fim de semana de verão não é completo...

Lala Rudge — Se eu não tomo sol.

Veja São Paulo — O melhor jeito de enfrentar o calor com classe é...

Lala Rudge — Saber adequar até a maquiagem à temperatura: base, pó para tirar o brilho da oleosidade natural, corretivo, blush rosinha e máscara para cílios são suficientes.

Veja São Paulo — O que não pode faltar no seu nécessaire de verão?

Lala Rudge — Máscara de cabelo Chroma Riche, da Kérastase.

Veja São Paulo — O melhor jeito de curtir as altas temperaturas é...

Lala Rudge — Ficar no ar-condicionado.

Veja São Paulo — O que não pode faltar no guarda-roupa?

Lala Rudge — Short jeans, sem dúvida alguma.

Veja São Paulo — Um restaurante, um prato e uma bebida com a cara do verão paulistano.

Lala Rudge — Adoro o Brown Sugar, onde a melhor pedida é tomar água de coco na varanda. E sempre peço o talharim de pupunha do Maní.

Fonte: VEJA SÃO PAULO