Música

Morumbi aplaude de pé os solos de Eric Clapton

Guitarrista encerra a turnê brasileira com show para 45 mil pessoas em São Paulo

Por: Catarina Cicarelli - Atualizado em

Eric Clapton
O guitarrista em ação: blues, versões acústicas e rock em uma única noite (Foto: Divulgação)

Eric Clapton encerrou nesta quarta (12) sua turnê no Brasil com um show praticamente lotado no Estádio do Morumbi. Apesar da presença em massa de fãs do guitarrista, todos ficaram sentados para ouvir os solos do músico - havia cadeiras até no gramado. Mas ao final de cada improvisação, o público demonstrava sua empolgação com a performance do mestre das guitarras.

+ Maratona de tiozão: shows para quem gosta de hits do século passado

+ Confira um roteiro feito para o roqueiro das antigas

+ Eric Clapton volta a São Paulo

Fã de Fórmula 1, Clapton dedicou o show ao piloto paulistano Felipe Massa. A turnê tem como premissa fazer um tributo aos bluesmen favoritos do músico, mas não faltaram grandes sucessos de sua carreira como "Layla" e a empolgante "Cocaine", que fez com que as pessoas levantassem de suas cadeiras para acompanhar a música e aplaudir o ídolo.

Pontual, o guitarrista subiu ao palco às 21h e tocou por cerca de 1h45. O repertório não diferiu muito das outras apresentações que ele fez no Brasil. Com um total de 16 músicas, o show foi dividido em três blocos e o bis. Clapton toca com tanta naturalidade que chega a parecer fácil reproduzir o som que ele tira da guitarra. Além de seus solos, que sempre arrancavam gritos do público, outros membros da banda tiveram a oportunidade de mostrar sua maestria, como os tecladistas Tim Carmon e Chris Stanton. Na última música, o guitarrista Gary Clark Jr., que abriu o show, subiu ao palco para tocar junto com Clapton.

São Paulo teve o maior público da turnê brasileira do músico. Cerca de 45 mil pessoas foram ao Morumbi. Em Porto Alegre, 20 mil pessoas assistiram a seu show e no Rio foram apenas 10 mil em cada um dos dois dias de apresentação. A última vinda de Clapton ao Brasil foi em 2001, quando lotou o Estádio do Pacaembu.

Fonte: VEJA SÃO PAULO