Solidariedade

Colegas de universitário baleado fazem campanha por doação de sangue

Bruno Pedroso Ribeiro continua na UTI do Hospital das Clínicas, mas seu estado é estável

Por: Redação Veja São Paulo - Atualizado em

Doação de sangue
A campanha é divulgada pela bateria do curso de relações internacionais da PUC (Foto: Iugo Koyama )

Amigos do estudante Bruno Pedroso Ribeiro, de 23 anos, promovem uma campanha no Facebook pedindo doação de sangue. O aluno de relações internacionais da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) foi baleado na noite de terça-feira (14), perto da faculdade em Perdizes, durante uma tentativa de assalto.

 

A campanha é divulgada pela bateria do curso de relações internacionais, a BateRI. Em 2012, Bruno foi presidente da Atlética do curso. Segundo o comunicado, o número de identificação dele é 14051743k.

Bruno continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital das Clínicas, mas seu estado é estável. As doações podem ser feitas das 7h às 19h, de segunda a sexta, e das 8h às 18h, no sábado, na Avenida Eneas Carvalho de Aguiar, 255.

Outros casos

O crime contra Bruno é o terceiro caso em São Paulo envolvendo estudantes universitários em pouco mais de um mês. 

No dia 10 de de abril, o estudante Vitor Hugo Deppman, de 19 anos, foi morto na porta do prédio onde morava no Tatuapé, na Zona Leste. O jovem levou um tiro na cabeça depois de entregar o celular e a mochila ao assaltante que o abordava. O criminoso tinha 17 anos e se apresentou à polícia três dias antes de seu aniversário. O caso gerou grande comoção e fez com que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) levasse à Brasília um projeto para a diminuição da maioridade penal.

Na semana passada, o estudante de Psicologia Renan Ardito Rosa, de 22 anos, morreu após ser esfaqueado quando saía de uma festa do Mackenzie, no bairro do Limão, na Zona Norte. Renan estaria discutindo com um flanelinha quando foi atingido duas vezes por um suposto morador de rua. Ele chegou a ser levado para o hospial, mas não resistiu e morreu.

Fonte: VEJA SÃO PAULO