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Festa do Teatro: drama

Confira dramas em destaque na campanha que distribui 40 mil ingressos gratuitos

Por: Redação VEJA SÃO PAULO On-line - Atualizado em

Luis Antonio - Gabriela
'Luis Antonio - Grabriela': em cartaz no Galpão do Folias, espetáculo participa da Festa do Teatro (Foto: Bob Souza)

A campanha Festa do Teatro dará um par de convites por pessoa para as sessões promocionais.

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A distribuição acontece nos dias 2, 3 e 4 de junho. Cada posto é responsável por determinadas peças. Veja no site oficial em qual dia e onde buscar o ingresso para o espetáculo desejado.

As apresentações acontecem no período de sexta (3) e 12 de junho.

Confira os endereços e horários dos postos de distribuição:

Das 11h00 às 14h00 Biblioteca Mário Schenberg – Rua Catão, 611 – Lapa

Biblioteca Paulo Setúbal – Av. Renata, 163 – Vila Formosa

Casa Amarela - Praça Floriano Peixoto, 131 - Santo Amaro

Das 14h00 às 17h00 Teatro Municipal – distribuição em frente às Casas Bahia

Das 16h00 às 19h00 CCSP – Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1.000 – Paraíso (único lugar que irá distribuir ingressos a peças para deficientes visuais e auditivos)

SP Escola de Teatro – Av. Rangel Pestana, 2401 – Brás

Veja abaixo alguns dramas em destaque que participam da Festa do Teatro:

  • De Nelson Baskerville, Verônica Gentilin e Cia. Mungunzá de Teatro. Com extrema e admirável coragem, o diretor Nelson Baskerville mexe em sua história para montar o espetáculo, que comove e inquieta o espectador em um surpreendente conjunto. Seu irmão mais velho, Luis Antonio (interpretado pelo ótimo ator Marcos Felipe) era homossexual e viveu em Santos até os 30 anos, quando se mudou para a Espanha. Durante três décadas, quase nada se soube dele, que, em Bilbao, assumiu a identidade de Gabriela, protagonizou shows em boates e acabou vitimado pela aids em 2006. Com Lucas Beda, Sandra Modesto, Verônica Gentilin, Day Porto e Virginia Iglesias. Estreou em 16/03/2011. 
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  • O drama ganhou projeção graças ao filme de Sidney Lumet, em 1957. A história de uma dúzia de sujeitos encarregados de chegar a um veredicto é montada sob direção de Eduardo Tolentino de Araújo. O réu foi acusado de assassinar o pai, e a decisão precisa ser unânime para executá-lo ou absolvê-lo. O conflito começa quando um dos doze jurados (o ator Norival Rizzo) opta pela dissonância e abala a convicção do grupo, decidido pela condenação. Com Fernando Medeiros, Brian Penido Ross, Ricardo Dantas, Rodolfo Freitas e outros. Estreou em 19/11/2010. Até 27/11/2016.
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  • Adaptação de Elias Andreato para a peça de Sófocles. Da primeira encenação, por volta de 425 a.C., até hoje, a obra do autor grego ganhou contornos míticos e foi intensamente estudada e reproduzida no teatro, no cinema e na televisão. Em uma montagem sintética e camerística, o adaptador e diretor Elias Andreato acerta na despretensão. Eucir de Souza interpreta o personagem- título, que tenta entender como se tornou vítima do destino e, em busca do perdão, se sacrifica pelo seu povo. Estreou em 03/05/2011. Prorrogado até 30/08/2011.
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  • Adaptação de Ingmar Bergman (1918-2007) para peça de Henrik Ibsen (1828-1906). Escrito em 1881 pelo autor norueguês, o drama ganhou versão do cineasta sueco em 2002. Clara Carvalho interpreta uma mãe que recebe depois de muitos anos a visita do filho (papel de Flavio Barollo) para participar de uma homenagem póstuma ao pai. A chegada de um pastor (Nelson Baskerville) e a revelação de um segredo que envolve a empregada (Patrícia Castilho) detonam o conflito. Dirigida por Francisco Medeiros, a montagem trata de ambiguidades e dissimulação em um painel que remete à opressão e às aparências. Estreou em 14/05/2011. Prorrogado até 25/09/2011.
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  • De Christopher Hampton. Levada ao cinema pelo diretor Stephen Frears em 1988, a peça retrata a decadente aristocracia francesa do século XVIII com base no romance de Choderlos de Laclos (1741-1803). A história reafirma que, em meio à hipocrisia, o dinheiro muda de mãos, mas as disputas de poder atravessam anos sem ética. Essa discussão já valoriza a montagem, conduzida por Mauro Baptista Vedia e Ricardo Rizzo. A encenação não opta pela fidelidade e tampouco cria linguagem própria. Maria Fernanda Cândido é a Marquesa de Merteuil, que alimenta um jogo sensual envolvendo o Visconde de Valmont (Marat Descartes), uma menina virgem (Laura Neiva) e a virtuosa Madame de Tourvel (Sabrina Greve). Estreou em 23/10/2010. De 06/05/2011 a 26/06/2011.
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  • Resenha por Dirceu Alves Jr.: De Plínio Marcos (1935-1999). Criado em 1967, o drama ganha uma pungente encenação carioca que prioriza o realismo característico do autor santista. A prostituta Neusa Sueli (Marta Paret) começa a perder fregueses e vê seu faturamento cair enquanto a irritação do cafetão Vado (papel de Rogério Barros) aumenta. Um desentendimento com o homossexual Veludo (Rodolfo Mesquita) na pensão onde moram detona o conflito. O diretor Rubens Camelo não força uma contemporaneidade além daquela que os personagens já têm, e o cenário, que transforma o espaço em um decadente quarto, reforça as intenções. Estreou em 05/05/2011. De 04/07 a 07/07/2012.
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  • Resenha por Dirceu Alves Jr.: Sucesso de público no ano passado, a corrosiva tragicomédia foi aplaudida por 60.000 pessoas em dez capitais — por aqui, cumpriu temporada no Teatro Faap. A montagem volta a São Paulo para as duas derradeiras apresentações, desta vez no Teatro Alfa, na quarta (25/07) e na quinta (26/07). Sob a direção de Felipe Hirsch, o texto do americano Nicky Silver encontrou em Marco Nanini o protagonista ideal. Ele interpreta o presidente de um banco que mantém uma tediosa relação com a mulher alcoólatra (a ótima Mariana Lima). A mesmice altera-se diante do retorno do filho mais velho (Álamo Facó) e do casamento da caçula (também vivida por Nanini) com Tom (Michel Blois, em substituição a Felipe Abib), um garçom recrutado para ser a empregada da casa. Apoiados no humor ácido e no absurdo, os atores dão um show nessa crítica à sociedade consumista e ao esfacelamento familiar. Atração à parte, o cenário criado por Daniela Thomas é desmontado conforme os conflitos se intensificam. Estreou em 18/03/2011.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO