Criminalidade

Jovem é indiciado por furtar celular de menina estuprada

Rapaz foi preso em flagrante tentando vender o aparelho da vítima e prestou depoimento no 36° Distrito Policial da Vila Mariana

Por: Adriana Farias - Atualizado em

ibirapuera
Parque do Ibirapuera: duas adolescentes foram estupradas no parque no último domingo (17) (Foto: Priscila Zambotto)

Um rapaz de 19 anos foi indiciado nesta terça-feira (19) por ter furtado o celular de uma das jovens estupradas no último domingo (17) no Parque do Ibirapuera. Ele estava com ela quando seis rapazes, segundo ela, chegaram ao local onde haviam praticado sexo e a estupraram. Após ser ouvido, o jovem foi liberado.

De acordo com o delegado titular do 36° Distrito Policial da Vila Mariana, Márcio de Castro, ele confirmou ter levado o celular da vítima. Em depoimento, o jovem disse que conheceu a vítima no mesmo dia, no parque, e eles tiveram relações sexuais consentidas. 

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Depois, apareceram outros três rapazes, possivelmente os agressores. Segundo o jovem, ela quis ficar no local. Ele então furtou o celular, um iPhone 6S, e a deixou. Também em depoimento, a garota confirmou que a relação foi consentida, mas que foi violentada por seis rapazes. 

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A jovem disse ainda que havia consumido bebidas alcoólicas e cocaína. "Mesmo vulnerável por ter consumido drogas e álcool, se ela não consentiu, trata-se de um estupro", afirmou o delegado. Segundo ele, a vítima reconheceu o rapaz.

Além de indiciar o rapaz que fez sexo com a garota, a polícia deteve outros três jovens. Um deles, de 19 anos, tentava vender o aparelho da garota estuprada. Ele foi solto após pagar fiança de 800 reais. Os outros dois, menores de idade, também foram liberados. 

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No  domingo (17), também foi notificado outro caso de estupro a uma menor de 16 anos próximo ao portão 3, na Avenida Pedro Álvares Cabral. A jovem foi socorrida por um agente da Guarda Civil Metropolitana que trabalhava no Parque Ibirapuera, levada ao pronto-socorro do Hospital São Paulo, e depois deslocada para o Hospital Pérola Byington.

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO