Roteiro

Dez passeios para a mãe intelectual

Parque, exposição e uma livraria com café fazem parte da lista

Por: Bruna Gomes - Atualizado em

Modernismos no Brasil
'A Boba', de Anita Malfatti: em cartaz na mostra Modernismos no Brasil (Foto: Divulgação)

Veja abaixo do mapa boas opções para se distrair com sua mãe:

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  • Bares variados

    Túnel do Tempo

    Rua Major Maragliano, 387, Vila Mariana

    Tel: (11) 5082 1566

    Sem avaliação
  • Parques

    Parque Burle Marx

    Avenida Dona Helena Pereira De Moraes, 200, Parque Do Morumbi

    Tel: (11) 3746 7631

    3 avaliações
  • Museus

    Museu de Ciências da USP

    Avenida Miguel Estéfno, 4200, Saúde

    Tel: (11) 5077 6337

    Sem avaliação
  • Livrarias

    Livraria Capítulo 4

    Rua Tabapuã, 830, Itaim Bibi

    Tel: (11) 2737 2037

    Sem avaliação
  • Museus

    Museu da Língua Portuguesa

    Praça Da Luz, s/n, Bom Retiro

    Tel: (11) 3322 0080

    7 avaliações

    O museu já realizou homenagens a escritores como Fernando Pessoa, Machado de Assis, Clarice Lispector e Cazuza. Nas montagens permanentes, o espaço se dedica à valorização da língua portuguesa, usando a tecnologia para apresentar os conteúdos. O Beco das Palavras, por exemplo, é uma mesa interativa usada para formar vocábulos e descobrir seus significados e origens. Já a Linha do Tempo mostra aos visitantes a história do idioma. Há ainda um telão de 106 metros com projeções simultâneas sobre o uso do português e totens com a influência de outras línguas como tema. Observar com atenção a estrutura do prédio onde o museu está instalado também faz parte do passeio. Na Estação da Luz, o edifício é um patrimônio histórico do Século XIX.

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  • Resenha por Jonas Lopes: O MAC-USP abre em seu espaço no Ibirapuera um excelente recorte na coleção do museu. Composta de 150 obras, a seleção discute as relações entre os trabalhos de artistas brasileiros e estrangeiros durante o modernismo. Premiada na primeira Bienal, em 1951, a escultura Unidade Tripartida, de Max Bill, posicionada no início do percurso, deixou rastros decisivos na geração de Lygia Clark e Waldemar Cordeiro. Perto dali, um diálogo parecido ocorre entre o óleo Cabeça Trágica, de Karel Appel, marcado pela dramaticidade e pelo exagero neoexpressionista, e a aterradora série Minha Mãe Morrendo, de Flávio de Carvalho. Outras ligações são abordadas na montagem. Impressiona, por exemplo, a semelhança no uso de formas geométricas em trabalhos de Pablo Picasso e Ismael Nery. E por aí vai: Matisse deságua em Volpi, Kandinsky em Tomie Ohtake, George Grosz em Iberê Camargo. Além das estrelas consagradas, a exposição aproveita para apresentar ao público paulistano nomes brilhantes mas pouco conhecidos por aqui. Caso do gravurista austríaco Alfred Kubin e da escultora mineira Maria Martins. Até 29/07/2012.
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  • A cantora carioca apresenta seu mais recente trabalho, Mart’nália em Samba, no qual deu um mergulho em vários estilos do samba e também em seus grandes sucessos, como Cabide, Pé do Meu Samba, Boto Meu Povo na Rua e Peço Adeus. Diretor do show, seu pai Martinho da Vila também é homenageado com a releitura de hits como Segure Tudo, Casa de Bamba e Roda Ciranda. Dia 4/6/2016.
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  • O drama ganhou projeção graças ao filme de Sidney Lumet, em 1957. A história de uma dúzia de sujeitos encarregados de chegar a um veredicto é montada sob direção de Eduardo Tolentino de Araújo. O réu foi acusado de assassinar o pai, e a decisão precisa ser unânime para executá-lo ou absolvê-lo. O conflito começa quando um dos doze jurados (o ator Norival Rizzo) opta pela dissonância e abala a convicção do grupo, decidido pela condenação. Com Fernando Medeiros, Brian Penido Ross, Ricardo Dantas, Rodolfo Freitas e outros. Estreou em 19/11/2010. Até 27/11/2016.
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  • Resenha por Carol Pascoal: Violista americano, David Aaron Carpenter se une ao conjunto formado por Emmanuele Baldini, Davi Graton (ambos no violino), Peter Pas (viola) e Johannes Gramsch (violoncelo). Eles executam três obras: o Quarteto de Cordas Nº 2: Agitato, de Alfred Schnittke, Different Trains, de Steve Reich, e uma transcrição do Quinteto para Clarinete e Cordas Op.115, de Johannes Brahms. Dia 13/05/2012.
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  • Resenha por Miguel Barbieri Jr.:   Proibido de filmar em seu país entre 2006 e 2011, por causa do drama "Summer Palace", sobre os conflitos na Praça da Paz Celestial, o diretor chinês Lou Ye foi rodar na França este romance dramático. Na trama, Hua (Corinne Yam), uma estudante chinesa residente em Paris, recebe uma cantada de Mathieu (Tahar Rahim, de O Profeta). Esse rapaz monta barracas na feira, mostra-se grosseiro e acaba transando à força com a garota numa rua escura. Num misto de repulsa e desejo, Hua deixa-se levar. No dia seguinte, ela se mostra envolvida em um relacionamento marcado por ciúme e violência. Em comum entre eles, apenas o sexo. O enredo extrapola as diferenças culturais dos dois e foca a conturbada convivência, movida a silêncios, instintos e prazeres. Sob o ponto de vista de Hua, a fi ta ousa ao retratar uma personagem oriental cujas vontades muitas vezes prevalecem sobre a submissão. Estreou em 04/05/2012.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO