Roteiro

Dez passeios para a mãe antenada

Baladas, cinema e um brechó charmoso fazem parte da lista

Por: Bruna Gomes - Atualizado em

Capricho à Toa - brechós são paulo
No brechó Capricho à Toa, apenas coleções dos últimos três anos são aceitas (Foto: Divulgação)

Veja abaixo do mapa boas opções para se distrair com sua mãe:

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  • Bares variados

    Blue Velvet

    Rua Bela Cintra, 1541, Consolação

    12 avaliações
  • Lojas / Roupas

    Brechó Capricho à Toa

    Rua Heitor Penteado, 1096, Sumarezinho

    Tel: (11) 2137 5926 ou (11) 3872 5926

    Sem avaliação

    Roupas de grifes como Daslu, Lacoste e Zara, novas e seminovas, estão expostas em cerca de 600 metros quadrados.

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  • Centros culturais

    Centro Cultural São Paulo (CCSP)

    Rua Vergueiro, 1000, Liberdade

    Tel: (11) 3397 4002

    4 avaliações

    O visual urbano e a localização, do lado da Estação Vergueiro do metrô, são atrativos do jardim suspenso do Centro Cultural São Paulo. Grupos de jovens disputam o lugar, mas as famílias são bem-vindas.

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  • Reserva Cultural

    Avenida Paulista, 900, Bela Vista

    Tel: (11) 3287 3529

    8 avaliações
  • Geek.etc.br

    Avenida Paulista, 2073, Bela Vista

    Tel: (11) 3170 4033

    2 avaliações
  • Lojas especializadas

    Galeria do Rock

    Rua Vinte E Quatro De Maio, 62, República

    7 avaliações

    No fim da década de 70, diversas lojas de disco começaram a se instalar no edifício ondulado, projetado pelo arquiteto Alfredo Mathias, e a atrair um público interessado no estilo musical que emprestou o nome ao centro comercial. Hoje, 450 estabelecimentos, entre estúdios de piercing e tatuagem, salões de beleza e butiques de roupas, vinis e CDs, disputam a atenção dos visitantes. Uma das paradas mais tradicionais é a Baratos Afins, no 2º andar.

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  • Resenha por Miguel Barbieri Jr.: Na década de 70 não havia páreo para a beleza de Robert Redford. Galã de "Nosso Amor de Ontem", "Golpe de Mestre" e "O Grande Gatsby", Redford se consagrou atrás das câmeras em 1981 — seu longa-metragem de estreia, "Gente como a Gente", recebeu quatro prêmios no Oscar, entre eles o de melhor filme e direção. Sem abandonar as interpretações nem a liderança do Festival de Sundance, o ator dirigiu mais seis fitas, algumas delas fraquinhas, como "O Encantador de Cavalos" (1998) e "Lendas da Vida" (2000). O drama de tribunal Conspiração Americana, sua sétima empreitada, marca um dos melhores momentos de Redford no posto de cineasta. Trata-se de uma trama inspirada em um fato verídico e, embora se refi ra à história dos Estados Unidos, a romantização da realidade ganha apelos emocionais para qualquer plateia. Veterano da Guerra Civil Americana, o advogado Frederick Aiken (James McAvoy) tem uma batata quente nas mãos. Soldado da União, que venceu a guerra, ele precisa defender num tribunal militar uma partidária dos inimigos confederados. Ela é Mary Surratt (Robin Wright), dona de uma pensão onde, em 1865, se reuniu um grupo de conspiradores sulistas, entre os quais seu fi lho foragido. Eles foram responsáveis pelo assassinato do presidente Abraham Lincoln, do vice Andrew Johnson e do secretário de estado William Henry Seward. Mary pode ter tomado parte no complô e, se condenada, será enforcada. Com a opinião pública de olho e um júri de cartas aparentemente marcadas, teria alguma chance de absolvição essa mãe católica e de olhar inocente? Conduzida sobriamente, a empolgante narrativa não transforma a protagonista em heroína nem toma partido no julgamento. Deixa o espectador tirar a própria conclusão. O caso jurídico e sua personagem já haviam rendido produções irrelevantes. Redford e o roteirista James Solomon levaram anos até chegar ao ponto ideal, e a maturação só fez bem ao filme. Estreou em 04/05/2012.
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  • Resenha por Dirceu Alves Jr.: De Domingos Oliveira. Em 1994, quando o dramaturgo colheu depoimentos de atrizes para uma peça, falar das balzaquianas não era moda. Sex and the City, o seriado americano, só seria lançado quatro anos depois. Hoje, a remontagem do texto pode parecer uma chuva de clichês. Mas não. São as queixas que continuam iguais. As atrizes Juliana Araripe, Camila Raffanti e Wanessa Morgado divagam sobre frustrações, carreira e, claro, homens. Estreou em 11/06/2008. Até 27/05/2012.
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  • Resenha por Miguel Barbieri Jr.: Inspirado em caso real, o drama apresenta a história do jovem inglês Colin Clark (Eddie Redmayne). Em 1956, aos 23 anos, o educado rapaz vindo de uma abastada família procura sua independência e vai bater na porta do prestigiado ator e diretor Laurence Olivier (Kenneth Branagh). De tanto insistir, acaba arranjando uma vaga de terceiro assistente de direção do novo filme da produtora, "O Príncipe Encantado". Seria um emprego comum se a estrela da fita não fosse a deslumbrante e já muito famosa Marilyn Monroe, em sua primeira produção fora dos Estados Unidos. A relação entre Clark e Marilyn tende a ficar cada vez mais estreita quando a atriz, casada com o escritor Arthur Miller (Dougray Scott), demonstra interesse no novo amigo. Embora em nada lembre Marilyn, a mignon Michelle Williams, candidata ao Oscar, faz uma boa composição de personagem, mais escorada no comportamento instável do que no físico da diva. Correto e sem maiores pretensões, o filme também acerta ao mostrar as várias faces da protagonista — da humildade aos chiliques, da carência à fragilidade emocional, do talento nato para a comédia à exuberância como símbolo sexual. Estreou em 27/04/2012.
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  • Exposição de polaroides clicadas por Andy Warhol. A coleção conta com imagens de Liza Minelli, Lana Turner, Sylvester Stallone, e Truman Capote entre outros famosos.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO