Até altas horas

Endereços com cozinha aberta na madrugada

Genésio é uma das alternativas

Por: VEJA SÃO PAULO

Panorama
Panorama: cozinha aberta até na madrugada (Foto: Rogério Canella)

Confira três endereços com cozinha aberta na madrugada:

  • Bares variados

    Barão da Itararé

    Rua Peixoto Gomide, 155, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3237 2047

    5 avaliações

    Frequentado por héteros moderninhos e turmas gays, ocupa um salão de estilo art déco pitoresco, a cerca de 1,5 metro abaixo do nível da calçada. As conversas nas mesas são regadas a chope (Brahma), cerveja (como a belga Leffe), e vinhos, a exemplo do tinto chileno Ventisquero Clássico Merlot 2011.

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  • Chope e cerveja

    Genésio

    Rua Fidalga, 265, Vila Madalena

    Tel: (11) 3812 6252

    VejaSP
    5 avaliações

    É um dos poucos endereços da Vila Madalena que ultrapassam a fronteira da 1 da madrugada, tal qual o bar-irmão Filial, do outro lado da rua. Com a atenção voltada para a cozinha, tenta agradar tanto o boêmio em busca de uma refeição completa quanto o público a fim de só um tira-gosto. Se esse for seu caso, experimente o caldinho de feijão-branco com linguiça calabresa (R$ 12,00). Do forno a lenha, vem o calzone de quatro queijos (R$43,00). Sempre bem tirado, o chope Brahma (R$ 7,90) ganhou no ano passado a companhia do Colorado (R$ 13,80 a versão de trigo). Antes eficiente, o serviço tem se mostrado desatento nas noites tranquilas, quando o burburinho dos funcionários parece mais animado que o da clientela.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Bar-balada

    Panorama

    Avenida Nove de Julho, 5871, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3167 3074 ou (11) 3071 4275

    VejaSP
    Sem avaliação

    Meio disfarçado pela vegetação, o burburinho deste bar-balada se forma em plena Avenida 9 de Julho. A partir da happy hour, as mesas da varanda começam a receber homens e mulheres, em sua maioria com os 30 anos já completos. Eles, com as camisas ajustadas ao corpo. Elas, no alto de saltos, trajando vestidos curtos e de cabeleira esticada. Alguns passos depois da varanda, fica a pista. Escura, de teto baixo e cheia de luzes coloridas e piscantes, tem um clima de inferninho. A programação é baseada na música eletrônica, o mesmo gênero que consagrou o proprietário Angelo Leuzzi em sucessos paulistanos como a boate Lov.e. Por ali rolam conversas ao pé do ouvido e troca de olhares. Novos casais vão se formando e elegendo a parede como apoio. No andar de cima, o balcão do bar costuma ficar apinhado de gente à espera de seus corretos gim-tônica (R$ 33,00) e apple martini (R$ 34,00) enquanto calcula uma forma de aproximação. Ao lado, um lounge se mostra um pouco mais comportado (e menos escuro). No último piso, o pequeno restaurante recebe os festeiros mais calmos, que encontram pratos como o salmão em crosta de gergelim mais risoto de limão-siciliano e parmesão (R$ 54,00) até as 5 da manhã às sextas e aos sábados.

     

    Preços checados em setembro/outubro de 2014.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO