Restaurantes

A Esperança leva suas pizzas ao Itaim

Inaugurado há 55 anos, restaurante do Brooklin ganha filial ampla e confortável

Por: Arnaldo Lorençato

A Esperança - RESTAURANTES - 2260
Filial aberta no Itaim: salão bonito e confortável (Foto: Cida Souza)

Quando chegou a São Paulo, em 1957, o casal de italianos Francesco e Speranza Tarallo fundou, no Brooklin, a pizzaria A Esperança. Um ano depois, eles venderam essa casa para montar a clássica e premiada Speranza, no Bixiga. Desde então, o endereço da Avenida Morumbi está sob a direção da família Oblonczyk, de origem alemã e agora em sua terceira geração. Cezar Augusto Oblonczyk comanda o negócio, que há dezessete anos passa por uma expansão e já dispõe de dez unidades para entrega espalhadas pela cidade. Com investimento de 1,5 milhão de reais, a novidade agora é uma filial de salão bonito e confortável aberta em janeiro no Itaim.

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O cardápio, quase idêntico ao da matriz, diferencia-se por ter preços até 40% mais altos e pelas três versões chamadas de vero napolitanas, preparadas com farinha e tomate pelado importados da Itália. Das entradas, prefira o tortano (fatia de pão de linguiça calabresa e mussarela) e evite o ácido antepasto misto de berinjela, abobrinha, pimentão e azeitona preta (R$ 14,80 cada um).

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A margherita: cardápio quase idêntico ao da matriz (Foto: Cida Souza)

Embora todas as pizzas provadas pequem pelo excesso de cobertura, revela-se melhor o trio especial, oferecido somente em tamanho individual (R$ 46,80). Vá de genovese (mussarela mista de leite de búfala e vaca, pesto e tomate-cereja) ou pugliese (mussarela, cebola, presunto cru italiano e queijo de cabra). Das clássicas, fique com a margherita (molho de tomate, mussarela de búfala, parmesão e manjericão; R$ 58,50).

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A carta de vinhos, confiada a três importadoras, reúne rótulos como o Tabalí Reserva Rosé Pinot Noir 2009 (R$ 56,00) e o argentino Alamos Bonarda 2010 (R$ 58,00).

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Fonte: VEJA SÃO PAULO