Ambiente

Seca e falha de gestão causam crise de água em São Paulo

Sim, São Pedro é o maior responsável pelo risco de a cidade enfrentar um racionamento, mas décadas de falta de investimento em infraestrutura no setor hídrico agravaram o quadro

Por: Angela Pinho - Atualizado em

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Reservatório Jaguari-Jacareí: só com 14% da capacidade (Foto: Mário Rodrigues)

É certo que a natureza tem sido cruel, castigando-nos com a pior estiagem dos últimos 84 anos. Um dos melhores retratos da situação é a mudança de comportamento dos profissionais que monitoram o Radar Meteorológico de São Paulo, instalado na divisa entre Salesópolis e Biritiba Mirim, onde nasce o Rio Tietê, a 94 quilômetros da capital. Trata-se de uma das principais ferramentas do sistema de alerta contra inundações, particularmente útil durante o verão, quando tempestades provocam enchentes e desabamentos na metrópole. Neste ano, as imagens do aparelho continuam sendo aguardadas com ansiedade pelos operadores, mas por motivos diferentes. “Quando o tempo fecha, a gente sai correndo para olhar se está caindo água nos reservatórios da Cantareira”, conta a engenheira Monica Porto, coordenadora do trabalho, referindo-se ao sistema responsável por 61% do abastecimento da capital. 

Apesar da torcida dos técnicos nesses momentos, não chove nas seis represas que formam a Cantareira. Os meses de dezembro e janeiro registraram os piores índices desde 1930, quando a medição começou a ser feita. Para piorar, o calor também ficou além do esperado, o que aumentou a evaporação da água nos reservatórios. “A causa foi a presença de uma massa de ar de alta pressão sobre São Paulo, que impediu a chegada de umidade”, explica o meteorologista Alexandre Nascimento, da Climatempo. Caso esse fenômeno tivesse acontecido entre abril e outubro, período tradicionalmente seco, não haveria grandes transtornos. Mas ocorreu justamente nos meses em que se espera que chova o suficiente para encher os reservatórios. 

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(Foto: Veja São Paulo)

A situação levou o governo do estado a decretar uma série de medidas para tentar evitar o pior. Elas vão de desconto de 30% na conta para quem economizar nas torneiras a obras de emergência destinadas a bombear da Cantareira o volume morto, como é chamada a água que fica no fundo das represas. No último dia 18, o governador Geraldo Alckmin foi a Brasília pedir à presidente Dilma Rousseff permissão para usar parte da água do Rio Paraíba do Sul, que abastece o Rio de Janeiro. A ideia enfrenta resistência do estado vizinho. Apesar dos esforços, há um sério risco de racionamento num futuro próximo caso a seca se prolongue por mais algum tempo. “Estamos diante de um fato excepcional, pois é a maior seca dos últimos 84 anos”, afirmou o governador Geraldo Alckmin. 

Uma metrópole que tem 12 milhões de habitantes e responde por 11,5% do PIB do país, entretanto, não pode ficar à mercê dos caprichos da natureza na questão do abastecimento de água. Com tecnologia e planejamento, cidades com muito menos recursos hídricos e clima muito mais adverso conseguem garantir o abastecimento. É o caso de Jerusalém, em Israel, que tem um índice pluviométrico anual de cerca de 500 milímetros, o equivalente a quase um terço do registrado normalmente em São Paulo. 

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(Foto: Veja São Paulo)

A gestão dessa área, a exemplo de todas as questões que envolvem infraestrutura, demanda investimentos pesados e contínuos para prevenir situações que só irão se materializar décadas depois. Do ponto de vista da contabilidade política mais rasteira, implica enterrar recursos significativos em obras invisíveis, cujos resultados só serão notados num futuro distante. Em resumo, é verba que não rende voto imediato. “Em São Paulo, ficou claro que a capacidade dos reservatórios se mostrou insuficiente diante de uma situação de intensa dificuldade climática”, afirma Benedito Braga, presidente do Conselho Mundial de Água, organização que reúne os principais especialistas e autoridades ligadas ao tema de mais de cinquenta países. Peritos como ele têm opinião unânime: os efeitos da estiagem na capital para o abastecimento de água foram agravados pela inoperância de décadas do poder público.

Um dos últimos investimentos ambiciosos feitos na área ocorreu há quarenta anos. Ele envolveu justamente a construção do Cantareira para amenizar na época o problema crônico da escassez em São Paulo, que tem poucos mananciais em seu território. A obra é composta de seis reservatórios, o mais distante localizado em Vargem, a 98 quilômetros de São Paulo, na divisa com Minas Gerais. De lá, a água percorre um sistema formado por túneis e outras represas até chegar à estação de tratamento em Caieiras, na região metropolitana. Depois disso, é distribuída para a capital e outros municípios vizinhos. Cerca de um sexto do volume é enviado a cidades do interior, principalmente Campinas.

Do início dos anos 70 até hoje, a população da capital dobrou e o uso de água aumentou na mesma proporção (atualmente, o consumo per capita é de 140 litros diários). A partir de 2004, o Palácio dos Bandeirantes recebeu pelo menos quatro alertas sobre a fragilidade da política hídrica, sendo que o mais recente deles, de 2013, partiu de um estudo encomendado pelo próprio governo estadual. Em resposta, a Sabesp aumentou em 50% a capacidade de tratamento de água do Alto Tietê numa obra realizada em 2009. Entre 2008 e 2014, a empresa também conseguiu reduzir de 33% para 25% o índice de perdas por vazamentos, provocados por falhas de infraestrutura, como canos velhos e malconservados.  

tabela agua 3
(Foto: Veja São Paulo)

A reação das autoridades diante do problema, no entanto, mostrou-se insuficiente para proteger a cidade. “Investiram, é verdade, mas não o bastante”, afirma Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura. Segundo ele, a possibilidade de enfrentar situações climáticas adversas precisa entrar na conta dos governos. “Não dá para fazer planejamento quando a crise já está instalada”, complementa. Um passo fundamental, a construção de um novo reservatório para abastecer a cidade, só começou a sair do papel no ano passado — ou seja, quase uma década depois dos primeiros alertas de colapso. Em agosto passado, a Sabesp fechou uma parceria público-privada com empreiteiras para construir a obra em Ibiúna. Quando ficar pronta, em 2018, ela trará para a capital e região metropolitana 4 700 litros de água por segundo, o equivalente a 14% do volume da Cantareira.

Na visão otimista dos técnicos da Sabesp, o pior será evitado graças às ações emergenciais adotadas desde o começo do ano. “Não trabalhamos com a hipótese de fazer um racionamento”, afirma Edson Giriboni, secretário de Saneamento e Recursos Hídricos de São Paulo. Esse plano, porém, depende da boa vontade de São Pedro. A conta só fechará se o regime de chuvas nos próximos meses voltar à média histórica dos últimos anos. Caso contrário, a adoção de um esquema de rodízio será inevitável a partir de outubro. 

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A Metra: estação de tratamento para limpar a frota (Foto: Mário Rodrigues)

A população da capital vem dando sua parcela de contribuição para amenizar o problema. Desde que o governo ofereceu um desconto de 30% a quem economiza na torneira, o nível de consumo está caindo. Os paulistanos chegaram a poupar 6 220 litros por segundo, volume suficiente para abastecer uma cidade do tamanho de Curitiba. Mas é possível fazer ainda mais nessa questão. O consumo diário per capita de água na capital é de 140 litros, contra os 110 litros da média recomendada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como a necessária para que as pessoas se hidratem, mantenham a higiene em dia e a casa em ordem. Países mais avançados nesse tipo de conscientização do uso do recurso consomem 115 litros por dia, como a Bélgica. 

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O síndico Pacces: aumento de reservatório (Foto: Lucas Lima)

O reúso da água ainda ocorre com pouca frequência por aqui. Uma das exceções é o projeto Aquapolo, parceria entre a Sabesp e Odebrecht Ambiental, que recicla água para cinco indústrias petroquímicas do ABC paulista. A economia é suficiente para abastecer uma cidade de 350 000 habitantes todo dia. A companhia de transporte Metra, de São Bernardo do Campo, que é responsável também pela manutenção de 110 paradas de ônibus na cidade, mantém limpos sua frota e os pontos com água reciclada. O Hospital Sírio-Libanês instalou uma estação de tratamento no seu subsolo no começo do ano. Ela garante hoje quase um terço do consumo do local. No acirramento da crise, iniciativas semelhantes vêm se ampliando. Síndico de um prédio na Vila Olímpia, Luciano Pacces chamou recentemente um engenheiro para orçar o aumento da capacidade de armazenamento de água da chuva do reservatório do condomínio. “A obra será uma de nossas prioridades”, diz. Tudo isso ajuda e deve ser feito não só em época de crise. O governo, entretanto, tem de realizar a sua parte, fazendo o planejamento e os investimentos adequados para não precisar depois acender vela para São Pedro.

Veja abaixo como você pode economizar água:

› Fique de olho no hidrômetro. Um aumento brusco no uso de água pode apontar a existência

de vazamentos. Se constatar algum, conserte-o imediatamente

› Se for possível, use o mesmo copo para matar a sede. A cada um que você bebe, gasta o dobro para lavar

› Se você mora em um condomínio sem medidores por unidade, avalie a possibilidade de implantá-los. Assim, fica mais fácil cada família controlar seu consumo

› Feche a torneira ao escovar os dentes ou fazer a barba

› Desligue o chuveiro quando estiver passando xampu

› Espere acumular louça ou roupa antes de acionar a máquina de lavar

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  • Italianos

    Osteria del Pettirosso

    Alameda Lorena, 2155, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3062 5338 ou (11) 3062 4531

    VejaSP
    7 avaliações

    O que era um negócio familiar — o marido, Marco Renzetti, no fogão e a mulher, Erika, no atendimento — aprimorou‑se de tal forma com três vitórias consecutivas em VEJA COMER & BEBER que o Pettirosso não pode ser considerado mais uma trattoria. Hoje, o ristorantino tem requintes como um menu degustação e receitas autorais. Um dos exemplos é a rabada típica de Roma, a cidade natal de Renzetti, transformada num bolinho cozido no vinho tinto e servido com polenta (R$ 79,00). Suas criações incluem o impecável risoto no caldo de vitelo, açafrão e tutano (R$ 75,00). Ainda de produção própria, há deliciosos sorvetes de manga e atemoia (R$ 22,00 cada um).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Cozinha contemporânea

    Maní

    Rua Joaquim Antunes, 210, Jardim Paulistano

    Tel: (11) 3085 4148

    VejaSP
    14 avaliações

    O luxo de dois grandes chefs se encarregarem do mesmo menu tem um preço: R$ 470,00 — no caso, pela degustação completa assinada por Helena Rizzo e Daniel Redondo. As pedidas variam segundo a vontade da dupla, mas sempre têm combinação de sabores inesperados, como o nhoque de batata e gorgonzola no caldo de cebola adocicado e a garoupa cozida a baixa temperatura com escamas de peixe fritas (sim, você leu certo e elas são uma delícia). No menu fixo, o ótimo arroz de chorizo espanhol com grão-de-bico e peixe sai por R$ 105,00.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Italianos

    Gero Caffè

    Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232, Jardim Paulistano

    2 avaliações
  • Bares variados

    Volt

    Rua Haddock Lobo, 40, Cerqueira César

    VejaSP
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  • Nova seção de VEJA SÃO PAULO, publicada nos roteiros de Restaurantes, Bares e Comidinhas, mostra os itens que sofreram aumento de preço
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  • Japoneses

    Minato Izakaya

    Rua dos Pinheiros, 1308, Pinheiros

    Tel: (11) 3814 8065

    5 avaliações

    É um boteco oriental de pegada mais moderna. Fica em um ponto menos gastronômico da Rua dos Pinheiros e recebe um público descolado no salão de iluminação baixa, paredes escuras e dois balcões, um de frente ao outro. Como os bancos de madeira abrigam apenas vinte pessoas, as esperas são comuns. Entre os tira-gostos frios, estão as ostras vindas de Florianópolis cobertas pelo cítrico molho ponzu, de shoyu, vinagre e limão. De prato quente, há língua bovina frita coberta por molho picante e a pimenta-cambuci recheada de anchova e shimeji. Molha a garganta da clientela o chope Heineken, servido na caneca, e o suave saquê Hakushika Honjozo.

     

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  • Cafés

    Coffee Lab

    Rua Fradique Coutinho, 1340, Vila Madalena

    Tel: (11) 3375 7400

    VejaSP
    24 avaliações

    Para manter a qualidade que atrai tanto público — e tantos prêmios—, Isabela Raposeiras garimpa boas surpresas pelo país, que são estampadas no cardápio junto de impressões como “doce de dar cárie” ou “lindo e elegante”. Longe de ser uma afetação, esse é o jeito encontrado pela barista de não deixar ninguém acuado diante das novidades, sobretudo os não iniciados no perfumado mundo dos cafés especiais. E,se ainda pairar dúvida sobre o grão ou o método de extração a escolher, é só pedir que a equipe explica tudo com jeitinho. Não está a fim de arriscar um complexo catuaí cultivado na cidade capixaba de Itarana e extraído no filtro Clever (R$ 12,00)? Dá para ficar no expresso (R$ 5,00), feito com o blend da casa, ou então no cappuccino (R$ 9,00), de cremosidade ímpar. E ser igualmente feliz.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Bar-balada

    Panorama

    Avenida Nove de Julho, 5871, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3167 3074 ou (11) 3071 4275

    VejaSP
    Sem avaliação

    Meio disfarçado pela vegetação, o burburinho deste bar-balada se forma em plena Avenida 9 de Julho. A partir da happy hour, as mesas da varanda começam a receber homens e mulheres, em sua maioria com os 30 anos já completos. Eles, com as camisas ajustadas ao corpo. Elas, no alto de saltos, trajando vestidos curtos e de cabeleira esticada. Alguns passos depois da varanda, fica a pista. Escura, de teto baixo e cheia de luzes coloridas e piscantes, tem um clima de inferninho. A programação é baseada na música eletrônica, o mesmo gênero que consagrou o proprietário Angelo Leuzzi em sucessos paulistanos como a boate Lov.e. Por ali rolam conversas ao pé do ouvido e troca de olhares. Novos casais vão se formando e elegendo a parede como apoio. No andar de cima, o balcão do bar costuma ficar apinhado de gente à espera de seus corretos gim-tônica (R$ 33,00) e apple martini (R$ 34,00) enquanto calcula uma forma de aproximação. Ao lado, um lounge se mostra um pouco mais comportado (e menos escuro). No último piso, o pequeno restaurante recebe os festeiros mais calmos, que encontram pratos como o salmão em crosta de gergelim mais risoto de limão-siciliano e parmesão (R$ 54,00) até as 5 da manhã às sextas e aos sábados.

     

    Preços checados em setembro/outubro de 2014.

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  • A partir de estereótipos do mundo das artes, Bruno Moreschi inventou cinquenta artistas e suas prováveis obras e as publicou no livro Art Book. A mostra traz quatro séries desses trabalhos, como a foto do fictício artista iraquiano Abdul-Rafi Fayad que, acorrentado, tenta morder os visitantes. Até 16/4/2014.
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  • Três dicas para aproveitar São Paulo
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  • Também diretor, Miguel Falabella retorna à cidade com a comédia escrita por Joe Orton em 1967. Desta vez, porém, ele divide o palco com a atriz Arlete Salles, que entrou no lugar de Marisa Orth. Na trama, Falabella interpreta um psiquiatra flagrado com a secretária pela mulher (papel de Arlete). Sem roupa, a moça (Alessandra Verney) se esconde atrás de uma cortina, e uma divertida sucessão de erros toma conta da história. Com Marcello Picchi, Ubiracy Paraná do Brasil e Magno Bandarz. Estreou em 21/3/2014. Até 8/3/2015.
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  • Três perguntas para Esther Góes

    Atualizado em: 28.Mar.2014

    A atriz reestreia o monólogo Determinadas Pessoas – Weigel, em que interpreta a mulher do dramaturgo alemão Bertolt Brecht
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  • A atriz Alexandra Richter tem alcançado o sucesso no teatro, como em Divã e A História de Nós 2, e na televisão, caso das novelas Passione e Cheias de Charme. Em cartaz com Minimanual de Qualidade de Vida, escrito por Ana Paula Botelho e Daniela Ocampo, também diretora, ela se arrisca em um terreno menos seguro: o do monólogo cômico. Angelina Pimenta é uma palestrante contratada por uma editora para apresentar um livro cujo objetivo é otimizar o tempo das pessoas e mantê-las com o corpo e a mente em harmonia. Carismática, Alexandra atinge bons momentos na pele da personagem, principalmente quando improvisa e usa a plateia como apoio. A dramaturgia, porém, mostra-se um tanto dispersa e investe em piadas surradas, a exemplo daquelas relativas ao trânsito e ao universo masculino. Ao atirar para todos os lados, deixa a sensação de que o espetáculo fugiu da proposta inicial, de vender uma centena de lições para levar a vida numa boa, em nome de um riso mais solto. Estreou em 7/3/2014. Até 27/4/2014.
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  • Um dos maiores ídolos do humor na atualidade, Fábio Porchat pode ser considerado o astro da quinta edição do Risadaria. Na sexta (4/3/2014), dia da abertura do evento, que vai até 13 de abril, o comediante é o convidado do projeto Almoço com Fábio Porchat, às 12h30, no palco montado no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista. Ele também apresenta, com entrada gratuita, o espetáculo Fora do Normal, sucesso de público no ano passado (2013) no Teatro Shopping Frei Caneca. Haverá mais duas exibições do solo, uma no Teatro APCD e a outra no Fernando Torres, mas ambas já estão com os ingressos esgotados. O Risadaria 2014 ocupa 21 lugares, espalhados por todas as regiões da cidade, seis a mais do que no ano passado. Além do Conjunto Nacional, a outra base principal ficará no Santana Parque Shopping. A maioria das atrações é grátis. Para as pagas, os ingressos estão disponíveis em www.risadaria.com.br, além da agenda completa. Danilo Gentili, Rafinha Bastos, Marco Luque, Oscar Filho e Diogo Portugal integram o elenco convidado. Pela primeira vez, o homenageado não será um comediante. Às vésperas da Copa do Mundo, o escolhido foi o comentarista Silvio Luiz, que introduziu a irreverência na locução esportiva e festeja 80 anos em 2014.
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  • Intérprete, compositora e baterista paulistana, Naná Rizinni voltou aos Estados Unidos, país onde cresceu, para gravar o segundo CD, Lá na Nana. A tiracolo, levou o coprodutor Adriano Cintra, o músico Dudu Tsuda (piano e sintetizadores) e a cantora Tiê, com quem divide a faixa Cala Sua Big Boca. Carregou também Sujeira, música criada com Tim Bernardes, do trio O Terno. Trancaram-se no estúdio de Steve Albini, produtor de bandas como Nirvana, e de lá saíram com um disco de pegada dance rock influenciado por Joy Division, Novos Baianos e Madonna. Manda Me Prender, Prejudicada e Me Deixa Dançar, todas em parceria com Cintra, compõem o repertório. A última delas, inclusive, terá o clipe lançado na ocasião. Dia 15/08/2014.
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  • Shows / Variados

    Atrações adolescentes

    Atualizado em: 28.Mar.2014

    Manu Gavassi toca nesta semana e ingressos para shows de Avril Lavigne e One Direction estão à venda
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  • Uma das animações mais aguardadas do ano, Rio 2, infelizmente, tende a provocar certa decepção na plateia, sobretudo a adulta. Tudo por causa da comparação com o desenho animado pioneiro, de 2011, também dirigido pelo brasileiro Carlos Saldanha. As maiores falhas aparecem em duas frentes: roteiro fraco e vilões-clichê. Além de o fator novidade ter ido para o espaço, os personagens se deslocaram para a Amazônia e não há criatividade em relação ao filme original — a não ser nos números musicais, excessivos, porém deslumbrantes. Na trama, as ararinhas-azuis Jade e Blu continuam morando no Rio de Janeiro e têm três filhotes. Eles passam o réveillon na Cidade Maravilhosa (na bela cena de abertura), mas se mandam para a Floresta Amazônica quando Jade descobre que aves da mesma espécie vivem por lá. Na chegada, ela reencontra o pai turrão e a família. O principal inimigo agora é um madeireiro responsável pelo desmatamento. Sem piadas espirituosas nem ação incessante (alguns dos trunfos do primeiro filme), Rio 2 sobrevive da cantoria e das coreografias dos pássaros, inspiradas nos balés aquáticos de Esther Williams. Estreou em 27/3/2014.
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  • Conforme foi divulgado dias atrás, o ator Paul Walker, morto em novembro de 2013, terá uma versão digital para que sejam concluídas as filmagens de Velozes & Furiosos 7. A primeira parte da trama de O Congresso Futurista aborda uma vertente desse assunto. Num futuro próximo, a atriz Robin Wright, do seriado House of Cards, interpreta a si mesma. Com 44 anos, não consegue mais bons papéis e está destinada a ser esquecida pela indústria do cinema. Seu empresário (Harvey Keitel) já tinha perdido as esperanças quando um estúdio faz uma proposta arriscada para Robin. Quer escanear seu corpo e suas expressões para usá-las em filmes de qualquer tipo. A princípio, ela recusa, mas, tendo de cuidar de um casal de filhos, acaba aceitando. Com a grana no bolso, Robin precisa desaparecer do mapa e, assim, sua imagem ficará eternamente jovem na tela. Não faltam ao novo trabalho de Ari Folman, diretor israelense de Valsa com Bashir (2008), originalidade, ousadia, humor nas entrelinhas, melancolia e muita piração. Os primeiros 45 minutos são estrelados por atores; o restante é uma animação lisérgica com personagens fictícios e reais, a exemplo de Tom Cruise e Grace Jones. Trata-se do momento em que Robin, já um desenho, chega ao tal congresso futurista para ser homenageada. Conselho para quem vai pegar uma sessão: deixe-se levar pela história hipnótica, feita de ilustrações magníficas e roteiro viajandão. Estreou em 27/3/2014.
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  • Mariana Pamplona, roteirista e produtora deste documentário dirigido por Flavio Frederico (Boca do Lixo), nasceu em 1971, poucos meses depois da trágica morte de sua tia. No auge da ditadura, a psicóloga Iara Iavelberg foi encontrada com um tiro no peito após uma emboscada ao prédio onde estava refugiada, em Salvador, na Bahia. O caso foi logo encerrado como suicídio, mas a família, inconformada, pediu uma revisão desde a década de 90, só concluída com uma exumação em 2002. Iara começou como ativista política, passou da guerrilha à clandestinidade e foi companheira de Carlos Lamarca, capitão do Exército que desertou para aderir à luta armada contra a ditadura. Repleto de imagens e fotos de época, o filme parece, à primeira vista, apenas um registro pessoal, sobretudo por ser narrado pela sobrinha da biografada. Seu alcance, contudo, é mais amplo. Entremeado à trajetória de Iara, descortina-se um eficiente painel sobre os anos de chumbo no Brasil. Estreou em 27/3/2014.
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  • Roteirista e diretor de Coração Louco (2009), Scott Cooper esbarra na mesmice em seu novo filme. Embora escorado em um elenco estelar, o drama tem pulso firme mas não consegue ir além do déjà-vu. A trama enfoca o cotidiano de dois irmãos. Rodney (Casey Affeck), um ex-soldado da Guerra do Iraque, envolveu-se em lutas clandestinas para ganhar um pouco de dinheiro. Seu irmão mais velho, Russell (Christian Bale), trabalha numa metalúrgica da Pensilvânia e vai encarar um revés do destino. Ele sofre um acidente de carro cuja vítima é uma criança no outro automóvel. Vai para a cadeia e sai de lá algum tempo depois. Mas suas dores de cabeça só aumentam ao perceber que Rodney anda se envolvendo com agiotas da pesada. Se guese, então, o thriller de praxe, alfinetadas à crise econômica americana de 2008, violência a rodo e um vilão irascível — trata-se do personagem de Woody Harrelson, que, logo nos primeiros minutos, demonstra um sangue frio de gelar a espinha. Estreou em 27/3/2014.
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  • Três filmes que se passam nos anos 80

    Atualizado em: 28.Mar.2014

    Junto com o ganhador de dois Oscar Clube de Compras Dallas, estão em cartaz O Lobo de Wall Street e Refém da Paixão
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  • O ano passado foi ótimo para o cinema estrangeiro e nem tanto para as produções nacionais. Com um balanço das fitas mais badaladas de 2013, o CineSesc faz sua retrospectiva anual a partir de quinta (3/4/2014). O Festival Sesc dos Melhores Filmes de 2013, que comemora quarenta anos, ainda traz de volta à tela alguns cultuados trabalhos brasileiros, a exemplo de Memórias do Cárcere (1984), de Nelson Pereira dos Santos, e Pixote (1981), de Hector Babenco. No total, serão exibidos 54 longas-metragens até 30 de abril. Na seara internacional, Azul É a Cor Mais Quente papou três prêmios dos espectadores que votaram: melhor filme, atriz (Adèle Exarchopoulos) e diretor (Abdellatif Kechiche). Mads Mikkelsen (A Caça) foi escolhido o melhor ator também pelos críticos. Os especialistas preferiram Amor e sua intérprete (Emmanuelle Riva) e a direção de Miguel Gomes (Tabu). Além dos filmes citados, há muito mais para ver ou rever. É o caso do fabuloso Gravidade, que faturou sete estatuetas no Oscar e está agendado para sexta (4/4), às 21h30, em 3D. Os vencedores brasileiros só serão conhecidos na véspera da abertura em cerimônia para convidados. Pode-se esperar, porém, pelas reprises de O Som ao Redor, indicado pelo Brasil ao Oscar, do bom documentário Elena e da animação Uma História de Amor e Fúria. Faroeste Caboclo, uma das realizações mais acertadas da safra, tem vez no sábado (5/4), às 17h.
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  • Com o tema Mestres, Referências para um Tempo de Incertezas, a mostra de cinema focada em infância e educação chega a sua terceira edição. A intensa programação reune exibição de mais de 40 filmes, entre longas e curtas-metragens, oficinas, rodas de conversa, vivências e sessões especiais seguidas de debates. De 9 a 12/6/2016. Confira a programação: CineSesc Quinta, 9 de junho 11h - Cantos de Trabalho (10') | Sr. Paulo e os Brinquedos para Menino Brincar (4') | Bambeia (5') | A Sandália de Lampião (28') | Carlinhos Luthier (3') | Manoel Galdino - Tudo É Folclore (26') 13h - Uma História de Crianças e Filmes (2013), de Mark Cousins 14h45 - Tashi e o Monge (2015), de Johnny Burke e Andrew Hinton Sexta, 10 de junho 11h - Mário e a Missão (2016), de Luiz Adriano Daminello 13h30 - Sonhos em Movimento - Nos Passos de Pina Baush (2010), de Anne Linsel e Rainer Hoffmann 15h - O Homem que Plantava Árvores (30’) | Homem-Floresta (23’) Sábado, 11 de junho 11h - Caverna dos Sonhos Esquecidos (2010), de Werner Herzog 13h - Landfill Harmonic - Uma Sinfônica de Espírito (2015), de Brad Allgood, Grahan Townsley e Juliana Loftus 14h30 - Na Ponta dos Pés (2012), de Olivier Ringer Domingo, 12 de junho 11h - Mary Poppins (1964), de Robert Stevenson Espaço Itaú de Cinema - Augusta Quinta, 9 de junho SALA 1 9h - Landfill Harmonic - Uma Sinfônica de Espírito (2015), de Brad Allgood, Grahan Townsley e Juliana Loftus 11h - Billy Elliot (2000), de Stephen Daldry 13h - Um Quê de Quilo (9’) | Brasil Orgânico (58’) 15h - Balão Branco (1995), de Jafar Panahi 17h - Exame de Estado (2014), de Dieudo Hamadi 19h15 - Quicar: Como a Bola Ensinou o Mundo a Brincar (2015), de Jerome Theliá 21h - Cinema Paradiso (1988), de Giuseppe Tornatore SALA 2 10h - Encantadora de Baleias (2002), de Niki Caro SALA 3 9h30 - Ao Mar (2009), de Pedro González-Rubio 11h30 - Temple Grandin (2010), de Mick Jackson 13h30 - Nana (68') | Caminhando com Tim Tim (5') 15h30 - A Menina e a Gôndola (12’) | A Terra (22’) | Tjamparanjani - Era Uma Vez (34’) 17h30 - O Melhor Som do Mundo (13’) | Na Ponta dos Pés (77') 19h30 - A Caverna do Cachorro Amarelo (2006), de Byambasuren Davaa 21h30 - Brincante (2014), de Walter Carvalho Sexta, 10 de junho SALA 1 9h - A Caverna do Cachorro Amarelo (2006), de Byambasuren Davaa 11h - Do Pó da Terra (2016), de Maurício Nahas 13h - Tudo que Aprendemos Juntos (2015), de Sérgio Machado 15h - Casa dos Insetos (18’) | O Homem que Plantava Árvores (30’) | Homem-Floresta (23’) 17h - Billy Elliot (2000), de Stephen Daldry 19h15 - BÁ (14’) | ApartHorta (55’)  21h - Ao Mar (2009), de Pedro González-Rubio SALA 2 10h - Cinema Paradiso (1988), de Giuseppe Tornatore SALA 3 9h30 - Tashi e o Monge (53') | Casa dos Insetos (18’) 11h30 - Exame de Estado (2014), de Dieudo Hamadi 13h30 - Cantos de Trabalho (10') | Sr. Paulo e os Brinquedos para Menino Brincar (4') | Bambeia (5') | A Sandália de Lampião (28') | Carlinhos Luthier (3') | Manoel Galdino - Tudo É Folclore (26') | Cinema Paradiso (1988), de Giuseppe Tornatore 15h30 - João de Barro (21’) | Bebês do Mundo (52') 17h30 - Encantadora de Baleias (2002), de Niki Caro 19h30 - Todo o Tempo do Mundo (2015), de Suzanne Crocker 21h30 - O Melhor Som do Mundo (13’) | Balão Branco (81') Sábado, 11 de junho SALA 1 9h - Uma História de Crianças e Filmes (2013), de Mark Cousins 11h - Todo o Tempo do Mundo (2015), de Suzanne Crocker 14h - Quicar: Como a Bola Ensinou o Mundo a Brincar (2015), de Jerome Theliá 15h20 - O Serviço de Entregas de Kiki (1989), de Hayao Miyazaki 17h - Mário e a Missão (2016), de Luiz Adriano Daminello 19h30 - Meninos e Reis (16’) | Jonas e o Circo sem Lona (82’) SALA 2 10h - Caminhando com Tim Tim (5') | Nana (68') SALA 3 9h30 - Bebês do Mundo (2005), de Emmanuelle Nobécourt 11h30 - Kiriku, Os Homens e as Mulheres (2012), de Michel Ocelot 13h30 - A Menina e a Gôndola (12’) | A Terra (22’) | Tjamparanjani - Era Uma Vez (34’) 15h30 - Salu e o Cavalo Marinho (13’) | Naiá e a Lua (13’) | Linéia no Jardim de Monet (30’) 17h30 - BÁ (14’) | ApartHorta (55’)
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  • Até domingo (17/4), segue a 21ª edição do É Tudo Verdade. O festival reúne, no Centro Cultural São Paulo, CineArte, Cine Olido, Cinemateca, Itaú Cultural e Reserva Cultural, 85 documentários, entre curtas, médias e longas-metragens, vindos de 26 países. Um dos destaques é a estreia de As Incríveis Artimanhas da Nuvem Cigana, sobre o coletivo artístico carioca da década de 70. Haverá duas exibições no CineArte: neste domingo (10/4), às 21h, e no domingo 17, às 15h. De 7 a 17/4/2016. Confira a programação: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO Sexta, 8 de abril 16h - Foco Latino-Americano: Toponímia (2015), de Jonathan Perel 18h - Cinema Olympia: Anéis do Mundo (2015), de Sergey Miroshnichenko Sábado, 9 de abril 16h - Competição Internacional – Curtas 1: O Atirador de Elite de Kobani | Eu Tenho uma Arma | Cosmopolitanismo | Caracóis | Carmen 18h - Cinema Olympia: Espírito em Movimento (2015), de Sofia Geveyler, Yulia Byvsheva e Sofia Kucher 20h - Foco Latino-Americano: Favio, a Estética da Ternura (2015), de Luis Rodríguez e Andrés Rodríguez Domingo, 10 de abril 16h - Competição Internacional – Curtas 2: Fatima | A Glória de Fazer | Cinema em Portugal | A Visita | Munique ‘72 e Além 18h - Cinema Olympia: Os Campeões de Hitler (2015), de Jean-Christophe Rosé 20h - Foco Latino-Americano: Gabo: a Criação de Gabriel Gárcia Márquez (2015), de Justin Webster Terça, 12 de abril 16h - Competição Brasileira – Curtas 2: Vida como Rizoma | Praça de Guerra | A Culpa é da Foto | Buscando Helena 18h - O Estado das Coisas: Overgames (2015), de Lutz Dammbeck Quarta, 13 de abril 16h - Competição Brasileira – Curtas 1: Aqueles Anos em Dezembro | Abissal | Fora de Quadro | O Oco da Fala | Sem Título # 3 : E para que Poetas em Tempo de Pobreza? 18h - Foco Latino-Americano: Allende meu Avô Allende (2015), de Marcia Tambutti Allende 20h - O Estado das Coisas: Lampião da Esquina (2016), de Lívia Perez CINEARTE Sexta, 8 de abril 13h - Foco Latino-Americano: Favio, a Estética da Ternura (2015), de Luis Rodríguez e Andrés Rodríguez 15h - Competição Internacional – Longas: Paciente (2015), de Jorge Caballero Ramos 17h - Programas Especiais: Cidadão Rebelde (2015), de Pamela Yates 19h - Competição Internacional – Longas: Nuts! (2016), de Penny Lane 21h - Programas Especiais: Claude Lanzmann: Espectros do Shoah (2015), de Adam Benzine Sábado, 9 de abril 13h - Foco Latino-Americano: Gabo: a Criação de Gabriel Gárcia Márquez (2015), de Justin Webster 15h - Competição Brasileira – Curtas 1: Aqueles Anos em Dezembro | Abissal | Fora de Quadro | O Oco da Fala | Sem Título # 3 : E para que Poetas em Tempo de Pobreza? 17h - Competição Internacional – Longas: Catástrofe (2016), de Alina Rudnitskaya 18h15 - Programas Especiais: Claude Lanzmann: Espectros do Shoah (2015), de Adam Benzine 19h - Competição Internacional – Longas: 327 Cadernos (2015), de Andrés Di Tella 21h - Competição Brasileira – Longas: Cícero Dias, o Compadre de Picasso (2016), de Vladimir Carvalho Domingo, 10 de abril 13h - Competição Brasileira – Longas: Cícero Dias, o Compadre de Picasso (2016), de Vladimir Carvalho 15h - Competição Internacional – Curtas 1: O Atirador de Elite de Kobani | Eu Tenho uma Arma | Cosmopolitanismo | Caracóis | Carmen 17h - Competição Internacional – Longas: No Limbo (2015), de Antoine Viviani 19h - Competição Brasileira – Longas: Galeria F (2016), de Emília Silveira 21h - Reprise Abertura RJ: As Incríveis Artimanhas da Nuvem Cigana (), de Segunda, 11 de abril 13h - Competição Brasileira – Longas: Galeria F (2016), de Emília Silveira 15h - Foco Latino-Americano: Allende meu Avô Allende (2015), de Marcia Tambutti Allende 17h - Competição Internacional – Longas: Um Caso de Família (2015), de Tom Fassaert 19h - Programas Especiais: O Homem que Matou John Wayne (2016), de Diogo Oliveira e Bruno Laet 21h - Competição Brasileira – Longas: Jonas e o Circo sem Lona (2015), de Paula Gomes Terça, 12 de abril 13h - Competição Brasileira – Longas: Jonas e o Circo sem Lona (2015), de Paula Gomes 15h - Competição Internacional – Longas: Gigante (2015), de Zhao Liang 17h - Competição Internacional – Longas: Tudo Começou pelo Fim (2015), de Luis Ospina 21h - Competição Brasileira – Longas: Manter a Linha da Cordilheira sem o Desmaio da Planície (2016), de Walter Carvalho Quarta, 13 de abril 13h - Competição Brasileira – Longas: Manter a Linha da Cordilheira sem o Desmaio da Planície (2016), de Walter Carvalho 15h - Competição Brasileira – Curtas 2: Vida como Rizoma | Praça de Guerra | A Culpa é da Foto | Buscando Helena 17h - Competição Internacional – Longas: Anos Claros (2015), de Frédéric Guillaume 19h - Competição Internacional – Longas: Chicago Boys (2015), de Carola Fuentes e Rafael Valdeavellano 21h - Competição Brasileira – Longas: O Futebol (2015), de Sergio Oksman Quinta, 14 de abril 13h - Competição Brasileira – Longas: O Futebol (2015), de Sergio Oksman 15h - Foco Latino-Americano: Toponímia (2015), de Jonathan Perel 17h - Competição Internacional – Longas: Sob o Sol (2015), de Vitaly Mansky 19h - Programas Especiais: Não Pertenço a Lugar Algum - O Cinema de Chantal Akerman (), de 21h - Competição Brasileira – Longas: Cacaso na Corda Bamba (2016), de José Joaquim Salles e Ph Souza Sexta, 15 de abril 13h - Competição Brasileira – Longas: Cacaso na Corda Bamba (2016), de José Joaquim Salles e Ph Souza 15h - Competição Internacional – Curtas 2: Fatima | A Glória de Fazer | Cinema em Portugal | A Visita | Munique ‘72 e Além 17h - Competição Internacional – Longas: Kate Interpreta Christine (2016), de Robert Greene 19h - Competição Brasileira – Longas: Imagens do Estado Novo 1937-45 (2016), de Eduardo Escorel Sábado, 16 de abril 13h - Competição Brasileira – Longas: Imagens do Estado Novo 1937-45 (2016), de Eduardo Escorel Domingo, 17 de abril 13h - Programas Especiais: O Homem que Matou John Wayne (2016), de Diogo Oliveira e Bruno Laet 15h - Reprise Abertura RJ: As Incríveis Artimanhas da Nuvem Cigana (2016), de Paola Vieira e Claudio Lobato 17h - Programas Especiais: Cidadão Rebelde (2015), de Pamela Yates 19h - Vencedor Competição Brasileira - Longas 21h - Vencedor Competição Internacional - Longas CINEMATECA BRASILEIRA Quarta, 13 de abril 12h30 - O Estado das Coisas: Faraós do Egito Moderno – Nasser 17h - O Estado das Coisas: Faraós do Egito Moderno – Sadat e Mubarak Quinta, 14 de abril 12h30 - Cinema Olympia: Um Novo Olhar Sobre Olympia 52 (2013), de Julien Faraut 17h - Cinema Olympia: Olympia 52 (1954), de Chris Marker Sexta, 15 de abril 17h - Retrospectiva Brasileira: Carlos Nader – Curtas 1: O Beijoqueiro: Portrait of a Serial Kisser | Trovoada | O Fim da Viagem | Carlos Nader 19h - Retrospectiva Brasileira: Carlos Nader: Preto e Branco (2004) Sábado, 16 de abril 15h - Retrospectiva Brasileira: Carlos Nader – Curtas 2: Concepção | Chelpa Ferro | Tela 17h - Retrospectiva Brasileira: Carlos Nader: Eduardo Coutinho, 7 de Outubro (2013) 19h - Retrospectiva Brasileira: Carlos Nader: Homem Comum (2014) Domingo, 17 de abril 15h - Retrospectiva Brasileira: Carlos Nader: Homem Comum (2014) 17h - Retrospectiva Brasileira: Carlos Nader: Pan-Cinema Permanente (2008) 19h - Retrospectiva Brasileira: Carlos Nader: A Paixão de JL (2015) CINE OLIDO Sexta, 8 de abril 17h - Documentários Brasileiros Olímpicos: México 1968 – A Última Olimpíada Livre (2012), de Ugo Giorgetti Sábado, 9 de abril 17h - Documentários Brasileiros Olímpicos: Ouro, Suor e Lágrimas (2014), de Helena Sroulevich Domingo, 10 de abril 16h - Documentários Brasileiros Olímpicos: Se essa Vila não Fosse Minha (2016), de Felipe Pena Terça, 12 de abril 17h - Documentários Brasileiros Olímpicos – Curtas 1: As Incríveis Histórias de um Navio Fantasma | Maria Lenk, a Essência do Espírito Olímpico | Reinaldo Conrad – A Origem do Iatismo Vencedor Quarta, 13 de abril 17h - Documentários Brasileiros Olímpicos – Curtas 1: João do Voo – A História de Uma Medalha Roubada | Bete do Peso | Meninas ITAÚ CULTURAL Terça, 12 de abril 14h - O Estado das Coisas: Atentados: As Faces do Terror (2016), de Stéphane Bentura 16h - O Estado das Coisas: Vita Activa - O Espírito de Hannah Arendt (2015), de Ada Ushpiz 18h - O Estado das Coisas: O Deserto do Deserto (2016), de Samir Abujamra e Tito Gonzalez Garcia Quarta, 13 de abril 14h - O Estado das Coisas: Atentados: Danado de Bom (2016), de Deby Brennand 16h - O Estado das Coisas: Overgames (2015), de Lutz Dammbeck Quinta, 14 de abril 14h - O Estado das Coisas: Lampião da Esquina (2016), de Lívia Perez RESERVA CULTURAL Quinta, 7 de abril 14h - Competição Internacional – Longas: Gigante (2015), de Zhao Liang 16h - Competição Internacional – Longas: Paciente (2015), de Jorge Caballero Ramos 18h - Retrospectiva Brasileira: Carlos Nader – Curtas 1: O Beijoqueiro: Portrait of a Serial Kisser | Trovoada | O Fim da Viagem | Carlos Nader 20h - Competição Internacional – Longas: Tudo Começou pelo Fim (2015), de Luis Ospina Sexta, 8 de abril 14h - Competição Internacional – Longas: No Limbo (2015), de Antoine Viviani 16h - Competição Internacional – Longas: Catástrofe (2016), de Alina Rudnitskaya 18h - Retrospectiva Brasileira: Carlos Nader – Curtas 2: Concepção | Chelpa Ferro | Tela 20h - Reprise Abertura SP: Fogo no Mar (2016), de Gianfranco Rosi 22h - Competição Internacional – Longas: Anos Claros (2015), de Frédéric Guillaume Sábado, 9 de abril 14h - Competição Internacional – Longas: Um Caso de Família (2015), de Tom Fassaert 16h - Cinema Olympia: Os Campeões de Hitler (2015), de Jean-Christophe Rosé 18h - Retrospectiva Brasileira: Carlos Nader: Preto e Branco (2004) 20h - O Estado das Coisas: Lampião da Esquina (2016), de Lívia Perez 22h - O Estado das Coisas: Atentados: As Faces do Terror (2016), de Stéphane Bentura Domingo, 10 de abril 14h - Competição Internacional – Longas: Nuts! (2016), de Penny Lane 16h - Competição Internacional – Longas: 327 Cadernos (2015), de Andrés Di Tella 18h - Retrospectiva Brasileira: Carlos Nader: Pan-Cinema Permanente (2008) 20h - O Estado das Coisas: Vita Activa - O Espírito de Hannah Arendt (2015), de Ada Ushpiz 22h - Competição Internacional – Longas: Chicago Boys (2015), de Carola Fuentes e Rafael Valdeavellano Segunda, 11 de abril 14h - Competição Internacional – Longas: Kate Interpreta Christine (2016), de Robert Greene 16h - Retrospectiva Brasileira: Carlos Nader: Homem Comum (2014) 18h - Retrospectiva Brasileira: Carlos Nader: Homem Comum (2014) 20h - O Estado das Coisas: Faraós do Egito Moderno - Nasser, Sadat, Mubarak (2015), de Jihan El Tahri Terça, 12 de abril 14h - Cinema Olympia: Olympia 52 (1954), de Chris Marker 16h - Cinema Olympia: Um Novo Olhar Sobre Olympia 52 (2013), de Julien Faraut 18h - Retrospectiva Brasileira: Carlos Nader: Eduardo Coutinho, 7 de Outubro (2013) 20h - O Estado das Coisas: Danado de Bom (2016), de Deby Brennand 22h - Competição Internacional – Longas: Sob o Sol (2015), de Vitaly Mansky Quarta, 13 de abril 14h - O Estado das Coisas: O Deserto do Deserto (2016), de Samir Abujamra e Tito Gonzalez Garcia 16h - Cinema Olympia: Espírito em Movimento (2015), de Sofia Geveyler, Yulia Byvsheva e Sofia Kucher 18h - Retrospectiva Brasileira: Carlos Nader: A Paixão de JL (2015) 20h - Cinema Olympia: Anéis do Mundo (2015), de Sergey Miroshnichenko 16h - O Estado das Coisas: Faraós do Egito Moderno - Nasser, Sadat, Mubarak (2015), de Jihan El Tahri
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Fonte: VEJA SÃO PAULO