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Festa do Teatro: infantil

Confira peças infantis em destaque na ação que distribui 40 mil ingressos gratuitos

Por: Redação VEJA SÃO PAULO On-line - Atualizado em

histórias por telefone
'Histórias por Telefone': espetáculo da Cia. Delas aderiu à Festa do Teatro (Foto: Alexandre Charro)

A campanha Festa do Teatro dará um par de convites por pessoa para as sessões promocionais.

+ Festa do Teatro distribui 40 mil ingressos

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A distribuição acontece nos dias 2, 3 e 4 de junho. Cada posto é responsável por determinadas peças. Veja no site oficial em qual dia e onde buscar o ingresso para o espetáculo desejado.

As apresentações acontecem no período de sexta (3) e 12 de junho.

Confira os endereços e horários dos postos de distribuição:

Das 11h00 às 14h00 Biblioteca Mário Schenberg – Rua Catão, 611 – Lapa

Biblioteca Paulo Setúbal – Av. Renata, 163 – Vila Formosa

Casa Amarela - Praça Floriano Peixoto, 131 - Santo Amaro

Das 14h00 às 17h00 Teatro Municipal – distribuição em frente às Casas Bahia

Das 16h00 às 19h00 CCSP – Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1.000 – Paraíso (único lugar que irá distribuir ingressos a peças para deficientes visuais e auditivos)

SP Escola de Teatro – Av. Rangel Pestana, 2401 – Brás

 

Veja abaixo alguns espetáulos infantis em destaque que participam da 'Festa do Teatro':

  • Adaptação de Alessandro Hernandez e Roberto Morettho para a história de Heloísa Prieto. Na montagem da Cia. O Grito, o garoto Victor segue sua vida até a chegada do misterioso tio Ademar. Vendo-se sozinho e em apuros após a visita do homem, o menino escreve uma carta para a Sociedade Secreta 1001 Fantasmas e descobre um mundo novo, cheio de mistérios e segredos. De 20/7 a 28/7/2013.
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  • Para crianças / Peças

    Buuuu!! A Casa do Bichão
    VejaSP
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    De Simone Grande. Peritas na arte de combinar teatro e narração de causos folclóricos, As Meninas do Conto encenam montagem que tem por base duas histórias: Gaspar, Eu Caio!, versão do escritor Ricardo Azevedo para uma narrativa popular brasileira, e O Sétimo Dono da Casa, de origem norueguesa, coletado por Peter C. Asbjornsen. No palco, Fernanda Viacava, Simone Grande e Girlei Miranda apresentam Caio (Fernanda e Simone revezam-se no papel), um garoto caipira que decide desbravar o mundo. Pelo caminho, o menino leva vários sustos, representados por blecautes e pela percussão vigorosa de Girlei. Parte da plateia mirim até ameaça chorar, mas as entrosadas atrizes contornam rapidamente a situação. Para conquistar as crianças, lançam mão de um versátil cadeirão de madeira criado por Marisa Bentivegna e de simpáticos bonecos feitos por Sidnei Caria, da Pia Fraus. A união de forças funciona. Quando chega a hora de Caio enfrentar a casa assombrada pelo tal Bichão, a garotada já parece rir do próprio frio na barriga. Estreou em 08/11/2008. De 14/05/2011 a 05/06/2011.
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  • De Cláudio Saltini e Rani Guerra. Sempre competente na manipulação de bonecos e objetos, a Cia. Circo de Bonecos enfrenta um desafio: dividir o palco com uma figura inexistente. Trata-se de uma pulga “encontrada” na plateia, que será treinada pelos hilariantes Cláudio Saltini e Rani Guerra para brilhar num minúsculo picadeiro. Os dois não só se saem bem nessa tarefa como divertem crianças e adultos do começo ao fim da montagem. Também contribui para o sucesso o ator Kleber Brianez. Escondido o tempo todo, ele dubla o inseto e movimenta o cenário conforme suas estripulias. Em uma mistura de momentos fofos, a exemplo do beijo de boa-noite na pulguinha, e piadas simples, como as trapalhadas de Saltini ao seguir as ordens do colega ao pé da letra, a peça deixa a garotada hipnotizada. Vale avisar: o final é de morrer de rir. Estreou em 2/10/2010. Até 19/8/2015. Atenção: Também na Unibes Cultural nesta semana: A Bruxinha, no sábado (22), 11h, e O Anel do Rei, no mesmo dia, 14h.
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  • Para crianças / Peças

    Contarolando
    VejaSP
    Sem avaliação
    De Carolina Loback. Após seis anos longe dos palcos paulistanos, o espetáculo, exibido pela primeira vez em 2001 no Rio de Janeiro, comemora dez anos. Com visual colorido e elenco renovado, a peça recupera catorze cantigas tradicionais infantis e as transforma em historinhas. Tudo começa quando os quatro integrantes da desorganizada Companhia Piuí perdem uma mala. Dentro dela estavam tramas e partituras que seriam usadas na turnê. Arquibaldo, Joanita, Coralina e Florêncio aprontam muita confusão até conseguir puxar da memória cada uma das canções. A montagem chama atenção pelo figurino e cenário vibrantes, mas deixa a desejar na amarração do enredo. Estreou em 10/08/2003. De 02/04/2011 a 17/07/2011.
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  • Para crianças / Peças

    Ervilha Sapo Junior
    VejaSP
    Sem avaliação
    De Marcus Vinicius de Arruda Camargo. A peça retorna aos palcos com um novo elenco. Bidú (Carol Hubner) é uma garota aspirante a atriz que compartilha seus sonhos com Dodô (Denis Doná), por quem acaba se apaixonando. A história de amor pré-adolescente, com direito a relato do primeiro beijo, tem lá seu apelo sentimental. Repleta de interpretações exageradas, porém, a montagem lembra a desgastada trama das novelas infantojuvenis. O ponto forte do espetáculo fica a cargo da animada trilha sonora composta por Marcelo Quintanilha. Estreou em 02/06/2007. Até 02/09/2011.
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  • Resenha por Tatiane Rosset: Adaptação do livro Fábulas por Telefone, de Gianni Rodari, pela Cia. Delas. O Senhor Bianchini é um vendedor de remédios que passa seis dias da semana viajando a trabalho e deixa sua filha em casa. A menina só consegue dormir depois de ouvir a voz do pai. Pontualmente às 21h, ele telefona para a garota e narra fantásticas aventuras. Os contos se tornam tão interessantes que, do outro lado da linha, quatro curiosas telefonistas escutam tudo às escondidas. Fernanda Castello Branco, Julia Ianina, Lilian Damasceno, Paula Weinfeld e Thaís Medeiros, atrizes da Cia. Delas, fazem um ótimo trabalho. Estreou em 17/04/2011.
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  • De Bruno Gavranic, do grupo Pé de Moleque. Embalados por batidas de atabaque e outros instrumentos de percussão mais violão, violoncelo e flauta transversal, sete afinados atores-cantores envolvem a plateia ao apresentar a lenda de um orixá. Tudo começa quando Oxum (Mawusi Tulani), deusa das águas, do ouro e da fertilidade, se apaixona por Oxóssi (Claus Xavier), entidade protetora dos caçadores. Para conquistá-lo, ela finge pertencer à mata, encantando o pretendente com sua beleza. Ao descobrir a farsa, ele fica furioso e rompe o namoro. Da relação, porém, nasce o espevitado Logun-Edé (Carlos Alberto Júnior). Indeciso entre o desejo de Oxóssi, de torná-lo o melhor dos caçadores, e a vontade de Oxum, ansiosa para vê-lo como o guia do curso das águas, o garoto apronta muitas confusões. Ao longo da trama, o menino vê a oportunidade de reaproximar a família e usa um esperto truque para realizar a façanha. A montagem faz parte da programação do projeto 2011 em Cena. Estreou em 26/03/2011. Acontece nos dias 10 e 11/12/2011.
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  • Adaptação de Rosi Campos para o conto de Victor Louis Stutz. O musical, com canções de Charles Dallas e Walter Junior e figurino inspirado em obras do cineasta americano Tim Burton, foi criado com base no clássico O Fantasma da Ópera, de Andrew Lloyd Weber. Belinha (Lissah Martins), uma cantora de ópera, resolve parar na cidade de Sinfonia para comemorar o aniversário. Para presenteá-la, seu irmão Zeca (Pedro Bosnich) compra uma velha gaiola do ganancioso vendedor de antiguidades Pierre (Alexandre Pessôa). Lendo um livro, os irmãos descobrem que o objeto pertenceu ao Fantasma da Máscara (Beto Marden) e era usado pela sinistra figura para guardar vozes roubadas de cantores. De repente, o vilão surge em cena e, ao lado da ajudante Dilma (a cantora Naíma), sequestra Belinha. Nos momentos finais, o clima de mistério fica mais intenso — e também divertido —, com as aventuras de Zeca para salvar a moça. Estreou em 02/04/2011. Prorrogado até 31/07/2011.
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  • Adaptação musical de Chico Buarque para a peça de Sérgio Bardotti e Luiz Enriquez. Com figurinos coloridos, Rosy Aragão (de voz grave e macia), Juliana Romano e Marcelo Diaz dão vida aos  animais dispostos a fugir dos maus-tratos dos patrões. Além das conhecidas canções originais, entre elas História de uma Gata e A Cidade Ideal, trechos de outras composições ganham menções. Versos como “hakuna matata”, da animação O Rei Leão, arrancam gargalhadas das crianças. Beatriz, pinçada do balé O Grande Circo Místico, de Chico e Edu Lobo, emociona os saudosos adultos na plateia. Recomendado a partir de 3 anos. Estreou em 04/10/2008. Até 18/12/2016.
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  • Resenha por Tatiane Rosset: De Verônica Gerchman. Fundadora da Cia. Truks de Animação em 1990, ao lado de Henrique Sitchin e Cláudio Saltini, a bonequeira Verônica Gerchman apresenta agora a primeira peça infantil de seu próprio grupo, o Morpheus Teatro. Com a mesma destreza dos trabalhos da Truks, a autora e diretora do espetáculo e os atores-manipuladores João Araujo, Yuri de Franco, Luana de Lucca e Dani Boni manipulam os protagonistas da trama: Florência e Rodolfo, duas crianças que se conhecem em um tanque de areia. Enquanto a boneca ruiva é extrovertida, o menino mostra-se tímido e curioso. Aos poucos eles se tornam amigos e passam a vivenciar histórias inventadas na hora — a caça a um tesouro ou o resgate de uma princesa presa na torre de um castelo, por exemplo. Simples como um jogo infantil, a montagem prima pelos movimentos realistas e pela graciosa expressão e dublagem das figuras. Encanta a cena na qual Rodolfo corre pela areia: até o efeito de câmera lenta é representado. Embora aparentes, com o decorrer da peça a plateia passa a ignorar os manipuladores — e os bonecos ganham vida própria. Estreou em 08/08/2010. Até 26/08/2012.
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  • Uma trupe de palhaços faz do tablado um picadeiro e revive números clássicos inspirados em ícones como Carequinha, Arrelia e Torresmo, que fizeram muito sucesso em circos brasileiros. Amparados pela percussionista Maestrina Polaca (Fernanda Zaborowsky), os abilolados Batata (Vinicius Calamari), Espigão (João Inocencio Filho) e Pinhão (Fabio Neppo) criam brincadeiras ingênuas e divertidas. A criançada participa bastante e contribui com boas gargalhadas. Recomendado a partir de 5 anos. Estreou em 5/3/2005. Até 26/11/2016.
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  • Ex-integrante do Cirque du Soleil, Marcos Casuo criou seu próprio espetáculo circense há cinco anos. Inspirado nas técnicas e na identidade visual da antiga companhia, Universo Casuo apresenta números de equilíbrio e malabares. Todas as acrobacias são embaladas por uma trilha sonora composta por Charlie Dennard, tocada ao vivo pela banda The White Clowns. O criador também surge em cena ao interpretar três palhaços bem engraçados. Sobressai no elenco Eduardo Garbim, que diverte a plateia ao fazer manobras sobre uma bicicleta. De 10 a  12/10/2015.
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  • Para crianças / Peças

    Pinóquio - Cia Le Plat du Jour
    VejaSP
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    Adaptação da Cia. Le Plat du Jour para o conto de Carlo Collodi. Encenada como uma peça de teatro criada por um grupo de alunos, traz seis atores que contam a história do famoso personagem. Além da atuação do ótimo e engraçado elenco, complementam a trama bonecos e grandiosos cenários. Estreou em 23/08/2009. Prorrogado até 31/07/2011.
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  • Quando estreou, em 2005, a peça O Ilha do Tesouro causou frisson - era difícil conseguir lugar para acompanhar a divertida aventura. O motivo estava em sua pouco convencional mescla de encenação, interatividade e uma instalação cenográfica de 500 metros feita de madeira, lona e barro. De volta ao cartaz, o espetáculo começa numa taverna na qual o ator Yunes Chami participa da primeira cena com as crianças (obrigatoriamente com mais de 7 anos). Depois, elas entram por um alçapão e partem em busca do tal tesouro. Do outro lado, os adultos presentes viram piratas e também brincam em túneis, labirintos e sequências de lutas de espada até o desfecho, dentro do Teatro do Centro da Terra. Recomendado a partir de 7 anos. Estreou em 14/5/2005. Até 11/12/2016.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO