Arte

Cinco galerias para visitar a pé nos Jardins

Largue o carro e guarde a carteira: as mostras temporárias são gratuitas

Por: Julia Flamingo - Atualizado em

Quando os Monstros Envelhecem - Flávia Junqueira
Fotografia de Flávia Junqueira faz parte da mostra Quando os Monstros Envelhecem, na Zipper Galeria (Foto: Divulgação)

Passear pelo Jardins não significa somente investir em compras ou restaurantes. Também é possível fazer uma agradável caminhada pelas alamedas repletas de arte, sem gastar nenhum tostão. Criamos um roteiro de mostras temporárias para diversos gostos em cinco galerias, localizadas a poucos quarteirões de distância uma das outras:

  • Em suas esculturas, o português Ascânio MMM experimenta intervenções em materiais como madeira e alumínio. Torções, recortes e encaixes parecem levar as matérias-primas ao extremo, fazendo com que os trabalhos ganhem diferentes formatos de acordo com o ângulo do qual são admirados. Na retrospectiva, destacam-se as peças com pequenos módulos de alumínio presos uns aos outros, como cortinas. De 19/8/2016. Até 8/10/2016.
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  • Setenta pinturas coloridas sobre telas quadradas estão reunidas na mostra Opostos Determinantes, do artista neoconcreto Hércules Barsotti. Também estão por ali os esboços do paulistano com cálculos para a aplicação de formas e cores diferentes. Até 29/112016.
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  • A criação de imagens a partir de formas geométricas está presente nas trinta obras da mostra La Isla Concreta, assinadas por onze artistas do concretismo de Cuba. Nascido nos anos 1950, o movimento perdeu força com a Revolução Cubana, em 1959, que limitou a produção artística. Até 15/10/2016.
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  • Instalações politizadas que criticam a exploração de recursos naturais e o desrespeito aos povos indígenas compõem a individual do recifense Lourival Cuquinha. Em Torniquete, o artista usa lama para lembrar o trágico rompimento da barragem de Mariana (MG), em 2015. Dia 22/10/2016.
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  • A paulistana Flávia Junqueira reúne fotografias e instalações coloridas para montar um clima de festa que já acabou. Ela explora os medos e traumas da infância ao apresentar o lado macabro do entretenimento, como as toscas réplicas de fantasias de personagens da Disney. Até 15/10/2016.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO