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Há muitas opções de mostras de arte para ver e curtir sem gastar "um tostão"; confira 42 delas atualmente em cartaz

Por: Redação VEJASAOPAULO.COM - Atualizado em

Olafur Eliasson Fortes Vilaca
Espelhos de Olafur Eliasson, no galpão da Galeria Fortes Vilaça (Foto: Divulgação)

Veja abaixo:

  • O curador Tadeu Chiarelli, ao lado de Cristina Freire, pinçou 85 obras entre cerca de 10.000 do acervo do MAC-USP. Estão ali desde obras modernistas, como Autorretrato (1919), de Modigliani, e A Negra (1923), de Tarsila, até peças contemporâneas de Albano Afonso e Marina Saleme. De 06/04/2013 a 27/10/2013.
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  • A relação entre professores e alunos na história da arte brasileira serve de norte teórico à mostra, formada por 51 obras do acervo da Faap. O Sapo, óleo pouco conhecido de Tarsila do Amaral, revela influência dos metafísicos italianos. Anita Malfatti marca presença com o classicismo de Dama de Azul e o expressionismo de Um Professor. Sobressai ainda a seleção de gravuristas — Goeldi, Livio Abramo e Evandro Carlos Jardim, entre outros. Até 30/6/2013.
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  • A exposição do coletivo internacional AVAF traz um tema inspirado na cidade de São Paulo. Na mostra, três séries em paredes negras e pixações, traz um discurso que debate o desenvolvimento imobiliário e a falta de planejamento urbano da cidade de São Paulo. De 04/04/2013 a 18/05/2013.
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  • Aviões estão dando rasantes entre os prédios da região central. Há ainda um submarino que flutua sem precisar de água, enquanto um disco voador permanece à espreita de quem passa por ali. Eles poderiam estar no cenário de um filme de ficção científica, mas são parte da megaexposição do chinês Cai Guo-Qiang. Tudo começa nas ruas e segue pelo Centro Cultural Banco do Brasil e pelo Prédio Histórico dos Correios. Intitulada Da Vincis do Povo, a mostra reúne catorze instalações entre trabalhos grandiosos do chinês e obras criadas por camponeses de seu país, caso dessas peças exibidas ao ar livre e de um porta-aviões colocado dentro dos Correios. Diretor de efeitos especiais das cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, Guo-Qiang é autor de enormes painéis inéditos feitos com pólvora (o maior deles está no átrio do CCBB). Vale apreciar ainda uma instalação multimídia formada por quarenta pipas de bambu e seda. De 20/4/2013 a 23/6/2013.
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  • O projeto Can City (em português "Cidade de Lata"), desenvolvido pelo Coletivo Amor de Madre em parceria com o Studio Swine, de Londres, explora as possibilidades que o alumínio extraído de latinhas de cerveja oferece para a construção de mobiliário. A pesquisa, realizada em São Paulo, durou seis meses e reaproveita o que é diariamente descartado pela cidade. Como resultado, luminárias, mesas, cadeiras e bancos, produzidos por meio de uma fornalha com óleo de cozinha descartado, serão exibidos no espaço do Coletivo Amor de Madre e na feira Design Days Dubai (de 18 a 21 de março), nos Emirados Árabes. De 13/03 a 30/04/2013.
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  • Ver É uma Fábula é uma ampla retrospec tiva da carreira do cineasta, fotógrafo e videoartista mineiro. Sob curadoria de Moacir dos Anjos, a mostra reúne vinte vídeos — quatro deles feitos em parceria com Rivane Neuenschwander. Não deixe de ver a divertida série Gambiarras. De 28/03/2013 a 01/06/2013.
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  • O paulistano Carlito Carvalhosa inaugurou o anexo de 1.800 metros quadrados do novo prédio do MAC-USP (antigo edifício do Detran) com a obra Sala de Espera. São setenta postes de madeira posicionados horizontalmente no espaço, que contrastam com as colunas verticais de Niemeyer. Prorrogada até 3/11/2013.
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  • Conhecido como autor de romances — escreveu, entre outros, Cristo Parou em Eboli (1945) —, o italiano Carlo Levi (1902-1975) manteve também uma sólida carreira como artista plástico. Uma boa parcela dessa vertente pode ser apreciada nesta mostra em cartaz no Centro da Cultura Judaica. Entre as 53 telas selecionadas pelos curadores Guido Sacerdoti e Antonella Lavorgna, ambos da Fundação Carlo Levi, de Roma, chama atenção a variedade de estilos. Levi começou sua trajetória entre o naturalismo e o impressionismo. Na década de 30 houve um salto de qualidade, quando o pintor entrou num território mais expressionista. Entre as melhores peças da mostra estão as dramáticas obras feitas durante a II Guerra Mundial, sobretudo o violento óleo A Guerra Partidária (1944), além de um registro das relações que Levi manteve enquanto morou em Roma, a exemplo do retrato da atriz Anna Magnani, vizinha do pintor àquela época. Até 23/6/2013. Outras pinceladas: Carlo Levi estudou medicina, mas nunca exerceu a profissão. Foi também um ativo militante contra o regime fascista: chegou a ser preso por se opor ao governo de Mussolini.
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  • Fundado há cinco décadas, quando o empresário Ciccillo Matarazzo transferiu do MAM uma coleção primorosa, o MAC-USP tem como ponto forte o acervo produzido na Itália. Reunido entre 1946 e 1947, o conjunto ganha um recorte em Classicismo, Realismo, Vanguarda: Pintura Italiana no Entreguerras. As 71 obras não apenas traçam um panorama da genealogia estética do país europeu na primeira metade do século passado, mas também fazem uma relação com a produção brasileira do período. É possível, por exemplo, notar os tons terrosos e rostos angulares de Di Cavalcanti em Mulheres, de Massimo Campligi. Invocação, de Marco Sironi, remete à pegada social de Portinari. Marcam presença na montagem trabalhos de Aldo Bonadei, Guignard, Clóvis Graciano e outros. As joias da seleção, contudo, são duas naturezas-mortas do brilhante colorista Giorgio Morandi, em especial um incrível óleo de 1946. Até 2/3/2014.
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  • A fotografia sempre serviu a diferentes propósitos, como registrar fatos e personagens da história, flagrantes e permitir experimentações. Nesta mostra, que já esteve em Paris e no Rio de Janeiro no ano passado (2012), o curador Eder Chiodetto selecionou trabalhos de toda ordem, compreendendo cerca de sessenta anos de fotografia brasileira. De um acervo de mais de 12.000 imagens foram escolhidas 94, feitas por grandes nomes do gênero, como Geraldo Barros e Thomaz Farkas, além dos contemporâneos Lenora de Barros, Albano Afonso e Cris Bierrenbach. É interessante notar as relações estabelecidas pelo curador. Ele dispôs num corredor, por exemplo, fotos que desafiaram o regime militar, como a série Viagem pelo Fantástico (1969-1973), de Boris Kossoy, e Para um Jovem de Futuro Brilhante (1974-2010), de Carlos Zilio. Também agrupou numa sala as vertiginosas séries sobre ianomâmis, de Claudia Andujar, e manifestações afro-brasileiras, de Mario Cravo Neto. De 06/04/2013 a 19/05/2013. Preste atenção também: em SP#10, de Bob Wolfenson, um interessante recorte do Conjunto Nacional.
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  • Inaugurado em dezembro de 2012, o Gabinete do Desenho traz mostras realizadas a partir do acervo de cerca de 2.000 peças da prefeitura. Essa primeira coletiva reúne obras de 28 artistas, entre desenhos, gravuras e livros ilustrados. Sobressai a seleção modernista. Marcam presença, por exemplo, um estudo para o óleo A Negra, de Tarsila, e uma água-forte de cores intensas do catalão Miró. Há curiosidades, como a abstração geométrica de Carlos Scliar e as figurações pouco conhecidas de Yolanda Mohalyi e Arthur Luiz Piza. Dos mais contemporâneos, preste atenção na reunião inusitada de materiais de Nuno Ramos na irônica Paranelson (Sei que É Doloroso um Palhaço). Até 24/11/2013.
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  • A fotógrafa Deborah Anderson, filha do líder da banda inglesa Yes, Jon Anderson, apresenta pela primeira vez no Brasil uma série de imagens de artistas famosos, entre eles, George Clooney, Elton John, Lindsay Lohan e Cindy Crowford. Elas foram retiradas de dois livros seus: 'Paperthin' (2004), em que retratou personalidades da música e do cinema essencialmente em preto e branco, e 'Room 23' (2009), como o próprio nome indica, fotografias tiradas na suíte de número 23 do Península Hotel, em Beverly Hills, de celebridades. Além disso, haverá exibição do documentário ainda inédito de Deborah, intitulado 'Aroused: The Lost Sensuality of a Woman', que apresenta 16 atrizes de filmes pornográficos, previsto para ser lançado nos Estados Unidos em maio. De 27/03 a 27/04/2013.
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  • A mostra Design da Periferia, com a curadoria de Adélia Borges, é o resultado de pesquisas pelo Brasil por cidades e comunidades que exibem preciosas lições de design. Segundo a curadora, por trás da precariedade de vida da maioria dos brasileiros encontram-se soluções geniais, manifestações inequívocas de sabedoria criativa, em artefatos feitos pelo povo para uso em seu cotidiano. De 25/01/2013 a 29/07/2013.
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  • Nascidos no Rio de Janeiro, no final do século XIX, em uma família numerosa e pobre, os irmãos Arthur Timótheo da Costa (1882-1922) e João Timótheo da Costa (1879-1932) participaram de diversas exposições nacionais e internacionais, marcando a pintura brasileira com obras que revelam competência e beleza. Com a exposição, o Museu Afro Brasil comemora seus 8 anos de fundação e pretende destacar a importância histórica e cultural dos dois pintores negros. Grátis. Até 02/06/2012.
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  • Concebido para realizar mostras coletivas com artistas emergentes, o projeto Arte Atual, do Instituto Tomie Ohtake, apresenta seu primeiro fruto. Inspirada em um termo utilizado por Sigmund Freud, “unheimlich” (“estranhamente familiar”, em tradução aproximada), a exibição com curadoria de Paulo Miyada reúne quatro nomes: Alice Miceli, Mariana Manhães, Rodrigo Matheus e Thiago Honório. De 13/03/2013 a 28/04/2013.
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  • As 67 obras da exposição Di Humanista foram divididas em núcleos que ilustram interesses do modernista: Vida Real, Mulheres, Boemia e Carnaval, Gente (Trabalhadores e Famílias) e Política. De 06/04/2013 a 27/10/2013.
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  • Nove artistas integram a coletiva da galeria londrina com filial na cidade. Constam na lista, por exemplo, o carioca Daniel Senise e o polêmico artista inglês Damien Hirst. Completam a seleção Kristin Baker, Mark Bradford, Sergej Jensen, Jacob Kassay, Julie Mehretu, David Otstrowski e Sterling Ruby. Preços não fornecidos. De 03/04/2013 a 08/06/2013.
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  • Diferentes maneiras de explorar as artes gráficas podem ser observadas na mostra. A paulistana Elisa Bracher e os paulistas Fabrício Lopez e Claudio Mubarac estão representados. Preços não fornecidos. De 06/04/2013 a 01/06/2013.
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  • Conhecido pelo uso de materiais pouco comuns, como o bordado, o artista capixaba de ascendência síria trabalha com cobre corroído em duas das séries desta mostra, intituladas Nomes e O Passeio de Giacometti. Um terceiro conjunto traz 500 pequenas peças de concreto. Preços não fornecidos. De 22/03/2013 a 27/04/2013.
