Eleições

As propostas de Alckmin, Skaf e Padilha para os principais desafios

Dá para evitar a falta de água? Como enfrentar o avanço da criminalidade? Qual a forma de acelerar as obras do metrô? Os principais candidatos ao governo respondem a essas e outras perguntas feitas por especialistas em segurança, saúde, transporte, educação e meio ambiente

Por: Sérgio Ruiz Luz, Mauricio Xavier e Alexandre Nobeschi

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Antes do início da atual campanha ao governo, previa-se vida dura ao atual ocupante do Palácio dos Bandeirantes, Geraldo Alckmin. Ele assumiu pela primeira vez em 2001, após a morte de Mario Covas, e, no ano seguinte, ganhou a eleição, permanecendo no cargo até 2006. Voltou a vencer nas urnas em 2010 e agora tenta ficar mais quatro anos no comando do estado. Apostando no desgaste de um político há tanto tempo no poder e no agravamento de problemas como o aumento dos crimes contra o patrimônio e a crise hídrica, os partidos adversários trouxeram nomes fortes para tentar vencer o pleito. O PT colocou as fichas em Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde do governo Dilma Rousseff, enquanto o PMDB investiu em Paulo Skaf, que esteve à frente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) nos últimos dez anos.

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Até o momento, porém, a campanha para Alckmin tem sido muito mais tranquila do que se imaginava. Segundo a última rodada de pesquisa do Ibope, divulgada na terça passada (23), o tucano possuía 49% das intenções de voto, contra 17% de Skaf e 8% de Padilha. A gestão do atual governador é avaliada entre boa e ótima por 45% dos paulistas e tida como ruim ou péssima por apenas 19%. “As chances de uma vitória no primeiro turno são grandes, tendo em vista a liderança folgada de Alckmin”, avalia Márcia Cavallari, diretora do Ibope. “Teremos segundo turno apenas se Alckmin perder votos na última semana e o contingente de indecisos, estimado em 11%, migrar para os adversários. Pode ocorrer, mas é difícil.” Outro instituto importante, o Datafolha, também vem registrando a larga dianteira do governador (a divulgação de uma nova pesquisa estava prevista para sexta 26).

Para discutir os principais problemas do estado com esses três candidatos, que entram agora na reta final da disputa, VEJA SÃO PAULO convocou um time de especialistas de diferentes áreas: da educação ao meio ambiente. Eles formularam uma lista de questões que vão do risco da falta de água ao combate ao crime organizado nas cadeias. Confira nas próximas páginas as respostas e as propostas de cada um deles.

- Respostas dos candidatos para as perguntas da diretora executiva da Fundação Victor Civita, Angela Dannemann, sobre educação 

- Respostas dos candidatos para as perguntas do consultor do Núcleo de Estudos da Violência da USP, Marcelo Batista Nery, sobre segurança

- Respostas dos candidatos para as perguntas do advogado na área de sustentabilidade, Eduardo Felipe Matias, sobre meio ambiente

- Respostas dos candidatos para as perguntas do engenheiro Sergio Ejzenberg sobre transporte

- Respostas dos candidatos para a pergunta do professor da Faculdade de Medicina da USP, Miguel Srougi, sobre saúde

- Respostas dos candidatos para a pergunta do ator Dan Stulbach sobre cultura

- Respostas dos candidatos para a pergunta da fundadora da rede Blue Tree Hotels, Chieko Aoki, sobre turismo

- Respostas dos candidatos para a pergunta do arquiteto Ruy Ohtake sobre habitação

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  • Japoneses

    Hakken

    Rua Azevedo Soares, 541, Vila Gomes Cardim

    Tel: (11) 2268 2461

    VejaSP
    10 avaliações

    A clientela quase não presta atenção ao cardápio e fica no rodízio (R$ 69,00 às terças e quartas e R$ 74,00 no restante da semana). Vem primeiro à mesa o fraco ceviche, feito de aparas de peixes. Em seguida, aparecem o bom cogumelo shimeji na manteiga mais frituras sequinhas como wonton de abóbora e lula dorée, além de camarão e frango empanados numa massa mais grossa. Os pratos quentes incluem o saboroso salmão mitsuke (cozido no shoyu com gengibre e açúcar). Nos sashimis e sushis, predominam as versões de salmão, ainda que haja opções de tilápia e de atum, peixe que rende as melhores pedidas como no temaki com cebolinha.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Italianos

    Loi Ristorantino (Mudou de nome para Ristorantino)

    Rua Doutor Melo Alves, 674, Jardim Paulista

    VejaSP
    6 avaliações
  • Bar-restaurante

    Quintana Bar

    Rua Olavo Bilac, 57, Chácara Flora

    Tel: (11) 2129 6570

    VejaSP
    5 avaliações

    Todo orgulhoso dos ingredientes do sul do país, o chef Marcos Livi criou um delicioso bolinho de linguiça blumenau, que serve em seu Quintana. Ele agrega mandioca cozida e queijo colonial gaúcho à massa do embutido trazido do município de Prudentópolis, no Paraná. A mistura é moldada, empanada em farinha japonesa panko e frita por imersão.O quarteto de acepipes chega pelando e hipercremoso à mesa ao lado de molho de queijo e de uma conserva de repolho-roxo com especiarias, responsável pelo bem-vindo contraste entre doce e salgado. É bem bom e custa R$ 20,00 a porção.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Botecos

    Veloso

    Rua Conceição Veloso, 54, Vila Mariana

    Tel: (11) 5572 0254

    VejaSP
    34 avaliações

    Não é difícil descrever o boteco em três palavras: fila, coxinha, caipirinha. Uma legião de fãs ocupa a calçada à espera de uma mesa. Mesmo antes de conseguir um assento, jávai devorando as coxinhas de tamanho médio (R$ 30,00, seis unidades), viciantes pela casquinha crocante e pelo recheio de frango ultracremoso. Para acompanhá-las, são imbatíveis as caipirinhas preparadas pela equipe do bartender Souza, como a de tangerina e pimenta (R$ 19,00). Não deixe de pedir o chopinho na tulipa (Brahma, R$ 7,80), muito bom. O vizinho Armazém Veloso (Rua Conceição Veloso, 48) tem o mesmo menu e tenta dar conta da demanda. Tenta.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Padarias

    Benjamin Abrahão - Mundo dos Pães

    Rua Maranhão, 220, Higienópolis

    Tel: (11) 3120 8070 ou (11) 3258 1855

    VejaSP
    7 avaliações

    Os empresários Abilio Diniz e Jorge Lemann adquiriram 80% da grife em agosto deste ano, mas Felipe Benjamin Abrahão, neto e fundador da marca, continua como sócio e responsável pela qualidade dos produtos da rede. No café da manhã, cai bem um cappuccino (R$ 5,50 o pequeno) ao lado de uma bisnaga na chapa com requeijão (R$ 5,20). As duas unidades são muito procuradas também pelo bufê de almoço, mas, se a fome não for muito grande, vale abocanhar um dos sanduíches. O que leva fatias fininhas de pastrami, provolone e um patê de requeijão pode ser feito no pão francês (R$ 11,50), multigrãos (R$ 13,00) ou ciabatta (R$ 17,50). Entre os quitutes expostos na vitrine, é uma delícia a broa mineira (R$ 3,90 a unidade) feita com farinhas de trigo e de milho. Na Rua Maranhão, a experiência pode ser amarga por causa do atendimento displicente. Para não correr riscos, é melhor escolher o que deseja direto no balcão e só depois ocupar as mesas.

    Preços checados em setembro/outubro de 2015.

