Transporte

Greve de motoristas de ônibus ainda causa transtornos na cidade

Apesar do término da paralisação, veículos da viação Santa Brígida foram impedidos de deixar as garagens na manhã desta quinta-feira (22). Congestionamento recorde chegou a 168 quilômetros

Por: Redação VEJASÃOPAULO.COM - Atualizado em

Interior do ônibus da Rio Pequeno - Terminal Princesa Isabel - capa 2327
Terminal Pirituba segue com a circulação de ônibus prejudicada na manhã desta quinta (22) (Foto: Lucas Lima)

Apesar do acordo feito na noite de ontem entre sindicalistas e grevistas, a circulação de ônibus em São Paulo não está totalmente normalizada. Veículos da viação Santa Brígida, cujos funcionários deram início à greve, foram impedidos nesta quinta-feira (22) por manifestantes de deixar as garagens da Vila Jaguará e da Vila Mangalot, ambas na Zona Oeste, no início da manhã. Os ônibus só começaram a circular por volta das 10h, de acordo com a SPTrans.

Greve dos motoristas provoca congestionamento recorde

O funcionamento do Terminal Pirituba foi prejudicado. Veículos do Paese (Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência), acionados para suprir a demanda de passageiros no terminal, continuam atuando na área.

Funcionários do Metrô ameaçam entrar em greve na semana que vem

Ônibus estão parados também na Avenida Inajar de Souza, na Zona Norte, perto do Terminal Cachoeirinha. A SPtrans informou que vândalos furavam os pneus dos carros que passam pela via.

O recorde de trânsito no período da manhã neste ano acaba de ser batido, segundo a CET. Às 9h30, o índice de congestionamento chegou a 168 quilômetros. O recorde anterior foi registrado em 25 de abril, com 142 quilômetros. Às 11h, o número caiu para 143 quilômetros.

Fonte: VEJA SÃO PAULO