7 de setembro

Mais de trinta programas para curtir no feriadão

Saiba o que rola de melhor na cidade de sábado (5) a segunda (7). Tem festival de sorvete, aniversário de bar, filmes, shows...

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

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A cidade está cheio de atrações para quem optou por ficar na capital no feriadão. A partir deste sábado (5), o Festival de Sorvetes reúne treze expositores no Memorial da América Latina, onde serão servidas receitas como sundae e banana split, além do lançamento de novos sabores.

Outra boa opção para o feriado de 7 de Setembro é a tradicional festa italiana de San Gennaro, realizada na Mooca, com início também neste sábado (5). Entre as estreias de cinema desta semana destaque para a animação feita de massinha Shaun, o Carneiro.

+ Os filmes que entraram em cartaz nesta semana

Algumas peças, a exemplo da estrelada O Capote, tem sessão na segunda. Já o bar Aconchego Carioca, nos Jardins, comemora aniversário com comidinhas e bebidas servidas na rua.

Confira as atrações:

  • Treze expositores apresentam os mais variados tipos e sabores do doce neste feriadão. A terceira edição do festival contará com receitas tradicionais como banana split e sundae, mas também novidades como um gelado feito na hora com nitrogênio. Para quem gosta de novidades, a Kibon lançará, durante o evento, sua nova linha "Seleções Gelato" inspirada nas texturas e sabores italianos. Se a fome bater, cerca de 25  food trucks também trazem opções de comidinhas como tapioca, pastéis, crepes e hambúrguer.
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  • Deliciosas receitas italianas, servidas em cerca de trinta barracas de comidinhas, são a marca da tradicional festa que termina no segundo domingo de outubro. Além da famosa macarronada, os visitantes podem escolher entre pizzas, fogaças e uma saborosa polenta frita. Para curtir os estandes na rua a entrada é gratuita, mas para se ter acesso à área da cantina, com música ao vivo, é preciso pagar e fazer reserva com antecedência. 43ª Festa de San Gennaro. Rua da Mooca, 950, Mooca, 3209-0089. Sáb. e dom., a partir das 18h. Até 9/10.
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  • Chope e cerveja

    Aconchego Carioca

    Alameda Jaú, 1372, Cerqueira César

    Tel: (11) 3062 8262

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    21 avaliações

    A casa de Kátia Barbosa, fundada no Rio, fez tanto sucesso que ganhou esta sucursal paulistana. Boa de bolinho, a cozinheira sugere ótimas pedidas como o de cassoulet (massa de feijão-branco e recheio de carne de porco defumada; R$ 26,00 a porção). Fora da aladas frituras, porém, algumas pedidas decepcionam. É o caso do caldo de camarão (R$18,00), espesso e, em geral, insosso. Sócio da filial, o especialista em cerveja Edu Passarelli compôs a carta de rótulos. Dos 200 de antes, agora a lista contempla cerca de oitenta — a maioria dos títulos internacionais foi extirpadapor conta do aumento do dólar. Ele treinou bem a equipe, que sabe explicar as características da Amazon Taperebá, de Belém (PA), uma witbier de perfume frutado (R$ 18,00,355 mililitros).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Numa época em que até as superproduções de James Bond ganham tons sombrios e violentos, uma fta de espionagem leve e espirituosa como O Agente da U.N.C.L.E. pode parecer um tanto ultrapassada. No caso, porém, vale desconfar dessa primeira impressão. O charme do filme se encontra justamente na maneira saborosa, sem um pingo de pretensão, como brinca com referências pop dos anos 60. O visual extravagante e a atmosfera cool daquela década são atualizados com muito estilo pelo diretor inglês Guy Ritchie, o homem que transformou Robert Downey Jr. em um atrevido Sherlock Holmes. Exibido entre 1964 e 1968, o seriado de TV tinha o dedo do escritor Ian Fleming (o “pai” de 007) e partia de uma premissa tão absurda quanto divertida: e se, em plena Guerra Fria, um agente secreto americano e um soviético decidissem unir forças na luta contra ameaças globais? Assim nasceram os “chapas” Napoleon Solo (interpretado por Henry Cavill, o Super-Homem de O Homem de Aço) e Illya Kuryakin (papel de Armie Hammer). Na nova trama, eles são atraídos pela misteriosa Gaby Teller (Alicia Vikander), filha de um homem procurado pelos espiões por carregar uma mala com segredos atômicos. O roteiro, apesar de pecar pela falta de engenhosidade e se alongar exageradamente, é mero pretexto para sequências de ação beirando o nonsense e diálogos engraçadinhos escorados nas diferenças de temperamento entre os heróis. Enquanto Solo se revela mulherengo e desencanado, o russo Kuryakin dá conta de missões quase impossíveis graças a um jeitão sisudo e metódico. Risco de colapso mundial? Sim, existe. Mas, para esses tipos antiquados e adoráveis, o ramo das intrigas internacionais era acima de tudo um deleite — ao menos na fcção, claro. Estreou em 3/9/2015.
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  • As crianças que tiverem a chance de conferir neste espetáculo seu primeiro show de rock podem comemorar. Além da boa música (o arranjo das canções do quarteto de Liverpool é levado a sério e sai próximo do original), o programa é para se divertir até cansar. De cara, o grupo liderado por Fábio Freire (voz, violão e uquelele) e completado por Gabriel Manetti (voz), Eduardo Puperi (guitarra, teclados e gaita), Humberto Vigler (bateria) e Johny Frateschi (baixo) já chama todo mundo a sair da cadeira para dançar, balançar a cabeleira e pular. O teatro mostra-se espaçoso — ainda bem — e Beatles para Crianças vira uma deliciosa anarquia, principalmente nos momentos em que a plateia é liberada para subir ao palco e ajudar a banda. Ao som de “classicaços” como Hey Jude, Let It Be, Help, Black Bird e All You Need Is Love, os adultos não conseguem se conter e entram na brincadeira cantando as onze faixas a plenos pulmões. Entre uma música e outra, os carismáticos instrumentistas contam histórias apoiadas por projeções no fundo de cena. É impossível não sair de lá com um sorriso no rosto. Recomendado a partir de 2 anos.
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  • Tragicomédia

    O Capote
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    2 avaliações
    Nesta versão da célebre obra do autor russo Nikolai Gógol (1809-1852), o protagonista transforma em obsessão o desejo de comprar um casaco sob medida. Morador da fria São Petersburgo, Akaki Akakievitch (interpretado pelo ótimo Rodolfo Vaz) trabalha como funcionário público há muitos anos. De vida regrada e com poucos amigos, precisa trocar seu capote antigo e puído por uma peça nova em folha e, para isso, economiza todos os centavos. A experiência proporciona sentimentos e oportunidades inéditos ao pacato homem, mas não demora para as coisas darem errado. A adaptação, assinada por Drauzio Varella e Cássio Pires, ganha o impulso de duas espécies de narrador (papéis de Rodrigo Fregnan e Marcelo Villas Boas), que interagem com Akakievitch. Projeções e trilha sonora executada ao vivo por Sarah Assis incrementam a tragicomédia. A montagem tem direção de Yara de Novaes. Em tempo: o preço do ingresso é camarada. Estreou em 25/7/2015. Até 21/9/2015.
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  • Esqueça a falta de imaginação que contamina as fitas de terror sobre casas assombradas, assassinos mascarados e espíritos em fúria. Ao provar que o gênero ainda pode ser tratado com o mínimo de originalidade, a produção indie Corrente do Mal se tornou queridinha entre críticos americanos. Com razão, aliás. Na trama, que amedronta ao sugerir uma ameaça invisível, uma entidade sobrenatural é “transmitida” de personagem a personagem por meio do ato sexual. Para se livrar da maldição, a única saída é contaminar outra pessoa o mais rapidamente possível. A metáfora do pânico da aids pode parecer óbvia, mas até os truques triviais da narrativa ganham sentido quando se nota a intenção do diretor David Robert Mitchell de remeter à atmosfera obscura de longas de horror dos anos 80 (a trilha sonora faz referência direta à filmografia de John Carpenter). O realizador tenta, sobretudo, refletir sobre a sombra deixada por aquela década no cinema de entretenimento e no mundo de hoje. Com uma diferença importante em relação a outras fitas de horror-cabeça: nos momentos de maior voltagem, esta provoca arrepios reais. Estreou em 27/8/2015.
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  • Dois mestres adaptaram o romance Diário de uma Camareira, de Octave Mirbeau, para o cinema: Jean Renoir em 1946, cujo título em português foi traduzido como Segredos de Alcova, e Luis Buñuel em 1964. Trata-se portanto de uma tarefa arriscada a do francês Benoît Jacquot, que resolveu contar novamente nas telas a história de Célestine, uma jovem camareira de Paris que, no início do século XX, é alocada por um agente para trabalhar na casa de uma família burguesa no interior da França. Apesar das inevitáveis comparações, o diretor se sai bem ao dar um toque moderno ao espírito libertário da protagonista. A escolha da estonteante Léa Seydoux, que ganhou projeção em Cannes com o longa Azul É a Cor Mais Quente e será a próxima “Bond girl”, foi fundamental para dar frescor ao enredo. Ela consegue esconder atrás de uma aparência angelical o jeito atrevido e arrojado da personagem, falsamente submissa diante dos ataques pervertidos dos homens à sua volta. Hervé Pierre, no papel do bonachão patrão Lanlaire, é um deles. Vive cercando a criada pelos cantos da residência, enquanto sua mulher (Clotilde Mollet) personifica o deslumbre autoritário da classe burguesa ao exigir dela, ao toque de um irritante sino, tudo ao mesmo tempo. Situações cômicas, a exemplo da madame que carrega um vibrador em uma viagem de trem, dão um ar de crônica ao filme, sem que isso oculte a tensão social. Aos poucos, a empregada se sente atraída por Joseph (Vincent Lindon), o jardineiro fascista da mansão que trama na surdina contra os patrões e oferece a Célestine a oportunidade de se libertar da opressão. Estreou em 3/9/2015.
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  • Documentário

    Dior e Eu
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    1 avaliação
    Não é preciso ser fashionista para roer as unhas durante a exibição do documentário Dior e Eu. Com o pique de um reality show, mas sem escorregar na superficialidade, o diretor francês Frédéric Tcheng visita os bastidores de uma das grifes mais respeitadas da moda em momento de expectativas à flor da pele. Na primavera de 2012, o estilista belga Raf Simons foi convidado para assinar pela primeira vez uma coleção da Dior. A escolha provocou desconfiança generalizada, já que o estilo minimalista do costureiro não parecia casar com a pompa romântica associada à marca. A missão dele não parou aí: Simons teve apenas oito semanas para desenvolver os figurinos da estação. Enquanto mostra os perrengues do dia a dia de uma equipe tecnicamente impecável (nos bastidores, o clima é de trincheira), o cineasta recorre a imagens de arquivo em preto e branco para trazer à tona as memórias do próprio Christian Dior (1905-1957), narradas no livro autobiográfico que dá nome ao longa. O vaivém entre passado e presente revela a batalha diária de uma empresa para, ao compreender as mudanças do mercado, manter-se no topo. Estreou em 27/8/2015.
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  • Uma das ondas cinematográficas mais comentadas dos anos 90, o Dogma 95 fez um desafio a diretores do mundo todo: seguir uma série de regras contra os artifícios típicos de Hollywood. A partir de quarta (2/9), até o dia 14 de setembro de 2015, o Centro Cultural Banco do Brasil festejará os quinze anos do movimento com a exibição de dezesseis longas. Entre eles está o drama Ondas do Destino, de Lars von Trier, com sessões na quarta (2/9) e no sábado (5/9), às 19h. O ingresso custa R$ 4,00. Confira a programação: Quarta, 2 de setembro 16h30 - Corações Livres (2002), de Susanne Bier 19h - Ondas do Destino (1996), de Lars Von Trier Quinta, 3 de setembro 17h30 - Os Idiotas (1998), de Lars Von Trier 20h - Debate com os críticos Fernando Oriente e Filipe Furtado Sexta, 4 de setembro 15h - O Rei Está Vivo (2000), de Kristian Levring 17h30 - Julien Donkey Boy (1999), de Harmony Korine 19h30 - Brothers (2004), de Susanne Bier Sábado, 5 de setembro 14h30 - Mifune (1999), de Søren Kragh-Jacobsen 16h30 - Corações Livres (2002), de Susanne Bier 19h - Ondas do Destino (1996), de Lars Von Trier Domingo, 6 de setembro 16h - O Rei Está Vivo (2000), de Kristian Levring 18h30 - Julien Donkey Boy (1999), de Harmony Korine Segunda, 7 de setembro 15h - Kiara's Reason - A Love Story (2001), de Ole Christian Madsen 17h - Brothers (2004), de Susanne Bier 19h30 - Lovers (1999), de Jean-Marc Barr Quarta, 9 de setembro 10h - Sessão especial e gratuita de Os Idiotas para universitários + bate-papo 15h30 - Italiano para Principiantes (2000), de Lone Scherfig 17h30 - Fuckland (2000), de José Luis Márques 19h30 - Festa de Família (1998), de Thomas Vinterberg Quinta, 10 de setembro 15h30 - Kiara's Reason - A Love Story (2001), de Ole Christian Madsen) 17h30 - Mifune (1999), de Søren Kragh-Jacobsen 19h30 - A Caça (2012), de Thomas Vinterberg Sexta, 11 de setembro 15h - Dogma do Amor (2003), de Thomas Vinterberg 17h - Hotel (2001), de Mike Figgis 19h15 - Dançando no Escuro (2000), de Lars Von Trier Sábado, 12 de setembro 15h - Italiano para Principiantes (2000), de Lone Scherfig 17h - A Caça (2012), de Thomas Vinterberg 19h30 - Os Idiotas (1998), de Lars Von Trier Domingo, 13 de setembro 14h - Dogma do Amor (2003), de Thomas Vinterberg 16h30 - Lovers (1999), de Jean-Marc Barr 18h30 - Festa de Família (1998), de Thomas Vinterberg Segunda, 14 de setembro 14h30 - Fuckland (2000), de José Luis Márques 18h30 - Hotel (2001), de Mike Figgis 19h - Dançando no Escuro (2000), de Lars Von Trier
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  • Empórios ou mercados gourmet

    Eataly São Paulo

    Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 1489, Vila Nova Conceição

    Tel: (11) 3279 3300

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    12 avaliações

    São 4 500 metros quadrados divididos em três andares e, mesmo com todo esse espaço, há dias em que o Eataly fica parecendo um formigueiro de tanta gente. Isso não acontece por acaso: o shopping gastronômico, com matriz na Itália, tem, entre outros predicados, um estoque de 7 000 produtos, muitos deles difíceis de encontrar por aí. É o caso da farinha de sêmola tipo 00 Clássica Caputo (29,95 o pacote de 1 quilo) e da calda de caramelo Fabbri (R$ 60,99, com 950 gramas). Na seção dedicada aos laticínios, há uma ótima mussarela de búfala de produção própria (R$ 94,20 o quilo da versão grande). Outros setores abrigam frutas, verduras, temperos, massas, vinhos, carnes e pescados, utensílios...Há quem vá só para comer: o endereço também reúne treze pontos de alimentação, entre restaurantes, docerias e cafés.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • O valor que diferentes tribos brasileiras atribuem ao corpo é tema fundamental da pesquisa de Eduardo Viveiros de Castro, um dos maiores nomes da antropologia nacional. Aos 64 anos, ele ganha uma exposição no Sesc Ipiranga. Variações do Corpo Selvagem reúne 340 fotografias de dois momentos de sua trajetória: o registro dos estudos realizados com os índios do Xingu, desde a primeira visita a Mato Grosso, em 1976, e imagens anteriores a essa data. Antes de se tornar um conhecido pesquisador, Viveiros de Castro convivia com artistas como Hélio Oiticica, o cineasta Ivan Cardoso e o poeta Waly Salomão. Na curadoria de Eduardo Sterzi e Veronica Stigger, esses dois universos se misturam num conjunto só, com o objetivo de estabelecer diálogos e refletir sobre as diversas expressões do corpo. Assim, ao lado de imagens do Parangolé de Oiticica, em que um artista dança com uma bandeira, vê-se um índio araueté realizando atividades corriqueiras. Os registros de rituais de escarificação entre nativos — tipo de tatuagem feita com objetos cortantes — estão dispostos junto de um retrato de Ivan Cardoso marcando as pernas de Cissa Guimarães com um poema. Na entrada da exposição, o público encontra cliques de homens, como o de um índio agachado em um toco de árvore, cujo olhar penetrante parece convidar o visitante a mergulhar no mundo fascinante revelado por Viveiros de Castro. De 30/8/2015. Até 29/11/2015.
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  • Comédia dramática

    Ensina-me a Viver
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    Sem avaliação
    De Colin Higgins. Diante do sucesso do filme de Hal Ashby, de 1971, o roteirista transformou a comédia dramática protagonizada por Ruth Gordon e Bud Cort em peça, lançada no Brasil dez anos depois. A certeza de que a história de amor entre Harold e Maude não perdeu fôlego levou à essa remontagem, estrelada por Arlindo Lopes e Glória Menezes. Mas a encenação concebida por João Falcão é que faz toda a diferença. Com trilha descolada e apelo visual quase cinematográfico, a direção foge das caricaturas e moderniza a trama — a respeito de uma octogenária alto-astral e um jovem obcecado pela morte. Estreou em 27/10/2007. Até 7/9/2015.
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  • Comédia dramática

    Enquanto Somos Jovens
    VejaSP
    6 avaliações
    Noah Baumbach é um dos diretores americanos mais sintonizados com a vida moderna. Saudado como uma revelação do cinema independente por A Lula e a Baleia (2005), o realizador deu umas escorregadas até voltar à boa forma com Frances Ha (2012). Enquanto Somos Jovens confirma seu talento para captar a essência e os sentimentos do ser humano em uma história que, embora temperada de humor, trata de assuntos sérios. Ben Stiller interpreta o professor e documentarista Josh. Casado com Cornelia (Naomi Watts) e sem filhos, ele tenta terminar um filme há uma década. Quarentão, o casal atravessa uma crise por não conseguir se enquadrar no tipo de vida dos amigos da mesma idade. A oportunidade de dar uma guinada de juventude no cotidiano aparece com Jamie (Adam Driver) e Darby (Amanda Seyfried). Esses namorados na faixa dos 20 e poucos anos são apegados às coisas vintage. Darby faz sorvetes e Jamie quer seguir na carreira de cineasta. Enquanto eles se identificam profissionalmente, elas encontram afinidades pessoais. Também roteirista, Baumbach, de 45 anos, mostra-se afiadíssimo em sua visão de mundo — seja para abordar/alfinetar o universo hipster, seja para despejar uma autorreflexão de sua geração. Estreou em 18/6/2015.
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  • A companhia A Hora da História leva ao palco as aventuras da menina Joana, cuja avó desapareceu misteriosamente. Ao revirar a casa em busca da idosa, ela encontra retratos da família e desvenda histórias antigas. O texto é de Marcelo Romagnoli e a direção, de Jackie Obrigon. No elenco estão Camila Cassis e Natália Grisi. Estreou em 6/9/2015.  Até 18/10/2015.
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  • Ao falar de Alfred Hitchcock, sua grande inspiração e tema de estudo, a uma plateia do American Film Institute em 1979, François Truffaut (1932-1984) resumiu, no papel do excelente crítico que foi, como identificar a qualidade de uma obra: “Um filme é bom quando conseguimos perceber entre as imagens o medo ou o prazer do autor”. No caso do diretor francês, que recebe uma bela homenagem na mostra Truffaut: um Cineasta Apaixonado, transparecia na tela a paixão com que ele contava histórias, do seminal Os Incompreendidos (1959) a O Amor em Fuga (1979). Uma das produções mais conhecidas de Truffaut, Jules e Jim (1962) ganha curiosidades como trechos do roteiro e uma interessante carta do escritor Henri-Pierre Roché em que ele aprova a escolha da atriz Jeanne Moreau para a personagem Catherine. Numa das salas, dedicada à paixão de Truffaut pelas mulheres, o visitante vê através do olho mágico cenas indiscretas. Registro precioso, o áudio da famosa série de entrevistas com Hitchcock é imperdível. A vasta e cuidadosa seleção do curador Serge Toubiana garante um passeio prazeroso pelo universo de um dos nomes mais notáveis do cinema francês. Até 18/10/2015. + Tudo sobre a mostra de Truffaut em vídeo
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  • A noitada virou endereço certo para os baladeiros modernos às quartas-feiras. Enquanto o bar libera cerveja, uísque e vodca, Fernando Galassi, Jahdiel Ramires e Junior Passini soltam os hits do indie pop e rock. Dia 2/3/2016.
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  • Comédia romântica

    Homem Irracional
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    Um thriller sobre assassinato pode, sim, ser narrado com a leveza de uma comédia romântica. Como? Woody Allen mostra. Em seu novo longa-metragem, o 45‚ da carreira, o nova-iorquino de 79 anos combina suspense hitchcockiano, filosofia e um humor discreto (porém ácido) para contar a história de um professor universitário obcecado pela ideia de cometer o crime perfeito. Na cabeça de Abe Lucas (Joaquin Phoenix), matar um desconhecido corrupto seria a melhor maneira de ganhar paz de espírito. Ao maquinar esse plano, o acadêmico fica mais otimista e se envolve com uma estudante (Emma Stone) e uma professora (Parker Posey). Golpes do acaso vão bagunçar as expectativas do trio — e não pouparão o espectador. Embora os minutos finais guardem uma surpresinha cruel, o mais curioso é como Allen opta por um discurso sutil para rir das certezas do protagonista. Estreou em 27/8/2015.
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  • Não espere por pinturas, desenhos e elementos palpáveis na exposição em cartaz no Sesc Belenzinho. A proposta dos curadores Adon Peres e Ligia Canongia é outra: reunir cerca de vinte trabalhos de artistas brasileiros e estrangeiros construídos basicamente com som e luz. Em uma sala escura e esfumaçada, a instalação Você e Eu — Horizontal (2006), do inglês radicado em Nova York Anthony McCall, convida o visitante a mergulhar numa projeção que forma linhas dançantes na parede. Pioneiro no uso da luz em obras de arte, McCall é mestre em iludir criando formas tridimensionais impossíveis de ser tocadas. A mesma sensação pode ser experimentada no ambiente criado pelo americano James Turrell, no qual um cubo esverdeado de luz parece um imenso tijolo florescente no canto do espaço. Só desvendamos o mistério depois de chegar bem perto. Trata-se de uma experiência fascinante acompanhar como cada obra se transforma à frente do público, instigando a imaginação de quem olha. Até 27/9/2015.
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  • Aos 94 anos, a artista construtivista ganha uma homenagem composta de 45 obras, entre telas e esculturas, datadas de 1957 a 2015. Com curadoria de Denise Mattar, a mostra apresenta separadamente cada fase de Jandyra, que começa com a pintura de elementos do cotidiano e passa gradualmente por formas coloridas e geométricas. Os textos de parede e a linha cronológica ajudam o visitante a entender sua produção experimentalista nos diferentes contextos em que viveu. O simples material utilizado nos trabalhos é recompensado pela sua forma: a série pseudo-projeção, por exemplo, mostra folhas de madeiras recortadas que, sobrepostas, se complementam. Até 23/9/2015.
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  • Indicado por Israel para concorrer ao Oscar de melhor filme estrangeiro neste ano, O Julgamento de Viviane Amsalem merecia estar entre os finalistas. Trata-se de um contundente, imprescindível e sufocante trabalho dos irmãos Ronit e Shlomi Elkabetz. A dupla toca numa ferida de seu país por meio de um drama de tribunal singular. Praticamente todo ambientado entre as quatro paredes de uma sala, o filme tem tensão permanente e, em seu desenrolar, pede a cumplicidade do espectador (algo parecido foi feito no fabuloso A Separação). A trama traz à tona a tortuosa trajetória de Viviane Amsalem (papel da diretora), que, há três anos, tenta conseguir que o marido (Simon Abkarian) concorde com o divórcio. Como ele se recusa terminantemente a atender ao pedido, Viviane, mãe de quatro filhos e casada há trinta anos, tem seu caso levado a um tribunal de rabinos ortodoxos. Eles vão ouvir ambas as partes, testemunhas e dar o veredicto. A partir daí, a protagonista encara longas idas e vindas kafkianas através dos anos, sempre acompanhada de seu fiel e persistente advogado (o ótimo Menashe Noy). De um pequeno fato doméstico, o longa-metragem expõe uma situação recorrente de uma sociedade patriarcal e machista. Estreou em 20/8/2015.
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  • Duas telas dispostas lado a lado na mostra Tudo Começa num Ponto traduzem bem como Kandinsky (1866-1944) trabalhava as cores para expressar sentimentos como alegria e tristeza. Na primeira delas, Dois Ovais (1919), tons vibrantes de amarelo, azul e vermelho saltam aos olhos do visitante numa composição abstrata, mas com objetos reais escondidos nas pinceladas, como cúpulas de igreja e barcos. Em Crepuscular (1917), por outro lado, o pintor russo carrega na paleta escura, de fundo marrom, como se quisesse deixar clara a sua angústia. Não espere, portanto, pinturas frias só porque são abstratas. “Ele foi único em dar expressões gráficas a emoções”, diz Rodolfo de Athayde, diretor-geral da montagem que ocupa o CCBB. Nascido em 1866 e filho de um mercador de chá na Sibéria, o artista foi fortemente influenciado por rituais xamânicos da região, aspecto presente tanto nos quadros quanto nas peças que integram o conjunto, entre elas colares e máscaras. É bom avisar que, apesar de ser o tema da mostra, parte das 150 obras em cartaz não é de autoria de Kandinsky. Há itens de outros pintores russos que viveram na mesma época, caso de Mikhail Larionov, Nikolas Roerich e Vassily Ivánovitch Deníssov. Desse último, a monumental O Fundo do Mar (1907), de 2 metros de altura, rouba a atenção em uma das salas. A importância de Kandinsky na história da arte, como um dos precursores do abstracionismo, é justificada numa montagem abrangente, minuciosa nas informações e visualmente deslumbrante. De 8/7/2015. Até 28/9/2015. Evite filas: a organização da montagem recomenda o agendamento de horário de visita pelo site ou aplicativo do Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br). + Tudo sobre a mostra de Kandinsky no CCBB
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  • Parques

    KidZania

    Avenida Rebouças, 3970, Pinheiros

    Tel: (11) 3995 4500

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    A cada meia hora, uma simulação de um grande incêndio acontece no hotel da cidade fictícia de KidZania. Em poucos minutos o minicarro dos bombeiros chega e dele sai um grupo de crianças treinadas para controlar o fogo em poucos minutos. Se houver algum ferido, uma ambulância com pequenos médicos socorre a vitima, que é encaminhada para o hospital, onde ocorrem também operações, como transplante de fígado. Toda essa agitação pode ser conferida na primeira unidade brasileira da rede mexicana KidZania, instalada no Shopping Eldorado desde dezembro de 2014. Por lá ocorrem ainda simulações de casos enfrentados em uma delegacia, cozinha de restaurante, agência de publicidade, laboratório de ciências e até em uma redação de jornal. A ideia ali é o visitante escolher quais profissões quer desempenhar durante o passeio, entre as 52 opções disponíveis.

    O parque mostra-se bem organizado, limpo e oferece um mix de atrações divertido, é verdade, mas o preço do ingresso revela-se um balde de água fria e só vale a pena para quem quiser muito conhecer o lugar ou tiver certeza de que a criança se identifica com o passeio. Custa 120 reais para as crianças – as de até 4 anos junto de outra pagante entram de graça e a garotada a partir de 8 anos pode ficar sozinha por lá. Só para acompanhar e sem participar de nada, os adultos desembolsam 50 reais. Quem optar por investir no passeio, deve se atentar ao horário de funcionamento para aproveitar ao máximo.

    Ao cruzar o portão de entrada, semelhante a um aeroporto, o visitante recebe um cheque de 50 kidZos – moeda local. A aventura começa com uma ida ao banco para trocar o cheque por cédulas ou um cartão, usados para ingressar nos diversos estabelecimentos e instituições da cidade. Depois de “trabalhar” em uma das áreas, eles recebem o salário em kidZos – a moeda pode ser utilizada também para pagar por serviços como manicure.

    Para os adultos que quiserem dar um tempo do barulho da música ambiente somada a sirenes e buzinas dos veículos das brincadeiras, há um espaço equipado com poltronas, wi-fi, tomada para carregar celular e uma cafeteria. Quem estiver acompanhado de crianças de até 4 anos possui à disposição outro ambiente com jogos e brinquedos voltados para essa faixa etária. É proibido entrar com alimentos, mas dentro do local, dispõe de unidades do Burger King, 1900 Pizzeria e Kopenhagen, além de uma pequena praça de alimentação.

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  • As piscinas de bolinhas gigantes viraram febre na cidade e se multiplicam em vários endereços. Nesta unidade, são 200 metros quadrados preenchidos com cerca de 250.000 bolinhas. Algumas crianças ficam completamente submersas nas esferas coloridas e os pais, que também podem entrar na brincadeira, costumam ficar com bolinhas até o joelho. Escorregadores de diversos tamanhos, o maior deles com 7 metros de comprimento, completam a brincadeira. Crianças menores de 5 anos devem estar acompanhadas dos responsáveis — que podem (e devem) se divertir muito, claro. Recomendado a partir de 3 anos. Até 29/5/2016.
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  • Influenciado pela cultura pop, o artista, de 72 anos, aproveita signos urbanos e faz uso de diferentes suportes para produzir suas obras. Na exposição LIG DES, composta de 100 obras do paulistano, o visitante entra em contato com sua produção desde os anos 60. Entre pinturas, desenhos e filmes, destaque para as esculturas infláveis denominadas Bolhas. Até 30/8/2015.
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  • A Via Marquês recebe a segunda edição do festival de música alternativa, o Overload Music Fest. O lineup é composto pelas bandas inglesas Anathema e Paradise Lost como headliners, The Reign of Kindo (EUA), Novembers Doom (EUA), Riverside (POL), Andy McKee (EUA) e Antimatter (UK), além da banda japonesa Mono. Dias 5 e 6/9/2015. Confira a programação: Sábado, 5 de setembro 16h30 - Novembers Doom (acústico) 17h30 - Andy McKee 18h30 - Riverside 20h10 - The Reign of Kindo 21h30 - Anathema Domingo, 6 de setembro 16h30 - Antimatter (acústico) 17h40 - Mono 19h20 - Novembers Doom 21h - Paradise Lost
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  • A dupla Patati Patatá estreia no próximo domingo, 25, a turnê Sorrir e Brincar. Em duas sessões no mesmo dia, os palhaços, que têm quase 1 milhão de inscritos no seu canal do YouTube, interpretam os sucessos Ronco da Vovó e Lôro, além dos clássicos infantis Tindolelê e Piuí Abacaxi. Dia 25/9/2016.
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  • Encantadora, a fábula musical do compositor russo Sergei Prokofev ganha vida e (muitas) cores pelas mãos dos hábeis manipuladores da Imago Cia. de Animação. A trama apresenta um menino que desobedece ao avô e foge para a foresta na companhia de um pato, um gato e um passarinho. Lá, encontra um lobo feroz e tem de usar a inteligência para se safar e salvar os amigos. Recomendado a partir de 3 anos. Estreou em 3/1/2004. Até 1º/5/2016.
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  • Filmes nacionais recentes como O Som ao Redor e Casa Grande mostraram a força de dramas que trazem à tona discussões atuais sobre a sociedade brasileira. O paulistano Que Horas Ela Volta? acrescenta a essa onda um “algo mais” irresistível: a capacidade de comover o espectador. O prestígio internacional do novo longa de Anna Muylaert (de Durval Discos e É Proibido Fumar), vencedor de prêmio de público no Festival de Berlim, pode ser creditado ao apelo universal de uma trama sobre amor de mãe. O impacto, no entanto, teria sido muito menor sem Regina Casé à frente do elenco. Desde Eu Tu Eles, de 2000, a atriz estava devendo uma interpretação memorável. No papel da empregada doméstica Val, ela garante alma às provocações da cineasta, que discute por um viés intimista as relações de poder escondidas no nosso cotidiano. Conformada com uma vidinha estável, mas sem perspectivas, a pernambucana mora num cômodo abafado de uma mansão no Morumbi e se considera uma segunda mãe do adolescente Fabinho (Michel Joelsas). Esse clima de falsa harmonia cai por terra quando sua filha, Jéssica (Camila Márdila, que dividiu com Casé o troféu de melhor atriz no festival americano de Sundance), resolve passar uma temporada em São Paulo para prestar vestibular. O choque de temperamentos será bombástico. Sem a menor vontade de ser tratada como cidadã de segunda classe, a jovem irritará a patroa (Karine Teles) e será desejada pelo pai da família (Lourenço Mutarelli). Embora pese um pouco a mão na solução dos confitos, amarrados sem tanta sutileza, Muylaert dá conta de transformar, pouco a pouco, a maneira como o espectador vê essa personagem “invasora”: de visitante inconveniente a uma força rebelde capaz de mostrar à mãe que a vida pode ir além do quartinho dos fundos. Estreou em 27/8/2015.
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  • Crianças e seus acompanhantes são transportados ao universo de Rapunzel, numa adaptação da companhia Le Plat du Jour para o conto dos irmãos Grimm. A atmosfera é de fantasia, e a dupla Natália Presser (no papel de Rapunzel) e Ziza Brisola (que interpreta a Bruxa Malvada) passa longe do dramalhão. Do original, restam as longas tranças da mocinha e uma vilã daquelas bem bravas. Aqui, a fúria da Bruxa começa quando o pai de Rapunzel rouba seus rabanetes de estimação para satisfazer os desejos da esposa, ainda grávida. Como vingança, a menina é sequestrada após o nascimento e aprisionada em uma casa na árvore. Chama atenção o revezamento das atrizes em seis personagens. Recomendado a partir de 3 anos. Estreou em 11/1/2014. Até 29/7/2016.
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  • Os desenhos do estúdio inglês Aardman são alternativas certeiras para fãs de animação um pouco cansados do padrão Disney. Desde Wallace & Gromit, passando pelos fabulosos A Fuga das Galinhas e Piratas Pirados!, a produtora de fitas de massinha segue teimosamente na contramão das superproduções do gênero. Nesta adaptação do seriado de TV exibido pela Cultura, a ousadia vem em dobro: além de trazer uma técnica démodé, não há um único diálogo nos 85 minutos de narrativa. E o público, vidrado nas sacadas hilariantes da trama, provavelmente não vai se importar com esse “detalhe”. Embora possam estranhar o formato econômico, as crianças não encontrarão dificuldade para embarcar na aventura de um intrépido carneiro junto de um rebanho atrapalhado à solta nas ruas de uma metrópole. A confusão começa quando Shaun, aborrecido com uma rotina cada vez mais repetitiva, tem a ideia de pregar uma peça no “patrão”. O plano dá errado, e o dono vai parar em um hospital na cidade grande, sem memória. As reviravoltas malucas do resgate ganham ritmo acelerado, temperadas com gags espertas sobre as futilidades do mundo dos famosos. Ironias bem inglesas, é claro. Mas sem perder a leveza de uma graciosa sessão-pipoca. Estreou em 3/9/2015.
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  • Na sua terceira edição, o SP na Rua reúne os principais coletivos festeiros e artísticos para uma noitada gratuita nas ruas do centro de São Paulo. Desta vez, a folia será realizada entre as ruas São Bento, Álvares Penteado e 15 de Novembro. Voodoohop, Venga Venga, Jazz Na Kombi, Calefação Tropicaos, Metanol, Matilha Cultural, Capslock, Free Beats e Selvagem são alguns dos grupos que farão o som entre as 22h deste sábado (5) e as 6h da manhã do domingo (6). Dias 5 e 6/9/2015.
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  • Poucos nomes da cena local surpreendem tanto quanto Zé Henrique de Paula. Desta vez, o diretor importou o original dos americanos Greg Kotis e Mark Hollmann para produzir um musical que, apesar do ambiente intimista do Núcleo Experimental, não deixa nada a desejar às superproduções do gênero. O tema da peça se faz tremendamente oportuno. Lançada na Broadway em 2001, a satírica história é centrada nos habitantes de uma cidade que enfrenta uma crise hídrica há duas décadas, resultado da escassez das chuvas. A população conta os tostões e paga banheiros coletivos controlados pela Companhia da Boa Urina (CBU). Quem desacata a lei é enviado para uma colônia penal. Inconformado com as abusivas taxas, o jovem Bonitão (interpretado por Caio Salay) lidera um movimento para enfrentar o poderoso Patrãozinho (papel de Roney Facchini), administrador da CBU, e ameaça uma perigosa rede de interesses. No elenco de treze atores ainda se destacam Nábia Vilella e Bruna Guerin, todos cantando muito bem acompanhados de oito músicos sob a regência de Fernanda Maia. Estreou em 3/4/2015. 
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Fonte: VEJA SÃO PAULO