Bichos

Iracema Gil adestra 46 cães ao mesmo tempo

Adestradora paulistana bateu recorde em oito horas de trabalho

Por: Carolina Giovanelli

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Iracema Gil: ensinou 46 cães e um gato simultaneamente (Foto: Lucas Lima)

No último dia 2, a paulistana Iracema Gil (na foto, junto de seu golden Billy, exemplo de obediência) quebrou um recorde pessoal na carreira de adestradora. Ensinou ao mesmo tempo comandos para 46 cães e um gato. A ação rolou em Guarulhos, na casa de uma protetora de animais, que agora consegue evitar brigas entre a matilha. Tudo em oito horas. “Já fiz amesma coisa durante dois dias com os onze cachorros da Iris Abravanel, mulher do Silvio Santos”, afirma. Iracema (tel.: 99761-8350), chamada de Super Nanny Dogs, cobra 370 reais por quatro horas para adestrar um cão (200 reais o totó adicional).

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Você não se importa, certo? Ele não sabe que é um cachorro (Foto: Reprodução)

DICA DO ESPECIALISTA

Meu gato costuma comer as alças das sacolinhas plásticas. Como acabar com esse hábito?

Os felinos podem apresentar distúrbios comportamentais devido à ansiedade. É o que os leva, por exemplo, a lamber partes do corpo até criar feridas ou mesmo comer plástico, explica Luciana Deschamps, veterinária da clínica Sr. Gato. Assim, fique alerta para não deixar sacolinhas à vista. Um corpo estranho que vai para o estômago do animal e não é expelido pelas fezes em alguns casos demanda cirurgia ou leva à morte por infecção. Existem medicamentos que ajudam a curar a ansiedade, mas às vezes ela é desencadeada apenas por uma mudança na rotina do gato. Uma saída, então, é criar distrações, como um novo cantinho de brinquedos.

EU E MEU PET

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Fernanda e Tenório: calopsita assobia Vivaldi (Foto: Fernando Moraes)

Tenório, uma calopsita de penas cor de canela de 4 anos, adora música. Aprendeu a assobiar Vivaldi e cria composições próprias. Para manter a energia, abastece-se de sementes, folhas de couve e espigas de milho verde, iguaria preferida do topetudo. Sua dona, a publicitária Fernanda Kamonseki, não economiza nos carinhos. “Se não receber o cafuné matinal, ele passa o resto do dia mal-humorado”, explica. Companheira de todas as horas, a ave vive no ombro de Fernanda e fala, feito um papagaio, um enrolado “dá beijinho”. Quem resiste?

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Fonte: VEJA SÃO PAULO