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  • A exposição Mundo dos Dinossauros já passou por alguns shoppings, como o Anália Franco e o Vila Olímpia. Mas o impacto dos bichões espalhados ao ar livre no zoológico revela-se muito maior. Com a ideia de criar o clima da era jurássica, vinte réplicas que se mexem ocupam uma área separada da reservada aos animais reais. O cenário de 3.000 plantas artificiais se mistura com as árvores naturais, tornando a experiência muito próxima do real. Logo na entrada, o visitante passa por um túnel cheio de murais com informações. Saindo dali, encontram-se réplicas de fósseis e os bonecos. O que mais chama atenção é o tiranossauro rex, com 8 metros de altura. No fim do percurso, sessões de cinema em 4D terminam a imersão da garotada nesse universo. Em tempo: nos primeiros dez dias, a mostra recebeu cerca de 20 000 pessoas e aumentou o movimento no Zoológico em mais de 40%. Mas não é preciso ter pressa, pois ela ficará em cartaz por tempo indeterminado. Estreou em 10/9/2014.
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  • Inspirado no livro homônimo de Paula Autran, o espetáculo com direção de Soledad Yunge traz a história de Cecília (Veridiana Toledo). A garota tem mania de comparar sua avó roqueira (Jackie Obrigon) com as de seus colegas da escola. Com elenco experiente e premiado em cena, a montagem cumpre o papel de mostrar à garotada que é normal ser diferente. As passagens são divertidas, como quando a protagonista ensina Nico (Taiguara Chagas), o melhor amigo de Cecília, a dançar e cantar. Mas o cansativo (e desnecessário) sobe e desce dos atores do palco, com o objetivo de simular o trajeto entre a escola e a casa da avó, dispersa a narrativa. Estreou em 10/8/2014. Até 19/10/2014.
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  • Mais de 2 000 histórias em quadrinhos e desenhos, 300 deles originais, produzidos desde a década de 70, podem ser vistos na Ocupação Laerte. Dispostas em um grande labirinto, as obras têm o objetivo de fazer com que o visitante se perca no mundo das histórias de Piratas do Tietê, Minotauro e Homem-Catraca, entre muitas outras. Mas a ausência de uma organização cronológica e de textos mais precisos impossibilita perceber como o cartunista (ou a cartunista, como tem preferido Laerte desde que virou adepto do cross-dressing), de 63 anos, evoluiu seu estilo e buscou novos temas. O personagem, tão fascinante, merecia ser mais bem explorado. Em uma única tira, por exemplo, são abordadas a opção de usar roupas femininas e a morte do filho Vinicius, aos 22 anos, ocorrida em 2005. Ainda assim, há diversos itens interessantes, a exemplo de anotações de cor para a gráfica, painéis de luz que mostram como o artista trabalha os diferentes tons e peças produzidas em sua infância. De 20/9/2014. Até 2/11/2014.
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  • A fórmula deu certo. Uma década depois de Cada Um com Seus Pobrema, Marcelo Médici criou uma continuação disfarçada da comédia que também tem como pano de fundo os bastidores do teatro. Agora, o título é Cada Dois com Seus Pobrema, e ele divide a cena na primeira parte com Ricardo Rathsam, coautor e hilário em sua participação. No centro da montagem dirigida por Paula Cohen, uma atriz reclusa e louca (vivida por Médici) recebe a visita de um repórter (Rathsam) para uma entrevista. A governanta Aguinalda (também representada por Médici) fica responsável pelo clima de suspense. Essa interessante história, no entanto, tem um ponto final nesse momento do texto. Em seguida, entram em cena figuras impagáveis, como o Mico Leão Dourado, o motoboy Sanderson e a apresentadora Tia Penha. Os personagens já conhecidos de Cada Um com Seus Pobrema mostram-se veículos perfeitos para Médici exercitar seu talento. A plateia gargalha com vontade, mas o grande comediante inegavelmente se apoia em uma zona de conforto que domina como poucos. E fica a dever uma conclusão para a trama inicial. Vale avisar que as duas sessões semanais estão com ingressos bastante concorridos. Estreou em 9/9/2014. Até 25/2/2016. + Leia entrevista com o ator Ricardo Rathsam
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  • Depois da majestosa transposição de O Idiota, de Fiódor Dostoiévski (1821-1881), para o palco, a Mundana Companhia de Teatro reafirma a intenção de aliar ambição e criatividade com o drama O Duelo. A novela de Anton Tchecov (1860-1904) recebeu uma clara e fluente adaptação de Vadim Nikitin e Aury Porto, e a direção de Georgette Fadel se encarregou de levar à cena com criatividade as situações descritas pelo escritor russo. No centro da trama, o casal Laiévski e Nadiejda (interpretados por Aury Porto e Camila Pitanga) vive uma crise em meio ao calor intenso da região do Cáucaso. As ideias daqueles que os cercam não batem com as suas, e a incapacidade de enterrar o passado impede uma projeção futura. Herdeira direta da estética do Teatro Oficina, a Mundana acumula experimentalismo e busca a extração de imagens através de elementos cênicos básicos. De um plástico preto, o espectador vê as ondas do Mar Negro. Georgette faz muito com pouco para encher os olhos do público. Com um bom time de atores à disposição — completado por Pascoal da Conceição, Carol Badra, Fredy Allan, Guilherme Calzavara e outros —, a diretora, no entanto, concentrou forças em desenvolver os movimentos marcados de cada um e esqueceu de fortalecer a interpretação do texto. A maioria deles convence na transposição das emoções através do corpo. Nem sempre, porém, eles valorizam a força da palavra ao expressar o sentimento dos personagens. Mesmo Aury Porto e Camila Pitanga, os protagonistas e responsáveis por tipos bem desenhados, surgem em alguns momentos cambaleantes em relação aos perfis do casal central. E isso faz pesar as três horas e meia de duração da montagem. Estreou em 11/10/2013. Até 12/10/2014.
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  • Depois do arrebatador Tríptico Samuel Beckett, o diretor Roberto Alvim volta à ativa apoiado em mais um grande autor. Desta vez, o inglês Harold Pinter (1930-2008) fornece a base do drama Terra de Ninguém para o encenador lançar sua peculiar visão estética, agora um pouco mais iluminada. Com uma leitura social bem sublinhada, a trama é centrada em dois homens de classes diferentes (vividos por Edwin Luisi e Luis Melo) que, em meio a muito álcool, protagonizam um progressivo e degradante jogo de dominação. Ora frágeis, ora firmes, os dois atores imprimem perturbadora personalidade a cada um deles e fortalecem os diálogos repletos de conotações homoeróticas. Sobra pouco para Caco Ciocler e Pedro Henrique Moutinho, também alternando nas figuras de opressor e oprimido. Eles funcionam mais como elementos de um delírio que envolve a dupla protagonista e chegam à plateia deslocados do conjunto já desbravado por Luisi e Melo. Estreou em 19/9/2014. Até 26/10/2014.
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  • Se Eu Fosse Você, o Musical também faz parte da lista
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  • Desde que nos visitaram pela primeira vez para abrir os shows do U2 em 2006, os caras do Franz Ferdinand caíram de amores pela cidade. Sete meses depois, a banda escocesa já estava de volta como principal atração do festival Motomix, realizado no Espaço das Américas — e retornou também em 2009 e 2010. Ao que parece, o sentimento é recíproco. As últimas duas apresentações do Franz, no Parque da Independência em 2012 e no Lollapalooza do ano passado, foram divertidíssimas. Festas com o repertório dedicado a eles em casas noturnas também são frequentes. Alex Kapranos (voz e guitarra), Bob Hardy (baixo), Nick McCarthy (guitarra e teclado) e Paul Thomson (bateria) mostram agora faixas de Right Thoughts, Right Words, Right Action (2013). Além das boas novidades Bullet e Evil Eye, não vão fcar de fora as preferidas da galera, como Take Me Out e Do You Want To. Dia 30/09/2014.
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  • Ele contabiliza quinze discos e o título de professor de guitarra de músicos como Steve Vai e Kirk Hammet. No seu retorno à capital, Joe Satriani celebra trinta anos de estrada com a Surfing to Shockwave Tour. Para todos os setores, exceto a pista premium, o cupom garante ingressos 20% mais baratos. Dia 7/12/2016.
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  • A atmosfera da cidade permanece sombria, como num antigo filme noir. Os personagens, corruptos incorrigíveis, continuam sedentos de vingança. Nada mudou também no visual desses contos dark, tingidos num preto e branco digital que arde os olhos. São numerosas as semelhanças entre Sin City: a Dama Fatal e o ótimo Sin City: a Cidade do Pecado, de 2005. Um abismo criativo, contudo, distancia os dois longas-metragens, dirigidos por Robert Rodriguez e pelo autor de quadrinhos Frank Miller. Se o original usou avanços tecnológicos a serviço da ideia de encenar radicalmente uma HQ para adultos, o novo capítulo abandona esse vigor provocativo e investe num repeteco dos mais desbotados. Falta, acima de tudo, um roteiro capaz de dar forma cinematográfica às ousadias do universo de Miller, um expert em tramas movidas por maldade, violência e (alguma) culpa. Embora a embalagem, agora turbinada pelo 3D, deixe o espectador boquiaberto, não há truque gráfico que consiga animar histórias tão frouxas. Nos primeiros dos quatro segmentos, narrados em idas e vindas à maneira de Quentin Tarantino, o truculento Marv (Mickey Rourke) se dá conta de que está cada vez mais desmemoriado enquanto enfrenta uma gangue de arruaceiros. O enredo se torna um pouquinho mais palpitante com a entrada em cena de Johnny (Joseph Gordon Levitt), um apostador empenhado em enriquecer do dia para a noite... até cair no erro de desafar um senador poderoso (Powers Boothe). Também condenado à desgraça, o detetive Dwight (Josh Brolin) será atraído para a teia da femme fatale Ava Lord (Eva Green), ameaçada pelo marido, um empresário sem escrúpulos. No jogo de bandidos e oportunistas, sobra até para a cantora Lady Gaga, perdidinha em uma ponta dispensável. Estreou em 25/9/2014.
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  • Adaptação do diretor Billy Bond, A Bela e a Fera mantém a receita usada em outras montagens do italiano, como Branca de Neve e Cinderella. Ou seja, espere por figurinos espalhafatosos e um telão com projeções na frente do palco nas trocas de cenário. Melhor parte do espetáculo, as coreografias acompanham músicas como Cantemos Juntos, que ganham vida na voz afinada dos atores Vanessa de Souza Ruiz (Bela) e Caio Mutai (Fera). Até 23/10/2016.
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  • Sem o ator Denzel Washington à frente do elenco, este seria um thriller violento, ruidoso e esquecível como tantos outros. Especialista em emprestar dignidade a personagens de uma só dimensão, o astro de 59 anos opera um pequeno milagre ao garantir alma e nuances a um trabalho de origem tão rotineira. O diretor Antoine Fuqua conhece bem os efeitos desse magnetismo e, não por acaso, repete a parceria do drama policial Dia de Treinamento, que rendeu a Washington um Oscar em 2002. Desta vez, ele interpreta um justiceiro com aparência de gente como a gente. Funcionário de uma loja de departamentos, Robert McCall esconde um passado misterioso e, de vez em quando, sai às ruas discretamente para resolver crimes na vizinhança. Numa madrugada, ele conhece uma jovem prostituta (Chloë Grace Moretz) e simpatiza com ela. Ao descobrir que a adolescente é ameaçada por uma organização criminosa russa, ele planeja um ataque-surpresa e extermina uma facção dos bandidos. O rompante provocará reação imediata de gângsteres liderados por um chefão tatuado e sanguinário (papel de Marton Csokas). Inspirado na série de TV The Equalizer, exibida entre 1985 e 1989 nos Estados Unidos, o roteiro traz um herói habilidoso demais para soar verdadeiro. Cabe a Washington, em mais uma missão bem-sucedida, fazer o público acreditar por duas horas na humanidade de um tipo nada plausível. Estreou dia 25/9/2014.
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  • Vencedor do Leão de Prata no Festival de Veneza de 1953 e indicado ao Oscar de melhor roteiro no ano seguinte, o drama americano finalmente tem lançamento no circuito brasileiro, em cópia restaurada. A fita influenciou uma geração de jovens cineastas e foi considerada um marco do movimento neorrealista ao registrar, de maneira improvisada, uma trama encenada por atores mirins amadores. O diretor francês François Truffaut, um dos admiradores do filme, inspirou-se nesse estilo espontâneo para criar o clássico Os Incompreendidos, de 1959. O tempo amenizou o impacto do projeto – desde então, seu legado estético rendeu inúmeros filmes independentes. Mas ainda é possível se encantar com o enfoque do universo infantil, que evita a condescendência e retrata com igual franqueza os momentos de crueldade e os de lirismo no cotidiano de um grupo de crianças nova-iorquinas. Aos 7 anos, Joey (Richie Andrusco) decide sair de casa e refugiar- se nos parques de diversões de Coney Island. Tudo porque, após uma brincadeira com os amiguinhos, ele acreditou ter matado o irmão mais velho, Lennie (Richard Brewster). Antes aflito, o menino começa a gostar da ideia de viver livremente em um paraíso de fantasia e diversão. Estreou em 25/9/2014.
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  • Na festa de seu aniversário de 11 anos, Angeliki (Chloe Bolota) pula da sacada do prédio e morre. Enquanto dois policiais investigam a hipótese de suicídio, a família insiste que a tragédia teria sido acidental. Mais estranho ainda: no momento da queda, a menina sorria. Rapidamente recuperado do luto, o avô (Themis Panou) orienta a esposa, a filha Eleni (Eleni Roussinou) e os três netos, todos morando sob o mesmo teto, a retomar uma rotina repleta de segredos. Com um registro distanciado e por vezes cruel, muito semelhante ao de Dente Canino (2009), dirigido por Yorgos Lanthimos, este drama também trata a degradação de um núcleo doméstico como uma metáfora para o declínio econômico e social da Grécia, país onde os dois longas-metragens foram produzidos. Sem panos quentes e rigoroso ao compor enquadramentos, o diretor Alexandro Avranas também submete o público a cenas que, embora a alguns passos da caricatura, dão frio na espinha. Na segunda metade, contudo, a intenção de chocar a qualquer custo torna-se mais clara. A fita surpreendeu no Festival de Veneza de 2013 ao levar os prêmios de melhor diretor e ator, para o competente Panou. Estreou em 25/9/2014.
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  • Havia playboys

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Fonte: VEJA SÃO PAULO