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Bolsa icônica Lady Dior ganha releituras no Tomie Ohtake

Integram a mostra mais de 70 obras de artistas que prestaram sua homenagem à grife francesa, entre eles, David Lynch e o brasileiro Tunga

Por: Redação VEJASAOPAULO.COM - Atualizado em

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A bolsa Lady Dior nasceu em 1995 e tornou-se mundialmente famosa por ter caído no gosto da princesa Diana, que foi presenteada pela marca que leva o nome do estilista francês Christian Dior (1905-1957). Na época, Lady Di visitara Paris para a inauguração de uma mostra de Cézanne. A princesa se encantou tanto com o presente que acabou encomendando uma de cada versão existente.

Nos últimos anos, o modelo retangular, com argolas e as iniciais da grife, feita de couro ou diversos tipos de pele, transformou-se em objeto de desejo de mulheres de todo o mundo.

Em comemoração a essa história de sucesso da Maison Dior, a marca que sempre manteve laços com artistas de diferentes áreas, principalmente das artes plásticas, preparou a exposição Lady Dior As Seen By, que já passou por Milão, Xangai, Tóquio e Pequim, entre outras cidades, e agora chega a São Paulo. A mostra vai de 21/02 até 10/03/2013, no Instituto Tomie Ohtake.

Integram a mostra mais de 70 obras de gente de renome que presta sua homenagem à grife francesa, entre eles, os diretores David Lynch e John Cameron Mitchell, os fotógrafos Patrick Demarchelier e Wen Fang, e a artista plástica Olympia Scarry. Na edição brasileira, três artistas foram convidados para também darem a sua versão à marca: Laerte Ramos, Brigida Baltar e Tunga.

Fonte: VEJA SÃO PAULO