Cinema

Veja quais são os filmes brasileiros de ficção em cartaz na cidade

Salas têm boas opções da nova safra do cinema nacional

Por: Redação VEJASÃOPAULO.com

Eu Não Faço a Menor Ideia do Que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida
'Eu Não Faço a Menor Ideia do Que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida' (Foto: Isabela Campos)

Confira quais são as produções nacionais de ficção em cartaz esta semana em São Paulo:

  • O sucesso da comédia anterior deu origem a uma sequência com quase o mesmo elenco. Leandro Hassum mantém-se no posto de protagonista, mas Camila Morgado substitui Danielle Winits. Eles formam o novo casal. Na trama, Tino (Hassum) perdeu toda a fortuna que ganhou na loteria e passa por difculdades financeiras. Mas tudo tende a mudar quando descobre que um tio deixou uma herança para ele. O comediante Jerry Lewis faz uma participação. Estreou em 27/12/2013.
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  • A novela Fina Estampa foi exibida na Globo entre agosto de 2011 e março de 2012. Únicos personagens memoráveis (e olhe lá) do folhetim, Crô (Marcelo Serrado) e Baltazar (Alexandre Nero) ganharam uma comédia própria. Na trama, o espalhafatoso homossexual Crô herdou a fortuna da ex-patroa Tereza Cristina, mudou-se do Rio de Janeiro para São Paulo e não sabe o que fazer com a grana. Tenta ser cantor, cabeleireiro, estilista e... só joga dinheiro fora. Eis, então, que acha uma solução: voltar a ser mordomo. Crô ainda mantém uma relação de amor e ódio com o homofóbico e mal-humorado Baltazar, agora seu motorista particular. A parte cômica não rende nem sorrisos amarelos e, para piorar, enxertaram no enredo uma deslocada subtrama policialesca. A personagem de Carolina Ferraz é dona de uma confecção e, ao lado do marido (Milhem Cortaz), escraviza imigrantes bolivianas. Estreou em 29/11/2013.
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  • Professora solitária, Áurea mantém uma estranha relação com um jovem que conheceu por acaso. Fica encantada pela beleza da vida, mas uma história do passado vem à tona. O diretor carioca deste drama tem uma sólida carreira desde a década de 60 e, entre seus mais recentes filmes, estão Cleópatra (2007) e A Erva do Rato (2008). Com Josie Antello, Bernardo Marinho e Débora Olivieri. Estreou em 13/12/2013.
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  • Apenas o Fim revelou, em 2008, o talento do diretor Matheus Souza em abordar com simpatia os relacionamentos na juventude. Cinco anos depois, a frustração marca presença em seu novo trabalho. Chega a ser cansativo suportar a crise de insegurança que se abate sobre Clara (papel da atriz e cantora Clarice Falcão). Ela está no primeiro ano da faculdade de medicina e, por não saber ao certo se é isso o que quer da vida, falta às aulas. Ao conhecer Guilherme (Rodrigo Pandolfo), gerente da casa de boliche do pai, a jovem se abre para novas perspectivas. O rapaz a ajuda a escolher outras profissões. Enquanto isso, Clara passa a se consultar com seus tios, interpretados por, entre outros, Alexandre Nero, Daniel Filho e Gregório Duvivier. O realizador-roteirista perdeu o timing do humor e enrolou-se em diálogos enfadonhos, prejudicados ainda mais pela atuação insossa da protagonista. Na intenção de voltar a registrar as dúvidas de uma geração, Souza só conseguiu captar o marasmo dela. Estreou em 20/12/2013.
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  • A dupla de diretores levou seis anos para concluir o trabalho. Em parte, o esforço foi compensado. Trata-se da primeira animação em longa-metragem em stop-motion (popularmente conhecida como a técnica de bonecos de massinha). Embora bem-feitinha, a fita não chega a empolgar, sobretudo pela mesmice e ingenuidade do roteiro. A trama, indicada apenas aos menorzinhos, traz Júnior, uma minhoca adolescente que, embora desprezado pelos colegas, quer ser o melhor das competições de patins. Acompanhado do amigo Nico, o protagonista é levado acidentalmente por uma escavadeira e vai parar nos subterrâneos. Lá, um tatu-bola quer se vingar das minhocas e os faz prisioneiros. Rita Lee dubla Martha, a mãe de Júnior. Estreou em 20/12/2013.
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  • Do Festival de Gramado, Tatuagem saiu com os prêmios de melhor filme (do júri e da crítica), trilha sonora e ator (Irandhir Santos). Além disso, foi laureado com seis troféus no Festival do Rio. Tantos elogios criaram uma grande expectativa. Em seu primeiro longa-metragem sozinho na direção, o roteirista Hilton Lacerda (Amarelo Manga, Febre do Rato) acerta na realização, mas afrouxa na narrativa de altos e baixos. O romance entre os protagonistas, infelizmente, dá espaço para apresentações teatrais nas quais a transgressão se faz presente. Excessivos, esses números musicais chegam a cansar. O registro, contudo, traduz bem a época ambientada. No Recife de 1978, o cabaré Chão de Estrelas, liderado por Clécio (Irandhir), recebe os frequentadores com esquetes que anarquizam a ditadura e explicitam o deboche na nudez dos artistas. Pai de um garoto, o trintão Clécio gosta de companhias masculinas na cama e, na primeira oportunidade, seduz Fininha (Jesuíta Barbosa), um soldado de 18 anos. O caso de amor segue em fortes cenas de sexo, embora sem maior liga entre os atores. Estreou em 15/11/2013.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO