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Mostras, peças e espetáculos de dança são algumas das opções

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

 

Uma seleção de peças, shows e exposições pelos quais você não paga nada para entrar.

+ 50 programas para ir de metrô

  • As crianças que tiverem a chance de conferir neste espetáculo seu primeiro show de rock podem comemorar. Além da boa música (o arranjo das canções do quarteto de Liverpool é levado a sério e sai próximo do original), o programa é para se divertir até cansar. De cara, o grupo liderado por Fábio Freire (voz, violão e uquelele) e completado por Gabriel Manetti (voz), Ludi (guitarra, teclados e gaita), Humberto Vigler (bateria) e Johny Frateschi (baixo) já chama todo mundo a sair da cadeira para dançar, balançar a cabeleira e pular. O teatro mostra-se espaçoso — ainda bem — e Beatles para Crianças vira uma deliciosa anarquia, principalmente nos momentos em que a plateia é liberada para subir ao palco e ajudar a banda. Ao som de “classicaços” como Hey Jude, Let It Be, Help, Black Bird e All You Need Is Love, os adultos não conseguem se conter e entram na brincadeira cantando as onze faixas a plenos pulmões. Entre uma música e outra, os carismáticos instrumentistas contam histórias apoiadas por projeções no fundo de cena. É impossível não sair de lá com um sorriso no rosto. Recomendado a partir de 2 anos. Até 24/4/2016.
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  • Criado e dirigido por Sandro Borelli, o espetáculo Não Te Abandono Mais, Morro Contigo envolve sete bailarinos e faz temporada de estreia. A trama mostra dois amantes cansados e desiludidos com o fim da paixão, desgastada pela ação do tempo. Como um desabafo, entrelaçam-se em uma cama, partindo da necessidade de fazer amor para celebrar o desenlace. De 15/10/2015. Até 15/11/2015.
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  • Ao longo de 2014, artistas brasileiros e suecos nutriram uma parceria em encontros entre as cidades de São Paulo e Uppsala. O resultado é o drama Dissecar uma Nevasca, escrito por Sara Stridsberg, que promove interessantes discussões sobre as incoerências do poder. Inspirada na história da rainha Cristina (1626-1689), a trama centra-se em uma menina (interpretada por Nicole Cordery) dividida entre o exercício da monarquia e o desejo de ter uma identidade própria. Aos 6 anos, ela é designada para o trono e passa a ser preparada com afinco. A jovem quer ser livre, não cogita casar-se e ter filhos, gosta de caçar e questiona o tempo inteiro os modelos vigentes no reino. Torna-se, entretanto, vítima constante do próprio autoritarismo e despreparo. Nicole surge convincente em uma performance despojada de vaidade e cheia de nuances para mostrar a garota da infância à vida adulta. Ela encontra eficiente apoio nas boas atuações de André Guerreiro, Renato Caldas, Rita Grilo e, especialmente, de Daniel Ortega e Daniel Costa. Intérprete da mãe da protagonista, a sueca Bim de Verdier assina a direção e constrói uma encenação de efeitos, como a incessante neve caindo, que ajuda a aliviar a extensa duração da montagem. Estreou em 15/1/2015. Até 8/2/2015.
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  • Em sua quinta edição, o projeto reúne dez espetáculos. Até o dia 18/11, três espaços da cidade receberão as apresentações: Galeria Olido, Caixa Cultural da Sé e Centro Cultural Banco do Brasil. Toda a programação é gratuita. No sábado (10/11), às 21h, e no domingo (11/11), às 19h30, na Galeria Olido, a montagem Prêt-à-Porter de Vísceras II (50min, 12 anos), do mineiro Marcelo Gabriel, explora a discussão sobre a liberdade do pensamento diante da pressão social. De 01 a 18/11/2012.
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  • Maior evento artístico brasileiro dedicado à produção do Sul Geopolítico e que neste ano completa 30 anos de trajetória. De 8 a 14/11/2013. Sexta, 8 de novembro 16h - Deserto Azul (2013), de Eder Santos Sábado, 9 de novembro 14h - Programas 6 e 7 16h30 - Programa 8 - Panoramas do Sul Domingo, 10 de novembro 14h - Programas 1 e 2 - Panoramas do Sul 16h - Programas 3 e 4 - Panoramas do Sul Segunda, 11 de novembro 14h - Programas 5 e 6 - Panoramas do Sul 16h - Programas 7 e 8 - Panoramas do Sul Terça, 12 de novembro 14h - Programas 7 e 8 - Panoramas do Sul 16h30 - Programas 5 e 6 - Panoramas do Sul Quarta, 13 de novembro 14h - Programas 3 e 4 - Panoramas do Sul 16h - Programas 1 e 2 - Panoramas do Sul Quinta, 14 de novembro 14h - Deserto Azul (2013), de Eder Santos
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  • A bailarina protagoniza a coreografia Seis Instantes de Solidão, criada e dirigida por Rodrigo Pederneiras. Ela está acompanhada da violoncelista Adriana Holtz, que executa as notas da Suíte Número 2 do alemão Johann Sebastian Bach. De 5 a 8/11/2015.
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  • Depois de ser apresentada no Rio de Janeiro e em Brasília, a mostra Mário de Andrade – Cartas do Modernismo chega a São Paulo. Através das cartas de Mário de Andrade, a exposição aborda o desenvolvimento do modernismo no país. Com curadoria de Denise Mattar, a montagem reúne tanto as cartas que o autor trocava com os mais importantes poetas, escritores, músicos e artistas da época, como também as obras dessas personalidades. Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti e Cândido Portinari são alguns exemplos. Complementa o conjunto o documentário Um Homem Desinfeliz, um trajeto poético pela cidade de São Paulo por meio do olhar de Mário de Andrade, e algumas fotografias feitas pelo próprio autor, em 1927, durante sua viagem ao Amazonas na companhia de Olivia Guedes Penteado. De 19/09 a 15/11/15.
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  • Para quem gostou da exposição de Ron Mueck na Pinacoteca, vale ficar de olho em Com-Ciência, uma mostra dedicada à australiana Patricia Piccinini que ocupará o CCBB a partir de 12 de outubro. Estudiosa da engenharia genética e da biotecnologia, Piccinini cria esculturas gigantes de criaturas bizarras e seres humanos usando fibra de vidro e silicone. Trata-se de sua primeira exposição individual no país. Entre as obras que serão exibidas estão Big Mother, um bicho enorme que se assemelha a uma macaca e amamenta um bebê, The Conforter, uma menina coberta de pelos, e The Observer, um curioso menino que observa o mundo do alto de uma pilha inclinada de cadeiras. Apesar de desenvolver seres grotescos, numa técnica que mistura hiper-realismo (aos moldes do conterrâneo Mueck) e surrealismo, a artista preocupa-se em passar uma doçura no olhar de suas esculturas. Ela não quer que o público se assuste com elas, mas fiquem curiosos. Piccinini nasceu em Serra Leoa, em 1965, e vive na Austrália desde os 7 anos, onde mantém um estúdio em Melbourne. A curadoria é de Marcello Dantas. De 12/10/2015 a 4/1/2016.
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  • O dramaturgo polonês Tadeusz Kantor (1915-1990) parecia não ligar para o fato de que, durante a II Guerra Mundial, toda manifestação artística na Cracóvia, onde morou parte da vida, era proibida. Encontrou na repressão sofrida o combustível para desenvolver uma obra inconformista e irreverente. Kantor produziu sem parar por cinco décadas e revolucionou o teatro, além de ter atuado em outras áreas: escultura, pintura e performance. Entrar na exposição Máquina Tadeusz Kantor significa fazer funcionar um maquinário que transporta o visitante para dentro do universo do autor. Completamente tomado por seus trabalhos, o Sesc Consolação recebe um cenário de andaimes, caixas, fotografias, vídeos e manifestos. Entre os 130 itens apresentados em um labirinto estão filmes e imagens do Teatro da Morte, vertente da dramaturgia que propõe aos atores desfazer-se de sua personalidade e valores pessoais para atingir o auge de seu desempenho. Registros da performance Concerto do Mar, recriada por admiradores como Marina Abramovic e Bob Wilson, também integram o conjunto. No happening, um maestro sentado em uma cadeira no mar rege os movimentos e sons da natureza. O passeio se torna mais fascinante quando atores espalhados pelo local representam algumas das ações do polonês. A montagem faz parte de um dos eventos propostos pela Unesco que celebram os 100 anos de nascimento de Kantor. De 19/8/2015. Até 14/11/2015.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO