Cerca de 370 milhões de litros de cerveja foram consumidos na cidade no ano passado, segundo estimativas da presidente da Associação Brasileira dos Profissionais em Cerveja e Malte, Cilene Saorin. É como se cada paulistano adulto tivesse bebido 55 litros — o equivalente a 157 latinhas. Desse montante, 5 milhões de litros (ou 1,5%) referem-se a produtos importados ou vindos de microcervejarias brasileiras.
Embora representem uma parcela muito pequena do mercado e não incomodem as grandes cervejarias nacionais, os rótulos premium definitivamente se alastraram por balcões de bar, prateleiras de lojas e gôndolas de supermercado. Há hoje em São Paulo pelo menos 400 deles — quatro vezes mais do que dez anos atrás. São delícias fermentadas das mais variadas nacionalidades, estilos e sabores.
Inspirada numa reportagem da edição nova-iorquina da revista “Time Out”, VEJA SÃO PAULO elaborou um roteiro com os melhores bares e restaurantes para degustá-las, endereços especializados, cursos sobre o tema e dicas espertas.
Vindas de países como Austrália e Jamaica, bebidas têm característica diversas Saiba mais.
É possível levar as garrafas para casa ou degustar no próprio estabelecimento Saiba mais.
Sugestões dos estabelecimentos são feitas para harmonizar comida e bebida Saiba mais.
Alunos aprendem sobre história e saem capacitados a fazer harmonizações e a montar cartas Saiba mais.
É possível encontrar bebidas de países como Austrália, Inglaterra e até Jamaica Saiba mais.
Especial
Sommelière Cilene Saorin explica diferenças entre tipos de cerveja
Atualizado em: 25.Ago.2011
Comparação leva em conta cinco quesitos, de aparência a paladar Saiba mais.
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