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  • Assim que se entra na sala da Casa de Vidro, a primeira percepção é de um forte cheiro de café. Na vitrola, um disco toca uma agradável música instrumental. Ouve-se, então, uma voz masculina, que ordena em italiano: “Lina, va fare un caffè!”. A impressão que se tem é de que a arquiteta Lina Bo Bardi, moradora daquele imóvel até a sua morte, em 1992, vai trazer uma bandeja para servir os visitantes. Essa obra sensitiva de Cildo Meireles, Pietro Bo (2012/2013), sobressai na mostra, em cartaz onde hoje funciona o Instituto Bardi. O curador Hans Ulrich Obrist convidou 34 artistas e arquitetos nacionais (Waltercio Caldas, Paulo Mendes da Rocha e outros) e estrangeiros (como Olafur Eliasson e Sarah Morris) para produzir obras inéditas para o projeto. Ali, elas se misturam ao mobiliário original da residência, sem uma diferenciação entre casa e museu. Algumas peças estão em exibição no Sesc Pompeia. De 05/04/2013 a 30/05/2013. Patrimônio da cidade: projetada pela própria Lina, a Casa de vidro foi erguida em 1950 e tombada 37 anos depois.
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  • O desenhista paulistano apresenta trabalhos inéditos e dos últimos 2 anos nesta individual no Teatro Cemitério de Automóveis. Nos desenhos, é possível ver um lado mais decadente e obscuro da cidade. Por meio da mistura de nanquim com aquarela e alguns retoques de acrílica, o artista criou ilustrações de crianças, bêbados e mulheres tristes. De 17/04 a 30/06/2013.
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  • Parte das comemorações do ano de Portugal no Brasil, o artista português apresenta a exposição Cores e Re-Descobertas. São onze telas que tratam sobre a relação entre os dois países. Até 04/05/2013.
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  • O centenário da primeira individual do artista lituano no Brasil ganha celebração do museu que leva seu nome. 50 Obras do Acervo inclui raridades, caso de Asilo de Velhos (1912), cujo ar esfumaçado lembra mais o impressionismo francês do que o expressionismo germânico pelo qual Segall se tornou famoso. Das telas mais conhecidas, vale destacar Jovem de Cabelos Compridos (1942) e Dois Nus (1930). Até 20/12/2013.
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  • A artista Laura Gorski traz a exposição intitulada "Arquipélago dos Lugares Imaginários" para a Galeria Estúdio Buck. A mostra foi inspirada no livro "Dicionário de lugares imaginários", uma espécie de enciclopédia, repleta de paisagens estranhas, transformação e viagens que existem apenas no terreno da ficção. Curadoria de Galciani Neves. De 18/03/2013 até 04/05/2013.
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  • O Museu de Arte Contemporânea da USP segue sem previsão de inaugurar por completo a sua nova sede, no antigo prédio do Detran. Enquanto isso, o térreo do edifício continua recebendo mostras de pequeno porte. Onze artistas que tiveram obras recentemente doadas ao museu estão na seleção. Entre eles aparecem Rosângela Rennó, Nazareno Rodrigues e Sandra Cinto.
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  • Parte da tríade de grandes artistas japoneses da metade do século passado — os outros são Tomie Ohtake e Flávio-Shiró —, Manabu Mabe (1924-1997) ganha uma reunião de 36 trabalhos das décadas de 50 e 60. A influência da cultura oriental pode ser notada nas telas, sobretudo pelas alusões caligráficas e pelo interesse de Mabe pelo budismo. Manchas aparecem envolvidas por camadas de cor pintadas com força gestual. O equilíbrio entre emoção e sutileza, expressividade e intimismo desafia o rigor matemático dos concretistas então em voga no cenário artístico. Preços não fornecidos. De 27/03/2013 a 18/05/2013.
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  • O artista, escritor e músico Manu Maltez apresenta 30 desenhos em técnicas variadas, além de gravuras sobre metal, ilustração de livros e CDs e um painel pintado no próprio local. Sob curadoria do crítico de arte Jacob Klintowitz, a mostra 'O Fragmento e o Paradoxo' exibe as obras mais relevantes que ele produziu em 15 anos de carreira. De 25/03 a 24/05/2013.
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  • O artista recentemente exibiu na Galeria Raquel Arnaud telas pintadas logo após a estada de um ano em Kioto, no Japão, para onde foi a convite de uma universidade. No Instituto Tomie Ohtake, por sua vez, Marco Giannotti apresenta trabalhos realizados no próprio país oriental. São delicadas colagens de papel. Até 21/04/2013. Prorrogada até 26/05/2013.
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  • O artista santista falecido em 2011, aos 84 anos, tem seis décadas de carreira abordadas na mostra. Trinta pinturas e gravuras foram reunidas pela curadora Denise Mattar. De 16/03/2013 a 12/05/2013.
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  • Numa mostra de Henri Matisse, no MoMa, Mauro Piva ficou encantado com uma vitrine que guardava diversos testes de cor feitos pelo mestre francês. O encontro foi uma espécie de epifania e ponto de partida da individual na Galeria Leme. “As pinceladas espontâneas eram como uma extensão de Matisse, e tão importantes como seus quadros”, explica Piva. Ele decidiu, então, transformar as próprias provas de cor em obras, com o intuito de trazer para o espaço da galeria objetos usados no processo de criação dos trabalhos, que normalmente seriam descartados. Num desafio ainda maior, recriou testes de cor de nomes como Joseph Albers, William Kentridge e William Turner. Até 20/8/2016. + Leia a matéria completa da mostra
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  • Sempre dedicado a discutir a relação entre fotografia e arquitetura, algo notável na recente mostra San Marco, sobre afrescos de Fra Angelico em um mosteiro florentino, o paulista de São José do Rio Pardo Mauro Restiffe retoma o debate em Interseção. As quinze imagens reunidas na exposição do Centro Universitário Maria Antonia se dividem em duas séries. Vertigem traz registros da Casa Serralves, localizada no Porto, em Portugal, cujas colunas típicas do período art déco criam impressões perturbadoras no espectador ao aparecer em enquadramentos verticalizados. O outro conjunto traz o Edifício Cícero Prado, um marco do modernismo arquitetônico paulistano, na Avenida Rio Branco, no bairro de Campos Elíseos. Projetado pelo arquiteto ucraniano Gregori Warchavchik — homenageado, aliás, em outra sala do Maria Antonia com desenhos e fotografias de projetos —, o prédio possui geometrias inusitadas encontradas pela câmera de Restiffe a partir das amplas sacadas e dos pilotis do térreo. Até 23/2/2014.
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  • Com curadoria de Anna Mega, diretora do Art’er, a mostra reúne produções de Juliana Notari, Marcos Gadaian, Paulo O’Meira e Rafael Calixto. Fotos, painéis, graffitis, espetáculos e outras linguagens tratam da relação sensível e instável do ser urbano com o espaço. De 02/03/2013 a 29/06/2013.
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  • Sob a curadoria do cineasta Walter Carvalho, o Itaú Cultural organiza uma mostra para celebrar os quarenta anos de carreira (e 60 de idade) do multiartista pernambucano Antonio Nóbrega. Sem seguir uma ordem cronológica, o passeio explora a vida do bailarino e cantor por meio de vídeos, fotos, gravuras e itens de figurino. Até 26/05/2013.
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  • A exposição apresenta o imaginário erótico de oito fotógrafas da nova geração, que estão se destacando no cenário da arte visual brasileira. São elas: Érika Garrido, Helena Wolfenson, Isadora Brant, Juliana Nadin, Natalie Melot, Layla Motta e Luiza Sigulem, e as estrangeiras Guna Saulite, da Letônia, e Natalie Melot, da França. De 03/04/2013 até 04/05/2013.
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  • O dinamarquês Olafur Eliasson gosta de movimento. As obras que ele apresenta em duas galerias, algumas delas inéditas, não foram feitas para ser contempladas de um único lugar: exigem do espectador uma mudança de perspectiva. “Temos de nos afastar para ver a nós e ao mundo em que vivemos a partir de uma perspectiva em movimento”, afirma ele no programa. Your Orbit Perspective (algo como “sua perspectiva orbital”), dividida entre o Galpão da Fortes Vilaça — com as maiores intalações — e a Galeria Luisa Strina, impacta por essa contínua mutação, propondo jogos de luz, reflexos e inversões. Há variações de espelhos em ambos os espaços (e também num trabalho seu exposto na Casa de Vidro, na exposição The Insides Are on the Outside). De acordo com a posição, a obra pode refletir tanto a presença quanto a ausência de uma imagem. Exibida no galpão, Your Uncertain Shadow projeta em uma imensa tela uma série de sombras do espectador. Preços não fornecidos. De 03/04/2013 a 04/05/2013 na Galeria Luisa Strina e até 25/05/2013 na Galpão Fortes Vilaça.
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  • Formado por peças adquiridas no programa de aquisição nos primeiros anos da Bienal de São Paulo, a mostra reúne 115 obras. Elas passaram ao acervo do Museu de Arte Contemporânea da USP pelo empresário Ciccillo Matarazzo. A seleção de telas, gravuras, desenhos e esculturas aproveita a relevância da Bienal nos primeiros anos para sintetizar correntes e movimentos artísticos em voga no pós-guerra. Estão ali, por exemplo, as diversas vertentes do construtivismo e do abstracionismo informal e geométrico. A principal oportunidade do espectador é apreciar nomes pouco lembrados, embora de qualidade. É o caso dos britânicos William Scott e Prunella Clough. De 25/08/2012 a 28/07/2013.
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  • A mostra, que retrata a flora do Parque do Ibirapuera, é toda estruturada com 1800 metros de tecidos feitos à mão no bairro rural do Muquém, município de Carvalhos, sul de Minas Gerais (380 quilômetros de Belo Horizonte). Foi lá que o designer iniciou, em 1985, sua trajetória de muitas parcerias com comunidades de artesãos de todas as regiões do Brasil e em outros países (Japão, Itália, Moçambique, São Tomé e Príncipe). Para montar a representação do parque, com suas árvores, lagos, bosques, dentro do Pavilhão das Culturas Brasileiras, Renato Imbroisi e a designer têxtil Liana Bloisi foram para o Muquém, onde criaram e desenvolveram tecidos junto com a mestre tecelã Eva Maciel da Cunha. De 25/01/2013 a 29/07/2013.
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  • Diagnosticados como esquizofrênicos, Raphael Domingues (1912-1979) e Emygdio de Barros (1895-1986) foram dois pacientes do ateliê de artes que funcionava no antigo Centro Psiquiátrico Nacional (atual Instituto Municipal Nise da Silveira), no bairro carioca do Engenho de Dentro. Cem obras dos dois artistas, entre desenhos e pinturas do Museu de Imagens do Inconsciente, integram a mostra. De 10/04/2013 a 07/07/2013.
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  • Trabalhos novos e antigos em diversas dimensões, a maioria sobre o movimento das mãos, são apresentados em Offscale. O nanquim de A Arte de Desenhar (1982) demonstra ironia com o ensino da arte, enquanto no recente mármore Classic e na animação digital Una Vez Más o dedo médio está levantado. Preço das obras: R$ 12.000,00 a R$ 150.000,00. De 02/04/2013 a 25/05/2013.
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  • Pinturas clássicas de épocas distintas — de A Origem do Mundo, de Gustave Courbet, a Mulher e Bicicleta, de Willem de Kooning — ganham releituras através da colagem de pedaços rasgados de revistas em Espelhos de Papel. Onze obras, escolhidas pelo próprio fotógrafo, foram reunidas na mostra. Preço das obras: US$ 39.000,00 a US$ 55.000,00. De 02/04/2013 a 04/05/2013.
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  • Planar amealha dezesseis relevos do artista alemão. Feitas de maneira a induzir o espectador a uma falsa sensação de tridimensionalidade, as peças revelam influência construtivista e geométrica. Preços não fornecidos. De 02/04/2013 a 25/05/2013.
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  • O sergipano José Cândido dos Santos (1903-2008), o Zé do Chalé, trabalhou a vida toda como mestre de obras. Quando se aposentou, aos 89 anos, começou a esculpir. Na mostra, selecionada por Cauê Alves, há 25 peças de madeira. De 16/04/2013 a 30/05/2013.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO