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É grátis

Mostras, peças e espetáculos de dança são algumas das opções

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

mondrian
Linhas sóbrias e cores primárias em equilíbrio: marcas da produção do artista holandês Mondrian, grátis no CCBB (Foto: Gemeentemuseum Den Haag)

Uma seleção de peças, shows e exposições pelos quais você não paga nada para entrar.

+ 50 programas para ir de metrô

  • Banda de música popular brasileira que toca canções autorais e clássicas. Dia 17/4/2016.
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  • Inspirada em São Paulo e com trilha executada ao vivo, a coreografia Espaços Invisíveis ocupa as ruínas de uma escola na Vila Maria Zélia. De 5 a 27/3/2016.
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  • O pianista apresenta um programa baseado no sagrado e no profano. Ele mostra obras de diferentes compositores que dedicaram seus trabalhos ao teclado, da versão barroca (como o cravo e o órgão) ao período moderno. Dia 19/3/2016.
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  • Construções antigas e tombadas, a Casa Modernista, a Capela do Morumbi e o Solar da Marquesa têm em comum a administração feita pelo Museu da Cidade, rede da prefeitura. No último sábado (30/1), a Chácara Lane também passou a fazer parte do time de treze casas históricas que oferecem larga programação de exposições. Inaugura o palacete amarelado a mostra Guerra do Tempo, da mineira Marilá Dardot. São 31 obras que unem a literatura às artes plásticas para discutir memória e esquecimento, entre outros temas. O curador, Douglas de Freitas, aproveitou para incluir na seleção o vídeo Quanto É? O que Nos Separa?, resultado de uma enquete feita pela artista na Praça Mauá, no Rio de Janeiro. O trabalho mostra a disparidade econômica de brasileiros a partir de perguntas como “Quanto você tem no bolso?”. Até 17/4/2016.
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  • As inconfundíveis telas de linhas verticais e horizontais que formam quadrados e retângulos pintados nas cores primárias amarelo, azul e vermelho chegam à cidade para uma grande exposição do seu autor, Piet Mondrian (1872-1944). Com inauguração prometida para segunda (25), a mostra reúne trinta obras do holandês. Algumas delas são paisagens e naturezas-mortas quase desconhecidas, nas quais se vê sua inspiração no pontilhismo e no impressionismo. Das primeiras experiências até a arte que o tornou conhecido no mundo todo, passaram-se quase trinta anos. Também estão expostas outras quarenta peças de artistas que participavam do movimento encabeçado por Mondrian, intitulado De Stijl. Surgido em 1917, na Holanda, o grupo frequentado também por Theo van Doesburg e pelo húngaro Vilmos Huszár desenvolveu uma estética que refletia o desejo de paz — eles viviam o auge da I Guerra Mundial e da Revolução Russa. A pintura disciplinada ressaltava o equilíbrio e a harmonia, deixava de lado as formas maleáveis da natureza e chegava perto da racionalidade da arquitetura. Motivos suficientes para formar filas na porta do CCBB.
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  • Nos quarenta anos de morte de Luiz Sergio Person (1936-1976), o Itaú Cultural dedica a 28ª edição do programa Ocupação à carreira deste cineasta, roteirista, publicitário e produtor. As memórias em forma de fotografias, livros, cadernos e storyboards foram organizadas pela companheira do cineasta, Regina Jehá, e as filhas Domingas e Marina Person. Fica bem clara, assim, a carga afetiva na montagem da mostra. São exibidas cenas dos filmes pelos quais ele se tornou conhecido — São Paulo Sociedade Anônima e O Caso dos Irmãos Naves. Também podem ser manuseados roteiros e peças de teatro, arte pela qual Person muito se aventurou. A exposição pequena e densa atinge mais o público que já conhece sua produção do que aqueles que entram pela primeira vez em contato com seu trabalho. Para se aprofundar, é preciso recorrer a publicação distribuída gratuitamente, ao site do programa e às atividades paralelas. Juntas, essas ferramentas permitem um mergulho em seu processo de criação.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO