ROTEIRO

É grátis

Mostras, peças e espetáculos de dança são algumas das opções

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

Uma seleção de peças, shows e exposições pelos quais você não paga nada para entrar. No caso das atrações infantis, a gratuidade vale apenas para as crianças.

+ 50 programas para ir de metrô

  • A quinta edição do evento tem a presença de produtores como Blondine e Mea Culpa. Chopes (300 mililitros) de R$ 8,00 a R$ 12,00. Dias 3 e 4/9/2016.
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  • Infantil

    Berenices
    VejaSP
    Sem avaliação
    Nessa montagem do Grupo Morpheus, os atores utilizam recursos de mímica e o teatro de bonecos para contar a história de uma garotinha chamada Berenice que está crescendo e precisa lidar com uma série de emoções e sentimentos. Os anseios da menina se intensificam ainda mais quando ela sente que a mãe dá mais atenção ao recém-nascido. Cada uma das emoções é interpretada por uma boneca diferente com cores características, como a Quebratudo, que representa a raiva, com trajes vermelhos. Dica para os pais: as máscaras podem assustar as crianças menores de 3 anos. Estreou em  20/8/2016. Até 2/10/2016.
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  • O sonho de toda bola é dividir o campo com craques como o Pelé, certo? Mas na loja de departamentos dessa montagem, porém, as redondas vividas pelas atrizes do Grupo Arte Simples de Teatro Percebem que esse não será o destino de nenhuma delas. Embaladas por canções de Adilson Rodrigues, elas vão descobrir que mesmo com a mudança de planos, é possível se divertir nos campos de várzea, nos times femininos e até sendo chutada para a lua. O espetáculo inspirado no livro " O chute que a bola levou", de Ricardo Azevedo adiciona um tempero a mais com as histórias pessoais das meninas da companhia teatral. Estreou em 13/3/2016. Até 18/9/2016.
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  • Sob a curadoria de Sergio Campos e equipe MCB, a exposição Design Mirim é uma volta no tempo. Cerca de 100 itens dos anos 20 aos anos 70 compõem a mostra, que agrada em cheio aos pais e desperta a curiosidade dos filhos. Entre os objetos, há móveis infantis de Lina Bo Bardi e Zanini Caldas e um avião de lata Condor, comercializado nas décadas de 40 e 50. De 18/8 a 16/10/2016.
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  • Em curva ascendente de produção, o paulistano José Roberto Jardim comprova que foi feliz ao privilegiar a carreira de encenador em relação à de ator na recente temporada. Depois de montar Chet Baker, Apenas um Sopro e Não Contém Glúten, o diretor dá um salto com a adaptação do conto Um Trabalhinho para Velhos Palhaços, do romeno Matéi Visniec. A tragicomédia Adeus, Palhaços Mortos! chega ao palco com contornos de drama. Ao lado do elenco da Academia de Palhaços, Jardim construiu um espetáculo provocativo na mensagem e encantador no visual. No centro da cena, um cubo recebe projeções frenéticas. Dentro dele, Lala e Pupa (vividas por Laíza Dantas e Paula Hemsi), artistas circenses em fim de carreira, reencontram-se depois de anos afastadas. O picadeiro, agora, é uma agência de empregos — e só há uma vaga em jogo. A rivalidade se intensifica com a chegada de Poci (papel de Rodrigo Pocidônio), outro velho colega de olho no cargo. Como o recrutador nunca aparece, tal qual o Godot de Samuel Beckett, o trio destila mágoas e oferece um melancólico retrato dos artistas em contraste com os novos tempos. Estreou em 15/7/2016. Até 29/9/2016.
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  • O mês de setembro será dedicado à performance no Sesc Bom Retiro. Quinze artistas e coletivos apresentam uma série de trabalhos, a exemplo de Avesso, de Mário Shima, que usa seu corpo para aquecer e enrijecer tigelas de argila, como se fosse um grande forno humano.
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  • Linguagem e interação são os principais temas da coletiva Sempre Algo entre Nós, no Sesc Belenzinho. Fernanda Porto e Haroldo Saboia exibem o vídeo Sintaxe, sobre falhas de comunicação. No jogo de palavras, montam a frase “agente junto por tanto separado”.
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  • Mais de 1 500 objetos foram depositados em prateleiras ligadas a dois globos da morte. Assinada por Nuno Ramos e Eduardo Climachauska, a criação O Globo da Morte de Tudo será ativada na próxima terça, 4 de outubro, às 20h. Na ocasião, dois motoqueiros vão girar dentro das esferas. Com a trepidação, as peças despencarão no chão. Até 6/11/2016.
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  • Para diversas tribos indígenas brasileiras, os adornos servem para identificação das etnias, embelezamento e manutenção de tradições. Colares, cocares e máscaras, além de objetos como urnas funerárias integram a coleção do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP (MAE), que emprestou 200 peças ao Sesc Pinheiros. Na mostra Adornos do Brasil Indígena: Resistências Contemporâneas, elas são apresentadas ao lado de trabalhos de artistas contemporâneos, como a série Marcados, de Claudia Andujar. Até 8 de janeiro de 2017.
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  • Formado em arquitetura, Lucas Simões trabalha com materiais de construção para produzir suas esculturas. Na mostra Tensão Armada, ele expõe sete peças formadas pela combinação entre concreto, vigas de aço e papel-manteiga, em que usualmente se rabiscam projetos arquitetônicos. De 24/8 a 16/9/2016.
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  • Os traços lúdicos das caricaturas que o carioca Roberto Magalhães fazia dos colegas quando criança se juntaram, mais tarde, a desenhos que mais parecem sonhos. O toque surrealista na produção do artista ficou ainda mais forte a partir de 1969, quando ele ajudou a fundar o Centro de Meditação da Sociedade Budista do Brasil. Síntese desse trajeto, a individual Sem Pé Nem Cabeça reúne mais de vinte estojos de acrílico coloridos. De dentro deles, saem gavetas que guardam objetos reveladores de seu mundo particular, como um livro de gravuras. De 11/8 a 30/9
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  • Cocriador da Fundação Árabe para a Imagem, o libanês Akram Zaatari é um dos nomes mais fortes do mundo quando o assunto é videoarte. Quase sempre protagonizados por homens, seus filmes discutem principalmente relações homossexuais no contexto árabe. Em sua primeira individual no Brasil, no Galpão VB, são apresentadas seis de suas produções, realizadas entre 1998 e 2014. Todas guardam doses equilibradas de diversão e incômodo. Em Dance to the End of Love, quatro projetores transmitem vídeos captados do YouTube. Imagens de fisioculturismo, dança e músicas típicas beiram o brega e arrancam boas risadas do espectador. Com caráter mais politizado, Beirut Exploded Views mostra a realidade dos refugiados no Líbano. De 5/9 a 3/12/2016.
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  • Quando alguém menciona pop art, nomes como Andy Warhol e Roy Lichtenstein saltam à cabeça. Mas a estética exagerada e colorida não ficou restrita aos americanos. Durante as décadas de 60 e 70, diversos artistas brasileiros foram grandes entusiastas do movimento. Para eles, alta e baixa cultura eram uma coisa só. Explica-se: garrafas de bebida e propagandas publicitárias, por exemplo, eram tão válidas como formas de arte engajada quanto a pintura e a escultura. Nesse sentido, Cildo Meireles usou vidros de Coca- Cola para fazer críticas à política e à mídia. Em 1970, em plena ditadura militar, imprimiu nas embalagens informações sobre como os vasilhames poderiam virar um coquetel molotov e retornou os produtos à circulação. As garrafas fazem parte da nova mostra da Pinacoteca, Vanguarda Brasileira dos Anos 1960, ao lado de obras como o retrato do caubói da Marlboro pintado por Geraldo de Barros. São cerca de cinquenta trabalhos da coleção do banqueiro Roger Wright, que morreu num acidente de avião, em 2009. Desde março do ano passado, 140 obras de seu acervo estão sob a guarda da instituição. De 17/8 a 26/8/2019.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO