Música

Galeria do Rock faz flash mob neste sábado (2)

Karaokê coletivo vai iniciar as comemorações do mês dedicado ao ritmo

Por: Catarina Cicarelli - Atualizado em

Galeria do Rock
Galeria do Rock: entrada pela Rua São João será ponto de encontro de karaokê ao ar livre (Foto: Divulgação)

Maior point da cidade para os fãs do gênero musical, já é de praxe que a Galeria do Rock tenha uma programação especial no mês de julho, por causa da data mundial dedicada ao estilo, comemorada no dia 13. Neste ano, a festa começa de um jeito diferente. A organização convocou um flash mob, que funcionará como uma espécie de karaokê coletivo no qual todos os presentes vão interpretar duas músicas, uma nacional e outra internacional. A manifestação será no próximo sábado (2), às 15h, na entrada da galeria pela Rua São João. Na página criada no Facebook para o evento, quase 500 pessoas já marcaram presença.

A votação para escolher as músicas que serão cantadas foi feita pela internet, tanto pelo site da galeria quanto pelas redes sociais. Cerca de 10.000 pessoas participaram da enquete. Entre as opções estão as internacionais “Rock And Roll All Night”, do Kiss, e “We Will Rock You” do Queen. Na categoria nacional, concorrem “Quero que Tudo Vá pro Inferno”, de Roberto Carlos, e “Sociedade Alternativa”, de Raul Seixas, entre outros clássicos.

As canções escolhidas serão divulgadas na quinta (30), quando serão divulgadas no site da galeria as letras das músicas. Na hora da cantoria, além de uma banda de apoio, a organização pretende a participação de um músico famoso, ainda não confirmado.

Nos sábados seguintes ao flash mob, ocorrerão três shows por dia, um deles com uma banda mais conhecida e os outros dois com grupos independentes. Entre as atrações confirmadas está a banda paulistana Violeta de Outono, que surgiu na década de 80 e continua na ativa.

O mês do Dia Mundial do Rock na galeria ainda terá intervenções artísticas, desfiles de moda e exposição de fotografias do coletivo We Shot Them, especializado em fazer imagens de bandas fora do mainstream.

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO