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Mostras, peças e espetáculos de dança são algumas das opções

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

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Uma seleção de peças, shows e exposições pelos quais você não paga nada para entrar.

+ 50 programas para ir de metrô

  • Selecionados na 2ª edição da Temporada de Projetos, nove jovens artistas apresentam obras contemporâneas. Na série de fotografias Crentes e Pregadores, Bárbara Wagner aborda o crescimento das igrejas evangélicas no país. Em O Inferno Verde, a dupla Luísa Horta e Ricardo Burgarelli reúne registros de trabalho forçado na Colônia Penal de Clevelândia do Norte, no Amapá. Convidados pela curadora Priscila Arantes, Flávio Cerqueira e André Terayama apresentam projetos que dialogam com as obras. De 22/7/2015. Até 20/9/2015.
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  • Trinta artistas de todo o país foram selecionados para concorrer ao 5º Prêmio Marcantonio Vilaça, que traz o nome de um dos galeristas mais emblemáticos da cidade, morto em 2000, aos 37 anos. O trabalho deles pode ser visto no novo prédio do MAC. Logo no início da exposição, uma projeção mapeada do goiano Grupo EmpreZa, um dos cinco vencedores desta edição, apresenta um executivo se esgueirando em uma pedra. Ao lado, a baiana Virginia de Medeiros, que costuma dar voz a excluídos, registra moradores de rua relatando suas histórias. As falas, no entanto, são entrecortadas por outros depoimentos, o que exige do visitante reforçada concentração. Retratos desses anônimos acompanham os áudios, mas é impossível identificá-los. A paraense Berna Reale, o argentino radicado no Brasil Nicolás Robbio e o carioca Gê Orthof também foram premiados. Intrigantes, os vídeos de Rodrigo Braga exploram a natureza em expedições. Conhecido por fazer de suas caminhadas uma manifestação artística, o mineiro Paulo Nazareth exibe objetos coletados na África. Ponto positivo também para o trabalho prestativo dos monitores. Até 6/12/2015.
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  • Fotógrafo conhecido por registrar cenas lascivas nas praias do Rio de Janeiro, Alair Gomes (1921-1992) ganha mostra composta de 293 ampliações de suas séries, entre elas o inédito trabalho realizado na Praça da República, no centro de São Paulo, em 1969. Eder Chiodetto assina a curadoria. Devido ao conteúdo erótico de alguns itens em cartaz, a mostra é recomendada para maiores de 16 anos. De 25/7/2015. Até 4/10/2015.
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  • Cronológica e didática, a mostra em cartaz na Pinacoteca reúne 100 obras da Tate, o museu nacional de arte moderna da Inglaterra. A seleção do curador Richard Humphreys reúne produções realizadas entre os séculos XVII e XX. Elas são acompanhadas por textos a respeito de como a visão de mundo dos britânicos pode ser explicada pela história da arte. O ponto forte são as peças que trazem uma reinterpretação da realidade. Exemplo disso é O Reverendo John Chafy Tocando Violoncelo em uma Paisagem, de Thomas Gainsborough, que insere elementos da Antiguidade em sua paisagem imaginária. Isso ajuda a harmonizar o fundo da pintura com o personagem em primeiro plano. Em A Destruição de Pompeia e Herculano, John Martin captura o desespero humano diante da erupção do Vesúvio. Considerado o mestre do paisagismo, William Turner está presente em telas como Dido e Eneias, na qual cria uma cena de praia repleta de ninfas e construções gregas. A coincidência das fontes de inspiração não ocorre por acaso. Na época em que esses e outros trabalhos foram concebidos, aristocratas britânicos chegavam a reformar suas propriedades para incorporar a elas características visuais e arquitetônicas do estilo clássico, tamanha era a fascinação por esse período. De 18/7/2015. Até 18/10/2015.
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  • Com direção de Vanessa Macedo, Corpos Frágeis trata da fragilidade e da força da figura feminina. Serviu de base para o espetáculo interpretado por seis bailarinos a trajetória de mulheres a exemplo de Frida Kahlo e Virginia Woolf. De 4 a 27/9/2015.
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  • Brasília e sua arquitetura foram a inspiração para a montagem Vinil de Asfalto, de Edson Beserra, ex-bailarino do Grupo Corpo. Ele se junta no palco a outros três artistas a fim de interpretar os vazios, as linhas e as curvas da cidade. No cenário, são projetadas imagens do Distrito Federal. A trilha sonora conta com ruídos urbanos e sons ecoados. De 3 a 13/9/2015.
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  • Comédia dramática

    Do Amor
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    A comédia-dramática de Philippe Minyana acompanha a passagem de tempo na vida de dois casais, desde a juventude até a velhice. A direção é de Francisco Medeiros. Com Amanda Banffy, Carlos Baldim, Gustavo Duque e Laís Marques. De 3/9/2015. Até 24/10/2015.
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  • Antes de se tornar um dos principais antropólogos brasileiros, Eduardo Viveiros de Castro trabalhou como fotógrafo ao lado do cineasta Ivan Cardoso, do artista plástico Hélio Oiticica e do poeta Waly Salomão. Na mostra Variações do Corpo Selvagem, 400 registros apresentam esses dois universos — sua experiência com outros artistas e imagens clicadas em trabalhos junto a tribos indígenas. Tudo é aproximado por um único fio condutor: o corpo. A programação não se limita ao Sesc Ipiranga e toma também o Parque da Independência, com apresentações de dança, teatro, cinema e música. De 30/8/2015. Até 29/11/2015.
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  • Eletrônica

    Inky
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    Junto desde 2010, o quarteto paulistano Inky conseguiu, unindo rock, música eletrônica e trip hop, fazer um som original e sem par entre os colegas de geração. Formado por Luiza Pereira (voz e sintetizadores), Guilherme Silva (baixo e voz), Stephan Feitsma (guitarra e sintetizadores) e Victor Bustani (bateria), o grupo ganhou, em 2011, um concurso de uma marca de produtos eletrônicos com outros 1 431 concorrentes. O prêmio foi uma viagem até Amsterdã para gravar a autoral No One’s Town com a produção de Steve Lillywhite (U2 e Morrissey, entre outros) e o acompanhamento da holandesa Metropole Orchestra. De lá pra cá, tiveram um hiato, lançaram o EP Parallels (2013), de onde saiu uma das favoritas das apresentações, Baião, e o disco de estreia, o consistente Primal Swag (2014). Antes de embarcar para o Chile, onde tocam no festival Primavera Sound em novembro, eles se exibem no palco da Choperia do Sesc Pompeia dentro da programação do Prata da Casa. Neste ano, a plataforma voltada à divulgação de artistas iniciantes tem curadoria do produtor gaúcho Carlos Eduardo Miranda. Dia 1º/9/2015.
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  • As primeiras caixas acústicas de boa qualidade surgiram com o início do cinema falado, em 1926. Essa é uma das curiosidades contadas nas 35 obras da mostra Invento. Ela reúne itens que reinterpretam objetos do cotidiano de maneira esperta. A instalação Experimento em Fá Menor, dos canadenses Janet Cardiff e George Bures Miller, consiste em uma mesa com diversos alto-falantes garimpados em antiquários. Eles são acionados por meio de sensores de presença e tocam música. Em outra peça, o artista fluminense Jarbas Lopes juntou dois Fuscas num formato que remete ao símbolo yin-yang. Nesse caso, a ideia é fazer uma crítica bem-humorada ao desequilíbrio provocado pelo consumo exagerado. Do mexicano Damián Ortega, a impactante instalação Materialista traz um caminhão fragmentado em dezenas de pedaços e montado como se estivesse suspenso no ar. Outro destaque é do francês Christian Boltanski: ele apresenta 480 lâmpadas incandescentes, e uma delas é apagada a cada hora. Até o encerramento da exposição, a peça estará no escuro, simbolizando a forma como algumas tecnologias se apagam ao longo da história. De 5/8/2015. Até 4/10/2015.
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  • Não espere por pinturas, desenhos e elementos palpáveis na exposição em cartaz no Sesc Belenzinho. A proposta dos curadores Adon Peres e Ligia Canongia é outra: reunir cerca de vinte trabalhos de artistas brasileiros e estrangeiros construídos basicamente com som e luz. Em uma sala escura e esfumaçada, a instalação Você e Eu — Horizontal (2006), do inglês radicado em Nova York Anthony McCall, convida o visitante a mergulhar numa projeção que forma linhas dançantes na parede. Pioneiro no uso da luz em obras de arte, McCall é mestre em iludir criando formas tridimensionais impossíveis de ser tocadas. A mesma sensação pode ser experimentada no ambiente criado pelo americano James Turrell, no qual um cubo esverdeado de luz parece um imenso tijolo florescente no canto do espaço. Só desvendamos o mistério depois de chegar bem perto. Trata-se de uma experiência fascinante acompanhar como cada obra se transforma à frente do público, instigando a imaginação de quem olha. Até 27/9/2015.
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  • Estava mais do que na hora de Jandyra Waters receber uma grande mostra em sua homenagem. Aos 94 anos de idade, a artista, responsável pelo desenvolvimento do construtivismo no Brasil, apresenta obras que produziu entre 1957 e 2015. Com curadoria de Denise Mattar, a exposição mescla cerca de 45 obras — entre pinturas, móbiles e objetos — com poesias produzidas em diferentes fases da artista. Uma linha cronológica mostra a trajetória da pintora à frente do seu tempo. Ela produziu trabalhos experimentais e não se filiou a grupos artísticos formais. Até 23/9/2015.
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  • Duas telas dispostas lado a lado na mostra Tudo Começa num Ponto traduzem bem como Kandinsky (1866-1944) trabalhava as cores para expressar sentimentos como alegria e tristeza. Na primeira delas, Dois Ovais (1919), tons vibrantes de amarelo, azul e vermelho saltam aos olhos do visitante numa composição abstrata, mas com objetos reais escondidos nas pinceladas, como cúpulas de igreja e barcos. Em Crepuscular (1917), por outro lado, o pintor russo carrega na paleta escura, de fundo marrom, como se quisesse deixar clara a sua angústia. Não espere, portanto, pinturas frias só porque são abstratas. “Ele foi único em dar expressões gráficas a emoções”, diz Rodolfo de Athayde, diretor-geral da montagem que ocupa o CCBB. Nascido em 1866 e filho de um mercador de chá na Sibéria, o artista foi fortemente influenciado por rituais xamânicos da região, aspecto presente tanto nos quadros quanto nas peças que integram o conjunto, entre elas colares e máscaras. É bom avisar que, apesar de ser o tema da mostra, parte das 150 obras em cartaz não é de autoria de Kandinsky. Há itens de outros pintores russos que viveram na mesma época, caso de Mikhail Larionov, Nikolas Roerich e Vassily Ivánovitch Deníssov. Desse último, a monumental O Fundo do Mar (1907), de 2 metros de altura, rouba a atenção em uma das salas. A importância de Kandinsky na história da arte, como um dos precursores do abstracionismo, é justificada numa montagem abrangente, minuciosa nas informações e visualmente deslumbrante. De 8/7/2015. Até 28/9/2015. Evite filas: a organização da montagem recomenda o agendamento de horário de visita pelo site ou aplicativo do Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br). + Tudo sobre a mostra de Kandinsky no CCBB
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  • Com dramaturgia coletiva, a comédia da Companhia D’Alma é inspirada em peças e na biografia de Molière (1622-1673) para retratar a vida e a obra do dramaturgo francês. A efervescência criativa do autor e fragmentos de espetáculos como O Burguês Fidalgo, As Eruditas e Don Juan, que criticaram a hipocrisia, o desejo de ascensão social e a avareza, são tratados como retrato de uma época não muito distante. Guilherme Sant’Anna esbanja desenvoltura como o criador e algumas de suas criaturas. Estreou em 02/02/2012. Até 13/9/2015.
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  • Em sua quinta edição, o evento reúne profissionais das mais diversas áreas da moda em Higienópolis. Durante dois dias, o assunto principal será o presente e o futuro da indústria e também inovações digitais no campo. Participam dos debates jornalistas especializados, empresários e designers. Ferramentas da web, como o Pinterest, também serão tema dos encontros. Dias 1º e 2/9/2015.
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  • Uma linda exposição dedicada às mulheres ocupa duas salas no 2º andar da Pinacoteca. Excluídas das escolas de belas-artes, que baseavam exclusivamente o ensino no estudo de modelos masculinos vivos (e copiar homens nus era considerado indecente para as pintoras), elas atuavam na época como amadoras. A partir do fim do século XIX, quando as portas da academia foram abertas a todos, surgiram as primeiras artistas de destaque. Muitas, apesar de ter conquistado prêmios e boas críticas, caíram no esquecimento. É o caso de Abigail de Andrade (1864-1890) e Julieta de França (1872-1951), que marcam presença na mostra com pinturas e desenhos raros. Há, inclusive, uma escultura de Julieta do período em que a autora tinha aulas com Auguste Rodin, na França. A exposição também conta com trabalhos de nomes mais conhecidos do público, a exemplo de Tarsila do Amaral e Anita Malfatti, com seus potentes estudos de nus. Até 6/9/2015.
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  • A partir de quarta (2/9), a Galeria Vermelho vai chamar atenção pelo outdoor de 7 metros de extensão que tomará conta da sua fachada. A imagem, do artista paulistano Nelson Leirner, intitulada Diálogo com Yayoi — uma releitura da obra da artista japonesa Yayoi Kusama —, marca a abertura da exposição do artista. Com curadoria da historiadora Lilia Moritz Schwarcz, que também é coautora do livro Nelson Leirner — A Arte do Avesso, a montagem reúne trabalhos em que Leirner dialoga com outros grandes artistas, como Leonardo da Vinci, Mondrian, Duchamp e Velázquez. Na parede será reproduzido o texto de apresentação da mostra Pague para Ver, que, nos anos 80, foi cancelada pela provocação ao mercado da arte. De 2/9/2015. Até 3/10/2015.
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  • Dirigido por Alex Soares, o solo Stage Proof 14/15 tira inspiração de obras do artista plástico britânico Richard Hamilton e da música Sympathy for the Devil, do Rolling Stones. O espetáculo explora o conceito de repetição. De 25/8/2015. Até 2/9/2015.
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  • Nada é exatamente o que parece à primeira vista no drama Potestad. Em um quase monólogo, o ator Celso Frateschi brilha ao dar voz ao texto do argentino Eduardo Pavlovsky, que parte de uma narrativa intimista e de teor familiar para assumir contundentes contornos políticos e sociais. Como se prestasse um depoimento, o protagonista conta a dor de um casal confrontado com um acontecimento que mudou radicalmente sua vida. Em uma tranquila tarde, a filha deles teria sido sequestrada por estranhos que aparentemente possuíam o direito de levá-la. A falta de ação do personagem de Frateschi, que fica de mãos atadas diante dos acontecimentos, perturba o espectador e, aos poucos, são descortinadas as possibilidades capazes de explicar o rapto da garota. Presente o tempo inteiro em cena, a atriz Laura Brauer, no papel da mulher do personagem principal, tem falas pontuais para localizá-la a trama. Diante dessa opção, a direção de Pedro Mantovani reforça a solidão vivida pelo protagonista e, ao traçar um paralelo  com o noticiário atual, mostra a fragilidade de quem também detém o poder. Estreou em 10/4/2015. Até 1º/9/2015.
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  • Em Glitter, Ferraz usa glitter e cola para explorar mudanças de figura. De 5 a 26/9/2015.
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  • Geólogo de formação, o americano Roger Ballen começou a fotografar quando se mudou para a África do Sul, no início dos anos 80. Se primeiro ficou limitado a registrar simpáticas crianças que cruzavam o seu caminho, com o tempo direcionou o olhar crítico para a população marginalizada. Buscava deixar claro como a opressão atingia, além dos negros, a população branca, num país segregado pelo apartheid. Organizada cronologicamente, Roger Ballen: Transfigurações, Fotografias 1968-2012, em cartaz no MAC, evidencia como o interesse das lentes do artista foi se transformando. Ele criou, por exemplo, diversas séries nas quais os protagonistas são moradores brancos do interior, cujo ar de desamparo domina o retrato — Ballen chegou a ser preso por isso, mas não se intimidou. Pelo contrário, intensificou a esquisitice dos personagens nos anos seguintes. Em ensaios produzidos, construiu situações macabras e acentuou as deformações. O resultado se assemelha a um filme de David Lynch, só que bem menos polido. Prepare-se para ver imagens cheias de anomalia, numa estética assustadoramente inquietante. Até 6/12/2015.
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  • O Grupo Sobrevento, especializado em teatro de bonecos, recorre à obra e ao universo do escritor Franz Kafka para contar a trajetória de cinco solitários personagens. O ponto de partida é um jovem alemão que chega aos Estados Unidos e não consegue se adaptar ao lugar. Com Daniel Viana, Liana Yuri, Maurício Santana, Sueli Andrade e Sandra Vargas, diretora ao lado de Luiz André Cherubini. De 11/7/2015. Até 20/9/2015.
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  • De Zeca Baleiro. Sem os didáticos clichês sobre os seres do folclore brasileiro, a primeira peça escrita pelo cantor e compositor maranhense conversa bem com crianças de 10 anos ou mais. Curupira, Boitatá, Caipora, Saci e Iara estão em crise: não assustam mais ninguém. Resolvem, então, deixar a mata rumo à cidade. Lá, apavorados diante dos problemas urbanos, encontram personagens esquisitões, como um índio aculturado cheio de papo. Com diálogos divertidos, figurinos caprichados que fazem referência ao glam rock e painéis formados por escapamentos de carro, o musical se aproxima da cultura pop. Deliciosas canções e coreografias, às vezes semelhantes às do grupo Secos & Molhados (lembra?), empolgam a plateia do começo ao fim. Estreou em 28/8/2010. Até 13/9/2015.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO