Roteiro

Dez passeios para a mãe caseira

Uma passada na Feira de Antiguidades do MASP, um momento para relaxar na Novelaria Knit Café e a peça “Tim Maia — Vale Tudo, o Musical” fazem parte da lista

Por: Bruna Gomes - Atualizado em

As Idades do Amor - 2267
Monica Bellucci e De Niro: casal improvável e cheio de química em "As Idades do Amor" (Foto: Divulgação)

Veja abaixo do mapa boas opções para se distrair com sua mãe:

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  • Bares variados

    Astor

    Rua Delfina, 163, Vila Madalena

    Tel: (11) 3815 1364

    VejaSP
    13 avaliações

    É o endereço classudo da Cia. Tradicional de Comércio, dona também do Pirajá e do Original. Cartazes, espelhos rabiscados e lustres antigos dão aura nostálgica ao endereço, ocupado por um público que passou dos 30 anos. A carta foi renovada com a inclusão de doze drinques, a R$ 31,00 cada um. Faz bonito o sutil fish house punch (brandy, rum, licor de damasco, limão e angustura), tirado diretamente da torneira de chope. Falando nele, o chopinho da Brahma (R$ 8,10) tem agora a companhia do appia (R$ 12,00), da Colorado, extraído com o colarinho bem denso. Quando vier o apetite, o picadinho (R$ 49,00) se mostra uma boa escolha. Chega com arroz, farofa, caldo de feijão e banana à milanesa.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Centros de meditação

    Templo Budista Zu Lai

    Estrada Fernando Nobre, 1.461, Parque Rincão

    Tel: (11) 4612 2895

    Sem avaliação
  • Chás

    Novelaria Knit Café

    Rua Mourato Coelho, 678, Pinheiros

    Tel: (11) 3729 7188

    Sem avaliação

    Apesar de ter café no nome, a melhor pedida é um chá da tarde. Entre os itens estão brioche e empadinha de espinafre com ricota, além de doces como uma fatia de bolo. As bebidas são o ótimo chá da Talchá e o café Nespresso.

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  • Construções históricas

    Basílica Nossa Senhora de Assunção

    Largo São Bento, s/n, Centro

    Tel: (11) 3328 8799

    1 avaliação
  • Seu 31º disco, Estratosférica, tem composições de Mallu Magalhães, Céu e Criolo. Ela mostra sua versão roqueira em Sem Medo Nem Esperança e cai no romantismo com Quando Você Olha para Ela. De 2 a 5/6/2016.
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  • A tradicional Feira do Vão do Masp é mantida pela Associação de Antiguidades do Estado de São Paulo, responsável pela administração, padronização visual, montagem, manutenção e realização das exposições efetuadas aos domingos no vão livre do MASP. Os expositores comercializam antiguidades como pratarias, livros, moedas, esculturas, canetas, câmeras fotográficas, joias e artes em geral. O vento atrai não somente colecionadores, mas curiosos em geral, e já faz parte do calendário da cidade. Funciona aos domingos, das 10h às 17h.
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  • Resenha por Jonas Lopes: Um dos nomes incontornáveis do século XX, o suíço Alberto Giacometti (1901-1966) tem uma ampla porção da carreira abordada na extraordinária retrospectiva em cartaz na Pinacoteca, desde já uma séria concorrente a melhor exposição de 2012. A mostra, cuja maioria das obras vem da Fundação Alberto e Annette Giacometti, de Paris, reúne 280 trabalhos, espalhados por doze salas, além do octógono, onde foram posicionadas algumas de suas célebres figuras esguias. Giacometti desempenhou na arte uma função semelhante à do irlandês Samuel Beckett na literatura e no teatro: explorou a fragmentação psicológica e sentimental do homem moderno, marcado por guerras sem sentido e por uma relação dúbia com a natureza. Despia, assim, as esculturas ao máximo, até transformá-las em meros fiapos, tão agônicos quanto inertes, embora repletos de nuances, principalmente nos bronzes. Há ainda desenhos, gravuras, peças decorativas e pinturas de cunho expressionista. A admirável curadoria de Véronique Wiesinger recupera trabalhos da juventude, traça paralelos com as máscaras africanas e apresenta ao espectador fotografias que capturam o dia a dia no ateliê do gênio. De 24/03/2012 a 17/06/2012.
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  • Deste sábado (5/10/2013) a quinta (10/10/2013), com projeção às 19h e 21h30, na sala 1, a Mostra Cinéfila traz de volta alguns clássicos marcantes. É o caso de Um Corpo que Cai (1958) e Os Pássaros (1963), ambos de Alfred Hitchcock. Na mesma linha de preciosidades, A Marca da Maldade carrega o nome mítico de Orson Welles na direção em um engenhoso thriller em preto e branco de 1958. Completam o ciclo a deliciosa comédia Monty Python e o Sentido da Vida e o datado terror Fome de Viver, realizados em 1983.
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  • Resenha por Miguel Barbieri Jr.: O diretor Giovanni Veronesi pode ser considerado uma espécie de Daniel Filho da Itália. Se o brasileiro encontrou a fórmula do sucesso na popular cinessérie "Se Eu Fosse Você", o toscano anda pela mesma trilha com "Manual do Amor". O primeiro longa-metragem foi lançado por aqui em 2006 e, ruim de bilheteria, fez o segundo ficar inédito. "As Idades do Amor" é o título brasileiro do terceiro filme. Embora não seja um nome ruim, a comédia romântica pende mais para os conflitos amorosos do que para um retrato da paixão nas várias etapas da vida. Como em quase todas as fitas divididas em episódios, há um desnível entre eles, e o mesmo ocorre aqui. Na mira da primeira história está um casal na faixa dos 30 anos. O advogado Roberto (Riccardo Scamarcio), apaixonado por sua noiva (Valeria Solarino) e de casamento marcado, faz uma viagem a trabalho à Toscana. Lá, seus sentimentos serão bagunçados ao conhecer a loira Micol (Laura Chiatti). Atirada e sensual, ela quer levá-lo para a cama. Na segunda trama, o sexagenário apresentador de TV Fabio (papel do comediante Carlo Verdone) garante fidelidade à mulher até o dia em que uma psiquiatra lhe dá uma cantada irresistível. Fechando o ciclo, Robert De Niro, atuando em eficiente italiano, vive um professor americano aposentado de volta a Roma. Entre suas poucas vontades, há os saudosos papos com o zelador interpretado por Michele Placido. Mas a chegada da bela quarentona Viola (Monica Bellucci), filha de seu amigo, o fará rever o futuro. O humor à moda italiana nem tenta camuflar o machismo. Vide o comportamento das três protagonistas: mentirosa, dissimulada ou psicopata bipolar, melhor não revelar qual delas apresenta-se posteriormente assim. Se o primeiro enredo ganha pontos pela transformação profissional do personagem de Riccardo Scamarcio, o segundo cai na armadilha dos clichês. Romance mesmo, daqueles à moda antiga, só no último capítulo. De Niro e Monica, com 21 anos de diferença e química surpreendente, formam um par improvável num conto de amor delicado e universal. Estreou em 27/04/2012.
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  • Danilo de Moura interpreta o cantor e compositor Sebastião Rodrigues Maia (1942-1998) no musical escrito por Nelson Motta. À frente de dez atores e sete instrumentistas, ele canta 25 canções, como Azul da Cor do Mar e Sossego, e empenha-se ao dar vida ao personagem, recriado dos 12 aos 55 anos. Nesse tempo, surgem detalhes da vida familiar, o encontro com Roberto Carlos e Elis Regina (Reiner Tenente e Izabela Bicalho), as drogas e o estouro na década de 70. Estreou em 9/3/2012. Até 16/3/2014.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO