COPA DO MUNDO

Jornal argentino lista razões para se preocupar com jogo de hoje

Equipe de Messi enfrenta a Suíça, às 13 horas, no Itaquerão

Por: Redação VEJA SÃOPAULO.COM - Atualizado em

Lionel Messi
O craque argentino Lionel Messi, durante partida contra a Nigéria (Foto: William Volcov/Brazil Photo Press/Folhapress)

O diário argentino La Nación listou algumas razões para os argentinos se preocuparem com a partida desta terça-feira (1º), às 13 horas, contra a Suíça, no Itaquerão.

A equipe de Messi tenta avançar para as quartas de final da Copa do Mundo.

 

Segundo o jornal, entres os motivos que aumentam a tensão dos torcedores estão, o nível da equipe, o trauma de enfrentar europeus e as dúvidas do técnico Alejandro Sabella.

O periódico afirma que, salvo Lionel Messi, craque do Barcelona, Chiquito Romero, Marcos Rojo e Ezequiel Lavezzi, o resto da equipe tem apresentado rendimento abaixo do esperado, “com atuações preocupantes de Gonzalo Higuaín, Fernando Gago e Federico Fernández”.

O La Nación lembrou que, nos últimos Mundiais, times do Velho Mundo mandaram os argentinos mais cedo para casa. Foi assim em 2010 e 2006, contra a Alemanha, em 2002, contra a Suécia, em 1998, contra a Holanda, e em 1994, ante a Romênia.

Sobre o técnico, o diário foi incisivo: “Pachorra [apelido do treinador] é um homem que custa a tomar decisões. Desde que começou o Mundial, ele tem se mostrado com muitas dúvidas.”

Para sonhar

Para evitar o baixo-astral antes da disputa, o jornal também enumerou alguns motivos para sonhar com a classificação, como adversários teoricamente mais fracos que os possíveis rivais do Brasil. Se passar, a Argentina pega o vencedor de Estados Unidos e Bélgica.

As viagens curtas e o calor que não sufocou os Hermanos foi considerado, até agora, um ponto favorável. A equipe acabou se desgastando menos que os rivais. Baseada em Belo Horizonte, a seleção jogou no Rio de Janeiro, em BH, em Porto Alegre e agora em São Paulo. E a temperatura não foi inimiga.

Outro ponto a favor, segundo o diário, é o fato de nenhum time ter se revelado grande favorito nesta Copa. Todos enfrentam dificuldades em campo. 

Fonte: VEJA SÃO PAULO