PERSONALIDADE

Daniela Mercury afirma que fã já a ameaçou com tesoura

No programa Encontro com Fátima Bernardes, cantora também relembrou episódio em que admirador dormiu na porta de seu condomínio 

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

Virada Cultural 2013 - Daniela Mercury
Daniela Mercury: "Uma vez fui ameaçada por uma pessoa com uma tesoura enorme". (Foto: Adriano Conter)

Tentando digerir o que aconteceu com Ana Hickmann, a cantora Daniela Mercury afirmou nesta segunda (23) no programa Encontro com Fátima Bernardes que também já foi ameaçada por um fã com uma tesoura.

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"Fiquei muito assustada com o que aconteceu com a Ana Hickmann. Estamos sempre na iminência de isso acontecer. Ando sempre com segurança, mas eu sou muito próxima dos fãs. O tempo inteiro abraço, beijo, tiro foto em qualquer lugar, sou muito acessível. Porque é muito amor, né? As pessoas trazem amor para a gente o tempo inteiro. Eventualmente tem um ou outro que extrapola qualquer limite e parece que tem também um desequilíbrio. Alguns ficam violentos sim", disse.

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Ela relembrou o caso em que um fã tinha nas mãos uma tesoura gigantesca, mas que foi logo detectada pelo segurança e retirada. Após este episódio, ela passou a se sentir muito mais insegura. "Uma vez fui ameaçada por uma pessoa com uma tesoura enorme. Tenho o hábito de entrar nos hotéis pela frente, onde tem muita gente me esperando, e a gente fica no meio de um bocado de gente. Uma das pessoas estava com uma tesoura, o segurança identificou. Ele estava por trás e conseguiu tirar a tesoura, que era gigantesca. A partir daí fui ficando mais nervosa. Tem fã que quer entrar no quarto, tem uma que disse que ia se matar se não entrasse no quarto para tomar café da manhã comigo. Umas coisas doidas assim, mas isso é raro", contou.

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Daniela também lembrou da vez em que uma fã dormiu na porta de se condomínio e ameaçou pessoas da família cantora. "Ela ia para a plateia do show e ficava gritando: 'Se eu pegar você vou matar'. Mas é uma pessoa que está me acompanhando há muitos anos, tem surtos, então a gente fica ali observando, monitorando para ver até onde aquilo vai. É muito difícil saber qual o limite das pessoas, isso que eu acho complicado. Você não sabe nunca quando vai acontecer. Acho muito chato generalizar", apontou.

Fonte: VEJA SÃO PAULO